22ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira

Primeira Leitura (1Ts 4,13-18)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses,

13 Irmãos, não queremos deixar-vos na incerteza a respeito dos mortos, para que não fiqueis tristes como os outros, que não têm esperança. 14 Se Jesus morreu e ressuscitou — e esta é nossa fé — de modo semelhante Deus trará de volta, com Cristo, os que através dele entraram no sono da morte. 15 Isto vos declaramos, segundo a palavra do Senhor: nós que formos deixados com vida para a vinda do Senhor não levaremos vantagem em relação aos que morreram. 16 Pois o Senhor mesmo, quando for dada a ordem, à voz do arcanjo e ao som da trombeta, descerá do céu e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17 Em seguida, nós que formos deixados com vida seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor, nos ares. E assim estaremos sempre com o Senhor. 18 Exortai-vos, pois, uns aos outros, com estas palavras. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 95(96),1 e 3.4-5.11-12.13 (R. 13b)

– O Senhor vem julgar nossa terra.

– O Senhor vem julgar nossa terra.

– Cantai ao Senhor Deus um canto novo,  manifestai a sua glória entre as nações, e entre os povos do universo seus prodígios! 

– pois Deus é grande e muito Foi o Senhor e nosso Deus quem fez os céus. 

– O céu se rejubile e exulte a terra,  aplauda o mar com o que vive em suas águas;  os campos com seus frutos rejubilem, e exultem as florestas e as matas.

– na presença do Senhor, pois ele vem, porque vem para julgar a terra inteira. Governará o mundo todo com justiça,  e os povos julgará com lealdade. 

Evangelho (Lc 4,16-30)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– O Espírito do Senhor repousa sobre mim; e enviou-me a anunciar aos pobres o Evangelho.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

Naquele tempo, 16 veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. 17 Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18 “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19 e para proclamar um ano da graça do Senhor”. 20 Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21 Então começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir.” 22 Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?” 23 Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”. 24 E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25 De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26 No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. 27 E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”. 28 Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29 Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30 Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

21ª Semana do Tempo Comum | Sábado

Primeira Leitura (1Ts 4,9-11)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses.

Irmãos, 9 não é preciso escrever-vos a respeito do amor fraterno, pois já aprendestes de Deus mesmo a amar-vos uns aos outros. 10 É o que já estais fazendo com todos os irmãos, em toda a Macedônia. Só podemos exortar-vos, irmãos, a progredirdes sempre mais. 11 Procurai viver com tranquilidade, dedicando-vos aos vossos afazeres e trabalhando com as próprias mãos, como recomendamos. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

 

Responsório Sl 97(98),1.7-8.9 (R. 9)

– O Senhor julgará as nações com justiça.

– O Senhor julgará as nações com justiça.

– Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo  alcançaram-lhe a vitória. 

– Aplauda o mar com todo ser que nele vive,  o mundo inteiro e toda gente!  As montanhas e os rios batam palmas  e exultem de alegria,

– na presença do Senhor, pois ele vem, vem julgar a terra inteira. Julgará o universo com justiça e as nações com equidade. 

 

Evangelho (Mt 25,14-30)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Eu vos dou novo preceito: que uns aos outros vos ameis, como eu vos tenho amado.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 14 “Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. 15 A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. 16 O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles, e lucrou outros cinco. 17 Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18 Mas aquele que havia recebido um só, saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão. 19 Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. 20 O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’. 21 O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ 22 Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23 O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ 24 Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. 25 Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. 26 O patrão lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e que ceifo onde não semeei? 27 Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’. 28 Em seguida, o patrão ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! 29 Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30 Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!'” Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Santa Teresa de Jesus Jornet e Ibars, Virgem, Fundadora – 26 de Agosto

Santa Teresa de Jesus Jornet e Ibars, Virgem, Fundadora

Nasceu em Aytona, na Catalunha e passou a adolescência na terra natal e em Lérida, completando os estudos em Fraga, onde obteve o diploma de professora.

Depois de um tempo dedicado ao ensino, associou-se às terceiras carmelitas, reunidas por um seu tio sacerdote. Foi diretora da escola, mas desejando maior perfeição entrou em 1868 para as clarissas, de onde saiu dois anos depois por causa de sua pouca saúde.

Voltou para as terceiras carmelitas, assumindo de novo a direção da escola. Quando da morte do tio (1872), a instituição esteve a ponto de dissolver-se, e Teresa voltou para cidade natal.

No mesmo ano encontrou o Pe. Saturnino López Novoa, que tinha fundado uma congregação para a assistência de anciãos pobres e fez parte do 1º grupo de 28 companheiras com as quais se iniciou essa obra.

No ano seguinte abriam sua primeira casa em Valência. Em 1874, aprovado o instituto pelo Bispo dessa cidade, fez a sua profissão temporária e fundou outra casa em Saragozza. Em 12 anos fundaram-se 47 casas para os velhos pobres expandindo-se pela América Latina.

A Congregação cresceu e foi aprovada pela Santa Sé

Teresa morreu ainda jovem em 1897, no dia 26 de Agosto. A congregação nunca se preocupou em mover a causa de beatificação da fundadora, que foi levada a termo por iniciativa da autoridade da Igreja.

 

Santa Teresa de Jesus Jornet, rogai por nós!

Oração – Ó Deus que guiaste a Virgem Santa Teresa a perfeita caridade no cuidado dos anciãos, concedei-nos a seu exemplo, servir a Cristo no próximo, para ser testemunho do teu amor. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

 

Com São Melquisedec, Rei de Salém e Sacerdote do Deus Altíssimo, que saudou Abraão, abençoando-o quando regressava da vitória. É considerado como prefiguração de Cristo, Rei de paz e de justiça, e, porque é apresentado sem genealogia, preanuncia o Sacerdote Eterno.

 

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

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1. Comemoração de São Melquísedec, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, que saudou Abraão, abençoando-o quando regressava da vitória e, oferecendo ao Senhor um sacrifício santo, uma vítima imaculada, é considerado como prefiguração de Cristo, rei de paz e de justiça, e, porque é apresentado sem genealogia, preanuncia o sacerdote eterno.

2. Em Roma, no cemitério de Basila, junto à Via Salária Antiga, São Maximiliano, mártir.(† data inc.)

3. Em Salona, na Dalmácia, hoje Split, na Croácia, Santo Anastásio, pisoeiro, mártir.(† data inc.)

4. Em Cesareia, Mauritânia, Cherchell, Argélia, São Vítor, mártir, que, condenado à morte, segundo a tradição foi crucificado num sábado.(† s. III/IV)

5. Em Bérgamo, na Transpadânia, hoje na Lombardia, região da Itália, Santo Alexandre, mártir.(† s III/IV)

6. Em Auxerre, na Gália Lionense, atualmente na França, Santo Eleutério, bispo.(† s. VI)

7. Em Yatsushiro, no Japão, o Beato Joaquim Watanabe Jirozaemon, pai de família e mártir.(† 1606)

8. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, no litoral da França, o Beato Tiago Retouret, presbítero da Ordem dos Carmelitas e mártir, que, durante a Revolução Francesa, foi arrebatado do convento de Limoges e metido na esquálida galera, onde, abandonado pelos perseguidores quase sem roupa, morreu de hipotermia.(† 1794)

9. Em La Puye-en-Vélay, perto de Poitiers, também na França, Santa Joana Isabel Bichier des Âges, virgem, que, durante a Revolução Francesa, ajudou Santo André Huberto Fournier a exercer clandestinamente o seu ministério e, restituída a paz da Igreja, fundou a Congregação das Filhas da Cruz, destinada à educação dos pobres e à assistência aos enfermos.(† 1838)

10. Em Belém, cidade da Terra Santa, Santa Maria de Jesus Crucificado (Maria Baouardy), virgem da Ordem das Carmelitas Descalças, que, enriquecida com dons místicos, uniu à vida contemplativa uma singular caridade.(† 1878)

11. Em Líria, cidade da província de Valência, também na Espanha, Santa Teresa de Jesus Jornet Ibars, virgem, que, para a assistência aos anciãos, fundou o Instituto das Irmãzinhas dos Anciãos Desamparados. († 1897)

12. Em Valência, também na Espanha, o Beato Ambrósio de Benaguacil (Luís Valls Matamales), presbítero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir, que, pelo seu sangue derramado durante a perseguição, mereceu entrar no convívio eterno.(† 1936)

13. Em Alberca de Dênia, na província de Alicante, também na Espanha, o Beato Pedro de Benisa (Alexandre Más Ginestar), presbítero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir, que, na mesma perseguição, foi coroado no martírio por Cristo.(† 1936)

14. Em Esplugues, povoação próxima de Barcelona, também na Espanha, o Beato Félix Vivet Trabal, religioso da Sociedade Salesiana e mártir, que, na mesma perseguição, mereceu entrar no grande banquete celeste.(† 1936)

15. Em Málaga, também na Espanha, os beatos Fortunato Merino Vegas, presbítero, e Luís Gutiérrez Calvo, religioso, ambos da Ordem de Santo Agostinho e mártir, que na mesma perseguição foram assassinados em ódio à fé crista.(† 1936)

16. Em Dehesa de la Villa, perto de Madrid, também na Espanha, a Beata Maria dos Anjos Ginard Martí (Ângela Bendita), virgem da Congregação das Irmãs Zeladoras do Culto Eucarístico de Palma de Maiorca e mártir, que mereceu associar-se às núpcias eternas com seu Esposo, Jesus Cristo.(† 1936)

17. Na fortaleza de Kharsk, perto de Tomsk, na Sibéria, região da Rússia, a Beata Lourência (Leocádia Harasymiv), virgem da Congregação das Irmãs de São José, que, durante a perseguição da fé na sua pátria, foi encarcerada neste campo de concentração, onde a sua constância na fé e a pureza de vida foram coroadas com a sua morte gloriosa.(† 1952)

18. Em Roma, a Beata Maria Beltrame Quattrócchi, mãe de família, que, passando a vida com o seu esposo numa profunda e feliz comunhão de fé e de caridade para com o próximo, iluminou a família e a sociedade com a luz de Cristo.(† 1965)

Santa Rosa de Lima, virgem, Padroeira da América Latina | Festa | Ano C | Sábado

Primeira Leitura (2Cor 10,17-11,2)

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios

Irmãos, 17 quem se gloria, glorie-se no Senhor. 18 Pois é aprovado só aquele que o Senhor recomenda e não aquele que se recomenda a si mesmo. 11,1 Oxalá pudésseis suportar um pouco de insensatez, da minha parte. Na verdade, vós me suportais. 2 Sinto por vós um amor ciumento semelhante ao amor que Deus vos tem. Fui eu que vos desposei a um único esposo, apresentando-vos a Cristo como virgem pura. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 148,1-2.11-13a.13c-14 (R. cf. 12a.13a)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Louvai o Senhor Deus nos altos céus, louvai-o no excelso firmamento!  Louvai-o, anjos seus, todos louvai-o, louvai-o, legiões celestiais!.

– Reis da terra, povos todos, bendizei-o, e vós, príncipes e todos os juízes; e vós, jovens, e vós, moças e rapazes, anciãos e criancinhas, bendizei-o! Louvem o nome do Senhor, louvem-no todos.

– A majestade e esplendor de sua glória ultrapassam em grandeza o céu e a terra. Ele exaltou seu povo eleito em poderio ele é o motivo de louvor para os seus Santos. É um hino para os filhos de Israel, este povo que ele ama e lhe pertence.

 

Evangelho (Mt 13,44-46)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Ficai em meu amor, assim fala o Senhor; quem em mim permanece e no qual permaneço, esse dá muito fruto!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44 “O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. 45 O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. 46 Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola”. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Ela é Rainha do seu coração!

Rainha dos Corações

O reinado de Jesus Cristo nas almas, afirma São Luís Maria Grignion de Montfort, só será efetivo quando Nossa Senhora reinar de maneira plena nos corações dos homens.

Plinio Corrêa de Oliveira, com sua sabedoria toda marial, te convida a voar nas grandezas da Rainha dos Corações.

Soberana sobre a vontade do gênero humano

         A Mãe de Deus, Rainha dos Corações, é venerada como a soberana da vontade de todos os homens.

         Tal domínio deve-se entender, não como uma violação da liberdade das pessoas, mas pelo fato de Nossa Senhora nos obter e distribuir uma abundância de graças que nos induzem, atraem, com supremo agrado, doçura e clareza para o que Ela deseja de bom para nós.

         Assim, é através da celestial influência dessas graças que Maria nos aparece como Rainha de todos os corações.

         Em seu Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, São Luís Grignion de Montfort escreve: “Maria é a Rainha do Céu e da Terra, pela graça, como Jesus é o Rei por natureza e  conquista”.

         Ou seja, Nosso Senhor é o Rei do universo por natureza, pois, sendo Homem-Deus, sua essência O constitui Monarca de toda a criação. Já Nossa Senhora é Rainha, não por natureza, mas pela graça recebida de Deus. Rei também é Jesus, por conquista.

         Continua São Luís: “Ora, como o reino de Jesus Cristo  compreende principalmente o coração ou o interior do homem, conforme a palavra: ‘O reino de Deus está no meio de vós’ (Lc 17, 21)…” “No meio de vós”, quer dizer, sobre os vossos corações. “…o reino da Santíssima Virgem está principalmente no interior do homem, isto é, em sua alma, e é principalmente nas almas que Ela é mais glorificada em seu Filho, do que em todas as criaturas visíveis, e podemos chamá-La com os santos a Rainha dos corações” (nº 38).

“Sede Rainha de minha alma, para eu ser inteiramente vosso”

           Nossa Senhora ser a Rainha do coração dele representa uma grandeza incomparavelmente maior do que imperar sobre os mares, as constelações, os planetas e o universo inteiro criado!

           Tal é o valor de  uma alma, ainda que a do último dos homens.

           Que dizer, então, do ser Ela soberana de todas as almas?!

           Essa realeza de Maria é voltada de modo exclusivo para nos fazer o bem, para nos atrair para a prática da virtude, para nos conduzir à santidade a que somos chamados.

          É um poder que nos revela a sua onipotência suplicante em nosso favor, enchendo-nos de consolação e confiança no seu infatigável auxílio.

         Assim, imbuídos dessa verdade admirável, dirijamos a Nossa Senhora este filial pedido:

         “Minha Mãe, Vós sois Rainha de todas as almas, mesmo das mais duras e empedernidas, desejosas contudo de se abrirem à vossa misericórdia.

         Peço-Vos, pois, sede Rainha de minha alma, quebrai nela os rochedos de maldade, as resistências abjetas que de Vós me separam.

         Dissolvei,  por um ato de vosso império, as paixões desordenadas, as volições péssimas, os restos dos meus pecados passados que tenham permanecido no meu íntimo.

         Limpai-me, ó minha Mãe e Rainha, para que eu seja inteiramente vosso!”

Rua Virgílio Rodrigues, 44 – Tremembé

CEP 02372-020 – São Paulo – SP

CNPJ da mantenedora: 60.758.505/0001-41

Campanha Vinde Nossa Senhora de Fátima, não tardeis!

Santa Beatriz da Silva, Virgem, Fundadora – 17 de Agosto

Santa Beatriz da Silva, Virgem, Fundadora

Virgem, de família nobre — em sangue e em número de filhos: 11 — em Campo Maior, Portugal, acompanhou seus pais a Ceuta, e depois à corte de Castela como Dama de Honra da Infanta Dona Isabel de Portugal, sua parente.

Para levar uma vida cristã mais perfeita, retirou-se para o convento da Ordem de São Domingos, em Toledo, onde permaneceu por mais de trinta anos obedecendo religiosa e solicitamente à Superiora do convento e submetendo-se fielmente à disciplina regular. Nesse convívio de vida consagrada tomou a resolução de instituir uma nova família religiosa consagrada à Santíssima Mãe de Deus.

Apoiada no poder da Rainha Isabel, a Católica, transferiu-se em 1484 com doze companheiras para a casa vulgarmente chamada “Palácio de Galiana’’, na mesma cidade, começando a fundação da Ordem da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.

Pouco depois de fazer profissão religiosa, faleceu com fama de santidade.

Na hora de sua morte, foram vistas duas coisas maravilhosas. Uma, quando levantaram o véu para administrar-lhe a unção foi tal o esplendor de seu rosto que todos ficaram admirados. A segunda, foi que em sua fronte viram uma estrela, que lá ficou até que ela expirou, e que emitia uma luz e um esplendor igual à luz quando mais brilha.

 

Santa Beatriz da Silva, rogai por nós!

Oração –  Santa Madre Beatriz, em cuja fronte apareceu uma brilhante estrela momentos antes de expiardes, alcançai-nos a luz da eterna glória

 

Com São Jacinto: Conheceu São Domingos e foi encarregado de evangelizar a Polônia, onde nasceu  e todo o Oriente. Percorreu, aproximadamente, quatro mil léguas, anunciando o Evangelho. É considerado o Apóstolo da Polônia.

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

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2. Em Cízico, no Helesponto, hoje na Turquia, São Míron, presbítero e mártir, que, segundo a tradição, no tempo do imperador Décio e do governador Antípatro, depois de muitos suplícios foi decapitado.(† s. III)

3. Em Cesareia da Capadócia, Kayseri, Turquia, São Mamede, mártir, que, sendo um pastor de condição muito humilde, vivia solitário nas florestas dos montes com rigorosa frugalidade e, por ter professado a sua fé em Cristo, no tempo do imperador Aureliano consumou o martírio.(† 273/274)

4. Na Sicília, Itália, o dia natal de Santo Eusébio, papa, valoroso testemunho de Cristo, que foi deportado pelo imperador Maxêncio para esta ilha e, exilado da pátria terrena, mereceu entrar na pátria celeste; o seu corpo foi trasladado para Roma e depositado no cemitério de Calisto.(† 310)

5. Na Frísia, no território da atual Holanda, São Jerão, presbítero e mártir, que se narra ter sido morto por uns pagãos normandos.(† 856)

6. Em Tessalônica, na Macedônia, na atual Grécia, o passamento de Santo Elias o Jovem, mong segundo as regras dos Padres orientais, que depois de ter sofrido muito da parte dos Sarracenos por causa da sua fé, com grande fortaleza de ânimo seguiu uma vida de contínua oração e rigorosa austeridade na Calábria e na Sicília.(† 903)

7. Em Arcária, perto de Milazzo, na Sicília, São Nicolau Políti, eremita, que passou a vida em suprema austeridade numa caverna.(† 1107)

8. Em Colle di Val d’Elsa, próximo de Sena, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, o Beato Alberto, presbítero, que deu ao povo um egrégio exemplo de virtude.(† 1202)

9. Em Montefalco, na Úmbria, também na Itália, Santa Clara da Cruz, virgem da Ordem das Eremitas de Santo Agostinho, que dirigiu o mosteiro da Santa Cruz, abrasada no amor à Paixão de Cristo.(† 1308)

10. Em Nagasáki, no Japão, os santos mártires Tiago Kyuhei Gorobioye, presbítero da Ordem dos Pregadores, e Miguel Kurobioye, que, no tempo do comandante supremo Tokugawa Yemitsu, foram condenados à pena capital e morreram por Cristo.(† 1633)

11. Em Saumur, perto de Angers, na França, Santa Joana Delanoue, virgem, que, totalmente confiada no auxílio da divina providência, acolheu durante vários anos na sua casa, órfãs, anciãs, enfermas e mulheres dissolutas e, finalmente fundou com algumas companheiras o Instituto das Irmãs de Santa Ana da Providência.(† 1736)

12. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato Natal Hilário Le Conte, mártir, que, sendo clérigo da catedral de Bourges como mestre-capela, durante a violenta perseguição religiosa foi encerrado na galera, na qual, consumido pela enfermidade, morreu por Cristo.(† 1794)

13. Em Castelfullit de la Roca, perto de Gerona, na Espanha, o Beato Henrique Canadell Quintana, presbítero da Ordem dos Clérigos Regrantes da Escolas Pias e mártir, assassinado em ódio à Igreja.(† 1936)

 

19ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira

Primeira Leitura (Js 24,1-13)

Leitura do Livro de Josué

Naqueles dias, 1 Josué reuniu em Siquém todas as tribos de Israel e convocou os anciãos, os chefes, os juízes e os magistrados, que se apresentaram diante de Deus. 2 Então Josué falou a todo o povo: “Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Vossos pais, Taré, pai de Abraão e de Nacor habitaram outrora do outro lado do rio Eufrates e serviram a deuses estranhos. 3 Mas eu tirei Abraão, vosso pai, dos confins da Mesopotâmia, e o conduzi através de toda a terra de Canaã, e multipliquei a sua descendência. 4 Dei-lhe Isaac, e a este dei Jacó e Esaú. E a Esaú, um deles, dei em propriedade o monte Seir; Jacó, porém, e seus filhos desceram para o Egito. 5 Em seguida, enviei Moisés e Aarão e castiguei o Egito com prodígios que realizei em seu meio, e depois disso vos tirei de lá. 6 Fiz, portanto, que vossos pais saíssem do Egito, e assim chegastes ao mar. Os egípcios perseguiram vossos pais, com carros e cavaleiros, até ao mar Vermelho. 7 Vossos pais clamaram então ao Senhor, e ele colocou trevas entre vós e os egípcios. Depois trouxe sobre estes o mar, que os recobriu. Vossos olhos viram todas as coisas que eu fiz no Egito e habitastes no deserto muito tempo. 8 Eu vos introduzi na terra dos amorreus que habitavam do outro lado do rio Jordão. E, quando guerrearam contra vós, eu os entreguei em vossas mãos, e assim ocupastes a sua terra e os exterminastes. 9 Levantou-se então Balac, filho de Sefor, rei de Moab, e combateu contra Israel, e mandou chamar Balaão, filho de Beor, para que vos amaldiçoasse. 10 Eu, porém, não o quis ouvir. Ao contrário, abençoei-vos por sua boca, e vos livrei de suas mãos. 11 A seguir, atravessastes o Jordão e chegastes a Jericó. Mas combateram contra vós os habitantes desta cidade — os amorreus, os fereseus, os cananeus, os hititas, os gergeseus, os heveus e os jebuseus. Eu, porém, entreguei-os em vossas mãos. 12 Enviei à vossa frente vespões que os expulsaram da vossa presença — os dois reis dos amorreus — e isso não com a tua espada nem com o teu arco. 13 Eu vos dei uma terra que não lavrastes, cidades que não edificastes, e nelas habitais, vinhas e olivais que não plantastes, e comeis de seus frutos”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 135(136),1-3.16-18.21-22.24

– Eterna é a sua misericórdia!

– Eterna é a sua misericórdia!

– Demos graças ao Senhor, porque ele é bom: Porque eterno é seu amor! Demos graças ao Senhor, Deus dos deuses: Porque eterno é seu amor! Demos graças ao Senhor dos senhores: Porque eterno é seu amor! 

– Ele guiou pelo deserto o seu povo: Porque eterno é seu amor! E feriu por causa dele grandes reis: Porque eterno é seu amor! Reis poderosos fez morrer por causa dele: Porque eterno é seu amor! 

– Repartiu a terra deles como herança: Porque eterno é seu amor! Como herança a Israel, seu servidor: Porque eterno é seu amor! 

– De nossos inimigos libertou-nos: Porque eterno é seu amor! 

 

Evangelho (Mt 19,3-12)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Acolhei a palavra de Deus, não como palavra humana, mas como mensagem de Deus, o que ela é, em verdade!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 3 alguns fariseus aproximaram-se de Jesus, e perguntaram, para o tentar: “É permitido ao homem despedir sua esposa por qualquer motivo?” 4 Jesus respondeu: “Nunca lestes que o Criador, desde o início os fez homem e mulher? 5 E disse: ‘Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’? 6 De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe”. 7 Os fariseus perguntaram: “Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e despedir a mulher?” 8 Jesus respondeu: “Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início. 9 Por isso, eu vos digo: quem despedir a sua mulher — a não ser em caso de união ilegítima — e se casar com outra, comete adultério”. 10 Os discípulos disseram a Jesus: “Se a situação do homem com a mulher é assim, não vale a pena casar-se”. 11 Jesus respondeu: “Nem todos são capazes de entender isso, a não ser aqueles a quem é concedido. 12 Com efeito, existem homens incapazes para o casamento, porque nasceram assim; outros, porque os homens assim os fizeram; outros, ainda, se fizeram incapazes disso por causa do Reino dos Céus. Quem puder entender, entenda”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Ponciano, Papa e Santo Hipólito, Presbítero, Mártires – 13 de Agosto

São Ponciano, Papa e Santo Hipólito, Presbítero, Mártires

 

Santos mártires Ponciano, Papa, e Hipólito, Presbítero, que foram deportados juntamente para a Sardenha, onde cumpriram a mesma pena da condenação e, ao que parece, ao mesmo tempo alcançaram a mesma coroa de glória.

Os seus corpos foram sepultados em Roma: Ponciano no cemitério da Via Tiburtina, Hipólito no cemitério de Calisto.

 Ponciano, da antiga e nobre família dos Calpurni, foi eleito papa em 230, durante o império do manso e sábio Alexandre Severo, cuja tolerância a respeito de religião permitiu à Igreja reorganizar-se. Mas precisamente nesta trégua de paz foi que aconteceu na Igreja de Roma a primeira funesta cisão que contrapôs ao legítimo pontífice um antipapa, na pessoa de Hipólito, restituído por um provincial martírio à unidade e à santidade. Hipólito, sacerdote culto e austero, pouco inclinado ao perdão e temeroso que em toda reforma houvesse erro, chegou a acusar de heresia o próprio pontífice são Zeferino e o diácono Calisto, e quando este último foi eleito papa em 217, rebelou-se.

Manteve-se no cisma também durante o pontificado de santo Urbano II e de são Ponciano. Maximiano, encontrando-se diante de uma Igreja com dois chefes, sem titubear mandou ambos para os trabalhos forçados numa mina da Sardenha. Ponciano foi o primeiro Papa a ser deportado. Era fato novo que se verificava na Igreja e Ponciano soube resolvê-lo com sabedoria e humildade: para que os cristãos não ficassem privados do seu pastor, renunciou ao pontificado.

Para lhe suceder veio o grego Antero, que governou a Igreja por quarenta dias apenas. O gesto generoso de Ponciano deve ter comovido o intransigente Hipólito, que morreu de fato reconciliado com a Igreja em 235. Segundo uma epígrafe ditada pelo Papa Dâmaso, Hipólito, embora obstinado no cisma por mal-entendido zelo, na hora da prova, “no tempo em que a espada cortava as vísceras da santa Mãe Igreja, fiel a Cristo, ele caminhou para o reino dos santos”. Aos sequazes, que lhe perguntavam qual o pastor que deviam seguir, indicou o legítimo papa como o único guia e “por essa profissão de fé mereceu ser nosso mártir”.

Os corpos dos dois mártires, transportados com grande honra, foram sepultados em Roma: Hipólito na via Tiburtina e Ponciano nas catacumbas de são Calisto

Santos Ponciano e Hipólito, rogai por nós!

Oração – Deus eterno e todo-poderoso, quiseste que São Ponciano e Hipólito governasse todo o vosso povo, servindo-o pela palavra e pelo exemplo. Guardai, por suas preces, os pastores de vossa Igreja e as ovelhas a eles confiadas, guiando-os no caminho da salvação. Amém

 

Com Santa Radegunda, Rainha dos francos e Santa Gertrudes, Abadessa, filha da Santa Isabel, Rainha da Hungria. Também Santa Filomena.

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

13/8

Santos mártires Ponciano, papa, e Hipólito, presbítero, que foram deportados juntamente para a Sardenha, onde cumpriram a mesma pena da condenação e, ao que parece, ao mesmo tempo alcançaram a mesma coroa de glória. Os seus corpos foram sepultados em Roma: Ponciano no cemitério da Via Tiburtina, Hipólito no cemitério de Calisto.(† c. 236)

2. Em Ímola, na Flamínia, hoje na Emília Romanha, região da Itália, São Cassiano, mártir, que, por ter recusado sacrificar aos ídolos, foi condenado e entregue às crianças de quem tinha sido professor, para que o torturassem com os estiletes usados para escrever, tornando a pena do martírio tanto mais dolorosa quanto menos pesada era a mão que o feria.(† c. 300)

3. Em Lião, na Gália, atualmente na França, Santo Antíoco, bispo, que, ainda na situação de presbítero, fez uma longa viagem para visitar o seu antigo bispo São Justo, que então vivia num ermo do Egipto.(† c. 500)

4. Em Poitiers, na Aquitânia, também na atual França, Santa Radegunda, rainha dos Francos, que, vivendo ainda Clotário, seu esposo, recebeu o sagrado véu e entrou no mosteiro da Santa Cruz de Poitiers, que ela própria tinha feito construir, sob a Regra de São Cesário de Arles.(† 587)

5. Em Skemáris, na região de Lazika, situada na cordilheira do Cáucaso, o passamento de São Máximo Confessor, abade de Crisópolis, perto de Constantinopla, insigne pela sua doutrina e zelo pela verdade católica, que, por ter enfrentado corajosamente a heresia dos monotelistas, foi condenado pelo imperador herético Constante à mutilação da sua mão direita e, juntamente com dois dos seus discípulos, Anastásio o Monge e Anastásio Apocrisário, depois de suportar um atroz cativeiro e muitas sevícias, foi desterrado para o território da Lazika, onde entregou o espírito a Deus.(† 662)

6. Em Fritzlar, no território do Hesse, na Austrásia, hoje na Alemanha, São Vigberto, presbítero e abade, a quem São Bonifácio confiou o cuidado do mosteiro deste lugar.(† c. 739)

7. No mosteiro de Altenberg, no território de Wetzlar, também na Alemanha, a Beata Gertrudes, abadessa da Ordem Premonstratense, que, ainda criança, foi oferecida a Deus neste lugar por sua mãe, Santa Isabel, rainha da Hungria.(† 1297)

8. Em Kilmallock, na Irlanda, os beatos Patrício O’Healy, bispo de Mayo, e Cono O’Rourke, presbítero, ambos da Ordem dos Frades Menores, que, no reinado de Isabel I, por causa do seu sacerdócio declarado abertamente, foram condenados à morte e executados no patíbulo.(† 1579)

9. Em Warwick, na Inglaterra, o Beato Guilherme Freeman, presbítero e mártir, que, também condenado à morte no mesmo reinado de Isabel I apenas por ser sacerdote católico, diante do patíbulo começou a cantar o «Te Deum» e se dirigiu corajosamente para o suplício do martírio.(† 1595)

10. Em Roma, São João Berchmans, religioso da Companhia de Jesus, que, muito admirado por todos em virtude da sua sincera piedade, verdadeira caridade e constante bom humor, depois de uma breve enfermidade foi ao encontro da morte com a mesma alegria.(† 1621)

11. Em Viena, na Áustria, o Beato Marcos de Aviano (Carlos Domingos) Cristófori, presbítero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, eminente pregador da palavra de Deus, que se dedicou sempre ao cuidado dos pobres e dos enfermos, incitando especialmente os poderosos do mundo, para que buscassem acima de tudo a fé e a paz.(† 1699)

Luz do Céu que infunde ânimo e coragem!

O que Jesus nos ensinou na sua Transfiguração

No dia 6 de agosto comemoramos a festa da Transfiguração de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Lembremos o episódio narrado pelo Evangelho:

1Seis dias depois, tomou Jesus consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e levou-os aparte a um alto monte, 2.e transfigurou-se diante deles. O seu rosto ficou refulgente como o sol, e as suas vestiduras tornaram-se luminosas de brancas que estavam. 3.Eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. 4.Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: “Senhor, bom é nós estarmos aqui; se queres, farei aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias.” 5.Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem resplandecente os envolveu; e saiu da nuvem uma voz que dizia: ‘Este é o meu Filho dilecto em quem pus toda a minha complacência; ouvi-o.” 6.Ouvindo isto, os discípulos caíram de bruços, e tiveram grande medo. 7.Porém, Jesus, aproximou-se deles, tocou-os e disse-Ihes: “Levantai-vos, não temais.” 8.Eles, então, levantando os olhos, não viram ninguém, excepto só Jesus.

Nosso Senhor que sobe com os discípulos ao alto do monte Tabor e em determinado momento Ele se manifesta em toda a Sua glória. Com Moisés de um lado e Elias, nosso pai espiritual, de outro lado.

              Os discípulos ficam empolgados pela glória dEle que manifestam o desejo de se conservar lá.

Aos poucos esta glória externa, extrínseca vai diminuindo, os discípulos começam a ver as coisas mais ou menos como eram antes da Transfiguração e depois caem inteiramente na normalidade; algum tempo mais e Nosso Senhor desce do Monte Tabor.

               Então, a majestade que revelava era tanto, que as pessoas gritavam de medo diante dEle, de tal maneira era majestoso.

               Estes fatos nos levam a algumas considerações: como é a majestade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Todas as Virtudes levadas ao último extremo

Os pintores que costumam apresentar a Transfiguração, não dão esse aspecto, mas apresentam-No com uma fisionomia muito plácida e muito serena, os dois Apóstolos que olham para Ele numa grande atitude de admiração.

               É verdade que Nosso Senhor está cercado de uma grande glória, mas Ele é a própria placidez, a própria serenidade, a própria afabilidade.

Isto certamente estava presente no aspecto de Cristo transfigurado e este modo de representar não é de nenhum modo falso.

                Mas Nosso Senhor – na infinita riqueza de Sua santidade e de Sua Pessoa –  tinha os atos de todas as virtudes ao mesmo tempo, levadas ao último extremo.

A perfeição mais sublime conjugada, ao mesmo tempo, com toda esta afabilidade, com uma tal majestade e uma tal superioridade que não tinha nenhuma proporção com nenhum conceito humano.

Por causa disto exatamente e porque legitimamente a superioridade incute ao mesmo tempo respeito, afeto e medo, que é o temor do Senhor.

                Então, por causa de todas estas razões juntas, Nosso Senhor também representava ali uma face de uma sublimidade, de uma nobreza régia, de um poder, de uma seriedade, de uma gravidade e de uma força que deixava assim estupefatos e tremendo de medo os que viam.

Os discípulos que Nosso Senhor chamou para o Tabor, foram os que quis mais perto de Si no Horto das Oliveiras.

E isto porque precisamente os que mais haviam presenciado Sua glória, deviam também mais intimamente participar de Sua dor, deviam ter mais fé em Sua divindade no momento em que ela parecia negada flagrantemente pelas humilhações nas quais Ele devia entrar.

A tal propósito há uma consideração para se fazer. Quantas e quantas vezes vejo coisas realmente maravilhosas que Nossa Senhora opera em nosso apostolado que enchem de alegria as almas.

Tenho vontade de dizer às vezes a certas pessoas: 

Meu caro você está tão alegre, alegre-se ainda mais! Porém peça como compensação a graça de ser fiel na hora da dor!

                 Porque momento poderá haver em que todas essas glórias pareçam canceladas. Momento poderá haver em que todas as humilhações baixem sobre nós. Momento poderá haver em que todas as esperanças pareçam pisadas aos pés.

Você que agora está vendo em tal episódio o “dedo” de Nossa Senhora, compreenda que Ela nunca põe Seu “dedo” de Rainha e de Sede da Sabedoria numa coisa em vão,  sem que aquilo tenha um prosseguimento!

E nas piores horas lembre-se das melhores, para poder confiar no dia de amanhã.

"Neste mundo tereis aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo!".

João 16,33

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Campanha Vinde Nossa Senhora de Fátima, não tardeis!

São Pedro de Anagni, Bispo – 03 de Agosto

São Pedro de Anagni, Bispo

 

Nasceu em Anagni, a 50 km de Roma, na Itália. Sua família era de tradição na região, família dos príncipes de Salerno. Ainda jovem, vivendo no ambiente religioso da cidade, despertou o desejo de entrar no seminário.

Em sua cidade havia um mosteiro beneditino e isso facilitou o seu acesso. Tornou-se monge beneditino e, mais tarde, chamado pela Igreja a ser bispo. Recebeu a sagração pelas mãos do Papa Alexandre II, que ali se encontrava exilado.

Esteve em Constantinopla, foi mandado por Alexandre II como embaixador junto ao imperador. Participou da primeira Cruzada e retornou à sua diocese.

Morreu em 1105 e, passados apenas 5 anos de sua morte, suas virtudes, tanto como religioso no mosteiro, como o testemunho dado como Bispo, levaram a Igreja a canonizá-lo como santo.

 

São Pedro de Anagni, rogai por nós!

Oração –  Intercedei a Jesus para que estejamos sempre no caminho da fé e seguindo as vontades de Deus, nos proteja e auxilie a seguir seu exemplo de união e crença em Jesus Cristo. Amém.

 

Com Santo Asprenate, primeiro Bispo de Nápoles

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

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1. Em Nápoles, na Campânia, região da Itália, Santo Asprenate, primeiro bispo desta cidade.(† s. II-III)

2. Em Autun, na Gália Lionense, hoje na França, Santo Eufrônio, bispo, que edificou a basílica do mártir São Sinfroniano e adornou com maior decoro o túmulo de São Martinho de Tours.(† d. 475)

3. No monte Mássico, na Campânia, região da Itália, São Martinho, que permaneceu durante muitos anos recluso numa estreitíssima caverna.(† 580)

4. Em Anágni, no Lácio, também região da Itália, São Pedro, bispo, que resplandeceu pela observância monástica, depois pela sua diligência pastoral e finalmente pela edificação da igreja catedral.(† 1105)

5. Em Lucera, na Apúlia, também região da Itália, o Beato Agostinho Kazotic, bispo, da Ordem dos Pregadores, que, primeiro governou a Igreja de Zagreb; e depois, por causa da hostilidade do rei da Dalmácia, transitou para a sede de Lucera, onde se dedicou com grande diligência ao cuidado dos pobres e dos necessitados.(† 1323)

6. Em Alicante, na Espanha, o Beato Salvador Ferrándis Segui, presbítero e mártir, que, durante a perseguição contra a fé, derramou o seu sangue por Cristo e alcançou a palma da glória.(† 1936)

7. Em Samalus, localidade próxima de Barcelona, também na Espanha, os beatos mártires Afonso López López, presbítero, e Miguel Remon Salvador, religioso, ambos da Ordem dos Frades Menores Conventuais, que na mesma perseguição foram coroados com o supremo testemunho de Cristo.(† 1936)

8. Em Barcelona, também na Espanha, o Beato Francisco Bandrés Sánchez, presbítero da Sociedade Salesiana e mártir, que, durante a mesma perseguição, confirmou com o seu sangue a plena fidelidade a Cristo.(† 1936)

9. Em Ronda, perto de Málaga, também na Espanha, os beatos Antônio Mohedano Larriva e Antônio Pancorbo López, presbíteros da Sociedade Salesiana e mártires, que foram assassinados em ódio ao sacerdócio.(† 1936)