Santa Clara de Assis, Virgem, Fundadora
Santo do Dia – 11 de Agosto

Santa Clara,
Patrona da Televisão · † 1253
Origens

Santa Clara nasceu em Assis, Itália, no ano de 1193, em uma nobre família. Destacou-se pela sua caridade e respeito para com os pequenos. Ao se deparar com a pobreza evangélica vivida por Francisco de Assis, apaixonou-se por esse estilo de vida.
Em 1212, quando tinha apenas dezenove anos, a jovem abandonou o seu lar para ir ao encontro de Francisco de Assis, na igreja de Santa Maria dos Anjos. Ela cortou o cabelo e vestiu um modesto hábito de lã, pronunciando os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência. Clara foi, primeiro, para o mosteiro beneditino de São Paulo das Abadessas e, pouco depois, para a Ermida de Santo Ângelo de Panço, onde sua irmã de sangue, Inês, juntou-se a ela.
As Clarissas
Ao se dirigir ao convento de São Damião, Clara – juntamente com outras moças – deu início a uma nova vida religiosa. Elas foram chamadas, primeiramente, de “Damianitas”, depois, como Clara escolheu, de “Damas Pobres” e, finalmente, de “Clarissas”. Seguindo as orientações de Francisco, em 1216, Clara aceitou para a sua Ordem as regras beneditinas e o título de abadessa. Porém, conseguiu o “privilégio da pobreza” do Papa Inocêncio III, mantendo o carisma franciscano.
Patrona da Televisão
Em 1226, Francisco de Assis morreu, e Clara acompanhou o funeral dele sem sair do quarto, já que estava doente. Ela via as imagens como se projetadas na parede. Anteriormente a isso, ela teve esse mesmo tipo de visão em uma noite de Natal, quando viu o presépio e pôde assistir ao santo ofício que acontecia na igreja de Santa Maria dos Anjos. Por essas visões, foi proclamada oficialmente “Patrona da Televisão”. Outro grande feito dessa santa foi a expulsão dos turcos muçulmanos da cidade de Assis. Ela portava nas mãos o Santíssimo Sacramento.
A Morte
Santa Clara faleceu, no dia 11 de agosto de 1253, aos 60 anos de idade. Sua vida de devoção, pobreza e obediência ao Senhor permanece como modelo para toda a Igreja. Foi canonizada no ano de 1255, pelo Papa Alexandre IV.
Santa Clara, rogai por nós!
Clara — Significa “ilustre”, “brilhante” ou “luminosa”. Tem origem no latim Clarus, que também representa a clareza e a luz que irradiava dessa santa através de sua fé e devoção ao Senhor.
“Oração – Santa Clara, que, seguindo os passos de São Francisco de Assis, iluminaste o mundo com a vossa obediência ao Senhor, ajudai-nos a ter um coração como o vosso: humilde, pobre e temente a Deus. Amém.”
Santa Clara, rogai por nós!
Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 11 de agosto:
1
Virgem. Em Assis, na Úmbria, hoje na Toscana, região da Itália. Fundadora das Clarissas, seguidora de São Francisco de Assis, proclamada Patrona da Televisão.
† 1253
2
O Carvoeiro, bispo. Em Comana, no Ponto, hoje Gumenek, na Turquia.
† s. III
3
Mártir. Em Roma, no cemitério “Ad Duas Lauros”, junto à Via Labicana.
† s. III-IV
4
Mártir. Comemorada em Roma.
† data inc.
5
Bispo e mártir. Em Assis, na Úmbria, hoje na Toscana, região da Itália. Considerado o primeiro bispo desta cidade.
† c. s. IV
6
Bispo. Em Benevento, na Campânia, região da Itália.
† s. IV
7
Bispo. Em Évreux, na Gália, hoje na França. Venerado como primeiro bispo desta cidade.
† c. s. V
8
Abadessa. Na Irlanda. Recebeu das mãos de São Patrício o véu das virgens, segundo a tradição.
† s. V
9
Abade. Na província de Valéria, hoje na Úmbria, região da Itália.
† a. 571
10
Bispo. Em Cambrai, na Austrásia, atualmente na França.
† c. 625
11
Abadessa. Em Arles, na Provença, na atual França. Dirigiu santamente as monjas durante quase sessenta anos.
† 632
12
Mártires. Em Gloucester, na Inglaterra.
† 1586-1588
13
Presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França.
† 1794
14
Presbítero da diocese de Milão, fundador da Congregação das Irmãs de Santa Marcelina. Em Milão, na Itália.
† 1879
Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT
De família nobre, dotada de extraordinária beleza e possuidora de muitas riquezas, nasceu em Assis, em 1193. Conterrânea de São Francisco, Clara foi sua discípula e fiel intérprete de seu ideal ascético.
Aos 18 anos, fugiu de casa para se consagrar a Deus, mediante uma vida de absoluta pobreza, a exemplo de Francisco
de Assis, juntamente com Inês, sua irmã mais jovem, e outras companheiras.
Clara se instalou no Oratório de São Damião, dando início às Clarissas. Procuravam em tudo viver o ideal franciscano da pobreza, a qual amou tanto que nunca mais quis separar-se dela, nem sequer na extrema indigência e na enfermidade.
Conta-se nos “fioretti” que um dia, Francisco mandou dizer a Clara que rezasse a Deus para que ele pudesse saber o que mais Lhe agradava: dedicar-se à pregação ou à oração. Depois de muita oração, o mensageiro levou a resposta a Francisco: “Tanto a frei Silvestre como a irmã Clara e sua irmã, Cristo respondeu e revelou que sua vontade é que vás pelo mundo a pregar, porque Ele não te escolheu para ti somente, mas também para a salvação dos outros!”.
Em 1198, ocorreu uma invasão moura à Assis e em meio a muita pobreza e necessidade aconteceu um fato que consagrou Santa Clara para sempre na história. Eles tentaram invadir o convento e Santa Clara, mesmo acamada e doente, fez questão de ir até o portão de entrada. Ali, em lágrimas, ela conseguiu pegar o ostensório com o Santíssimo Sacramento e proferir as seguintes palavras, “Senhor, guardai Vós estas vossas servas, porque eu não as posso guardar”. Ouviu-se então uma voz suave dizendo, “Eu te defenderei para sempre”. Imediatamente os mouros são tomadas por um medo descomunal e fogem, deixando o convento intacto e a salvo.
As mulheres queriam ser puras como Clara e os homens aprendiam a respeitar a pureza das mulheres.
Santa Clara é apresentada com a Custódia do Santíssimo Sacramento na mão a deter os mouros às portas de Assis.
Por lhe ter sido atribuído ver de longe o sepulcro de São Francisco, foi ela declarada padroeira da televisão.
Santa Clara de Assis, rogai por nós!
Oração – Santa Clara por teu amor à Paixão de Jesus, alcança-nos força e coragem na provação; por teu amor à Igreja, alcança-nos a fé, a esperança e a caridade. Amém.
Com São Tibúrcio e Santa Suzana, mártires em Roma
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
11/8
Memória de Santa Clara, virgem, a primeira das Damas Pobres da Ordem dos Menores, que, seguindo o caminho espiritual de São Francisco, abraçou em Assis uma vida austera, mas rica de obras de caridade e piedade. Amou tanto a pobreza que nunca mais quis separar-se dela, nem sequer na extrema indigência e na enfermidade.(† 1253)
2. Em Comana, no Ponto, hoje Gumenek, na Turquia, Santo Alexandre, chamado o Carvoeiro, bispo, que, passando da sua eminente erudição na filosofia à ciência da humildade cristã, foi elevado por São Gregório o Taumaturgo à sede episcopal desta Igreja, que ilustrou não só com a pregação, mas também com o martírio consumado nas chamas da fogueira.(† s. III)
3. Em Roma, cemitério “Ad Duas Lauros”, Via Labicana, São Tibúrcio, mártir, cujos louvores foram celebrados pelo papa São Dâmaso.(† s. III-IV)
4. Também em Roma, a comemoração de Santa Susana, a cujo nome, celebrado entre os mártires nos antigos memoriais, foi dedicado a Deus no século VI uma basílica no título de Gaio junto das Termas de Diocleciano.(† data inc.)
5. Em Assis, na Úmbria, hoje na Toscana, região da Itália, São Rufino, que é considerado o primeiro bispo desta cidade e mártir.(† c. s. IV)
6. Em Benevento, na Campânia, também região da Itália, São Cassiano, bispo.(† s. IV)
7. Em Évreux, na Gália, hoje na França, São Taurino, que é venerado como primeiro bispo desta cidade.(† c. s. V)
8. Na Irlanda, Santa Atracta, abadessa, que, segundo a tradição, recebeu das mãos de São Patrício o véu das virgens.(† s. V)
9. Na província de Valéria, hoje na Úmbria, região da Itália, Santo Equício, abade, que, como escreve o papa São Gregório Magno, pela sua santidade foi pai de muitos mosteiros e, onde quer que chegasse, abria a fonte da Sagrada Escritura.(† a. 571)
10. Em Cambrai, na Austrásia, atualmente na França, São Gaugerico, bispo, insigne pela sua piedade e caridade para com os pobres, que foi ordenado diácono por Magnerico de Tréveris e, eleito depois para a sede episcopal de Cambrai, exerceu o ministério durante trinta e nove anos.(† c. 625)
11. Em Arles, na Provença, também na atual França, Santa Rustícola, abadessa, que dirigiu santamente as monjas durante quase sessenta anos.(† 632)
12. Em Gloucester, na Inglaterra, os beatos João Sandys e Estêvão Rowsham, presbíteros, e Guilherme Lampley, alfaiate, mártires, que, no reinado de Isabel I, embora em dias diversos e não conhecidos, sofreram os mesmos suplícios por Cristo.(† 1586, 1587, 1588)
13. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato João (Tiago Jorge Rhem), presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, encerrado durante a perseguição contra a fé no sórdido cárcere, exortava à esperança os seus companheiros de cativeiro duramente atribulados, até que ele próprio, atingido por uma doença incurável, morreu por Cristo.(† 1794)
14. Em Milão, na Itália, o Beato Luís Birághi, presbítero da diocese de Milão, fundador da Congregação das Irmãs de Santa Marcelina.(† 1879)
15. Em Agullent, povoação do território de Valência, na Espanha, o Beato Rafael Afonso Gutiérrez, mártir, pai de família, que, durante a violenta perseguição contra a fé, derramou o seu sangue por Cristo. Com ele comemora-se também o beato mártir Carlos Díaz Gandia, que, na mesma localidade e no mesmo dia, venceu o combate da fé e alcançou a vida eterna.(† 1936)
16. Em Prat de Compte, povoação próxima de Tarragona, também na Espanha, o Beato Miguel Domingos Cendra, religioso da Sociedade Salesiana e mártir, que, na mesma perseguição, mereceu receber a sublime palma do martírio.(† 1936)
17. Nos confins do Tibete, o Beato Maurício Tornay, presbítero e mártir, cônego regular da Congregação dos Santos Nicolau e Bernardo de Mont-Joux, que anunciou ardorosamente o Evangelho na China e no Tibete e foi assassinado pelos inimigos em ódio ao nome de Cristo.(† 1949)
Com Beatos Cláudio José Jouffret de Bonnefont, Francisco François e Lázaro Tiersot, reigiosos, mártires na Revolução Francesa.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
10/8
Edith Stein nasceu em Breslávia, na Baixa Silésia, Polônia, em 1891, sendo a 11ª filha de um casal muito fervoroso de judeus. Seu pai faleceu quando ela ainda não tinha completado dois anos. A mãe educou as crianças dentro da religião judaica. Durante a adolescência, Edith teve uma crise e afastou-se de Deus.
No dia 21 de Abril de 1935, domingo de Páscoa, faz seus votos religiosos e três anos depois, no mesmo dia, seus votos perpétuos. Sua vida será uma “Cruz” transformada em “Páscoa”.
Membros das SS nazista não tardam a invadir o convento e prendem Irmã Benedita e sua irmã Rosa, também convertida ao catolicismo.
Após vários tormentos, no dia 9 de Agosto de 1942, na câmara de gás do “inferno de Auschwitz”, morria a mártir da Cruz, Irmã Teresa Benedita.
Três dias antes de sua morte, Edith dirá: “Aconteça o que acontecer, estou preparada. Jesus está aqui conosco”. (06-08-1942).
Foi beatificada no dia 1º. de Maio de 1987, em Colônia, e canonizada em 1999 pelo papa João Paulo II.
O mesmo Papa a declarou, com Santa Catarina de Sena e Santa Brígida da Suécia, padroeira da Europa.
Santa Mariana Cope de Molokai, virgem, Ordem Terceira de São Francisco de Siracusa, que se dedicou com extraordinária generosidade ao serviço dos leprosos.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
9/8
São Domingos nasceu em Caleruega, na Castela Velha, em 1170. Pertencia a uma família nobre, católica e abastada: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d’Aza. Na sua família havia um tio sacerdote, e desde a infância a vontade de evangelizar já estava presente em seu coração.
Nasceu em Castela-a-Velha, no ano de 1170.
Osma distinguiu-se pela retidão, zelo, pontualidade nas funções e espírito de sacrifício falando sempre com Deus ou de Deus.
Estudo, pobreza, oração e ministério da palavra são os pontos principais da Ordem dominicana, os frades ’mendicantes’, que vestem o hábito de São Domingos, contemporâneo de outro grande e amado santo fundador, São Francisco de Assis.



augusta padroeira, por sua piedade, modéstia, amor à oração. Mas nada era tão admirável como sua ternura para com os pobres.
Memória dos santos Sisto II, Papa, e companheiros, mártires.
A festa da Transfiguração recorda a dedicação das Basílicas do Monte Tabor, celebrada desde o fim do século V. Esta festa é posterior à da Exaltação da Cruz (14 de setembro), da qual depende a sua data, marcada para 6 de agosto, 40 dias antes da Exaltação da Cruz. A festa começou a ser celebrada também no Ocidente, a partir do século IX, quando foi inserida no calendário romano pelo Papa Calisto III, em 1457: uma ocasião histórica pela feliz recordação da vitória contra os Turcos, ocorrida no ano anterior, que ameaçavam seriamente o Ocidente.

Com Papa Santo Hormisda – Pertencente a rica e honrada família foi diácono viúvo, Papa e seu filho também se tornou Papa santo sob o nome de Silvério.

Ao frade Bartolomeu de Trento, que viveu na metade do século XIII, devemos a versão sobre a origem da basílica de Santa Maria Maior.
A Basílica também é conhecida como Igreja de Santa Maria das Neves, devido a um milagre ocorrido em pleno verão.
No dia 5 de agosto do ano 358, em pleno verão italiano, nevou no centro de Roma. Segundo a tradição, a Praça Santa Maria Maior foi palco da evocação deste milagre. A Virgem havia indicado aquele lugar, ao então pontífice Libério, para que fosse construído um templo em sua honra.
Segundo uma antiga lenda, um casal romano rico pediu luzes à Virgem para saber como empregar a sua fortuna. Então, em sonhos, recebeu uma mensagem de que Maria queria que lhe fosse construída uma igreja, precisamente sobre o monte Esquilino, que, entre os dias 4 e 5 de agosto, em pleno verão europeu, estaria coberto de neve.
Com Santo Oswaldo, rei
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
5/8
São João Maria Vianney nasceu no ano de 1786, em Dardilly, França.
Conhecido também como Santo Cura D´Ars, nasceu em Dardilly, na França, em 1786. Era um camponês de mente simples e, segundo contam, tinha poucos dotes pessoais.
Teve que se esconder por algum tempo por haver desertado do exército napoleônico na marcha para a Espanha. Nem
sequer soube a gravidade desse ato, motivado pelo fato de não ter conseguido acertar o passo com o seu batalhão.
Os seus mestres de seminário ficavam muito desanimados com o seu péssimo desempenho, mas devido à piedade que demonstrava, o Vigário Geral resolveu aprová-lo e deixar que a Providência se encarregasse do resto.
Deram-lhe as ordens sagradas, com uma condição: não poderia confessar, por julgarem-no incapaz de guiar as consciências.
Após um ano de aprendizado com o abade Balley, em Ecculy, foi para Ars, primeiramente com o título de Vigário Capelão e depois veio a ser Vigário ou Cura.
A sua devoção, a sua disponibilidade à ação do Espírito Santo fizeram dele um dos mais famosos confessores de toda a França e um pastor dedicado ao seu rebanho.
De toda parte vinham pessoas para ouvir os seus conselhos.
Foi declarado Patrono de todos os Sacerdotes e o seu túmulo é hoje lugar de peregrinação.

O culto a Santa Lídia é uma das tradições mais antigas da Igreja. Sua casa foi a primeira igreja fundada na Europa por São Paulo.
Eusébio nasceu na ilha da Sardenha, no ano de 283.
Fundador dos Sacramentinos, Padres e Irmãs.
Santíssimo Sacramento, uma de clérigos e outra de religiosas, para venerarem e difundirem o culto do Santíssimo Sacramento.
