Santa Helena, Imperatriz
Santo do Dia – 18 de Agosto

Santa Helena,
Mãe do Imperador Constantino · † 329
As Origens

Santa Helena, de família plebeia e pagã, nasceu em meados do século III, provavelmente em Drepamin, na Bitínia, no Golfo da Nicomédia (hoje, Turquia).
Essa cidade, mais tarde, foi chamada Helenópolis, em sua honra, pelo seu filho e futuro imperador Constantino. Segundo Santo Ambrósio, Helena exercia o cargo de “estabulária”, ou seja, a estalajadeira encarregada dos estábulos. A modéstia e a delicadeza de Helena levaram o jovem oficial, Constâncio Cloro, a apaixonar-se por ela, apesar do seu nível social mais elevado.
No entanto, quis casar-se com ela, levando-a consigo para Dardania, nos Bálcãs. A jovem, que não tinha direito ao título honorífico do seu marido, foi uma esposa fiel. No ano 280, em Naisso, na Sérvia, deu à luz ao filho Constantino.
Fragilidades
Constâncio, esposo de Helena, consentiu-lhe obter, junto com Galério, o título de César (co-regente); mas era preciso ratificar a sua elevação pelo novo sistema político da Tetrarquia. Por isso, os imperadores Diocleciano e Maximiano, em 293, obrigaram-no a divorciar-se da sua esposa e de unir-se em matrimônio com a enteada do segundo, Teodora. Isso era possível porque a lei romana não reconhecia o casamento entre nobres e plebeus. Helena foi obrigada a deixar sua família e seu filho.
Humildade na Adversidade
Helena se fez pequena, afastada da família e do filho, que até então havia educado com dedicação e amor; ela nunca desanimou. Pelo contrário, permaneceu, humildemente, na sombra, enquanto Constantino foi elevado à corte de Diocleciano.
Conversão
Com a morte de Constâncio em 306, Constantino mandou buscar a mãe para junto de si na Corte. Não sabemos quando se fez cristã; se foi ela que influiu na conversão de Constantino ou se, como escreve Eusébio de Cesareia, foi ele quem a converteu a ela. Tornou-se uma cristã fervorosa e piedosa. Tinha-lhe muito amor e não parou de encher de honras. Entre as suas primeiras medidas, o novo imperador mandou chamar imediatamente a sua mãe, Helena Flávia Júlia, a qual foi condecorada com o título de Augusta.
Virtude da Humildade
As honras jamais influenciaram seu coração, pelo contrário, estimularam a sua atenção inata para com o próximo, que se concretizou em dar esmolas, satisfazer as necessidades materiais dos pobres e libertar numerosas pessoas das prisões, das minas e do exílio. Luminosa e contagiosa, a ponto de muitos perceberem a influência que teve na conversão do seu filho e na promulgação do Edito de Milão, em 313, que concedeu a liberdade de culto aos cristãos após três séculos de perseguição. Dizem que Helena participava das celebrações religiosas, usando roupas modestas, para se confundir com a multidão, e convidava os famintos para o almoço, servindo-os pessoalmente.
Cruz na Terra Santa
Em 326, um acontecimento perturbou a vida da família: Constantino mandou matar, primeiro, seu filho Crispo, por instigação da madrasta, Fausta, sua segunda mulher, também suspeita de acometer a sua honra. Diante dessa tragédia, com 78 anos de idade, Helena manteve firme a sua fé fazendo uma peregrinação penitencial à Terra Santa. Ali, mandou construir duas Basílicas: a da Natividade, em Belém, e a da Ascensão, no Monte das Oliveiras.
Essa iniciativa inspirou Constantino a construir também a Basílica da Ressurreição. No Gólgota, ao mandar destruir os edifícios pagãos, construídos pelos romanos, aconteceu uma prodigiosa descoberta da verdadeira Cruz: o cadáver de um homem, que jazia sobre o madeiro, encontrou milagrosamente a vida. Os três cravos que perfuraram o Corpo de Jesus foram doados por Santa Helena para Constantino: um foi encastrado na Coroa de Ferro, conservada na Catedral de Monza, como lembrança de que não existe soberano que não deva sucumbir à vontade de Deus. As preciosas relíquias estão guardadas, hoje, na Basílica romana de Santa Cruz de Jerusalém.
A Morte
Santa Helena morreu em 329, aos 80 anos de idade, em um lugar não identificado. Ainda moribunda, foi assistida por seu filho, que, depois, levou seu corpo para a Via Labicana, em Roma, onde foi sepultado em um mausoléu em sua homenagem. Seu sarcófago de pórfiro, transportado ao Latrão, no século XI, hoje está conservado no Museu Vaticano.
Santa Helena, rogai por nós!
Helena — Do grego Heléne, nome cuja origem mais aceita remete a “tocha” ou “a brilhante”, numa alusão à luz. Popularizou-se no mundo cristão justamente por causa da santa, mãe do imperador Constantino.
“Querida Helena, que, por teu imenso amor ao catolicismo, influenciaste o teu filho, assim como também uma nação, ajudai as mães de todo o mundo a serem influenciadoras de suas famílias. Por Jesus Nosso Senhor. Amém.”
Santa Helena, rogai por nós!
Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 18 de agosto:
1
Imperatriz. Nascida em Drepamin, na Bitínia, hoje na Turquia. Mãe do imperador Constantino, converteu-se ao cristianismo e peregrinou à Terra Santa, onde promoveu a descoberta das relíquias da Vera Cruz.
† 329
2
Mártir. Em Palestrina, no Lácio, região da Itália.
† data inc.
3
Mártires. Em Útica, atualmente na Tunísia.
† s. III-IV
4
Mártir. Em Mira, na Lícia, atualmente na Turquia.
† s. III-IV
5
Bispo. Em Metz, na Gália Bélgica, atualmente na França.
† s. IV
6
Bispo. Em Arles, na Provença, atual França, que combateu os erros de Pelágio.
† 502
7
Hegúmeno do mosteiro de Pelecete. Na Bitínia, atual Turquia.
† 850
8
Abade. No mosteiro de Cava de’ Tirréni, na Campânia, região da Itália, extraordinário homem de paz.
† 1255
9
Bispo. Em Ravena, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, região da Itália, ilustre pelo zelo, prudência e caridade.
† 1321
10
Virgem, abadessa da Ordem das Clarissas. Em Mântua, na Lombardia, região da Itália.
† 1514
11
Presbítero e mártir. Na França, pároco preso em ódio à fé durante a perseguição da Revolução Francesa.
† 1794
12
Presbítero e mártir. Em Valdemoro, na Espanha, noviço da Ordem de São João de Deus.
† 1936
13
Religiosos e mártires. Em Barbastro, na Espanha, da Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria.
† 1936
14
Presbítero e mártir. Em Alcañiz, na Espanha.
† 1936
15
Presbítero. Em Rafelbunyol, na Espanha.
† 1936
16
Presbíteros e mártires da diocese de Ciudad Real. Em Valdepeñas, na Espanha, com cinco religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs.
† 1936
17
Presbíteros e mártires da Ordem dos Pregadores. Em La Tejera, na Espanha, com o religioso Abílio Sáiz López.
† 1936
18
Religioso e mártir da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs. Em Seo de Urgel, na Espanha.
† 1936
19
Religiosos e mártires da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs. Em San Boy de Llusanés, na Espanha.
† 1936
20
Presbítero da diocese de Toledo e mártir. Em Torrijos, na Espanha.
† 1936
21
Presbítero da Companhia de Jesus. Em Santiago do Chile.
† 1952
Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT
Tanto Helena como Constâncio Cloro, seu esposo, eram pagãos. Levado pela ambição Constâncio se separou dela e foi par Roma com seu pequeno filho Constantino. Quatorze anos chorou Helena sua desgraça, até que ao morrer
Constâncio, no ano 306, Constantino foi nomeado Imperador.
Helena, a mãe do imperador, pediu permissão a seu filho Constantino para ir procurar em Jerusalém a cruz na qual morreu Jesus. Depois de muitas e muito profundas escavações se encontraram três cruzes. Como não se podia distinguir qual era a cruz de Jesus, levaram a uma mulher agonizante. Ao tocá-la com a primeira cruz, a doente se agravou, ao tocá-la com a segunda, ficou igualmente doente do que estava antes, mas ao tocar a terceira cruz, a doente recuperou instantaneamente a saúde.
Foi assim que Santa Helena, e o bispo de Jerusalém, Macário, e milhares de devotos levaram a cruz em
piedosa procissão pelas ruas de Jerusalém. E que pelo caminho encontraram com uma mulher viúva que levava a seu filho morto a enterrar e que aproximaram a Santa Cruz ao morto e este ressuscitou.
Santa Helena, Imperatriz, rogai por nós!
Oração -Pela Cruz que descobristes, pela Coroa de espinhas e pelos Cravos, eu Vos peço, Santa Helena, sede a minha advogada, junto a Nosso Senhor Jesus Cristo. Defendei-me, Senhora, das tentações, dos perigos, das aflições, dos maus pensamentos dos pecados.
Com Santo Alberto Hurtado Cruchaga, Presbítero no Chile, S.J.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
18
1. Em Palestrina, no Lácio, região da Itália, Santo Agapito, mártir.(† data inc.)
2. Em Útica, na África Proconsular, atualmente na Tunísia, os santos mártires da “Massa Cândida”, que, mais numerosos que os peixes recolhidos na rede pelos Apóstolos, seguindo fielmente o seu bispo Quadrato, professaram unanimemente a fé em Cristo Filho de Deus e por Ele aceitaram generosamente o martírio.(† s. III-IV)
3. Em Mira, na Lícia, atualmente na Turquia, São Leão, mártir.(† s. III-IV)
4. Em Roma, junto à Via Labicana, Santa Helena, mãe do imperador Constantino, que se empenhou generosamente em ajudar os pobres e frequentava a igreja anonimamente integrada na multidão dos fiéis; fez a peregrinação a Jerusalém, para encontrar os lugares do Nascimento, Paixão e Ressurreição de Cristo e honrou com veneráveis basílicas o presépio e a cruz do Senhor.(† c. 329)
5. Em Metz, na Gália Bélgica, atualmente na França, São Firmino, bispo.(† s. IV)
6. Em Arles, na Provença, também na atual França, Santo Eônio, bispo, que defendeu dos erros de Pelágio a sua Igreja e recomendou ao seu povo como sucessor São Cesário, que ele tinha ordenado presbítero.(† 502)
7. Na Bitínia, na atual Turquia, o passamento de São Macário, hegúmeno do mosteiro de Pelecete, que, no tempo do imperador Leão V, suportou muitas tribulações pela defesa das sagradas imagens.(† 850)
8. No mosteiro de Cava de’ Tirréni, na Campânia, região da Itália, o Beato Leonardo, abade, extraordinário homem de paz.(† 1255)
9. Em Ravena, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, região da Itália, o Beato Reinaldo de Concorezzo, bispo, ilustre pelo seu zelo, prudência e caridade.(† 1321)
10. Em Mântua, na Lombardia, também região da Itália, a Beata Paula Montáldi, virgem, abadessa da Ordem das Clarissas, célebre pela sua devoção à Paixão do Senhor, assiduidade na oração e austeridade de vida.(† 1514)
11. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato António Banassat, presbítero e mártir, um pároco que, durante a perseguição da Revolução Francesa, foi preso em ódio à fé cristã e morreu de fome e inanição.(† 1794)
12. Em Valdemoro, perto de Madrid, na Espanha, o Beato Francisco Árias Martin, presbítero e mártir, um noviço da Ordem de São João de Deus, que, durante a perseguição religiosa, em breve tempo consumou o caminho da perfeição.(† 1936)
13. Em Barbastro, perto de Huesca, também na Espanha, os beatos Jaime Falgarona Vilanova e Atanásio Vidaurreta Labra, religiosos da Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria e mártires na mesma perseguição.(† 1936)
14. Em Alcañiz, localidade da província de Teruel, também na Espanha, o Beato Martinho Martínez Pascual, presbítero e mártir, agregado à Irmandade dos Sacerdotes Operários Diocesanos, que na mesma perseguição e no mesmo dia, recebeu a coroa de glória.(† 1936)
15. Em Rafelbunyol, localidade da província de Valência, também na Espanha, o Beato Vicente Maria Izquierdo Alcón, presbítero e mártir, morto em ódio à fé cristã na mesma perseguição.(† 1936)
16. Em Valdepeñas, localidade da província de Ciudad Real, também na Espanha, os beatos mártires Félix González Bustos, Pedro Buitrago Morales e Justo Arévalo y Mora, presbíteros da diocese de Ciudad Real, e cinco religiosos[1] da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, que na mesma perseguição e no mesmo dia, receberam a coroa de glória.
[1] Estes são os seus nomes: Agapito Leão (Remígio Ângelo Ollala Aldea), Dâmaso Luís (Antolino Martínez Martínez), Josafat Roque (Urbano Corral González), Júlio Afonso (Valeriano Ruiz Peral), Ladislau Luís (Isidro Muñoz Antolin), religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs.(† 1936)
17. Em La Tejera, perto de Tineo, nas Astúrias, também na Espanha, os beatos Celestino José Alonso Villar, Gregório Díez Pérez e Tiago Franco Mayo, presbíteros, e Abílio Sáiz López, religioso, todos da Ordem dos Pregadores e mártires, que, oprimidos pela violência dos inimigos da Igreja, foram ao encontro do Senhor.(† 1936)
18. Em Seo de Urgel, cidade da Catalunha, também na Espanha, o Beato Jacob Samuel (José Henrique Chamayou Oulés), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir, que pelo martírio na mesma perseguição se tornou participante na vitória de Cristo.(† 1936)
19. Em San Boy de Llusanés, perto de Barcelona, também na Espanha, os beatos Honorato Alfredo (Agostinho Pedro Calvo), e Olegário Ângelo (Eudaldo Rodas Más), religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártires, que, na mesma perseguição, derramaram o seu sangue por Cristo.(† 1936)
20. Em Torrijos, perto de Toledo, também na Espanha, o Beato Libério González Nombela, presbítero da diocese de Toledo e mártir, que, durante a mesma perseguição contra a fé, terminou a sua vida seguindo a Cristo até à morte.(† 1936)
21. Em Santiago do Chile, Santo Alberto Hurtado Cruchaga, presbítero da Companhia de Jesus, que fundou uma obra para que os pobres sem tecto e os vagabundos, sobretudo as crianças, pudessem encontrar uma verdadeira e familiar habitação.(† 1952)


Nasceu por volta de 969, na região da Panônia, atual Hungria, área onde as tribos magiares, então dominadas pela Alemanha e pela França, entraram em contato com o cristianismo.
Com são Roque.
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16


É lugar preferido por fiéis de todas as confissões cristãs para o seu último descanso na terra
Por meio da Constituição Apostólica “Munificentissimus Deus”, definiu Pio XII esta doutrina como dogma de fé. Dada em Roma, junto de S. Pedro, no ano do grande Jubileu, mil novecentos e cinquenta, no dia primeiro de Novembro, festa de todos os Santos.
Com Santo Estanislau Kostka – “Eu nasci para as coisas eternas e não para as coisas do mundo”
Santo Estêvão, rei da Hungria;
São Tarcísio, mártir, que, ao defender a Santíssima Eucaristia.
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15/8
Confortava os companheiros, os quais, um após outro, aos poucos sucumbiam. Morreu com uma injeção de fenol que lhe administraram. Era o prisioneiro com o nº 16.670.
Foi no dia 14 de Agosto de 1941. Beatificado por Paulo VI em 1971, foi canonizado por João Paulo II, em 1982.
Toda a razão de ser, de sofrer e de morrer do Padre Kolbe esteve em perscrutar a resposta de Maria a Bernardette: “Sou a Imaculada Conceição”.
Com Santo Antônio Primaldo e oitocentos santos mártires de Otranto, decapitados por soldados otomanos.
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14/8
Dulce Lopes Pontes nasceu em 26 de maio de 1914, em São Salvador da Bahia, Brasil. Batizada com o nome de Maria Rita, foi a segunda dos cinco filhos de Augusto e Dulce Maria de Souza Brito Lóbes Pontes. Órfã de mãe aos seis anos, manifestava desde jovem a qualidade que a teria distinguido ao longo de sua vida: a caridade.
Santos mártires Ponciano, Papa, e Hipólito, Presbítero, que foram deportados juntamente para a Sardenha, onde cumpriram a mesma pena da condenação e, ao que parece, ao mesmo tempo alcançaram a mesma coroa de glória.
Manteve-se no cisma também durante o pontificado de santo Urbano II e de são Ponciano. Maximiano, encontrando-se diante de uma Igreja com dois chefes, sem titubear mandou ambos para os trabalhos forçados numa mina da Sardenha. Ponciano foi o primeiro Papa a ser deportado. Era fato novo que se verificava na Igreja e Ponciano soube resolvê-lo com sabedoria e humildade: para que os cristãos não ficassem privados do seu pastor, renunciou ao pontificado.
Nasceu em Dijon, em 23 de janeiro de 1572, em uma família da alta nobreza da Borgonha. Seu pai, Benigno Frémyot, era segundo presidente do Parlamento. Perdeu a mãe cedo e cresceu sob a educação de seu pai.
Com Beato Amadeu da Silva Jovem nobre da corte portuguesa e irmão de Santa Beatriz da Silva
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12/8


De família nobre, dotada de extraordinária beleza e possuidora de muitas riquezas, nasceu em Assis, em 1193. Conterrânea de São Francisco, Clara foi sua discípula e fiel intérprete de seu ideal ascético.
de Assis, juntamente com Inês, sua irmã mais jovem, e outras companheiras.
Em 1198, ocorreu uma invasão moura à Assis e em meio a muita pobreza e necessidade aconteceu um fato que consagrou Santa Clara para sempre na história. Eles tentaram invadir o convento e Santa Clara, mesmo acamada e doente, fez questão de ir até o portão de entrada. Ali, em lágrimas, ela conseguiu pegar o ostensório com o Santíssimo Sacramento e proferir as seguintes palavras, “Senhor, guardai Vós estas vossas servas, porque eu não as posso guardar”. Ouviu-se então uma voz suave dizendo, “Eu te defenderei para sempre”. Imediatamente os mouros são tomadas por um medo descomunal e fogem, deixando o convento intacto e a salvo.
Com Beatos Cláudio José Jouffret de Bonnefont, Francisco François e Lázaro Tiersot, reigiosos, mártires na Revolução Francesa.
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10/8
Edith Stein nasceu em Breslávia, na Baixa Silésia, Polônia, em 1891, sendo a 11ª filha de um casal muito fervoroso de judeus. Seu pai faleceu quando ela ainda não tinha completado dois anos. A mãe educou as crianças dentro da religião judaica. Durante a adolescência, Edith teve uma crise e afastou-se de Deus.
No dia 21 de Abril de 1935, domingo de Páscoa, faz seus votos religiosos e três anos depois, no mesmo dia, seus votos perpétuos. Sua vida será uma “Cruz” transformada em “Páscoa”.
Membros das SS nazista não tardam a invadir o convento e prendem Irmã Benedita e sua irmã Rosa, também convertida ao catolicismo.
Após vários tormentos, no dia 9 de Agosto de 1942, na câmara de gás do “inferno de Auschwitz”, morria a mártir da Cruz, Irmã Teresa Benedita.
Três dias antes de sua morte, Edith dirá: “Aconteça o que acontecer, estou preparada. Jesus está aqui conosco”. (06-08-1942).
Foi beatificada no dia 1º. de Maio de 1987, em Colônia, e canonizada em 1999 pelo papa João Paulo II.
O mesmo Papa a declarou, com Santa Catarina de Sena e Santa Brígida da Suécia, padroeira da Europa.
Santa Mariana Cope de Molokai, virgem, Ordem Terceira de São Francisco de Siracusa, que se dedicou com extraordinária generosidade ao serviço dos leprosos.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
9/8