São Martinho I, Papa, Mártir
Santo do Dia – 13 de Abril

São Martinho I
Papa Mártir · † 656
Linha dura tendo mão forte no governo

A sua terra natal era Todi e na Igreja Romana era diácono, mas o seu grande feito seria o de substituir o então Papa Teodoro em 13 de maio de 649.
Cedo provou ser de linha dura tendo mão forte no governo, onde inclusive não aguardou o consentimento da sua eleição pelo Imperador Constante II.
Por disputas políticas das quais Martinho participou, o Imperador ordenou que Olímpio o assassinasse durante uma missa.
Ao tentar cravar o punhal, Olímpio foi atingido por uma intensa luz que o cegou totalmente, convencendo-o da santidade do Papa.
Morto por ordem do Imperador pela fome
O Imperador, sabendo da morte de Olímpio, conseguiu concretizar sua vingança com o exarca Teodoro de Calíopa, que prendeu o Papa.
Acusado de apropriação ilegal do cargo, Martinho sofreu martírio e fome até morrer em 13 de Abril de 656.
Martinho — Significa “guerreiro” ou “dedicado ao Deus Marte”. Martinho é o diminutivo de Martim, assim como pode ser considerado o diminutivo de Marte – o deus romano da guerra. A origem é o nome em latim Martinus.
Martinho — Significa “guerreiro” ou “dedicado ao Deus Marte”. Martinho é o diminutivo de Martim, assim como pode ser considerado o diminutivo de Marte — o deus romano da guerra. A origem é o nome em latim Martinus.
“Oração — Ó Deus que destes ao Vosso Servo, São Martinho I, a Graça da fidelidade até o fim de sua vida, concedei-me ser sempre perseverante e fiel a Vós e à Santa Igreja. Amém.”
São Martinho I, rogai por nós!
Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 13 de abril:
Papa e mártir. Em Querson, na Crimeia, atual Ucrânia. Diácono romano, foi eleito Papa em 649 sem aguardar confirmação imperial; convocou o Concílio de Latrão, foi preso pelo exarca Teodoro de Calíopa, deportado e submetido à fome e humilhações até morrer exausto.
† 656
Mártires. Em Pérgamo, na província da Ásia, na hodierna Turquia. Carpo, bispo de Tiatira, Pápilo, diácono, Agatônica, irmã de Pápilo, e muitos outros, que pela confissão da fé receberam a coroa do martírio.
† s. II
Bispo. Em Ravena, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, região da Itália. Transferiu a sede episcopal de Classe para esta cidade e dedicou a igreja catedral no dia da Páscoa.
† c. 425
Mártir. Em Tarragona, na Hispânia. Filho do rei ariano Leovigildo, converteu-se à fé católica por obra do bispo São Leandro; metido no cárcere por recusar a comunhão de um bispo ariano na Páscoa, morreu ao fio da espada por ordem do próprio pai.
† 586
No mosteiro de Santa Maria da Capela, junto de Wast, no território de Boulogne, na França. Viúva de Eustáquio, conde de Boulogne, notabilizou-se pela liberalidade para com os pobres e pelo zelo pelo decoro da casa de Deus.
† 1113
Presbítero e eremita. Em Saint David, no País de Gales. Deixou o palácio real, onde tocava harpa, ao ver como ali se amavam mais os cães do que os homens, e procurou a orientação do abade Teliavo para se colocar ao serviço de Deus.
† 1124
Virgem. No mosteiro cisterciense de Roosendaal, no Brabante, na atual Holanda. Sofreu muitos maus tratos do pai antes de entrar na vida religiosa e pela austeridade da sua vida imitou em seu corpo a paixão de Cristo.
† c. 1290
Eremita e prior. No mosteiro de Fonte Avellana, na Úmbria, região da Itália. Preferiu a solidão às honras e colaborou na conciliação de cidades em conflito.
† 1294
Virgem das Irmãs da Penitência de São Domingos. Em Città di Castello, na Úmbria. Tendo nascido cega, disforme e rejeitada pelos pais, confiou sempre de todo o coração no nome de Jesus.
† 1320
Presbíteros e mártires. Em Rochester, na Inglaterra. Regressando do Colégio dos Ingleses de Reims para exercer clandestinamente o ministério sacerdotal, foram suspensos da forca e submetidos a outros cruéis suplícios no reinado de Isabel I.
† 1590
Presbíteros e mártires. Em York, na Inglaterra, no reinado de Carlos I. O primeiro, com oitenta e quatro anos e já duas vezes condenado à morte pelo sacerdócio, quis subir ao patíbulo à frente do jovem companheiro para o incitar ao glorioso martírio.
† 1642
Religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs. Na ilha da Reunião, no Oceano Índico. Ensinou incansavelmente as crianças e deu ajuda aos pobres e esperança aos escravos.
† 1867
Presbítero e mártir. Em Totoclan, no território de Guadalajara, no México. Durante a perseguição mexicana morreu por Cristo Sacerdote e Rei universal.
† 1927
Presbítero da diocese de Como. Em Lecco, cidade da Lombardia, na Itália.
† 1822
Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT
Era de origem romana, filho de um certo cidadão chamado Rústico. Viveu no período em que a Igreja respirava a liberdade religiosa concedida pelo imperador Constantino, o Magno, em 313.




É impossível dizer pormenorizadamente os Santos e Santas que lustraram a França durante o sétimo século, bem como os mosteiros que se fundaram, muitos dos quais serviram de início a outras tantas cidades. Assim, duas irmãs — Santa Valtrudes e Santa Aldegonda — fundaram dois mosteiros para jovens, os quais foram o começo das cidades de Mons e de Maubeuge.
Era natural de Cuvilly, na Picardia, França, e seu nome de batismo era Maria Rosa Júlia Billiart. Nascida em família camponesa e de vida humilde, sempre precisou trabalhar desde cedo para ajudar no sustento da casa.
A tradição da família de La Salle, na França, é muito antiga. No século XVII, descendente de Carlos Magno, Louis de La Salle era conselheiro do Supremo Tribunal quando sua esposa, também de família fidalga, deu à luz a João Batista de La Salle, em 30 de abril de 1651.




Filho do Duque de Cartagena, irmão mais novo de São Leandro, Arcebispo de Sevilha; de São Fulgêncio, Bispo de Astigila e de Santa Florentina, Abadessa.