São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja
Santo do Dia – 03 de Setembro
São Gregório Magno,
Papa e Doutor da Igreja · † 604
Origens
Gregório nasceu em Roma, no ano 540, em uma família patrícia, conhecida como Anici, de grande fé cristã. Ele prestou muitos serviços à Sé Apostólica.
Seus pais, Gordiano e Silvia – que a Igreja venera como santa em 3 de novembro – transmitiram-lhes nobres valores evangélicos, mediante seu grande exemplo. Após seus estudos de Direito, Gregório empreendeu a carreira política e ocupou o cargo de Prefeito da cidade de Roma. Essa experiência o amadureceu e o levou a ter uma maior visão da cidade, as suas problemáticas e um profundo senso da ordem e da disciplina.
Alguns anos depois, atraído pela vida monacal, decidiu retirar-se da política. Deu seus bens aos pobres e fez da sua vila paterna, no bairro do Celio, um mosteiro dedicado a Santo André. Ali, dedicou-se à oração, ao recolhimento, ao estudo da Sagrada Escritura e dos Padres da Igreja.Servo dos Servos de Deus
O Papa Pelágio II nomeou Gregório diácono e o enviou a Constantinopla como seu Representante Apostólico, onde permaneceu seis anos. Além de desempenhar as funções diplomáticas que o Pontífice lhe havia confiado, continuou a viver como monge com outros religiosos. Convocado novamente a Roma, voltou ao Celio. Com a morte do Papa Pelágio II, no ano 590, foi eleito seu Sucessor. Gregório teve que enfrentar um período difícil: corrupção dos Lombardos, abundantes chuvas e inundações que provocaram numerosas vítimas e grandes prejuízos, escassez em diversas regiões da Itália e a epidemia da peste, que continuava a causar vítimas. Então, exortou os fiéis a fazer penitência, rezar e tomar parte de uma solene procissão penitencial de três dias à Basílica de Santa Maria Maior. Ao atravessarem a ponte que liga a área do Vaticano ao centro da cidade – hoje chamada Ponte Santo Anjo –, São Gregório Magno e a multidão tiveram a visão do arcanjo Miguel sobre a “Mole Adriana”, interpretada como sinal celeste do fim da epidemia. Daqui vem o costume de chamar o antigo mausoléu de Castelo Santo Anjo.Legado e Morte
Ocupando a Cátedra de Pedro, Gregório reorganizou a administração pontifícia e cuidou da Cúria Romana, confiando a sua direção aos monges beneditinos. Reviu as atividades eclesiásticas nas várias sedes episcopais, estabelecendo que os bens da Igreja fossem administrados com absoluta retidão, justiça e misericórdia, e utilizados na própria subsistência e na obra evangelizadora. Ofereceu seus próprios bens à Igreja para ajudar os fiéis, comprou e distribuiu trigo, socorreu os necessitados, sustentou sacerdotes e monges em dificuldade, arcou com resgates de prisioneiros e trabalhou por armistícios e tréguas. A ele se devem também as táticas para salvar Roma e os tratados com os Lombardos que asseguraram a paz na Itália central, além de missões de evangelização entre Visigodos, Francos e Saxões – enviando à Bretanha o monge Agostinho, que depois se tornou Bispo de Cantuária. O Papa Gregório I reformou ainda a celebração da Missa, tornando-a mais simples, e promoveu o canto litúrgico que recebeu o nome de gregoriano. Seu epistolário conta mais de 880 cartas e diversas obras, entre elas a “Magna Moralia in Iob”, a “Regula Pastoralis” e os “Diálogos”, texto hagiográfico sobre a santidade de homens e mulheres, canonizados ou não – com destaque para seu relato sobre São Bento de Núrsia. Foi, pode-se dizer, o primeiro Papa a utilizar o poder temporal da Igreja sem deixar de lado o aspecto espiritual do seu ofício. Ainda assim, permaneceu sempre um homem simples, a ponto de se definir, em suas Cartas oficiais, “Servus servorum Dei” – “Servo dos servos de Deus”, título que os Pontífices mantiveram ao longo do tempo. São Gregório Magno morreu em 12 de março de 604, e foi sepultado na Basílica de São Pedro. São Gregório Magno, rogai por nós! Gregório — Do grego Gregorios, significa “o vigilante” ou “aquele que está atento”. Nome que se tornou símbolo de zelo pastoral e cuidado com a Igreja.“São Magno, grande Papa e Doutor da Igreja, ao mesmo tempo homem simples e de grande espiritualidade, ensinai aos líderes de todas as áreas da vida a seguirem o exemplo de Cristo, servo de todos e em tudo humilde. Também, faça de nós seus imitadores. Amém!”
São Gregório Magno, rogai por nós!
Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 03 de setembro:
Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT
Nasceu em Roma no ano de 540. A família Anícia, à qual pertencia, era uma das principais de Roma. Quando seu pai morreu, Gregório, ainda muito jovem, era prefeito da cidade.
Roma desabava no caos e com ela agonizava toda uma civilização. Como as furiosas e ritmadas ondas de um mar
borrascoso irrompem com violência sobre as areias da praia, sucessivas hordas de invasores assolaram, durante mais de 150 anos, a península italiana.
Mudou os rumos da História
Os rumos da história mudaram quando um monge beneditino foi escolhido Papa. Era Gregório I, a quem a História qualificou de “Magno”
Entre as tempestades da época não faltou a peste. A primeira vítima colhida em Roma pela peste foi o Papa Pelágio II, que morreu a 5 de Fevereiro de 590 e foi enterrado em São Pietro. O clero e o senado romanos elegeram Gregório como seu sucessor.
Procissão para cessar a peste
Promoveu uma procissão de toda a população romana, dividida em sete cortejos, de acordo com sexo, idade e condição. A procissão movida desde várias igrejas de Roma até a Basílica do Vaticano, foi acompanhada com o canto das ladainhas. No curto espaço de uma hora, oitenta pessoas caíram mortas. O Papa, olhando para cima, viu no topo do Castelo um Anjo que, depois de secar a espada que pingava sangue, colocou-a na bainha, como um sinal da cessação da punição.
Modelo perfeito de governo da Igreja
O historiador protestante Harnack admira “a sabedoria, a justiça, a mansidão, a força de iniciativa, a tolerância” e Bossuet considera-o o “modelo perfeito de como se governa a Igreja”.
É considerado um dos mais célebres Papas da história da Igreja. Seu pontificado durou 14 anos e está marcado por coisas incríveis:
– Organiza a defesa de Roma ameaçada por Aginulfo, com quem reata depois relações de boa vizinhança;
– Administra os bens públicos com religiosa equidade, suprindo o descanso dos funcionários imperiais;
– Favorece o progresso dos agricultores eliminando todo o resíduo de escravidão da gleba;
Deixou sua marca em todos os campos
– É o primeiro a usar o nome de servo dos servos de Deus. O epistolário (848 cartas conhecidas) e as homilias ao povo dão-nos farto testemunho de suas múltiplas atividades, deixando a sua marca em toda parte: lembramos por exemplo, o campo litúrgico, com a promoção do canto gregoriano, o direito canônico, a vida ascética monacal, a pastoral e o apostolado leigo. A sua familiaridade com a Sagrada Escritura aparece nas Homilias sobre Ezequiel e sobre o Evangelho .
Era admirador excepcional de São Bento, fundou sete mosteiros, seis na Sicília e um em Roma.
São Gregório Magno, rogai por nós!
Oração – Deus eterno e todo-poderoso, quiseste que São Gregório Magno governasse todo o vosso povo, servindo-o pela palavra e pelo exemplo. Guardai, por suas preces, os pastores de vossa Igreja e as ovelhas a eles confiadas, guiando-os no caminho da salvação
Gregório: Significa “o acordado”, “o vigilante”, “o alerta”. Tem origem no nome grego Gregórios, derivado de gregoréo, que quer dizer “vigiar”
Com Santa Febe, serva do Senhor, que auxiliou muito São Paulo, como ele confirma na Epístola aos Romanos.
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2. Comemoração de Santa Febe, serva do Senhor entre os fiéis de Cêncreas, na atual Grécia, que auxiliou muito São Paulo, como ele confirma na Epístola aos Romanos.
3. Em Nicomedia, na Bitínia, hoje Izmit, na Turquia, Santa Basilissa, virgem e mártir.(† s. IV)
4. Em Córdoba, na Espanha Bética, São Sandálio, mártir.(† s. IV)
5. Em Toul, na Gália Bélgica, atualmente na França, São Mansueto, primeiro bispo desta cidade.(† s. IV)
6. No monte Titano, próximo de Rímini, no território que hoje na península itálica tem o seu nome, São Marino, diácono e anacoreta, que, segundo consta, conduziu o povo ainda pagão à luz do Evangelho e à liberdade de Cristo.(† s. IV/V)
7. Na Irlanda, São Macanísio, bispo.(† 514)
8. Em Milão, na Lombardia, região da Itália, Santo Auxano, bispo. († c. 589)
9. Em Montesárquio, na Campânia, também na Itália, São Vitaliano, bispo.(† s. VII/VIII)
10. No mosteiro de Stavelot, no Brabante, atualmente na Bélgica, São Rimágilo, bispo e abade, que, depois de ter vivido no mosteiro de Solignac, fundou os mosteiros de Stavelot e de Malmedy, no ermo da floresta das Ardenas.(† c. 671-679)
11. Na ilha de Lérins, na Provença, atualmente na França, Santo Aigulfo, abade, e companheiros monges, que, segundo a tradição, sofreram o martírio numa incursão dos Sarracenos.(† c. 675)
12. Em Séez, na Nêustria, também na atual França, São Crodogango ou Crodegango, bispo e mártir.(† s. VIII)
13. No território de Astino, na Lombardia, região da Itália, o Beato Guala, bispo de Bréscia, da Ordem dos Pregadores, que, no tempo do imperador Frederico II, trabalhou com muito empenho e prudência pela paz da Igreja e da sociedade civil e finalmente foi condenado ao exílio.(† 1244)
14. Em Nagasáki, no Japão, os beatos Bartolomeu Gutiérrez, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, e cinco companheiros[1], mártires, que, em ódio à fé cristã, foram imersos em águas sulfúricas a ferver e depois lançados ao fogo.
[1] São estes os seus nomes: presbíteros Vicente Carvalho e Francisco Torres, da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho; Antônio Ishida, da Companhia de Jesus; Jerônimo Jo; Gabriel da Madalena, religioso da Ordem dos Frades Menores.(† 1632)
15. Em Piacenza, na Emília-Romana, região da Itália, a Beata Brígida de Jesus Morello, que, ficando viúva, se consagrou ao Senhor, dedicando-se à penitência e a muitas obras de caridade e, para a formação cristã da juventude feminina, fundou a Congregação das Irmãs Ursulinas de Maria Imaculada.(† 1679)
16. Em Paris, na França, a paixão dos beatos André Abel Alricy, presbítero, e setenta e um companheiros[2], mártires, entre os quais muitos presbíteros, que, depois da chacina do dia anterior, foram recluídos no Seminário de São Firmino e, por fim, assassinados em ódio à Igreja.
[2] São estes os seus nomes: Renato Maria Andrieu, Pedro Paulo Balzac, João Francisco Maria Benoit ou Vourlat, Miguel André Silvestre Binard, Nicolau Bize, Pedro Bonzé, Pedro Briquet, Pedro Brisse, Carlos Carnus, Beltrão Antônio de Caupenne, Tiago Dufour, Dinis Cláudio Duval, José Falcoz, Gilberto João Fautrel, Filiberto Fougère, Pedro João Garrigues, Nicolau Gaudreau, Estêvão Miguel Gillet, Jorge Jerônimo Giroust, José Maria Gros, Pedro Guérin du Rocher, Roberto Francisco Guérin du Rocher, Ivo André Guillon de Keranrun, Julião Francisco Hédouin, Pedro Francisco Hénocq, Elísio Herque ou du Roule, Pedro Luís Joret, Tiago de la Lande, Gil Luís Sinforiano Lanchon, Luís João Mateus Lanier, João José de Lavèse-Belay, Miguel Leber, Pedro Florêncio Leclercq, João Carlos Legrand, João Pedro le Laisant, Julião le Laisant, João Lemaître, João Tomás Leroy, Martinho Francisco Aleixo Loublier, Cláudio Luís Marmotant de Savigny, Cláudio Silvano Mayneau de Bizefranc, Henrique João Millet, Francisco José Monnier, Maria Francisco Mouffle, José Luís Oviefre, João Miguel Philippot, Tiago Rabé, Pedro Roberto Régnet, Ivo João Pedro Rey de Kervizic, Nicolau Cláudio Roussel, Pedro Saint-James, Tiago Luís Schmid, João António Seconds, Pedro Tiago de Turménies, Renato José Urvoy, Nicolau Maria Verron, Carlos Vítor Véret, todos presbíteros; e ainda João Carlos Maria Bernard du Cornillet, cônego da abadia de São Vítor de Paris; João Francisco Bonnel de Pradel e Cláudio Pons, cónegos da abadia de Santa Genoveva de Paris; João Carlos Caron, Nicolau Colin, Luís José François e João Henrique Gruyer, da Congregação da Missão; Cláudio Bochot e Eustáquio Félix, da Congregação dos Padres da Doutrina Cristã; Cosme (João Pedro Duval), da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos; Pedro Cláudio Pottier, da Sociedade de Jesus e Maria; e Sebastião Desbrielles, Mestre escola de Paris, Luís Francisco Rigot e João Antônio José de Villette.(† 1792)
17. Também em Paris, no mesmo dia e ano, os beatos mártires João Batista Bottex, Miguel Maria Francisco de la Gardette e Francisco Jacinto le Livec de Trésurin, que, durante a mesma perseguição, morreram por Cristo no cárcere “La Force”.(† 1792)
18. Em Seul, na Coreia, a paixão dos santos João Pak Hu-jae e cinco companheiras[3], mártires, que, levados ao tribunal por serem cristãos, suportaram cruéis suplícios e por fim foram degolados.
[3] São estes os seus nomes: Maria Pak Kin-a-gi Hui-sun, irmã de Santa Lúcia Pak Hui-sun; Bárbara Kwon-hui, irmã de Santo Agostinho Yi Kwang-hon; Bárbara Yi Chong-hui; Maria Yi Yon-hui, esposa de São Damião Nam Myong-hyog; Inês Kim Hyo-ju.(† 1839)


Beatriz nasceu no século XV em Ceuta, ao norte da África, cidade que, nessa época, encontrava-se sob o domínio da coroa de Portugal — nasceu, portanto, portuguesa. Seu pai foi governador de Ceuta.



Com Santos José de Arimateia e Nicodemos, que acolheram o corpo de Jesus descido da cruz, o envolveram num lençol e colocaram no sepulcro. José, nobre decurião e discípulo do Senhor, esperava o reino de Deus; Nicodemos, fariseu e príncipe dos Judeus, viera de noite ter com Jesus para conhecer a sua missão e, perante os sumos sacerdotes e os fariseus que queriam prender Jesus, defendeu a sua causa.
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Visitava os doentes nas choupanas, distribuía roupas e alimentos aos necessitados, acudia aos problemas familiares. Era pai, amigo, advogado e piedoso pastor das almas.
Reabriu a escola rural, moralizou as festas da Padroeira, pregou missões populares em todas as três paróquias. Iniciou a construção do novo Santuário, tão conhecido hoje por todo o povo do Triângulo Mineiro.
Conquistou assim todo a região, e ganhou fama de santo e milagreiro.
Quando foi transferido para Poá, SP, o povo não permitiu a sua saída. Somente dois meses depois, quando as coisas acalmaram, ele pode assumir essa nova paróquia recém criada.
Em Poá a maioria da sua população trabalhava nas fábricas e indústrias de São Miguel e São Paulo. Sendo vigário da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, atendia várias outras paróquias vizinhas com seus dois padres coadjutores.
Suas pregações e bênçãos logo criaram fama e projetaram o seu nome pelo estado e até Brasil afora.
Passou a ser conhecido como o “Vigário de Poá”. A notícia das curas do ‘santo’ Pe. Eustáquio fizeram afluir muita gente à sua procura. Milhares de pessoas se apinhavam nas ruas da pequena cidade de Poá. A todos o bom padre procurava sempre atender ou dar sua bênção.
Em maio de 1941 foi transferido. Por onde passava as multidões acorriam e assim não
Com São Pamáquio senador, insigne pela sua firmeza na fé e generosidade para com os pobres, a cuja diligente piedade se deve a construção de uma igreja titular no monte Célio.
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Incursionou também pelos meandros da vida amorosa, e por muito tempo viveu em companhia de uma mulher e ambos tiveram um filho. Esta mulher anônima e da qual nem sequer nos legou o nome, retornou à África.
Agostinho converteu-se por volta do ano 387 e recebeu o Batismo em Milão das mão do célebre Bispo Santo Ambrósio que, juntamente com Santa Mônica, trabalhou pela sua conversão.
Retornou à sua terra, levou vida ascética e ao estudo da Escritura e foi eleito Bispo de Hipona.
Trinta e quatro anos esteve à frente de seu povo, ensinando-o e combatendo as heresias, expondo com sabedoria a verdadeira fé. Além de “Confissões”, escreveu muitas outras obras constituindo-se num dos mais profundos pensadores do mundo antigo.
Morreu em Hippo Regius, no dia 28 de Agosto de 430.
Com São Moisés o Etíope, que, depois de ter sido um ladrão famoso se tornou anacoreta, converteu muitos do seu bando e os conduziu consigo para o mosteiro.
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Memória de Santo


Educara os filhos, gerando-os de novo tantas vezes quantas os visse afastarem-se de Ti. Enfim, ainda antes de adormecer para sempre no Senhor, quando já vivíamos em comunidades, depois de ter recebido a graça do Batismo, ela cuidou de todos, como se
nos tivesse gerado a todos, servindo a todos nós, como se fosse filha de cada um.
São Luís, Rei, Rogai por nós!
Com São José de Calasanz, presbítero, que, para educar as crianças e os adolescentes no amor e sabedoria do Evangelho, instituiu escolas populares e fundou a Ordem dos Clérigos Regulares Pobres da Mãe de Deus das Escolas Pias (Escolápios)
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