Jesus estará ausente até o fim do mundo!?
Você gostaria de receber um presente?! Quem não gostaria?
Te convido a meditar sobre a Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo, na companhia de Dr. Plinio:
Uma pessoa que tivesse Fé e soubesse que Nosso Senhor Jesus Cristo era Deus, assistisse à sua Crucifixão e estivesse informada de que depois viriam a Ressurreição e a Ascensão, essa pessoa poderia se perguntar: “Depois da Ascensão, nunca mais virá Ele à Terra? Então, até o fim do mundo Ele estará ausente? Seria isto arquitetônico? Seria razoável, tendo Ele feito pela humanidade tudo quanto fez?” Jesus Cristo imolou sua vida de um modo dolorosíssimo e resgatou todo o gênero humano. Ele quis condescender em contrair com os homens que Ele salvou essa relação tão especial, de ser Ele a cabeça do Corpo Místico, que é a Igreja. E quis, pela graça, estar continuamente com todos os homens até o fim do mundo, de maneira a, por ela, vir a ser a alma de nossa própria alma, o princípio motor de nossa vida sobrenatural. Poderia, então, haver deste lado tanta união com Ele e, uma vez Ele morto, uma tão completa, tão prolongada, tão irremediável separação? Seria possível que Jesus subisse aos Céus e cessasse assim a presença real d’Ele na Terra?
Tudo clamava pela instituição da Eucaristia
Não quero dizer que a Redenção e o sacrifício da Cruz impusessem a Deus, em rigor de lógica, a instituição da Sagrada Eucaristia. Mas pode-se dizer que tudo clamava,tudo bradava, tudo suplicava por que Nosso Senhor não se separasse assim dos homens. E uma pessoa com senso arquitetônico deveria entrever que Nosso Senhor arranjaria um meio de estar sempre presente, junto a cada um dos homens por Ele remidos. De forma tal que, depois da Ascensão, Ele estivesse sempre no Céu, no trono de glória que Lhe é devido, mas ao mesmo tempo acompanhasse passo a passo a via dolorosa de cada homem aqui na Terra, até o momento extremo em que cada um dissesse, por sua vez: “Consummatum est” (Jo 19,30).
Como se faria essa maravilha?
Essa hipotética pessoa não poderia adivinhá-la, mas deveria ficar sumamente suspeitosa de que, de algum modo, ela se realizaria. De tal maneira está nas mais altas conveniências da qualidade de Redentor de Nosso Senhor Jesus Cristo — o qual é nosso Protetor, nosso Médico, nosso divino Amigo — que seria próprio d’Ele fazer por nós esse prodígio. Eu creio que se eu assistisse à Crucifixão e soubesse da Ascensão, ainda que não soubesse da Eucaristia, eu começaria a procurar Jesus Cristo pela terra, porque não conseguiria me convencer de que Ele tivesse deixado de conviver com os homens.
Presente em todos os lugares, em todos os momentos
Esse convívio verdadeiramente maravilhoso de Jesus Cristo com os homens se faz, exatamente, por meio da Eucaristia. Em todos os lugares da Terra, em todos os momentos, Ele está realmente presente, nas catedrais opulentas e nas igrejinhas pobres. Quantas vezes, viajando em estradas de rodagem, encontramos umas capelinhas minúsculas, pobres, que dão para acolher apenas umas vinte ou trinta pessoas. Passamos por uma delas e comovemo-nos, pensando que nela Nosso Senhor Jesus Cristo esteve, está ou estará realmente presente — com toda a glória do Tabor, com toda a sublimidade do Gólgota, com todo o esplendor da Divindade — de tal maneira Ele multiplicou pela Terra a sua presença adorável! Olhamos para as pessoas que encontramos numa igreja, e pensamos: “Nosso Senhor Jesus Cristo está presente neste homem que comunga. Naquele outro, estará ainda nesta semana, talvez hoje mesmo, talvez amanhã. Estará presente tantas e tantas vezes! Eis um homem que vai ser transformado, embora por algum tempo, num sacrário vivo. Muito mais do que num sacrário, porque o tabernáculo contém as espécies eucarísticas, mas não comunga”. Aí nós podemos medir bem a prodigiosa obra de misericórdia realizada por Nosso Senhor, com a instituição da sagrada Eucaristia. Tanto quanto a presença d’Ele tem um valor infinito, tanto assim também tem valor infinito o fato de Ele estar realmente presente sob as sagradas espécies por toda a Terra, e em todos os homens que queiram condescender em O receber.
Convivendo com Jesus na Eucaristia
Jesus estará ausente até o fim do mundo?!
Você gostaria de receber um presente?! Quem não gostaria?…
Te convido a meditar sobre a Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo, na companhia de Dr. Plinio:
Uma pessoa que tivesse Fé e soubesse que Nosso Senhor Jesus Cristo era Deus, assistisse à sua Crucifixão e estivesse informada de que depois viriam a Ressurreição e a Ascensão, essa pessoa poderia se perguntar:
“Depois da Ascensão, nunca mais virá Ele à Terra? Então, até o fim do mundo Ele estará ausente? Seria isto arquitetônico? Seria razoável, tendo Ele feito pela humanidade tudo quanto fez?”
Jesus Cristo imolou sua vida de um modo dolorosíssimo e resgatou todo o gênero humano.
Ele quis condescender em contrair com os homens que Ele salvou essa relação tão especial, de ser Ele a cabeça do Corpo Místico, que é a Igreja.
E quis, pela graça, estar continuamente com todos os homens até o fim do mundo, de maneira a, por ela, vir a ser a alma de nossa própria alma, o princípio motor de nossa vida sobrenatural.
Poderia, então, haver deste lado tanta união com Ele e, uma vez Ele morto, uma tão completa, tão prolongada, tão irremediável separação?
Seria possível que Jesus subisse aos Céus e cessasse assim a presença real d’Ele na Terra?
Tudo clamava pela instituição da Eucaristia
Não quero dizer que a Redenção e o sacrifício da Cruz impusessem a Deus, em rigor de lógica, a instituição da Sagrada Eucaristia.
Mas pode-se dizer que tudo clamava,tudo bradava, tudo suplicava por que Nosso Senhor não se separasse assim dos homens.
E uma pessoa com senso arquitetônico deveria entrever que Nosso Senhor arranjaria um meio de estar sempre presente, junto a cada um dos homens por Ele remidos.
De forma tal que, depois da Ascensão, Ele estivesse sempre no Céu, no trono de glória que Lhe é devido, mas ao mesmo tempo acompanhasse passo a passo a via dolorosa de cada homem aqui na Terra, até o momento extremo em que cada um dissesse, por sua vez: “Consummatum est” (Jo 19,30).
Como se faria essa maravilha?
Essa hipotética pessoa não poderia adivinhá-la, mas deveria ficar sumamente suspeitosa de que, de algum modo, ela se realizaria.
De tal maneira está nas mais altas conveniências da qualidade de Redentor de Nosso Senhor Jesus Cristo — o qual é nosso Protetor, nosso Médico, nosso divino Amigo — que seria próprio d’Ele fazer por nós esse prodígio.
Eu creio que se eu assistisse à Crucifixão e soubesse da Ascensão, ainda que não soubesse da Eucaristia, eu começaria a procurar Jesus Cristo pela terra, porque não conseguiria me convencer de que Ele tivesse deixado de conviver com os homens.
Presente em todos os lugares, em todos os momentos
Esse convívio verdadeiramente maravilhoso de Jesus Cristo com os homens se faz,
exatamente, por meio da Eucaristia.
Em todos os lugares da Terra, em todos os momentos, Ele está realmente presente, nas
catedrais opulentas e nas igrejinhas pobres.
Quantas vezes, viajando em estradas de rodagem, encontramos umas capelinhas
minúsculas, pobres, que dão para acolher apenas umas vinte ou trinta pessoas.
Passamos por uma delas e comovemo-nos, pensando que nela Nosso Senhor Jesus Cristo
esteve, está ou estará realmente presente — com toda a glória do Tabor, com toda a
sublimidade do Gólgota, com todo o esplendor da Divindade — de tal maneira Ele
multiplicou pela Terra a sua presença adorável!
Olhamos para as pessoas que encontramos numa igreja, e pensamos:
“Nosso Senhor Jesus Cristo está presente neste homem que comunga. Naquele outro,
estará ainda nesta semana, talvez hoje mesmo, talvez amanhã. Estará presente
tantas e tantas vezes!
Eis um homem que vai ser transformado, embora por algum tempo, num sacrário
vivo.
Muito mais do que num sacrário, porque o tabernáculo contém as espécies
eucarísticas, mas não comunga”.
Aí nós podemos medir bem a prodigiosa obra de misericórdia realizada por Nosso Senhor,
com a instituição da sagrada Eucaristia.
Tanto quanto a presença d’Ele tem um valor infinito, tanto assim também tem valor infinito
o fato de Ele estar realmente presente sob as sagradas espécies por toda a Terra, e em
todos os homens que queiram condescender em O receber.
Convivendo com Jesus na Eucaristia
Rua Virgílio Rodrigues, 44 – Tremembé
CEP 02372-020 – São Paulo – SP
CNPJ da mantenedora: 60.758.505/0001-41
Campanha Vinde Nossa Senhora de Fátima, não tardeis!
- (11) 2206-4540
- Seg-Sex 8:00 as 17:00
- [email protected]
Nasceu em Madri, na Espanha, em 1070, filho de pais camponeses, simples e seguidores de Cristo. O menino cresceu sereno, bondoso e muito caridoso, trabalhando com os familiares numa propriedade arrendada. Levantava muito cedo para assistir a missa antes de seguir para o campo. Quando seus atos de fé começaram a se destacar, já era casado com Maria Toríbia e pai de um filho.
Morreu pobre e desconhecido
Com São Elesbão, Rei, que, para desagravar os mártires de Nagran, empreendeu o combate contra os inimigos de Cristo.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
15 maio
São Matias era um dos numerosos discípulos que seguiam Jesus, desde o começo de sua vida pública.
Sua Eleição foi descrita nos Atos dos Apóstolos, assim: “É necessário, pois, que, dentre estes homens que nos acompanharam todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu em nosso meio, a começar do batismo de João até o dia em que dentre nós foi arrebatado, um destes se torne conosco testemunha da sua ressurreição” Apresentaram então dois: José, chamado Barsabás e Matias. E fizeram esta oração: “Tu, Senhor, que conheces o coração de todos, mostra-nos qual destes dois escolheste para ocupar o lugar que Judas abandonou, no ministério do apostolado, para dirigir-se ao lugar que era o seu; lançaram sortes sobre eles, e a sorte veio a cair em Matias, que foi então contado entre os doze apóstolos(atos dos Apóstolos 1,21-26).
Também morreu como mártir
Com Santa Maria Domingas Mazzarello, que, com São João Bosco, fundou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
14 maio
Festa de São
No dia 5 de maio de 1917, o mundo ainda vivia os horrores da Primeira Guerra Mundial. O papa Bento XV convidou todos os católicos a se unirem em uma corrente de orações para obter a paz mundial com a intercessão da Virgem Maria. Oito dias depois, ela respondeu à humanidade através das aparições em Fátima, Portugal.
Contam as crianças que brincavam enquanto as ovelhas pastavam. Ao meio-dia, rezaram o terço. Porém rezaram à moda deles, de forma rápida, para poder voltar a brincar. Em vez de recitar as orações completas, apenas diziam o nome delas: “ave-maria, Santa-Maria” etc.
Deparam-se com a Virgem Maria
Ao voltar para as brincadeiras, depararam com a Virgem Maria pairando acima de uma árvore não muito alta. Assustados, Jacinta e Francisco apenas ouvem Nossa Senhora conversando com Lúcia. Ela pede que os pequenos rezem o terço inteirinho e que venham àquele mesmo local todo dia 13 de cada mês, desaparecendo em seguida. O encontro acontece pelos sete meses seguintes.
Com São Servácio, Bispo de Tongres, que, nas controvérsias suscitadas em vários concílios acerca da natureza de Cristo, defendeu a verdadeira fé nicena.


Francisco Inácio Vincenzo Peis, o segundo de nove irmãos, nasceu na cidade de Láconi, Itália, no dia 17 de novembro de 1701. Seus pais eram muito pobres, mas ricos de virtudes humanas e cristãs, educando os filhos no fiel seguimento de Jesus Cristo.
Cego cumpria o dever do regulamento
Com São Maiolo, abade de Cluny, firme na fé, forte na esperança, rico na caridade, reformou muitos mosteiros na Gália e na Itália.