Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja – Memória | Segunda-feira

Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja | Memória | Segunda-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (Gn 3,9-15.20 )

Leitura do Livro do Gênesis.

Depois que Adão comeu do fruto da árvore, 9 o Senhor Deus o chamou, dizendo: “Onde estás?” 10 E ele respondeu: “Ouvi tua voz no jardim, e fiquei com medo porque estava nu; e me escondi”. 11 Disse-lhe o Senhor Deus: “E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer?” 12 Adão disse: “A mulher que tu me deste por companheira, foi ela que me deu do fruto da árvore, e eu comi”. 13 Disse o Senhor Deus à mulher: “Por que fizeste isso?” E a mulher respondeu: “A serpente enganou-me e eu comi”. 14 Então o Senhor Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e todos os animais selvagens! Rastejarás sobre o ventre e comerás pó todos os dias da tua vida! 15 Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. 20 E Adão chamou à sua mulher “Eva”, porque ela é a mãe de todos os viventes.

Palavra do Senhor.

OU

Primeira Leitura (At 1,12-14) 

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Depois que Jesus subiu ao céu, 12 os apóstolos voltaram para Jerusalém, vindo do monte das Oliveiras, que fica perto de Jerusalém, a mais ou menos um quilômetro. 13 Entraram na cidade e subiram para a sala de cima, onde costumam ficar. Eram Pedro e João, Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão Zelota e Judas, filho de Tiago. 14 Todos eles perseveravam na oração em comum, junto com algumas mulheres, entre as quais Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos de Jesus.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 86(87),1-2.3 e 5.6-7 (R. 3)

– Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor.

– Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor.

– O Senhor ama a cidade que fundou no Monte santo; ama as portas de Sião mais que as casas de Jacó.

– Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor. De Sião, porém, se diz: “Nasceu nela todo homem; Deus é sua segurança”.

– Deus anota no seu livro, onde inscreve os povos todos: “Foi ali que estes nasceram”. Por isso todos juntos a cantar se alegrarão; e, dançando, exclamarão: “Estão em ti as nossas fontes!”.

Evangelho (Jo 19,25-34)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Ó feliz Virgem, que geraste o Senhor; ó santa Mãe da Igreja, que nos alimenta com o Espírito do teu Filho, Jesus Cristo.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 25 perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. 27 Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28 Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: “Tenho sede”. 29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. 31 Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32 Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33 Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34 mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Gn 3,9-15.20)

Leitura do Livro do Gênesis

Depois que Adão comeu do fruto da árvore, 9 o Senhor Deus o chamou, dizendo: “Onde estás?” 10 E ele respondeu: “Ouvi tua voz no jardim, e fiquei com medo porque estava nu; e me escondi”. 11 Disse-lhe o Senhor Deus: “E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore, de cujo fruto te proibi comer?” 12 Adão disse: “A mulher que tu me deste por companheira, foi ela que me deu do fruto da árvore, e eu comi”. 13 Disse o Senhor Deus à mulher: “Por que fizeste isso?” E a mulher respondeu: “A serpente enganou-me e eu comi”. 14 Então o Senhor Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e todos os animais selvagens! Rastejarás sobre o ventre e comerás pó todos os dias da tua vida! 15 Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. 20 E Adão chamou à sua mulher “Eva”, porque ela é a mãe de todos os viventes.

Palavra do Senhor.

Graças a Deus.

Ou:

Leitura dos Atos dos Apóstolos (1,12-14)

Depois que Jesus subiu ao céu, 12 os apóstolos voltaram para Jerusalém, vindo do monte das Oliveiras, que fica perto de Jerusalém, a mais ou menos um quilômetro. 13 Entraram na cidade e subiram para a sala de cima, onde costumam ficar. Eram Pedro e João, Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão Zelota e Judas, filho de Tiago. 14 Todos eles perseveravam na oração em comum, junto com algumas mulheres, entre as quais Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos de Jesus.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

 

Responsório Sl 86(87),1-2.3 e 5.6-7 (R. 3)

– Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor.

– Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor.

– O Senhor ama a cidade que fundou no Monte santo; ama as portas de Sião mais que as casas de Jacó.

– Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor. De Sião, porém, se diz: “Nasceu nela todo homem; Deus é sua segurança”.

– Deus anota no seu livro, onde inscreve os povos todos: “Foi ali que estes nasceram”. Por isso todos juntos a cantar se alegrarão; e, dançando, exclamarão: “Estão em ti as nossas fontes!”.

 

Evangelho (Jo 19,25-34)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Ó feliz Virgem, que geraste o Senhor; ó santa Mãe da Igreja, que nos alimenta com o Espírito do teu Filho, Jesus Cristo.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 25 perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. 27 Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28 Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: “Tenho sede”. 29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. 31 Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32 Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33 Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34 mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Santa Maria Madalena de Pázzi. – 25 de Maio

Santa Maria Madalena de Pazzi, virgem e religiosa carmelita

Santo do Dia – 25 de Maio

Santa Maria Madalena de Pazzi,

Virgem e Religiosa Carmelita · † 1607

Infância

Catarina, nome recebido em seu batismo, nasceu em Florença, na Itália, no dia 2 de abril de 1566.

Desde pequena, o seu amor por Cristo e pela Santíssima Virgem eram visíveis: agarrava-se à sua mãe com extraordinário ardor quando esta voltava para casa após ter comungado, mas se ela não comungara, sua filha não tinha as mesmas expansões.

Antes mesmo que aprendesse a ler, foi favorecida com o dom da oração e, com apenas sete a oito anos, já se confessava com um jesuíta, padre Rossi. Aos dez anos, recebeu a primeira comunhão e, a partir disso, consagrou a Deus a sua virgindade.

Esposa de Cristo

Desde então, considerou-se esposa de Cristo e teve em si um grande desejo de dar-se aos sofrimentos por amor ao seu divino Esposo. Era a própria vida de Jesus na cruz que lhe inspirava, todos os dias, uma nova mortificação.

Com apenas 15 anos, Catarina já era pretendida por muitos devido ao seu nascimento no seio de uma nobre família, à sua beleza e fortuna, mas sobretudo à sua virtude. Seus pais, como também eram muito virtuosos e viam na filha uma vocação muito patente, acolheram o voto que tinha feito de ser religiosa e de nunca ter outro esposo senão o Cristo.

Virgem Carmelita

No ano de 1582, escolheu entrar no carmelo, porque ali as religiosas comungavam todos os dias. Ingressou, então, com pouco mais de 16 anos, no convento de Santa Maria dos Anjos, onde, depois de alguns combates, deixaria o nome de batismo pelo de Madalena. A sua profissão se realizou na festa da Santíssima Trindade, com tal amor para com Deus, que esteve em êxtase por horas.

Viveu experiências místicas impressionantes, onde eram comuns os êxtases durante a penitência, oração e contemplação, originando extraordinárias visões proféticas. Em alguns transportes de amor, corria por toda a casa, com o rosto abrasado, dizendo: “Eu vivo, eu vivo, mas não sou eu que vivo, é Jesus Cristo que vive em mim”.

Enfermidades e Purificação

Muitas foram as mortificações vividas por Santa Maria Madalena de Pazzi, mas a purificação de sua alma aconteceu nas provações e tentações vividas, por cinco anos, quando experimentou a escuridão e a aridez espiritual.

Também suas dores e enfermidades, começadas já no início de sua vida monacal, aumentavam dia após dia, e não se compreendia como um corpo tão fraco podia resistir a tantos males. Suportou tudo sem nenhuma queixa, entregando-se exclusivamente à Paixão de Jesus.

Páscoa

Sofreu com várias enfermidades até que entrou no Céu, com 41 anos, no dia 25 de maio de 1607. Faleceu no convento de Santa Maria dos Anjos, que hoje leva o seu nome.

Beatificada pelo Papa Urbano VIII, no ano de 1626, foi inserida no catálogo dos Santos, em 1669, pelo Papa Clemente IX. Seu lema foi: “Padecer, Senhor, e não morrer!”

Santa Maria Madalena de Pazzi, rogai por nós!

Maria Madalena — O nome Madalena deriva de Míriam (hebraico), significando “amada de Deus” ou “senhora soberana”. Pazzi é o sobrenome de sua nobre família florentina. Catarina foi seu nome de batismo, trocado por Madalena ao professar votos religiosos no Carmelo.

“Meu Senhor e meu Deus, eu quero um amor tão ardente e entregue por Ti como o de Santa Maria Madalena de Pazzi. Ensinai-me a viver todos os processos de enfermidades e provações sempre com a esperança e a paz interior de que, por Teu amor e por Tua presença, tudo vale a pena sofrer. Amém.”

Santa Maria Madalena de Pazzi, rogai por nós!

São Beda Venerável — Presbítero e doutor da Igreja, fervorosamente dedicado à meditação e explicação da Sagrada Escritura.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 25 de maio:

1

Santa Maria Madalena de Pazzi
Virgem e religiosa carmelita. Em Florença, na Toscana, Itália. Beatificada por Urbano VIII em 1626 e canonizada por Clemente IX em 1669. Seu lema: “Padecer, Senhor, e não morrer!”

† 1607

2

São Canião
Bispo e mártir, em Atella, na Campânia, região da Itália.

† s. III/IV

3

São Dionísio
Bispo, na região da Itália. Por causa da fé católica, foi expulso para a Arménia, onde morreu com o glorioso título de mártir.

† c. 361

4

São Zenóbio
Bispo, em Florença, hoje na Toscana, região da Itália.

† s. IV/V

5

São Leão
Abade, na Gália, hoje na França.

† s. VII

6

Santo Aldelmo
Bispo, na Inglaterra, ordenado primeiro bispo de Sherborne, entre os Saxões ocidentais.

† 709

7

São Beda Venerável
Presbítero e doutor da Igreja, na Notúmbria, região da Inglaterra, fervorosamente dedicado à meditação e explicação da Sagrada Escritura.

† 735

8

São Genádio
Na Espanha, conselheiro real, que renunciou à dignidade episcopal e passou o resto da sua vida como monge.

† c. 925

9

São Gregório VII
Papa, que defendeu diligentemente a santidade do sacerdócio e morreu exilado em Salerno, na Campânia, região da Itália.

† 1085

10

Beato Gerardo Mecátti
Hoje na Toscana, região da Itália, que distribuiu os seus bens pelos pobres e, retirando-se para a solidão, se dedicou a acolher os peregrinos e socorrer os enfermos.

† c. 1245

11

São Gério
Hoje nas Marcas, região da Itália, que, depois de ter sido conde de Lunel, abraçou a vida de eremita e morreu durante uma santa peregrinação.

† c. 1270

12

Beato Tiago Filipe Bertóni (André)
Presbítero da Ordem dos Servos de Maria, hoje na Emília-Romanha, Itália.

† 1483

13

São Pedro Doan Van Van
Mártir, no Tonquim, atualmente no Vietnam.

† 1857

14

Santa Madalena Sofia Barat
Virgem, em Paris, na França, que fundou a Sociedade do Sagrado Coração de Jesus.

† 1865

15

São Dionísio Ssebuggwawo
Mártir, em Uganda, que foi degolado pelo próprio rei por ensinar a dois pajens da corte os rudimentos da religião cristã.

† 1886

16

Santos Cristóvão Magallanes e Agostinho Caloca
Presbíteros e mártires, no México, que, confiando firmemente em Cristo Rei, alcançaram a coroa do martírio.

† 1927

17

Beato Nicolau Cehelskyj
Presbítero e mártir, na Moldávia, que venceu com a fortaleza da fé os tormentos do martírio.

† 1951

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Hoje a Igreja comemora a Memória de três grandes santos:

São Beda Venerável, Presbítero e Doutor da Igreja, passou toda a sua vida como servo de Cristo, desde os oito anos de idade, no mosteiro de Jarrow, na Notúmbria, região da Inglaterra, fervorosamente dedicado à meditação e explicação da Sagrada Escritura. Além da observância da disciplina monástica e o exercício quotidiano do canto na igreja, as suas delícias foram sempre aprender, ensinar e escrever.

São Gregório VII, Papa, que antes abraçara a vida monástica com o nome de Hildebrando, foi várias vezes legado dos Papas do seu tempo para a obra da reforma da Igreja; elevado à Cátedra de Pedro, reivindicou com grande autoridade e fortaleza de alma a liberdade da Igreja perante os poderes seculares e defendeu diligentemente a santidade do sacerdócio. Por tudo isso, foi obrigado a abandonar Roma e morreu exilado em Salerno, na Campânia, região da Itália.

Santa Maria Madalena de Pázzi, virgem da Ordem das Carmelitas, que, em Florença, também na Itália, levou uma vida oculta em Cristo, consagrada à oração e abnegação, rezando assiduamente pela reforma da Igreja; recebeu de Deus muitos dons extraordinários e dirigiu sabiamente as suas irmãs no caminho da perfeição.

Santos Beda, Gregório VII e Maria Madalena de Pázzi, rogai por nós!

Oração – Ó Deus concedei-nos sempre a luz da sabedoria, o espírito de fortaleza, a sede de justiça e o amor à virgindade. Amém

Beda é um nome predominantemente feminino, de origem Anglo-saxônico que significa “Oração”.

Com Santa Madalena Sofia Barat, virgem, que fundou a Sociedade do Sagrado Coração de Jesus.

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

10

4. Em Atella, na Campânia, também região da Itália, São Canião, bispo e mártir.(† s. III/IV)

5. Em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, região da Itália, a comemoração de São Dionísio, bispo, que, por causa da fé católica, foi expulso pelo imperador ariano Constâncio para a Arménia, onde morreu com o glorioso título de mártir.(† c. 361)

6. Em Florença, na Etrúria, hoje na Toscana, também região da Itália, São Zenóbio, bispo.(† s. IV/V)

7. No cenóbio de Mentenay, junto a Troyes, na Gália, hoje na França, São Leão, abade.(† s. VII)

8. Na Inglaterra, Santo Aldelmo, bispo, homem célebre pela sua doutrina e seus escritos, que, depois de ter sido abade do mosteiro de Malmesbury, foi ordenado primeiro bispo de Sherborne, entre os Saxões ocidentais.(† 709)

9. Em Peñalba de Santiago, no território de Astorga, na Espanha, São Genádio, que primeiro foi abade e depois bispo desta sede; era conselheiro real, mas, movido pela nostalgia do claustro, renunciou à dignidade episcopal e passou o resto da sua vida como monge e, por vezes, eremita.(† c. 925)

10. Em Villamagna, junto de Florença, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, a comemoração do Beato Gerardo Mecátti, que, seguindo com entusiasmo os passos de São Francisco, distribuiu os seus bens pelos pobres e, retirando-se para a solidão, por amor de Cristo se dedicou a acolher os peregrinos e socorrer os enfermos.(† c. 1245)

11. Em Montesanto, no Piceno, hoje nas Marcas, também região da Itália, o passamento de São Gério, que, depois de ter sido conde de Lunel, abraçou a vida de eremita e morreu durante uma santa peregrinação.(† c. 1270)

12. Em Faenza, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, também na Itália, o Beato Tiago Filipe Bertóni (André), presbítero da Ordem dos Servos de Maria, insigne pelo dom das lágrimas e profunda humildade.(† 1483)

13. No Tonquim, atualmente no Vietnam, São Pedro Doan Van Van, mártir, que sendo catequista e administrador da paróquia de Bau Nó, já octogenário confirmou a constância da sua fé, derramando o seu sangue no tempo do imperador Tu Duc.(† 1857)

14. Em Paris, na França, Santa Madalena Sofia Barat, virgem, que fundou a Sociedade do Sagrado Coração de Jesus e trabalhou muito para a formação cristã das jovens.(† 1865)

15. Em Munyongo, localidade do Uganda, São Dionísio Ssebuggwawo, mártir, que, aos dezesseis anos de idade, afirmando ao rei Mwanga, durante um interrogatório, que ensinara a dois pajens da corte os rudimentos da religião cristã, foi degolado pelo próprio rei.(† 1886)

16. Em Catatlan, no território de Guadalajara, no México, os santos Cristóvão Magallanes e Agostinho Caloca, presbíteros e mártires, que, durante a perseguição mexicana, confiando firmemente em Cristo Rei, alcançaram a coroa do martírio.(† 1927)

17. No campo prisional de Javas, povoação da Moldávia, o Beato Nicolau Cehelskyj, presbítero e mártir, que, sob um regime perseguidor da religião, venceu com a fortaleza da fé os tormentos do martírio.(† 1951)

São Vicente de Lérins, Religioso – 24 de Maio

São Vicente de Lérins, Religioso

Santo do Dia – 24 de Maio

São Vicente de Lérins

São Vicente de Lérins,

Religioso e Doutor da Tradição · † c. 450

O Religioso

São Vicente de Lérins As notícias que temos sobre o religioso Vicente são poucas. Ele viveu no mosteiro de Lérins, onde foi ordenado sacerdote no século V. Tudo indica que ele era um soldado do exército romano e que sua origem seria o norte da França, hoje território da Bélgica.

Alguns registros encontrados em Lérins, escritos por ele mesmo, induzem a crer que seu irmão seria o Bispo de Troyes. E ele decidira abandonar a vida desregrada e combativa do exército para “espantar a banalidade e a soberba de sua vida e para dedicar-se somente a Deus na humildade cristã”. Vicente, então, optou pela vida monástica e nela despontou como teólogo e escritor famoso, grande reformador do mosteiro de Lérins.

Ingressou nesse mosteiro, fundado por santo Honorato, na ilha francesa localizada defronte a Cannes, já em idade avançada. Ali se ordenou sacerdote e foi eleito abade, pela retidão de caráter e austeridade de vida religiosa.

soldado de deus a monge

O jovem Vicente decidira abandonar a vida desregrada e combativa do exército para “espantar a banalidade e a soberba de sua vida e para dedicar-se somente a Deus na humildade cristã”.

Vicente, então, optou pela vida monástica e nela despontou como teólogo e escritor famoso, grande reformador do mosteiro de Lérins, transformando o local num florescente centro de cultura e de espiritualidade, verdadeiro celeiro de Bispos e Santos.

Eleito abade pela retidão de caráter e austeridade, ingressou no mosteiro fundado por Santo Honorato, na ilha francesa localizada defronte a Cannes, já em idade avançada. Ali se ordenou sacerdote.

O Livro de Ouro

Em 434, escreveu sua obra mais famosa, o Commonitorium, também conhecido como “Manual de Advertência aos Hereges”. Mais tarde, São Roberto Belarmino definiu essa obra como “um livro de ouro”, porque estabelece alguns critérios básicos para viver integralmente a mensagem evangélica.

Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras e dotado de uma grande cultura humanística, os seus escritos são notáveis pelo vigor e estilo apurado, e pela clareza e precisão de pensamento. As obras possuem grande relevância contra a doutrina herética, e outros textos cristológicos e trinitários.

Vicente era um grande polemista, respeitado até mesmo por São Jerônimo, futuro doutor da Igreja, seu contemporâneo. Os dois travaram grandes debates através de uma rica correspondência, trazendo luz sobre muitas divergências doutrinais.

Vicente de Lérins teve seu reconhecimento exaltado pelo próprio antagonista, que fez questão de incluí-lo num capítulo da sua famosa obra “Homens Ilustres”.

Morreu no mosteiro no ano 450. A Igreja Católica dedica o dia 24 de maio a São Vicente de Lérins.

Vicente — É originado a partir do nome em latim Vincentius, deriva de vincente, particípio passado do verbo vincere, que significa “vencer”. Como vencer é um verbo de ação, vincente quer dizer literalmente “vencendo” ou “o que está vencendo” e, por extensão, a ele também é atribuído o significado de “Vencedor”.

“Oração – Por intercessão de São Vicente de Lérins, peço-vos aumentai a minha devoção por Vós, Senhor. Amém.”

São Vicente de Lérins, rogai por nós!

Santa Joana — Esposa de Cuza, procurador de Herodes, que, juntamente com outras mulheres, serviam Jesus e os Apóstolos, e no dia da Ressurreição encontrou a pedra do túmulo removida e foi anunciá-lo aos discípulos.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 24 de maio:

1

Comemoração de São Mánaen
Irmão colaço do tetrarca Herodes, que foi doutor e profeta na Igreja de Antioquia, sob a graça do Novo Testamento.

2

São Zoelo
Mártir. Em Listra, na Licaónia, na atual Turquia.

† s. II

3

São Sérvulo
Mártir. Em Trieste, na Ístria, hoje no Friúli-Venézia Giúlia, região da Itália.

† data inc.

4

Santos Donaciano e Rogaciano
Mártires irmãos. Em Nantes, na Gália Lionense, atualmente na França. O primeiro tinha recebido o Batismo; o segundo ainda era catecúmeno. Na hora extrema, Donaciano beijou o irmão e orou a Deus para que ele, que não pudera tingir-se na sagrada fonte batismal, merecesse ser aspergido na corrente do seu sangue.

† c. 304

5

Santos Trinta e Oito Mártires de Filipópolis
Que, segundo a tradição, foram decapitados em Filipópolis, na Trácia, hoje Plovdiv, na atual Bulgária, no tempo de Diocleciano e Maximiniano.

† c. 304

6

São Vicente de Lérins
Presbítero e monge, no mosteiro de Lérins, na Provença, atualmente na França. Muito ilustre pela doutrina cristã e santidade de vida, dedicado ao progresso das almas na fé.

† c. 450

7

São Simeão Estilita o Jovem
Presbítero e anacoreta. No monte Admirável, na Síria. Viveu sobre uma coluna em união com Cristo, compôs vários tratados sobre a vida ascética e foi dotado de grandes dons carismáticos.

† 592

8

Beato Filipe
Da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho. Em Piacenza, na Emília-Romanha, região da Itália. Para mais severamente se mortificar na carne, usava uma couraça de ferro.

† 1306

9

Beato João de Prado
Presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir. Em Marrocos. Foi enviado para a África a fim de prestar auxílio espiritual aos cristãos reduzidos à escravidão; preso, confessou vigorosamente a sua fé em Cristo e sofreu o martírio na fogueira.

† 1631

10

Santos Agostinho Yi Kwang-hon, Águeda Kim A-gi e Companheiros
Mártires. Em Seul, na Coreia. Foram degolados pela sua fé em Cristo. Entre eles: Damião Nam Myong-hyog, catequista; Madalena Kim O-bi, Bárbara Han A-gi, Ana Pak A-gi, Águeda Yi So-sa, Lúcia Pak Hui-sun, Pedro Kwon Tu-gin.

† 1839

11

Beato Luís Zeferino Moreau
Bispo. Em Saint-Hyacinthe, cidade do Canadá. Nas suas múltiplas atividades pastorais, tinha sempre a intenção de sentir-se ardentemente unido com a Igreja.

† 1901

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Tudo indica que ele era um soldado do exército romano

As notícias que temos sobre o religioso Vicente são poucas. Ele viveu no mosteiro de Lérins, onde foi ordenado sacerdote no século V. Os dados sobre sua vida antes desse período também não são muitos. Tudo indica que ele era um soldado do exército romano e que sua origem seria o norte da França, hoje território da Bélgica. Optou pela vida monástica e despontou como teólogo, escritor e grande reformador Alguns registros encontrados em Lérins, escritos por ele mesmo, induzem a crer que seu irmão seria o Bispo de Troyes. E ele decidira abandonar a vida desregrada e combativa do exército para “espantar a banalidade e a soberba de sua vida e para dedicar-se somente a Deus na humildade cristã”. Vicente, então, optou pela vida monástica e nela despontou como teólogo e escritor famoso, grande reformador do mosteiro de Lérins. Eleito abade, pela retidão de caráter e austeridade Ingressou nesse mosteiro, fundado por santo Honorato, na ilha francesa localizada defronte a Cannes, já em idade avançada. Ali se ordenou sacerdote e foi eleito abade, pela retidão de caráter e austeridade de vida religiosa. Escreveu o “Manual de advertência aos hereges” Transformou o local num florescente centro de cultura e de espiritualidade, verdadeiro celeiro de Bispos e Santos. Em 434, escreveu sua obra mais famosa, o “Comnitorium”, também conhecido como “manual de advertência aos hereges”.

São Roberto Belarmino definiu essa obra como “um livro de ouro”

Mais tarde, São Roberto Belarmino definiu essa obra como “um livro de ouro”, porque estabelece alguns critérios básicos para viver integralmente a mensagem evangélica. Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras e dotado de uma grande cultura humanística, os seus escritos são notáveis pelo vigor e estilo apurado, e pela clareza e precisão de pensamento. As obras possuem grande relevância contra a doutrina herética, e outros textos cristológicos e trinitários. Sua obra, em especial a “Advertência aos hereges” teve uma grande difusão e repercussão, atingindo os nossos dias.

Grande polemista, respeitado até mesmo por são Jerônimo

Vicente era um grande polemista, respeitado até mesmo por são Jerônimo, futuro doutor da Igreja, seu contemporâneo. Os dois travaram grandes debates através de uma rica correspondência, trazendo luz sobre muitas divergências doutrinais. Vicente de Lérins teve seu reconhecimento exaltado pelo próprio antagonista, que fez questão de incluí-lo num capítulo da sua famosa obra “Homens ilustres”. Morreu no mosteiro no ano 450. A Igreja católica dedica o dia 24 de maio a São Vicente de Lérins, celebrado na mesma data também no Oriente.

São Vicente de Lérins, rogai por nós!

Oração – Por intercessão de São Vicente de Lérins, peço-vos aumentai a minha devoção por Vós, Senhor. Amém.

Vicente é originado a partir do nome em latim Vincentius, deriva de vincente, particípio passado do verbo vincere, que significa “vencer”. Como vencer é um verbo de ação, vincente quer dizer literalmente “vencendo” ou “o que está vencendo” e, por extensão, a ele também é atribuído o significado de “vencedor”.
Com Santa Joana, esposa de Cuza, procurador de Herodes, que, juntamente com outras mulheres, serviam Jesus e os Apóstolos conforme as suas possibilidades e no dia da Ressurreição do Senhor encontrou a pedra do túmulo removida e foi anunciá-lo aos discípulos. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 24 1. Comemoração de São Mánaen, irmão colaço do tetrarca Herodes, que foi doutor e profeta na Igreja de Antioquia, sob a graça do Novo Testamento. 3. Em Listra, na Licaónia, na atual Turquia, São Zoelo, mártir.(† s. II) 4. Em Trieste, na Ístria, hoje no Friúli-Venézia Giúlia, região da Itália, São Sérvulo, mártir.(† data inc.) 5. Em Nantes, na Gália Lionense, atualmente na França, os santos irmãos Donaciano e Rogaciano, mártires, dos quais, segundo a tradição, o primeiro tinha recebido o Baptismo, enquanto o segundo ainda era catecúmeno; na hora extrema do combate, Donaciano beijou o irmão e orou a Deus para que ele, que não tinha podido tingir-se na sagrada fonte baptismal, merecesse ser aspergido na corrente do seu sangue.(† c. 304) 6. Comemoração dos santos trinta e oito mártires, que, segundo a tradição, foram decapitados em Filipópolis, na Trácia, hoje Plovdiv, na atual Bulgária, no tempo de Diocleciano e Maximiniano.(† c. 304) 7. No mosteiro de Lérins, na Provença, atualmente na França, São Vicente, presbítero e monge, muito ilustre pela doutrina cristã e santidade de vida e diligentemente dedicado ao progresso das almas na fé.(† c. 450) 8. No monte Admirável, na Síria, São Simeão Estilita o Jovem, presbítero e anacoreta, que viveu sobre uma coluna em união com Cristo, compôs vários tratados sobre a vida ascética e foi dotado de grandes dons carismáticos.(† 592) 9. Em Piacenza, na Emília-Romanha, região da Itália, o Beato Filipe, da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, que, para mais severamente se mortificar na carne, usava uma couraça de ferro.(† 1306) 10. Em Marrocos, o Beato João de Prado, presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir, que foi enviado para a África, a fim de prestar auxílio espiritual aos cristãos reduzidos à escravidão nos reinos dos infiéis; mas tendo sido preso, confessou vigorosamente a sua fé em Cristo perante o tirano Molay al-Walid, por ordem do qual sofreu o martírio na fogueira.(† 1631) 11. Em Seul, na Coreia, os santos mártires Agostinho Yi Kwang-hon, em cuja casa se lia a Sagrada Escritura, Águeda Kim A-gi, mãe de família, que recebeu o Batismo no cárcere, e sete companheiros[1], que foram todos degolados pela sua fé em Cristo. [1] São estes os seus nomes: Damião Nam Myong-hyog, catequista; Madalena Kim O-bi, Bárbara Han A-gi, Ana Pak A-gi, Águeda Yi So-sa, Lúcia Pak Hui-sun, Pedro Kwon Tu-gin.(† 1839) 12. Em Saint-Hyacinte, cidade do Canadá, o Beato Luís Zeferino Moreau, bispo, que, nas suas múltiplas atividades pastorais, tinha sempre a intenção de sentir-se ardentemente unido com a Igreja.(† 1901)

Domingo de Pentecostes – Solenidade | Domingo

Domingo de Pentecostes | Solenidade

Cor Litúrgica: Vermelho

Primeira Leitura (At 2,1-11)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

1Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. 3Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. 4Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. 5Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. 6Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. 7Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? 8Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? 9Nós, que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, 10da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; 11judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus em nossa própria língua!”

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 103(104),1ab.24ac.29bc-30.31.34 (R. cf. 30)

– Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai!

– Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai!

– Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras! Encheu-se a terra com as vossas criaturas!

– Se tirais o seu respiro, elas perecem e voltam para o pó de onde vieram. Enviais o vosso espírito e renascem e da terra toda a face renovais.

– Que a glória do Senhor perdure sempre, e alegre-se o Senhor em suas obras! Hoje seja-lhe agradável o meu canto, pois o Senhor é a minha grande alegria!

Segunda Leitura (1Cor 12,3b-7.12-13)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:

Irmãos: 3bNinguém pode dizer: Jesus é o Senhor, a não ser no Espírito Santo. 4Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. 5Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. 6Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. 7A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum. 12Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo. 13De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Evangelho (Jo 20.19-23)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vinde, Espírito Divino, e enchei com vossos dons os corações dos fiéis; e acendei neles o amor como um fogo abrasador!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

– Glória a vós, Senhor.

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (At 2,1-11)

Leitura dos Atos dos Apóstolos

Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? Nós que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, 10 da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; 11 judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua!”

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

 

Responsório Sl 103(104),1ab.24ac.29bc-30.31.34 (R. cf. 30)

— Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.

— Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

— Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras! Encheu-se a terra com as vossas criaturas!

— Se tirais o seu respiro, elas perecem e voltam para o pó de onde vieram. Enviais o vosso espírito e renascem e da terra toda a face renovais.

— Que a glória do Senhor perdure sempre, e alegre-se o Senhor em suas obras! Hoje lhe seja agradável o meu canto, pois o Senhor é a minha grande alegria!

 

Evangelho (Jo 20,19-23)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Vinde, Espírito Divino, e enchei com vossos dons os corações dos fiéis, e acendei neles o amor, como um fogo abrasador!

— Proclmação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

19 Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20 Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21 Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22 E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23 A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”. 

 

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

 

São João Batista de Rossi, Presbítero – 23 de Maio

São João Batista de Rossi, Presbítero

Santo do Dia – 23 de Maio

São João Batista de Rossi,

Presbítero e Apóstolo dos Pobres · † 1764

O Sacerdote

São João Batista de Rossi Nasceu no dia 22 de fevereiro de 1698, em Voltagio, na província de Gênova, Itália.

Aos dez anos, foi trabalhar para uma família muito rica em Gênova como pajem, para poder estudar e manter-se. Três anos depois, transferiu-se, definitivamente, para Roma, morando na casa de um primo que já era sacerdote e estudando no Colégio Romano dos jesuítas. Lá se doutorou em filosofia, convivendo com os melhores e mais preparados clérigos de sua geração. Depois, os cursos de teologia ele concluiu com os dominicanos de Minerva.

A todo esse esforço intelectual João Batista acrescentava uma excessiva carga de atividade evangelizadora, mesmo antes de ser ordenado sacerdote, junto aos jovens e às pessoas abandonadas e pobres. Com isso, teve um esgotamento físico e psicológico tão intenso que desencadearam ataques epiléticos e uma grave doença nos olhos.

Reformadora e Diplomata

Já adulta e atuante, começou por ditar cartas ao povo, orientando suas atitudes, convocando para a caridade, o entendimento e a paz. Foi então que enfrentou a primeira dificuldade que muitos achariam impossível de ser vencida: o cisma católico. Dois Papas disputavam o trono de Pedro, dividindo a Igreja e fazendo sofrer a população católica em todo o mundo. Ela viajou por toda a Itália e outros países, ditou cartas a reis, príncipes e governantes católicos, cardeais e bispos. – Conseguiu que o papa legítimo, Urbano VI, retomasse sua posição e voltasse para Roma. Fazia setenta anos que o papado estava em Avignon e não em Roma, e a Cúria sofria influências francesas. Outra dificuldade, intransponível para muitos, que enfrentou serenamente e com firmeza, foi a peste, que matou pelo menos um terço da população europeia. Ela tanto lutou pelos doentes, tantos curou com as próprias mãos e orações, que converteu mais algumas centenas de pagãos. Em meio a tudo isso, deixou obras literárias ditadas e editadas de alto valor histórico, místico e religioso, como o livro “Diálogo sobre a Divina Providência”, lido, estudado e respeitado até hoje.

A Morte

Catarina de Siena morreu no dia 29 de abril de 1380, após sofrer um derrame aos trinta e três anos de idade. Sua cabeça está em Sena, onde se mantém sua casa, e seu corpo está em Roma, na Igreja de Santa Maria Sopra Minerva. Foi declarada “doutora da Igreja” pelo papa Paulo VI em 1970. Santa Catarina de Siena, rogai por nós! Catarina — Nome de origem grega, Aikaterine, cujo significado mais aceito é “pura” ou “imaculada”. Também relacionado ao grego katharos, “puro, límpido”. Siena refere-se à cidade italiana onde nasceu e viveu.

“Oração — Santa Catarina de Sena, intrépida reformadora dos frades e das monjas da Ordem de São Domingos, ajudai-nos a amar com coragem, de maneira intensa e sincera, Cristo e a Igreja com o coração grande e apaixonado. Amém.”

Santa Catarina de Siena, rogai por nós!

São Tíquico — Discípulo do apóstolo São Paulo, a quem o Apóstolo nas epístolas chama irmão caríssimo, ministro fiel e seu companheiro no serviço do Senhor.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 29 de abril:

1
Santa Catarina de Siena Virgem e Doutora da Igreja. Tomou o hábito das Irmãs da Penitência de São Domingos; trabalhou pela paz, pelo regresso do Pontífice Romano à Roma e pelo restabelecimento da unidade da Igreja; escreveu excelentes obras de doutrina espiritual.
† 1380
2
São Tíquico Discípulo do apóstolo São Paulo, a quem o Apóstolo nas epístolas chama irmão caríssimo, ministro fiel e seu companheiro no serviço do Senhor.
† data inc.
3
São Torpes Mártir. Em Pisa, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália.
† data inc.
4
São Severo Bispo. Em Nápoles, na Campânia, também região da Itália, amado por Santo Ambrósio como irmão e pela sua Igreja como pai.
† c. 409
5
Santo Hugo Abade. Em Cluny, na Borgonha, na atual França. Durante sessenta e um anos governou santamente o mosteiro, sempre dedicado à esmola e à oração, guardião da disciplina monástica e promotor zeloso da santa Igreja.
† 1109

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Convivendo com os melhores e mais preparados clérigos de sua geração

Nasceu no dia 22 de fevereiro de 1698, em Voltagio, na província de Gênova, Itália. Aos dez anos, foi trabalhar para uma família muito rica em Gênova como pajem, para poder estudar e manter-se. Três anos depois, transferiu-se, definitivamente, para Roma, morando na casa de um primo que já era sacerdote e estudando no Colégio Romano dos jesuítas. Lá se doutorou em filosofia, convivendo com os melhores e mais preparados de sua geração de clérigos. Depois, os cursos de teologia ele concluiu com os dominicanos de Minerva. O excesso de trabalho abalou sua saúde A todo esse esforço intelectual João Batista acrescentava uma excessiva carga de atividade evangelizadora, mesmo antes de ser ordenado sacerdote, junto aos jovens e às pessoas abandonadas e pobres. Com isso, teve um esgotamento físico e psicológico tão intenso que desencadearam os ataques epiléticos e uma grave doença nos olhos.

Contudo ele nunca deixou de praticar a penitência

Nunca mais se recuperou e teve de conviver com essa situação o resto da vida. Contudo ele nunca deixou de praticar a penitência, concentrada na pouca alimentação, minando ainda mais seu frágil organismo.

Fundou a Pia União de Sacerdotes Seculares

Recebeu a unção sacerdotal em 1721. Nessa ocasião, devido à experiência adquirida na direção dos grupos de estudantes, decidiu fundar a Pia União de Sacerdotes Seculares, que dirigiu durante alguns anos. Por lá, até o final de 1935, passaram ilustres personalidades do clero romano, alguns mais tarde a Igreja canonizou e outros foram eleitos para dirigi-la.

Fundou Casas de assistência para moços e moças carentes

Entretanto João Batista queria uma obra mais completa, por isso fundou e também dirigiu a Casa de Santa Gala, para rapazes carentes, e a Casa de São Luiz Gonzaga, para moças carentes. Aliás, esse era seu santo preferido e exemplo que seguia no seu apostolado. Tinha o dom do conselho e atraia muita gente O seu rebanho eram os mais pobres, doentes, encarcerados e pecadores. Tinha o dom do conselho, era atencioso e paciente com todos os fiéis, que formavam filas para se confessarem com ele. O tom de consolação, exortação e orientação com que tratava seus penitentes atraía cristãos de toda a cidade e de outras vizinhanças.

Incansável, dirigia tudo com doçura e firmeza

João Batista era incansável, dirigia tudo com doçura e firmeza, e onde houvesse necessidade de algum socorro ali estava ele levando seu fervor e força espiritual. Quando seu primo cônego morreu, ele foi eleito para sucedê-lo em Santa Maria, em Cosmedin, Roma. Mas acabou sendo dispensado da obrigação do coro para poder dedicar-se com maior autonomia aos seus compromissos apostólicos. Aos sessenta e seis anos de idade, a doença finalmente o venceu e ele morreu no dia 23 de maio de 1764, tão pobre que seu enterro foi custeado pela caridade dos devotos. Foi canonizado pelo Papa Leão XIII em 1881, que marcou sua celebração para o dia de sua morte.

São João Batista de Rossi, rogai por nós!

Oração – Senhor, pela intercessão de São João Batista de Rossi, Vos peço o dom da Fortaleza para que eu possa enfrentar, com Mansidão, as dificuldades diárias.

Com São Guiberto, monge, que, abandonando a carreira militar e abraçando a vida monástica. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 23 1. Em Cartago, na atual Tunísia, os santos Lúcio, Montano, Julião, Vitorico, Vítor e Donaciano, mártires, que, no tempo do imperador Valeriano, por confessarem a religião e a fé que aprenderam de São Cipriano, consumaram o martírio.(† c. 259) 2. Comemoração dos santos mártires da Capadócia, hoje na Turquia, que, durante a perseguição do imperador Maximiano, morreram ao serem-lhes quebradas as pernas.(† 303) 3. Comemoração dos santos mártires da Mesopotâmia, que, no mesmo tempo, suspensos com os pés para cima e a cabeça para baixo, foram sufocados pelo fumo e queimados a fogo lento.(† 303) 4. Em Nápoles, na Campânia, região da Itália, Santo Efebo, bispo, que governou santissimamente e serviu fielmente o povo de Deus.(† s. IV) 5. Em Langres, na Gália Lionense, na atual França, a paixão de São Desidério, bispo, que, segundo a tradição, ao ver como o seu povo era oprimido pelos Vândalos, foi ao encontro do rei vândalo para suplicar pelo povo; mas, por ordem do rei foi imediatamente degolado, oferecendo-se assim voluntariamente pelo rebanho que lhe estava confiado.(† c. 355) 6. No território de Nórcia, na Úmbria, região da Itália, Santo Eutíquio, abade, que, segundo narra o papa São Gregório Magno, praticou vida solitária juntamente com São Florêncio, conduziu muitos a Deus com a sua exortação e depois governou santamente o mosteiro próximo.(† c. 487) 7. Também em Nórcia, Santo Esperança ou Exuperâncio, abade, que durante quarenta anos suportou a cegueira com admirável paciência.(† c. 517) 8. Em Subiaco, no Lácio, Itália, a comemoração de Santo Honorato, abade, que presidiu ao cenóbio onde antes vivera São Bento.(† s. VI f.) 9. Em Nice, na Provença, região da atual França, São Siágrio, bispo, que edificou um mosteiro junto do túmulo de São Pôncio.(† 787) 10. Em Sínada, na Frígia, hoje Cifitkasaba, na Turquia, São Miguel, bispo, homem pacífico, que promoveu a paz e a concórdia entre os Gregos e os Latinos; mas, exilado por causa do culto das sagradas imagens, morreu longe da sua pátria.(† 826) 11. Em Gembloux, no território de Liège, na Lotaríngia, hoje na Bélgica, o sepultamento de São Guiberto, monge, que, abandonando a carreira militar e abraçando a vida monástica, construiu um mosteiro nas terras da sua herança, seguindo ele a vida monástica em Gorze, na Lotaríngia.(† 962) 13. Em Witowo, na Polônia, os beatos José Kurzawa e Vicente Matuszewski, presbíteros e mártires, que, durante a ocupação da sua pátria por uma potência estrangeira, foram mortos pelos inimigos da Igreja.(† 1940)

7ª Semana da Páscoa | Sábado

7ª Semana da Páscoa | Sábado

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (At 28,16-20.30-31)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

16 Quando entramos em Roma, Paulo recebeu permissão para morar em casa particular, com um soldado que o vigiava. 17 Três dias depois, Paulo convocou os líderes dos judeus. Quando estavam reunidos, falou-lhes: “Irmãos, eu não fiz nada contra o nosso povo, nem contra as tradições de nossos antepassados. No entanto, vim de Jerusalém como prisioneiro e, assim, fui entregue às mãos dos romanos. 18 Interrogado por eles no tribunal e não havendo nada em mim que merecesse a morte, eles queriam me soltar. 19 Mas os judeus se opuseram e eu fui obrigado a apelar para César, sem nenhuma intenção de acusar minha nação. 20 É, por isso, que eu pedi para ver-vos e falar-vos, pois estou carregando estas algemas exatamente por causa da esperança de Israel”. 30 Paulo morou dois anos numa casa alugada. Ele recebia todos os que o procuravam, 31 pregando o Reino de Deus. Com toda a coragem e sem obstáculos, ele ensinava as coisas que se referiam ao Senhor Jesus Cristo.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 10(11),4.5 e 7 (R. cf. 7b)

– Ó Senhor, quem tem reto coração há de ver a vossa face.

– Ó Senhor, quem tem reto coração há de ver a vossa face.

– Deus está no templo santo, e no céu tem o seu trono; volta os olhos para o mundo, seu olhar penetra os homens.

– Examina o justo e o ímpio, e detesta o que ama o mal. Porque justo é nosso Deus, o Senhor ama a justiça. Quem tem reto coração há de ver a sua face.

Evangelho (Jo 21,20-25)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Eu hei de enviar-vos o Espírito da verdade; ele vos conduzirá a toda a verdade.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 20 Pedro virou-se e viu atrás de si aquele outro discípulo que Jesus amava, o mesmo que se reclinara sobre o peito de Jesus durante a ceia e lhe perguntara: “Senhor, quem é que te vai entregar?” 21 Quando Pedro viu aquele discípulo, perguntou a Jesus: “Senhor, o que vai ser deste?” 22 Jesus respondeu: “Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, o que te importa isso? Tu, segue-me!” 23 Então, correu entre os discípulos a notícia de que aquele discípulo não morreria. Jesus não disse que ele não morreria, mas apenas: “Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?” 24 Este é o discípulo que dá testemunho dessas coisas e que as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro. 25 Jesus fez ainda muitas outras coisas, mas, se fossem escritas todas, penso que não caberiam no mundo os livros que deveriam ser escritos.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (At 28,16-20.30-31)

Leitura dos Atos dos Apóstolos

16 Quando entramos em Roma, Paulo recebeu permissão para morar em casa particular, com um soldado que o vigiava. 17 Três dias depois, Paulo convocou os líderes dos judeus. Quando estavam reunidos, falou-lhes: “Irmãos, eu não fiz nada contra o nosso povo, nem contra as tradições de nossos antepassados. No entanto, vim de Jerusalém como prisioneiro e, assim, fui entregue às mãos dos romanos. 18 Interrogado por eles no tribunal e não havendo nada em mim que merecesse a morte, eles queriam me soltar. 19 Mas os judeus se opuseram e eu fui obrigado a apelar para César, sem nenhuma intenção de acusar minha nação. 20 É, por isso, que eu pedi para ver-vos e falar-vos, pois estou carregando estas algemas exatamente por causa da esperança de Israel”. 30 Paulo morou dois anos numa casa alugada. Ele recebia todos os que o procuravam, 31 pregando o Reino de Deus. Com toda a coragem e sem obstáculos, ele ensinava as coisas que se referiam ao Senhor Jesus Cristo.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

 

Responsório Sl 10(11),4.5 e 7 (R. cf. 7b)

– Ó Senhor, quem tem reto coração há de ver a vossa face.

– Ó Senhor, quem tem reto coração há de ver a vossa face.

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Deus está no templo santo, e no céu tem o seu trono; volta os olhos para o mundo, seu olhar penetra os homens.

– Examina o justo e o ímpio, e detesta o que ama o mal. Porque justo é nosso Deus, o Senhor ama a justiça. Quem tem reto coração há de ver a sua face. 

 

Evangelho (Jo 21,20-25)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Eu hei de enviar-vos o Espírito da verdade; ele vos conduzirá a toda a verdade.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 20 Pedro virou-se e viu atrás de si aquele outro discípulo que Jesus amava, o mesmo que se reclinara sobre o peito de Jesus durante a ceia e lhe perguntara: “Senhor, quem é que te vai entregar?” 21 Quando Pedro viu aquele discípulo, perguntou a Jesus: “Senhor, o que vai ser deste?” 22 Jesus respondeu: “Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, o que te importa isso? Tu, segue-me!” 23 Então, correu entre os discípulos a notícia de que aquele discípulo não morreria. Jesus não disse que ele não morreria, mas apenas: “Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?” 24 Este é o discípulo que dá testemunho dessas coisas e que as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro. 25 Jesus fez ainda muitas outras coisas, mas, se fossem escritas todas, penso que não caberiam no mundo os livros que deveriam ser escritos.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

 

Chama consoladora e restauradora!

Chama consoladora e restauradora

A Festa de Pentecostes e a ação do Espírito Santo

Vitral Espírito Santo

A Festa de Pentecostes recorda-nos o magno episódio da Igreja nascente, quando, reunidos os Apóstolos e a Santíssima Virgem no Cenáculo, de repente veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados.

Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo (At 2, 2-4).

A importância dessa Festa, própria aos nossos pedidos de renovação espiritual e santidade, imbuídos de inteira confiança na infinita misericórdia do Paráclito, era assim comentada por Dr. Plínio:

Vitral Espírito Santo

A transformação operada pelo Espírito Santo nas almas dos Apóstolos

“Depois de sua dolorosa Paixão e Morte, Nosso Senhor ressuscitou e subiu aos Céus. Embora os Apóstolos tenham acompanhado de perto esses acontecimentos, sua fidelidade ainda precária não significava uma regeneração. Houve, da parte deles, atos de Fé bem expressos, reconhecendo e dando testemunho da ressurreição de Jesus, mas não se tem a impressão de que tenham mudado substancialmente.

“Após a Ascensão, eles se reúnem com Nossa Senhora no Cenáculo e passam os dias em oração. Em determinado momento, desce sobre eles o Espírito Santo, em forma de línguas de fogo, e dá-se então a mudança completa: os discípulos se transformam em luzeiros de ouro.

“Cada um deles, por assim dizer dotado de nova alma, feita de fervor, de vontade de realização, de sacrifício e de carismas extraordinários, converte-se em coluna viva da Igreja de Deus. No passo seguinte, eles se disseminam pela Terra e levam, às mais diversas regiões do mundo, a glória e o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

“Para nós, o que quer isto dizer?

“Significa que devemos sempre contar com graças muito especiais do Espírito Santo, sobretudo quando estivermos entravados, estagnados e descontentes na vida espiritual.

“Peçamos a Ele, a rogos de Nossa Senhora, constantemente, que desça sobre nós com uma abundância de dons, de maneira tal que nos transforme por completo."

Vitral Espírito Santo 2

Enviai, Senhor, o Vosso Espírito!

“Dessa necessidade vem a linda prece a Ele dirigida: ‘Emitte Spiritum tuum, et creabuntur, et renovabis faciem terrae — Mandai, ó Senhor, vosso Espírito, e todas as coisas serão criadas, e renovareis a face da Terra’.

“Ou seja, antes de tudo, a face dessa nossa “terra” interior, da nossa própria alma, pode ser renovada de um instante para outro, por uma graça do Espírito Santo. Igualmente por uma particular intervenção d’Ele, há de ser regenerada a face do mundo, através do apostolado de autênticos católicos, inspirados pela Sabedoria divina, cheios de força e valor para enfrentar os inimigos da fé, assim como para atrair e fazer o bem a todos que devam pertencer à Santa Igreja.

“Compreende-se que tais graças nos sejam concedidas com maior abundância por ocasião da Festa de Pentecostes e que, portanto, importa-nos rogá-las e esperar que as recebamos nessa data. Sem nos esquecermos de fazê-lo por intermédio de Nossa Senhora, Esposa do Divino Espírito Santo e medianeira onipotente junto a Ele.

“Que o Espírito Paráclito desça e paire sobre nós, cumulando-nos dos dons celestiais que tanto desejamos. Amém.”

Vitral Espírito Santo 2

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Fonte: fatima.org.br

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Santa Rita de Cássia, Religiosa – 22 de Maio

Santa Rita de Cássia, Religiosa

Santo do Dia – 22 de Maio

Santa Rita de Cássia,

Religiosa · † a. 1457

A Infância e a Vocação

Santa Rita de Cássia Nasceu no ano de 1381, na província de Úmbria, Itália, exatamente na cidade de Cássia.

Ainda na infância, manifestou sua vocação religiosa. Diferenciando-se das outras crianças, ao invés de brincar e aprontar as peraltices da idade, preferia ficar isolada em seu quarto, rezando. Sua piedade singular era sinal de um chamado que a acompanharia por toda a vida.

Para atender aos desejos de seus pais já idosos, Rita casou-se com um homem de nome Paulo Ferdinando, que, a princípio, parecia ser bom e responsável. Mas, com o passar do tempo, mostrou um caráter rude, tornando-se violento e agressivo. A tudo ela suportava com paciência e oração, certa de que a penitência e a abnegação conseguiriam convertê-lo aos preceitos de amor a Cristo. Um dia, Paulo, finalmente, se converteu sinceramente, tornando-se bom marido e pai. Entretanto, suas atitudes passadas deixaram um rastro de inimizades, que culminaram com seu assassinato, trazendo grande dor e sofrimento ao coração de Rita.

A Monja Agostiniana

Com a morte do marido, Rita dedicou-se aos dois filhos ainda pequenos. Na adolescência, porém, eles descobriram a verdadeira causa da morte do pai e resolveram vingá-lo quando adultos. Rita tentou, em vão, impedir essa vingança. Desse modo, pediu a interferência de Deus para tirar tal ideia da cabeça dos filhos e que, se isso não fosse possível, os levasse para junto de si. Assim foi: em menos de um ano, os dois filhos de Rita morreram, sem concretizar a vingança. Rita ficou sozinha no mundo e decidiu dar um novo rumo à sua vida. Determinada, resolveu seguir a vocação revelada ainda na infância: tornar-se monja agostiniana. As duas primeiras investidas para ingressar na Ordem foram malsucedidas. Segundo a tradição, ela pediu de forma tão fervorosa a intervenção da graça divina que os seus santos de devoção — Agostinho, João Batista e Nicolau — apareceram e a conduziram para dentro dos portões do convento das monjas agostinianas. A partir desse milagre ela foi aceita. Ela se entregou, completamente, a uma vida de orações e penitências, com humildade e obediência total às regras agostinianas.

O Estigma e a Morte

Sua fé era tão intensa que na sua testa apareceu um espinho da coroa de Cristo, estigma que a acompanhou durante quatorze anos, mantido até o fim da vida em silencioso sofrimento dedicado à salvação da humanidade. Rita morreu em 1457, aos setenta e seis anos, em Cássia. Sua fama de santidade atravessou os muros do convento e muitos milagres foram atribuídos à sua intercessão. Sua canonização foi assinada pelo Papa Leão XIII em 1900. A vida de Santa Rita de Cássia foi uma das mais sofridas na história da Igreja Católica; por esse motivo os fiéis a consideram a “santa das causas impossíveis”. O seu culto é celebrado em todo o mundo cristão, sendo festejada no dia 22 de maio, tanto na Igreja do Ocidente como na do Oriente. Santa Rita de Cássia, rogai por nós! Rita — Significa “pérola”, “criatura de luz”, “iluminada”. Rita é o diminutivo do nome italiano Margherita, que deu origem à Margarida, a partir do grego Margarítes, do latim Margarita, que quer dizer literalmente “pérola”.

“Apresentada por Vós a minha oração, o meu pedido, por Vós que sois tão amada por Deus, certamente será atendido. Dizei a Nosso Senhor que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar na Terra e no Céu a Divina Misericórdia. Amém.”

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

Beato João Batista Machado — Presbítero e mártir no Japão, que, por exercer o ministério clandestinamente, foi decapitado em ódio à fé cristã com Pedro da Assunção.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 22 de maio:

1
Santa Rita de Cássia Religiosa. Em Cássia, na Úmbria, Itália. Casada com esposo violento, suportou pacientemente sua crueldade e o reconciliou com Deus; depois de perder o esposo e os filhos, ingressou no mosteiro agostiniano, dando exemplo sublime de paciência e compunção.
† a. 1457
2
Santos Casto e Emílio Mártires. Na África Setentrional. Como escreve São Cipriano, vencidos no primeiro embate dos inimigos da fé, foram fortalecidos pelo Senhor e consumaram sua paixão queimados pelo fogo.
† 203
3
São Basilisco Bispo e mártir. Em Comana, no Ponto, hoje Gumenek, na Turquia.
† s. IV
4
Santa Júlia Virgem e mártir. Na ilha da Córsega, região da França.
† data inc.
5
Santa Quitéria Virgem. Em Aire-sur-l’Adour, na Aquitânia, hoje na França.
† data inc.
6
Santo Ausônio Considerado o primeiro bispo de Angoulême, na Aquitânia, hoje na França.
† s. IV/V
7
São Lopo Bispo de Limoges, na Aquitânia, que aprovou a fundação do mosteiro de Solignac.
† 637
8
São João Abade em Parma, na Emília-Romanha, Itália. Seguindo os conselhos de São Maiolo de Cluny, contribuiu para promover a observância religiosa no seu mosteiro.
† s. X
9
Santo Atão Bispo de Pistóia, na Toscana, Itália. Depois de ter sido abade da Ordem de Valumbrosa, foi eleito para a sede episcopal de Pistoia.
† c. 1153
10
Beata Humildade (Rosana) Em Florença, na Toscana, Itália. Viveu reclusa doze anos e depois, a pedido do bispo, edificou um mosteiro associado à Ordem de Valumbrosa, do qual foi abadessa.
† 1310
11
Beato João Forest Presbítero franciscano e mártir. Em Londres, Inglaterra. No reinado de Henrique VIII, por defender a unidade católica, foi queimado vivo na praça de Smithfield.
† 1538
12
Beatos Pedro da Assunção e João Batista Machado Presbíteros e mártires. Em Kori, Japão. Por exercerem o ministério clandestinamente, foram decapitados em ódio à fé cristã.
† 1617
13
Beato Matias de Arima Mártir. Em Omura, Japão. Catequista que, por não querer denunciar um missionário, foi torturado até a morte.
† 1620
14
São Miguel Ho Dinh Hy Mártir. No Anam, atual Vietnã. Mandarim, membro da casa imperial e catequista, denunciado por ser cristão, foi atrozmente torturado e finalmente decapitado.
† 1857
15
São Domingos Ngon Mártir. Em An-Xá, Tonquim, atual Vietnã. Pai de família e agricultor, ajoelhou-se e adorou a cruz que os soldados lhe ordenaram calcar; professando intrepidamente a fé, foi degolado.
† 1862
16
Beata Maria Domingas Brun Barbantíni Religiosa. Em Lucca, na Toscana, Itália. Fundou a Congregação das Irmãs Ministras dos Enfermos de São Camilo.
† 1868

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Já na infância, manifestou sua vocação religiosa

Nasceu no ano de 1381, na província de Úmbria, Itália, exatamente na cidade de Cássia. Ainda na infância, manifestou sua vocação religiosa. Diferenciando-se das outras crianças, ao invés de brincar e aprontar as peraltices da idade, preferia ficar isolada em seu quarto, rezando. Casou-se com um homem  que parecia bom Para atender aos desejos de seus pais já idosos, Rita casou-se com um homem de nome Paulo Ferdinando, que, a princípio, parecia ser bom e responsável. Mas, com o passar do tempo, mostrou um caráter rude, tornando-se violento e agressivo. A tudo ela suportava com paciência e oração. Tinha certeza de que a penitência e a abnegação conseguiriam convertê-lo aos preceitos de amor a Cristo. Um dia, Paulo, finalmente, se converteu sinceramente, tornando-se bom marido e pai. Entretanto suas atitudes passadas deixaram um rastro de inimizades, que culminaram com seu assassinato, trazendo grande dor e sofrimento ao coração de Rita.

Com a morte do marido, dedicou-se, então, aos dois filhos ainda pequenos

Dedicou-se, então, aos dois filhos ainda pequenos, que na adolescência descobriram a verdadeira causa da morte do pai e resolveram vingá-lo, quando adultos. Rita tentou, em vão, impedir essa vingança. Desse modo, pediu a interferência de Deus para tirar tal ideia da cabeça dos filhos e que, se isso não fosse possível, os levasse para junto dele. Assim foi. Em menos de um ano, os dois filhos de Rita morreram, sem concretizar a vingança.

Com a morte dos filhos tornou-se agostiniana

Rita ficou sozinha no mundo e decidiu dar um novo rumo à sua vida. Determinada, resolveu seguir a vocação revelada ainda na infância: tornar-se monja agostiniana. As duas primeiras investidas para ingressar na Ordem foram malsucedidas. Segundo a tradição, ela pediu de forma tão fervorosa a intervenção da graça divina que os seus santos de devoção, Agostinho, João Batista e Nicolau, apareceram e a conduziram para dentro dos portões do convento das monjas agostinianas. A partir desse milagre ela foi aceita. Sua fé era tão intensa que na sua testa apareceu um espinho da coroa de Cristo Ela se entregou, completamente, a uma vida de orações e penitências, com humildade e obediência total às regras agostinianas. Sua fé era tão intensa que na sua testa apareceu um espinho da coroa de Cristo, estigma que a acompanhou durante quatorze anos, mantido até o fim da vida em silencioso sofrimento dedicado à salvação da humanidade.

Sua fama de santidade atravessou os muros do convento

Rita morreu em 1457, aos setenta e seis anos, em Cássia. Sua fama de santidade atravessou os muros do convento e muitos milagres foram atribuídos à sua intercessão. Sua canonização foi assinada pelo papa Leão XIII em 1900. A vida de santa Rita de Cássia foi uma das mais sofridas na história da Igreja católica, por esse motivo os fiéis a consideram a “santa das causas impossíveis”. O seu culto é celebrado em todo o mundo cristão, sendo festejada no dia 22 de maio, tanto na Igreja do Ocidente como na do Oriente.

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

Oração – Apresentada por Vós a minha oração, o meu pedido, por Vós que sois tão amada por Deus, certamente será atendido. Dizei a Nosso Senhor que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar na Terra e no Céu a Divina Misericórdia. Amém.

Rita: Significa “pérola”, “criatura de luz”, “iluminada”. Rita é o diminutivo do nome italiano Margherita, que deu origem à Margarida, a partir do grego margarítes, do latim Margarita, que quer dizer literalmente “pérola”.
Com Beato João Batista Machado, presbítero e mártir, no Japão, que, por exercer o ministério clandestinamente, foi decapitado em ódio à fé cristã com Pedro da Assunção. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 22 Santa Rita de Cássia, religiosa, que, casada com um esposo violento, suportou pacientemente a sua crueldade e o reconciliou com Deus; depois de ter perdido o esposo e os filhos, ingressou no mosteiro de Santo Agostinho em Cássia, na Úmbria, dando a todos exemplo sublime de paciência e compunção.(† a. 1457) 2. Na África Setentrional, os santos Casto e Emílio, mártires, que consumaram a sua paixão queimados pelo fogo. Como escreve São Cipriano, a estes santos, vencidos no primeiro embate dos inimigos da fé, o Senhor tornou-os vencedores no segundo combate, de modo que, se antes cederam perante o fogo, finalmente foram mais fortes que o fogo.(† 203) 3. Em Comana, no Ponto, hoje Gumenek, na Turquia, São Basilisco, bispo e mártir.(† s. IV) 4. Na ilha da Córsega, região da França, a comemoração de Santa Júlia, virgem e mártir.(† data inc) 5. Em Aire-sur-l’Adour, na Aquitânia, hoje na França, Santa Quitéria, virgem.(† data inc) 6. Em Angoulême, também na Aquitânia, Santo Ausônio, considerado o primeiro bispo desta cidade.(† s. IV/V) 7. Em Limoges, na mesma região da Aquitânia, São Lopo, bispo, que aprovou a fundação do mosteiro de Solignac.(† 637) 8. Em Parma, na Emília-Romanha, região da Itália, São João, abade, que, seguindo os conselhos de São Maiolo de Cluny, contribuiu com muitas orientações para promover a observância religiosa no seu mosteiro.(† s. X) 9. Em Pistóia, na Etrúria, hoje na Toscana, também região da Itália, Santo Atão, bispo, que, depois de ter sido abade da Ordem de Valumbrosa, foi eleito para a sede episcopal de Pistoia.(† c. 1153) 10. Em Florença, também na Etrúria, hoje na Toscana, a Beata Humildade (Rosana), que, com a anuência do esposo, viveu reclusa durante doze anos, e depois, a pedido do bispo, edificou um mosteiro, do qual foi abadessa e que associou à Ordem de Valumbrosa.(† 1310) 11. Em Londres, na Inglaterra, o Beato João Forest, presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir, que, no reinado de Henrique VIII, por defender a unidade católica, sofreu o martírio na praça de Smithfield, onde foi queimado vivo juntamente com as imagens sagradas de madeira.(† 1538) 12. Em Kori, cidade do Japão, os beatos Pedro da Assunção, da Ordem dos Frades Menores, e João Baptista Machado, da Companhia de Jesus, presbíteros e mártires, que, por exercerem o ministério clandestinamente, foram decapitados em ódio à fé cristã.(† 1617) 13. Em Omura, Japão, o Beato Matias de Arima, mártir, era catequista e, por não querer denunciar um missionário, foi torturado até a morte.(† 1620) 14. No Aname, no atual Vietnam, São Miguel Ho Dinh Hy, mártir, um mandarim, membro da casa imperial e catequista, que, denunciado por ser cristão, foi atrozmente torturado e finalmente decapitado.(† 1857) 15. Em An-Xá, cidade do Tonquim, também no atual Vietnam, São Domingos Ngon, mártir, pai de família e agricultor, que se ajoelhou e adorou a cruz que os soldados lhe tinham ordenado calcar e, tendo professado intrepidamente diante do juiz a sua fé cristã, imediatamente foi degolado.(† 1862) 16. Em Lucca, na Toscana, região da Itália, a Beata Maria Domingas Brun Barbantíni, religiosa, que fundou a Congregação das Irmãs Ministras dos Enfermos de São Camilo.(† 1868)

7ª Semana da Páscoa | Sexta-feira

7ª Semana da Páscoa | Sexta-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (At 25,13b-21)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, 13b o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesareia e foram cumprimentar Festo. 14 Como ficassem alguns dias aí, Festo expôs ao rei o caso de Paulo, dizendo: “Está aqui um homem que Félix deixou como prisioneiro. 15 Quando eu estive em Jerusalém, os sumos sacerdotes e os anciãos dos judeus apresentaram acusações contra ele e pediram-me que o condenasse. 16 Mas eu lhes respondi que os romanos não costumam entregar um homem antes que o acusado tenha sido confrontado com os acusadores e possa defender-se da acusação. 17 Eles vieram para cá e, no dia seguinte, sem demora, sentei-me no tribunal e mandei trazer o homem. 18 Seus acusadores compareceram diante dele, mas não trouxeram nenhuma acusação de crimes de que eu pudesse suspeitar. 19 Tinham somente certas questões sobre a sua própria religião e a respeito de um certo Jesus que já morreu, mas que Paulo afirma estar vivo. 20 Eu não sabia o que fazer para averiguar o assunto. Perguntei então a Paulo se ele preferia ir a Jerusalém, para ser julgado lá. 21 Mas Paulo fez uma apelação para que a sua causa fosse reservada ao juízo do Augusto Imperador. Então ordenei que ficasse preso até que eu pudesse enviá-lo a César”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 102(103),1-2.11-12.19-20ab (R. 19a)

– O Senhor pôs o seu trono lá nos céus.

– O Senhor pôs o seu trono lá nos céus.

– Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores!

– Quanto os céus por sobre a terra se elevam, tanto é grande o seu amor aos que o temem; quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes.

– O Senhor pôs o seu trono lá nos céus, e abrange o mundo inteiro seu reinado. Bendizei ao Senhor Deus, seus anjos todos, valorosos que cumpris as suas ordens.

Evangelho (Jo 21,15-19)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– O Espírito Santo, o Paráclito, haverá de lembrar-vos de tudo o que tenho falado.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

-Glória a vós, Senhor.

Jesus manifestou-se aos seus discípulos 15 e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”. 16 E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”. 17 Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. 18 Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”. 19 Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (At 25,13b-21)

Leitura dos Atos dos Apóstolos

Naqueles dias, 13b o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesareia e foram cumprimentar Festo. 14 Como ficassem alguns dias aí, Festo expôs ao rei o caso de Paulo, dizendo: “Está aqui um homem que Félix deixou como prisioneiro. 15 Quando eu estive em Jerusalém, os sumos sacerdotes e os anciãos dos judeus apresentaram acusações contra ele e pediram-me que o condenasse. 16 Mas eu lhes respondi que os romanos não costumam entregar um homem antes que o acusado tenha sido confrontado com os acusadores e possa defender-se da acusação. 17 Eles vieram para cá e, no dia seguinte, sem demora, sentei-me no tribunal e mandei trazer o homem. 18 Seus acusadores compareceram diante dele, mas não trouxeram nenhuma acusação de crimes de que eu pudesse suspeitar. 19 Tinham somente certas questões sobre a sua própria religião e a respeito de um certo Jesus que já morreu, mas que Paulo afirma estar vivo. 20 Eu não sabia o que fazer para averiguar o assunto. Perguntei então a Paulo se ele preferia ir a Jerusalém, para ser julgado lá. 21 Mas Paulo fez uma apelação para que a sua causa fosse reservada ao juízo do Augusto Imperador. Então ordenei que ficasse preso até que eu pudesse enviá-lo a César”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

 

Responsório Sl 102(103),1-2.11-12.19-20ab (R. 19a)

– O Senhor pôs o seu trono lá nos céus.

– O Senhor pôs o seu trono lá nos céus.

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores! 

– Quanto os céus por sobre a terra se elevam, tanto é grande o seu amor aos que o temem; quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes. 

– O Senhor pôs o seu trono lá nos céus, e abrange o mundo inteiro seu reinado. Bendizei ao Senhor Deus, seus anjos todos, valorosos que cumpris as suas ordens.

 

Evangelho (Jo 21,15-19)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— O Espírito Santo, o Paráclito, haverá de lembrar-vos de tudo o que tenho falado.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

Jesus manifestou-se aos seus discípulos 15 e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”. 16 E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”. 17 Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. 18 Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”. 19 Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Beato Manuel Gomez Gonzalez, Presbítero, Mártir – 21 de Maio

Beato Manuel Gomez Gonzalez, Presbítero, Mártir

Santo do Dia – 21 de Maio

Beato Manuel Gómez González,

Presbítero e Mártir do Rio Grande do Sul · † 1924

O Sacerdote

Pe. Manuel Gómez e Adílio Daronch Era natural de São José de Ribarteme, Diocese de Tuy, na Espanha, onde nasceu em 29 de maio de 1877. Recebeu o Batismo no dia seguinte. Seu sonho de menino era ser padre, e realizou-se em 24 de maio de 1902.

Em 1904, depois de exercer seu ministério sacerdotal em sua terra natal, passou para a Arquidiocese de Braga, Portugal, onde foi Pároco de várias paróquias entre 1905 e 1913. Devido à perseguição religiosa à Igreja Católica em Portugal, obteve licença para vir ao Brasil, sendo nomeado Pároco de Soledade (RS) em 23 de janeiro de 1914, e depois de Nonoai, onde permaneceu até 1924, evangelizando com esmero e dedicação.

A 21 de maio de 1924 – numa emboscada armada por soldados provisórios, próximo de Três Passos, no Rio Grande do Sul – Pe. Manuel e seu coroinha Adílio Daronch, de 15 anos, foram amarrados, maltratados e mortos a tiros, a caminho de uma missão evangelizadora no Alto Uruguai.

Amigo e companheiro de Adílio

No exercício de seu ministério em Nonoai cruzaram-se os caminhos de Pe. Manuel e de Adílio Daronch, jovem mártir. Adílio nasceu no dia 25 de outubro de 1908, em Dona Francisca, Município de Cachoeira do Sul (RS). Em 1913, a família transferiu-se para Nonoai, onde o menino passou a fazer parte do grupo de adolescentes que acompanhavam o padre nas visitas às comunidades do interior, inclusive à dos índios Kaingang. Além de servir o Altar, Adílio e outros colegas eram alunos da escola fundada pelo padre, do qual era também professor. Pe. Manuel sabia do perigo que enfrentava. Como ele próprio expressou numa carta ao Bispo de Santa Maria, datada de 11 de janeiro de 1916: – Com bastante dificuldade terei que lutar, mas tudo desaparecerá com a ajuda de Deus.

A missão e o martírio

Em 1924, devido à vacância da Paróquia de Palmeira das Missões, o Bispo de Santa Maria determinou a Pe. Manuel que fosse atender os cristãos do sertão do Alto Uruguai — batizar, celebrar casamentos, primeiras comunhões e catequizar o povo daquela vasta região. Encorajado pela fé, pôs-se à missão. Foi a caminho dessa missão, numa peregrinação pelas comunidades de colonos, próximo de Três Passos — distante 250 km de Nonoai —, que Pe. Manuel e seu coroinha Adílio caíram numa emboscada armada por soldados provisórios. Foram amarrados e maltratados, terminando com dois tiros no sacerdote e três tiros no menino de 15 anos. Era dia 21 de maio de 1924. Foram sepultados no mesmo cemitério que iriam abençoar. Beatos Manuel Gómez González e Adílio Daronch, rogai por nós! Manuel — Significa “Deus está conosco” ou simplesmente “Deus conosco”. É considerado uma variante de Emanuel, com origem no hebraico Immanuel.

“Nas Tuas Santas Mãos, colocamos a nossa vida. Nós suplicamos poder contemplar a cruz de Teu Filho como os Bem-aventurados Manuel e Adílio o fizeram. Que sejamos tuas fiéis testemunhas até o fim. Amém.”

Beato Manuel Gómez González, rogai por nós!

Santos Cristóvão de Magallanes e companheiros — Presbítero e mártires no México, perseguidos em ódio ao nome cristão e à Igreja Católica, por professarem a fé em Cristo Rei.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 21 de maio:

1
Santos Cristóvão de Magallanes, presbítero, e companheiros Mártires. Em várias regiões do México, perseguidos em ódio ao nome cristão e à Igreja Católica, por professarem a fé em Cristo Rei, alcançaram a coroa do martírio.
† 1927
2
São Timóteo Diácono e mártir. Na Mauritânia, no território da atual Argélia.
† data inc.
3
São Polieuto Mártir. Em Cesareia, na Capadócia, hoje Kayseri, na Turquia.
† data inc.
4
Santos Mártires de Alexandria Homens e mulheres que, em Alexandria do Egito, nos dias de Pentecostes, o bispo ariano Jorge mandou matar ou enviar para o exílio, sob o governo do imperador Constâncio.
† 357/358
5
São Paterno Bispo. Em Vannes, na Bretanha Menor, atualmente na França. Ordenado bispo por São Perpétuo de Tours no concílio provincial.
† 460/490
6
Santo Hospício Recluso. Em Nice, na Provença, atual França. Homem de admirável espírito de penitência, predisse a chegada dos Lombardos.
† c. 581
7
São Manços Mártir. Em Évora, cidade da Lusitânia, hoje em Portugal.
† s. VI
8
São Teobaldo Bispo. Em Vienne, na Borgonha, região da França. Durante quarenta e quatro anos, dignificou esta sede episcopal com insigne exemplo de caridade e piedade.
† 1001
9
Santo Hemming Bispo. Em Túrku, na Finlândia. Instaurou a disciplina diocesana, estimulou o estudo dos clérigos, dignificou o culto divino e promoveu a paz entre os povos.
† 1366
10
Beato João Mopinot Irmão das Escolas Cristãs e mártir. Ao largo de Rochefort, na França. Durante a Revolução Francesa, foi encarcerado numa pequena barca, onde morreu vitimado pela tuberculose.
† 1794
11
São Carlos Eugénio de Mazenod Bispo. Em Marselha, na Provença, região da França. Fundou o Instituto dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada e evangelizou os pobres durante quase vinte e cinco anos.
† 1861
12
Beatos Manuel Gómez González e Adílio Daronch Presbítero e mártires. Em Feijão Miúdo, localidade do Rio Grande do Sul, no Brasil. Mortos em emboscada a caminho de uma missão evangelizadora no Alto Uruguai.
† 1924

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Seu sonho de menino era ser padre

Nasceu em 29 de maio de 1877, em São José de Ribarteme, Diocese de Tuy, na Espanha. Recebeu o Batismo no dia seguinte. Seu sonho de menino era ser padre e realizou-se em 24 de maio de 1902. Em 1904, depois de exercer seu ministério sacerdotal em sua terra natal, passou para a Arquidiocese de Braga, Portugal, onde foi Pároco das Paróquias Nossa Senhora do Extremo (1905-1911), de Santo André, São Miguel de Taias e Barrocas (1911-1913).

Pároco de Soledade no Rio Grande do Sul

Em 1913, devido à perseguição religiosa à Igreja Católica Portuguesa, obteve licença para vir ao Brasil. Chegando ao Brasil, apresenta-se ao Bispo de Rio de Janeiro e é encaminhado ao Bispo de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que o nomeia Pároco de Soledade (RS), em 23 de janeiro de 1914. A 29 de dezembro de 1915 é nomeado Pároco da Paróquia de Nonoai, região norte do estado. Em Nonoai desempenhou sua missão evangelizando com esmero e dedicação até 1924.

Amigo e companheiro de Abílio

No exercício de seu ministério em Nonoai se cruzam os caminhos de Pe. Manuel e de Adílio Daronch, outro jovem mártir. Adílio nasceu no dia 25 de outubro de 1908, em Dona Francisca, Município de Cachoeira do Sul (RS). Seus pais, Pedro Daronch e Judite Segabinazzi, tinham 8 filhos: Ermínia, Abílio, Adílio, Zulmira, Anita, Carmelinda, João e Vilma. Em 1911, a família transferiu-se para Passo Fundo e, em 1913, para Nonoai. Adílio e outros colegas, eram alunos da escola fundada pelo padre Fazia parte do grupo de adolescentes que acompanhavam o Pe. Manuel em visita às comunidades do interior, inclusive a dos índios Kaingang. Além de servir o Altar, Adílio e outros colegas, eram alunos da escola fundada pelo padre e dos quais era também professor. Pe. Manuel sabia do perigo que enfrentava. Não foi nada fácil como ele próprio expressa numa de suas cartas, datada há 11 de janeiro de 1916, a Dom Miguel Lima Verde, Bispo de Santa Maria: “Com bastante dificuldade terei que lutar, mas tudo desaparecerá com a ajuda de Deus” (Carta ao Bispo de Santa Maria, D. Miguel de Lima Valverde, datada de 11 de janeiro de 1916). Pe. Manuel refere-se ao contexto histórico da Revolução de 1923.

Em 1924, missionário no Alto Uruguai

Em 1924, devido à vacância da Paróquia de Palmeira das Missões, o Bispo de Santa Maria, determinou ao Pe. Manuel para atender os cristãos do sertão do Alto Uruguai. Lá foi ele com a missão de Batizar, Celebrar Casamentos e Primeiras Comunhões, e catequizar o povo daquela vasta região, sabendo do perigo que devia enfrentar. Encorajado pela fé pôs-se à missão. Foi a caminho dessa missão que cairam numa emboscada e foram mortos Foi a caminho dessa missão, numa peregrinação pelas comunidades de colonos, próximo de Três Passos, distante 250km de Nonoai, sua Paróquia, que Pe. Manuel e seu coroinha Adílio caíram numa emboscada armada por soldados provisórios. Foram amarrados e maltratados, terminando com dois tiros no sacerdote e três tiros no menino de 15 anos. Era dia 21 de maio de 1924. Foram sepultados no mesmo cemitério que iriam abençoar.

Beatos Manuel Gomez e Adilio, rogai por nós!

Oração – Nas Tuas Santas Mãos, colocamos a nossa vida. Nós suplicamos poder contemplar a cruz de Teu Filho como os Bem-aventurados Manuel e Adílio o fizeram. Que sejamos tuas fiéis testemunhas até o fim. Amém.

Manuel: Significa “Deus está conosco” ou simplesmente “Deus conosco”. Manuel é considerado uma variante de Emanuel, que tem origem no hebraico Immanuel
Com Santos Cristóvão de Magallanes, presbítero, e companheiros, Mártires no México.

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

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Santos Cristóvão de Magallanes, presbítero, e companheiros[1], mártires, que, em várias regiões do México, perseguidos em ódio ao nome cristão e à Igreja católica, por terem professado a fé em Cristo Rei, alcançaram a coroa do martírio.

[1] São estes os seus nomes: Romão Adame, Rodrigo Aguilar, Júlio Álvarez, Luís Batis Sáinz, Agostinho Caloca Cortés, Mateus Correa, Atilano Cruz, Miguel de la Mora, Pedro Esqueda Ramírez, Margarido Flores, José Isabel Flores, David Galván, Pedro Maldonado, Jesus Méndez, Justino Orona, Sabas Reyes, José Maria Robles, Toríbio Romo, Januário Sánchez Delgadillo, Tranquilino Ubiarco e David Uribe, presbíteros; e Manuel Morales, Salvador Lara Puente e David Roldán Lara, leigos.(† 1927) 2. Na Mauritânia, no território da atual Argélia, São Timóteo, diácono e mártir.(† data inc.) 3. Em Cesareia, na Capadócia, hoje Kayseri, na Turquia, São Polieuto, mártir.(† data inc.) 4. Comemoração dos santos mártires, homens e mulheres, que em Alexandria do Egipto, nos sagrados dias de Pentecostes, o bispo ariano Jorge, sob o governo do imperador Constâncio, mandou matar crudelissimamente ou enviar para o exílio.(† 357/358) 5. Em Vannes, na Bretanha Menor, atualmente na França, a comemoração de São Paterno, bispo, que, segundo a tradição, neste dia foi ordenado bispo por São Perpétuo de Tours no concílio provincial congregado nessa cidade.(† 460/490) 6. Em Nice, na Provença, também na atual França, Santo Hospício, recluso, homem de admirável espírito de penitência, que predisse a chegada dos Lombardos.(† c. 581) 7. Em Évora, cidade da Lusitânia, hoje em Portugal, São Manços, mártir.(† s. VI) 8. Em Vienne, na Borgonha, região da França, São Teobaldo, bispo, que, durante quarenta e quatro anos, dignificou esta sede episcopal com seu insigne exemplo de caridade e piedade.(† 1001) 9. Em Túrku, na Finlândia, Santo Hemming, bispo, que, animado pelo seu ardente zelo pastoral, instaurou a disciplina nesta Igreja mediante as orientações de um sínodo, estimulou o estudo dos clérigos, dignificou o culto divino e promoveu a paz entre os povos.(† 1366) 10. Ao largo de Rochefort, na França, o Beato João Mopinot, da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir, que, durante a Revolução Francesa, por ser religioso, foi detido e encerrado numa pequena e sórdida barca, onde morreu vitimado pela tuberculose.(† 1794) 11. Em Marselha, na Provença, região da França, São Carlos Eugénio de Mazenod, bispo, que, para evangelizar os pobres, fundou o Instituto dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada e, durante quase vinte e cinco anos, ilustrou a Igreja com as suas virtudes, obras, sermões e escritos.(† 1861) 12. Em Feijão Miúdo, localidade de Rio Grande do Sul, no Brasil, os beatos Manuel Gómez González, presbítero, Adílio Daronch, mártires. († 1924)