São Vicente de Lérins, Religioso
Santo do Dia – 24 de Maio
São Vicente de Lérins,
Religioso e Doutor da Tradição · † c. 450
O Religioso
As notícias que temos sobre o religioso Vicente são poucas. Ele viveu no mosteiro de Lérins, onde foi ordenado sacerdote no século V. Tudo indica que ele era um soldado do exército romano e que sua origem seria o norte da França, hoje território da Bélgica.
Alguns registros encontrados em Lérins, escritos por ele mesmo, induzem a crer que seu irmão seria o Bispo de Troyes. E ele decidira abandonar a vida desregrada e combativa do exército para “espantar a banalidade e a soberba de sua vida e para dedicar-se somente a Deus na humildade cristã”. Vicente, então, optou pela vida monástica e nela despontou como teólogo e escritor famoso, grande reformador do mosteiro de Lérins.
Ingressou nesse mosteiro, fundado por santo Honorato, na ilha francesa localizada defronte a Cannes, já em idade avançada. Ali se ordenou sacerdote e foi eleito abade, pela retidão de caráter e austeridade de vida religiosa.soldado de deus a monge
O jovem Vicente decidira abandonar a vida desregrada e combativa do exército para “espantar a banalidade e a soberba de sua vida e para dedicar-se somente a Deus na humildade cristã”.
Vicente, então, optou pela vida monástica e nela despontou como teólogo e escritor famoso, grande reformador do mosteiro de Lérins, transformando o local num florescente centro de cultura e de espiritualidade, verdadeiro celeiro de Bispos e Santos.
Eleito abade pela retidão de caráter e austeridade, ingressou no mosteiro fundado por Santo Honorato, na ilha francesa localizada defronte a Cannes, já em idade avançada. Ali se ordenou sacerdote.
O Livro de Ouro
Em 434, escreveu sua obra mais famosa, o Commonitorium, também conhecido como “Manual de Advertência aos Hereges”. Mais tarde, São Roberto Belarmino definiu essa obra como “um livro de ouro”, porque estabelece alguns critérios básicos para viver integralmente a mensagem evangélica.
Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras e dotado de uma grande cultura humanística, os seus escritos são notáveis pelo vigor e estilo apurado, e pela clareza e precisão de pensamento. As obras possuem grande relevância contra a doutrina herética, e outros textos cristológicos e trinitários.
Vicente era um grande polemista, respeitado até mesmo por São Jerônimo, futuro doutor da Igreja, seu contemporâneo. Os dois travaram grandes debates através de uma rica correspondência, trazendo luz sobre muitas divergências doutrinais.
Vicente de Lérins teve seu reconhecimento exaltado pelo próprio antagonista, que fez questão de incluí-lo num capítulo da sua famosa obra “Homens Ilustres”.
Morreu no mosteiro no ano 450. A Igreja Católica dedica o dia 24 de maio a São Vicente de Lérins.
Vicente — É originado a partir do nome em latim Vincentius, deriva de vincente, particípio passado do verbo vincere, que significa “vencer”. Como vencer é um verbo de ação, vincente quer dizer literalmente “vencendo” ou “o que está vencendo” e, por extensão, a ele também é atribuído o significado de “Vencedor”.
“Oração – Por intercessão de São Vicente de Lérins, peço-vos aumentai a minha devoção por Vós, Senhor. Amém.”
São Vicente de Lérins, rogai por nós!
Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 24 de maio:
1
Irmão colaço do tetrarca Herodes, que foi doutor e profeta na Igreja de Antioquia, sob a graça do Novo Testamento.
2
Mártir. Em Listra, na Licaónia, na atual Turquia.
† s. II
3
Mártir. Em Trieste, na Ístria, hoje no Friúli-Venézia Giúlia, região da Itália.
† data inc.
4
Mártires irmãos. Em Nantes, na Gália Lionense, atualmente na França. O primeiro tinha recebido o Batismo; o segundo ainda era catecúmeno. Na hora extrema, Donaciano beijou o irmão e orou a Deus para que ele, que não pudera tingir-se na sagrada fonte batismal, merecesse ser aspergido na corrente do seu sangue.
† c. 304
5
Que, segundo a tradição, foram decapitados em Filipópolis, na Trácia, hoje Plovdiv, na atual Bulgária, no tempo de Diocleciano e Maximiniano.
† c. 304
6
Presbítero e monge, no mosteiro de Lérins, na Provença, atualmente na França. Muito ilustre pela doutrina cristã e santidade de vida, dedicado ao progresso das almas na fé.
† c. 450
7
Presbítero e anacoreta. No monte Admirável, na Síria. Viveu sobre uma coluna em união com Cristo, compôs vários tratados sobre a vida ascética e foi dotado de grandes dons carismáticos.
† 592
8
Da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho. Em Piacenza, na Emília-Romanha, região da Itália. Para mais severamente se mortificar na carne, usava uma couraça de ferro.
† 1306
9
Presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir. Em Marrocos. Foi enviado para a África a fim de prestar auxílio espiritual aos cristãos reduzidos à escravidão; preso, confessou vigorosamente a sua fé em Cristo e sofreu o martírio na fogueira.
† 1631
10
Mártires. Em Seul, na Coreia. Foram degolados pela sua fé em Cristo. Entre eles: Damião Nam Myong-hyog, catequista; Madalena Kim O-bi, Bárbara Han A-gi, Ana Pak A-gi, Águeda Yi So-sa, Lúcia Pak Hui-sun, Pedro Kwon Tu-gin.
† 1839
11
Bispo. Em Saint-Hyacinthe, cidade do Canadá. Nas suas múltiplas atividades pastorais, tinha sempre a intenção de sentir-se ardentemente unido com a Igreja.
† 1901
Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT
Tudo indica que ele era um soldado do exército romano
As notícias que temos sobre o religioso Vicente são poucas. Ele viveu no mosteiro de Lérins, onde foi ordenado sacerdote no século V. Os dados sobre sua vida antes desse período também não são muitos. Tudo indica que ele era um soldado do exército romano e que sua origem seria o norte da França, hoje território da Bélgica.
Optou pela vida monástica e despontou como teólogo, escritor e grande reformador
Alguns registros encontrados em Lérins, escritos por ele mesmo, induzem a crer que seu irmão seria o Bispo de Troyes. E ele decidira abandonar a vida desregrada e combativa do exército para “espantar a banalidade e a soberba de sua vida e para dedicar-se somente a Deus na humildade cristã”. Vicente, então, optou pela vida monástica e nela despontou como teólogo e escritor famoso, grande reformador do mosteiro de Lérins.
Eleito abade, pela retidão de caráter e austeridade
Ingressou nesse mosteiro, fundado por santo Honorato, na ilha francesa localizada defronte a Cannes, já em idade avançada. Ali se ordenou sacerdote e foi eleito abade, pela retidão de caráter e austeridade de vida religiosa.
Escreveu o “Manual de advertência aos hereges”
Transformou o local num florescente centro de cultura e de espiritualidade, verdadeiro celeiro de Bispos e Santos. Em 434, escreveu sua obra mais famosa, o “Comnitorium”, também conhecido como “manual de advertência aos hereges”.
São Roberto Belarmino definiu essa obra como “um livro de ouro”
Mais tarde, São Roberto Belarmino definiu essa obra como “um livro de ouro”, porque estabelece alguns critérios básicos para viver integralmente a mensagem evangélica. Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras e dotado de uma grande cultura humanística, os seus escritos são notáveis pelo vigor e estilo apurado, e pela clareza e precisão de pensamento. As obras possuem grande relevância contra a doutrina herética, e outros textos cristológicos e trinitários. Sua obra, em especial a “Advertência aos hereges” teve uma grande difusão e repercussão, atingindo os nossos dias.
Grande polemista, respeitado até mesmo por são Jerônimo
Vicente era um grande polemista, respeitado até mesmo por são Jerônimo, futuro doutor da Igreja, seu contemporâneo. Os dois travaram grandes debates através de uma rica correspondência, trazendo luz sobre muitas divergências doutrinais.
Vicente de Lérins teve seu reconhecimento exaltado pelo próprio antagonista, que fez questão de incluí-lo num capítulo da sua famosa obra “Homens ilustres”.
Morreu no mosteiro no ano 450. A Igreja católica dedica o dia 24 de maio a São Vicente de Lérins, celebrado na mesma data também no Oriente.
São Vicente de Lérins, rogai por nós!
Oração – Por intercessão de São Vicente de Lérins, peço-vos aumentai a minha devoção por Vós, Senhor. Amém.
Vicente é originado a partir do nome em latim Vincentius, deriva de vincente, particípio passado do verbo vincere, que significa “vencer”. Como vencer é um verbo de ação, vincente quer dizer literalmente “vencendo” ou “o que está vencendo” e, por extensão, a ele também é atribuído o significado de “vencedor”.
Com Santa Joana, esposa de Cuza, procurador de Herodes, que, juntamente com outras mulheres, serviam Jesus e os Apóstolos conforme as suas possibilidades e no dia da Ressurreição do Senhor encontrou a pedra do túmulo removida e foi anunciá-lo aos discípulos.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
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1. Comemoração de São Mánaen, irmão colaço do tetrarca Herodes, que foi doutor e profeta na Igreja de Antioquia, sob a graça do Novo Testamento.
3. Em Listra, na Licaónia, na atual Turquia, São Zoelo, mártir.(† s. II)
4. Em Trieste, na Ístria, hoje no Friúli-Venézia Giúlia, região da Itália, São Sérvulo, mártir.(† data inc.)
5. Em Nantes, na Gália Lionense, atualmente na França, os santos irmãos Donaciano e Rogaciano, mártires, dos quais, segundo a tradição, o primeiro tinha recebido o Baptismo, enquanto o segundo ainda era catecúmeno; na hora extrema do combate, Donaciano beijou o irmão e orou a Deus para que ele, que não tinha podido tingir-se na sagrada fonte baptismal, merecesse ser aspergido na corrente do seu sangue.(† c. 304)
6. Comemoração dos santos trinta e oito mártires, que, segundo a tradição, foram decapitados em Filipópolis, na Trácia, hoje Plovdiv, na atual Bulgária, no tempo de Diocleciano e Maximiniano.(† c. 304)
7. No mosteiro de Lérins, na Provença, atualmente na França, São Vicente, presbítero e monge, muito ilustre pela doutrina cristã e santidade de vida e diligentemente dedicado ao progresso das almas na fé.(† c. 450)
8. No monte Admirável, na Síria, São Simeão Estilita o Jovem, presbítero e anacoreta, que viveu sobre uma coluna em união com Cristo, compôs vários tratados sobre a vida ascética e foi dotado de grandes dons carismáticos.(† 592)
9. Em Piacenza, na Emília-Romanha, região da Itália, o Beato Filipe, da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, que, para mais severamente se mortificar na carne, usava uma couraça de ferro.(† 1306)
10. Em Marrocos, o Beato João de Prado, presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir, que foi enviado para a África, a fim de prestar auxílio espiritual aos cristãos reduzidos à escravidão nos reinos dos infiéis; mas tendo sido preso, confessou vigorosamente a sua fé em Cristo perante o tirano Molay al-Walid, por ordem do qual sofreu o martírio na fogueira.(† 1631)
11. Em Seul, na Coreia, os santos mártires Agostinho Yi Kwang-hon, em cuja casa se lia a Sagrada Escritura, Águeda Kim A-gi, mãe de família, que recebeu o Batismo no cárcere, e sete companheiros[1], que foram todos degolados pela sua fé em Cristo.
[1] São estes os seus nomes: Damião Nam Myong-hyog, catequista; Madalena Kim O-bi, Bárbara Han A-gi, Ana Pak A-gi, Águeda Yi So-sa, Lúcia Pak Hui-sun, Pedro Kwon Tu-gin.(† 1839)
12. Em Saint-Hyacinte, cidade do Canadá, o Beato Luís Zeferino Moreau, bispo, que, nas suas múltiplas atividades pastorais, tinha sempre a intenção de sentir-se ardentemente unido com a Igreja.(† 1901)
Nasceu no dia 22 de fevereiro de 1698, em Voltagio, na província de Gênova, Itália.
Fundou Casas de assistência para moços e moças carentes
Com
Nasceu no ano de 1381, na província de Úmbria, Itália, exatamente na cidade de Cássia.
Casou-se com um homem que parecia bom
Para atender aos desejos de seus pais já idosos, Rita casou-se com um homem de nome Paulo Ferdinando, que, a princípio, parecia ser bom e responsável. Mas, com o passar do tempo, mostrou um caráter rude, tornando-se violento e agressivo. A tudo ela suportava com paciência e oração. Tinha certeza de que a penitência e a abnegação conseguiriam convertê-lo aos preceitos de amor a Cristo. Um dia, Paulo, finalmente, se converteu sinceramente, tornando-se bom marido e pai. Entretanto suas atitudes passadas deixaram um rastro de inimizades, que culminaram com seu assassinato, trazendo grande dor e sofrimento ao coração de Rita.
Com Beato João Batista Machado, presbítero e mártir, no Japão, que, por exercer o ministério clandestinamente, foi decapitado em ódio à fé cristã com Pedro da Assunção.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
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Santa
Era natural de São José de Ribarteme, Diocese de Tuy, na Espanha, onde nasceu em 29 de maio de 1877. Recebeu o Batismo no dia seguinte. Seu sonho de menino era ser padre, e realizou-se em 24 de maio de 1902.
Adílio nasceu no dia 25 de outubro de 1908, em Dona Francisca, Município de Cachoeira do Sul (RS). Seus pais, Pedro Daronch e Judite Segabinazzi, tinham 8 filhos: Ermínia, Abílio, Adílio, Zulmira, Anita, Carmelinda, João e Vilma. Em 1911, a família transferiu-se para Passo Fundo e, em 1913, para Nonoai.
Adílio e outros colegas, eram alunos da escola fundada pelo padre
Fazia parte do grupo de adolescentes que acompanhavam o Pe. Manuel em visita às comunidades do interior, inclusive a dos índios Kaingang. Além de servir o Altar, Adílio e outros colegas, eram alunos da escola fundada pelo padre e dos quais era também professor.
Pe. Manuel sabia do perigo que enfrentava. Não foi nada fácil como ele próprio expressa numa de suas cartas, datada há 11 de janeiro de 1916, a Dom Miguel Lima Verde, Bispo de Santa Maria: “Com bastante dificuldade terei que lutar, mas tudo desaparecerá com a ajuda de Deus” (Carta ao Bispo de Santa Maria, D. Miguel de Lima Valverde, datada de 11 de janeiro de 1916). Pe. Manuel refere-se ao contexto histórico da Revolução de 1923.
Foi a caminho dessa missão que cairam numa emboscada e foram mortos
Foi a caminho dessa missão, numa peregrinação pelas comunidades de colonos, próximo de Três Passos, distante 250km de Nonoai, sua Paróquia, que Pe. Manuel e seu coroinha Adílio caíram numa emboscada armada por soldados provisórios. Foram amarrados e maltratados, terminando com dois tiros no sacerdote e três tiros no menino de 15 anos. Era dia 21 de maio de 1924. Foram sepultados no mesmo cemitério que iriam abençoar.
Com Santos Cristóvão de Magallanes, presbítero, e companheiros, Mártires no México.
Nasceu na nobre família senense dos Albizzeschi, em 8 de setembro de 1380. Ficou órfão da mãe quando tinha três anos e do pai aos sete, sendo criado na cidade de Sena por duas tias extremamente religiosas, que o levaram a descobrir a devoção a Nossa Senhora e a Jesus Cristo.
Por onde passava, Bernardino restituía a paz
Com Santa Lídia, de Tiatira, comerciante de púrpura, que foi a primeira a acreditar no Evangelho em Filipos, na Macedônia, ao ouvir a pregação de Paulo.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
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São