Martírio de São João Batista – Memória | Sábado

Martírio de São João Batista | Memória | Sábado

Cor Litúrgica: Vermelho

Primeira Leitura (Jr 1,17-19)

Leitura do Livro do Profeta Jeremias.

Naqueles dias, a Palavra do Senhor foi-me dirigida: 17 “Vamos, põe a roupa e o cinto, levanta-te e comunica-lhes tudo que eu te mandar dizer: não tenhas medo, senão, eu te farei tremer na presença deles. 18 Com efeito, eu te transformarei hoje numa cidade fortificada, numa coluna de ferro, num muro de bronze contra todo o mundo, frente aos reis de Judá e seus príncipes, aos sacerdotes e ao povo da terra; 19 eles farão guerra contra ti, mas não prevalecerão, porque eu estou contigo para defender-te”, diz o Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 70(71),1-2.3-4a.5-6ab.15ab e 17 (R. 15a)

– Minha boca anunciará vossa justiça.

– Minha boca anunciará vossa justiça.

– Eu procuro meu refúgio em vós, Senhor: que eu não seja envergonhado para sempre! Porque sois justo, defendei-me e libertai-me! Escutai a minha voz, vinde salvar-me!

– Sede uma rocha protetora para mim, um abrigo bem seguro que me salve! Porque sois a minha força e meu amparo, o meu refúgio, proteção e segurança! Libertai-me, ó meu Deus, das mãos do ímpio.

– Porque sois, ó Senhor Deus, minha esperança, em vós confio desde a minha juventude! Sois meu apoio desde antes que eu nascesse, desde o seio maternal, o meu amparo.

– Minha boca anunciará todos os dias vossa justiça e vossas graças incontáveis. Vós me ensinastes desde a minha juventude, e até hoje canto as vossas maravilhas.

Evangelho (Mc 6,17-29)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Felizes os que são perseguidos, por causa da justiça do Senhor, porque o Reino dos Céus há de ser deles!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 17 Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. 18 João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. 19 Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. 20 Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava. 21 Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. 22 A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu to darei”. 23 E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. 24 Ela saiu e perguntou à mãe: “O que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. 25 E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. 26 O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27 Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28 trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29 Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Jr 1,17-19)

Leitura do Livro do Profeta Jeremias.

Naqueles dias, a Palavra do Senhor foi-me dirigida: 71 “Vamos, põe a roupa e o cinto, levanta-te e comunica-lhes tudo que eu te mandar dizer: não tenhas medo, senão, eu te farei tremer na presença deles. 18 Com efeito, eu te transformarei hoje numa cidade fortificada, numa coluna de ferro, num muro de bronze contra todo o mundo, frente aos reis de Judá e seus príncipes, aos sacerdotes e ao povo da terra; 19 eles farão guerra contra ti, mas não prevalecerão, porque eu estou contigo para defender-te”, diz o Senhor. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 70(71),1-2.3-4a.5-6ab.15ab e 17 (R. 15a)

– Minha boca anunciará vossa justiça.

 Minha boca anunciará vossa justiça.

– Eu procuro meu refúgio em vós, Senhor: que eu não seja envergonhado para sempre! Porque sois justo, defendei-me e libertai-me! Escutai a minha voz, vinde salvar-me! 

– Sede uma rocha protetora para mim, um abrigo bem seguro que me salve! Porque sois a minha força e meu amparo,  o meu refúgio, proteção e segurança!  Libertai-me, ó meu Deus, das mãos do ímpio.  

– Porque sois, ó Senhor Deus, minha esperança, em vós confio desde a minha juventude!  Sois meu apoio desde antes que eu nascesse, desde o seio maternal, o meu amparo. 

– Minha boca anunciará todos os dias vossa justiça e vossas graças incontáveis.  Vós me ensinastes desde a minha juventude,  e até hoje canto as vossas maravilhas. 

Evangelho (Mc 6,17-29)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

 – Felizes os que são perseguidos, por causa da justiça do Senhor, porque o Reino dos Céus há de ser deles!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.

Naquele tempo, 17 Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. 18 João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. 19 Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. 20 Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava. 21 Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. 22 A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu to darei”. 23 E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. 24 Ela saiu e perguntou à mãe: “O que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. 25 E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. 26 O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27 Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28 trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29 Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Martírio de São João Batista – 29 de Agosto

Martírio de São João Batista

Santo do Dia – 29 de Agosto

São João Batista - O mártir da Verdade

São João Batista,

O Mártir da Verdade · † 31-32

Origens

A memória do martírio de São João Batista associa-se à solenidade da sua Natividade, que se celebra em 24 de junho. João era primo de Jesus, concebido de modo tardio por Zacarias e Isabel, ambos descendentes de famílias sacerdotais. Seu nascimento é colocado cerca de seis meses antes daquele de Cristo, segundo o episódio evangélico da Visita de Maria a Isabel. São João Batista - O mártir da Verdade

João Batista foi o precursor de Jesus, aquele que preparou os caminhos para a vinda do Messias. Ele pregava a conversão e batizava no rio Jordão, convidando o povo à penitência. Sua vida foi dedicada inteiramente a dar testemunho da verdade, mesmo quando isso lhe custasse a própria vida.

Causa da Morte

A causa principal do martírio foi uma mulher: Herodíades, esposa de Herodes Antipas, ex-esposa do seu irmão de criação. João foi preso por ter denunciado este casamento ilegal, recusando-se a calar diante da injustiça. Durante a festa de aniversário de Herodes, a filha de Herodíades, Salomé, dançou em homenagem ao rei. Herodes, fascinado, prometeu-lhe o que ela pedisse, até mesmo a metade do seu reino. Depois de consultar a mãe, ela pediu a cabeça de João Batista.

A Morte

Herodes não queria aceitar o pedido, mas não pôde recusar porque havia feito uma promessa diante de todos. Algum tempo depois, o carrasco trazia a cabeça do profeta em um prato, entregando-a para Salomé e para sua maldosa mãe.

Batista morreu como mártir, não um mártir da fé, porque não lhe pediram para renegá-la, mas um mártir da verdade. Ele era um homem “justo e santo”, condenado à morte por sua liberdade de expressão e fidelidade ao seu mandato. João foi um mártir que sempre deixou espaço na sua vida, cada vez mais, para dar lugar ao Messias.

Pequena Basílica e Celebração

A data da sua morte, ocorrida entre os anos 31 e 32, remonta à dedicação de uma pequena basílica, do século V, no lugar do seu sepulcro, em Sebaste da Samaria. Parece que naquele dia tenha sido encontrada a sua cabeça, que o Papa Inocêncio II transladou para Roma, na igreja de São Silvestre “in Capite”.

A celebração do martírio de São João Batista tem origens antigas: seu culto já existia na França, no século V, e em Roma no século seguinte.

João — Do hebraico Yochanan, significando “Deus é misericordioso”. Nome que marca a identidade de quem proclama a graça divina e a necessidade de conversão para recebê-la.

“Aquele que Batizou o Cristo também testemunhou com sua própria vida, ajudai-nos a dar bom testemunho de Jesus nos lugares mais extremos. Tornai os seus devotos testemunhas da verdade e da caridade até as últimas consequências. Amém.”

São João Batista, rogai por nós!

Santo Inocêncio II — Papa que transladou a cabeça de São João Batista para Roma, na igreja de São Silvestre “in Capite”, preservando a memória do mártir.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 29 de agosto:

1
Santa Basila Mártir. Em Sirmion, na Panónia, hoje Sremska Motrovica, na Sérvia.
† s. III/IV
2
Santa Sabina Sua memória é celebrada em Roma, no título fundado no monte Aventino que venera seu nome.
422-432
3
Santo Adelfo Bispo. Em Metz, na Gália Bélgica, atualmente na França.
† s. V
4
São Vítor Eremita. No território de Nantes, na Bretanha Menor, hoje na França. Viveu recluso num pequeno oratório que construiu junto de Le Chambon.
† c. s. VII
5
São Sébio Rei dos Saxões Orientais, em Londres, na Inglaterra. Devotíssimo a Deus, deixando o reino tomou o hábito monástico e com ele morreu.
† c. 693
6
São Mederico Presbítero e abade de Autun. Em Paris, na Nêustria, na França. Viveu numa ermida perto da cidade.
† c. 700
7
Beatos João de Perúgia e Pedro de Sassoferrato Mártires da Ordem dos Menores. Em Valência, na Espanha.
† 1231
8
Beata Bronislava Virgem da Ordem dos Premonstratenses. Em Cracóvia, na Polônia. Quis seguir uma vida humilde e oculta, vendo seu mosteiro destruído pelos Tártaros.
† 1259
9
Beato Ricardo Herst Mártir, pai de família e agricultor. Em Lencastre, na Inglaterra. Falsamente acusado de homicídio, foi condenado à forca no reinado de Jaime I.
† 1618
10
Beato Luís Vulfilácio Huppy Presbítero e mártir. Ao largo de Rochefort, na França.
† 1794
11
Beato Edmundo Inácio Rice Em Waterfold, na Irlanda. Dedicou-se com ardor à formação de crianças e jovens em situações difíceis, fundando a Congregação dos Irmãos Cristãos e a dos Irmãos da Apresentação.
† 1844
12
Santa Maria da Cruz (Joana Jugan) Virgem. Em Rennes, na França. Para mendigar o necessário para os pobres e para Deus, fundou a Congregação das Irmãzinhas dos Pobres.
† 1879
13
Beato Constantino Fernández Álvarez Presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir. Em Valência, na Espanha.
† 1936
14
Beato Francisco Monzón Romeo Presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir. Em Hijar, próximo de Teruel, na Espanha.
† 1936
15
Beato Domingos Jedrzejewski Presbítero e mártir. No campo de concentração de Dachau, próximo de Baviera, na Alemanha.
† 1942
16
Beata Sancha Szymkowiak (Joanina) Virgem da Congregação das Filhas de Nossa Senhora das Dores. Em Poznan, na Polônia.
† 1942
17
Beata Teresa Bracco Virgem e mártir, trabalhadora do campo. Em Santa Júlia, povoação do Piemonte, na Itália.
† 1944
18
Santa Eufrásia do Sagrado Coração de Jesus (Rosa Eluvathingal) Virgem da Congregação da Mãe do Carmelo. Em Ollur, localidade de Kerala, estado da Índia.
† 1952

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

É o único Santo que durante o ano litúrgico é celebrado o seu nascimento e a sua morte, respectivamente dia 24 de junho e 29 de agosto.

João é primo de Jesus, concebido por Zacarias e Isabel quando já eram idosos, ambos descendentes de famílias sacerdotais.

O seu nascimento é colocado cerca de seis meses antes do de Cristo, de acordo com o episódio evangélico da Visitação de Maria a Isabel. Enquanto que a data da morte ocorreu entre os anos 31 e 32, e remonta à dedicação de uma pequena basílica do século V no local do seu sepulcro.

Além de ser o último grande profeta do Antigo Testamento, é o primeiro Apóstolo de Jesus

João Batista, o precursor do Senhor, como luz que arde e ilumina, morre, como mártir. Não um mártir da fé – porque não lhe foi pedido que a negasse – mas um mártir da verdade. Seja porque jamais a deixou de defendê-la, seja porque pela Verdade que é Jesus, ele viveu e morreu.

 

 

São João Batista, mártir, rogai por nós!

Oração – Abençoai todos os que vos invocam e fazei que aqui floresçam todas as virtudes que praticastes em vida, para que, verdadeiramente animados do vosso espírito, no estado em que Deus nos colocou, possamos um dia gozar convosco da bem-aventurança eterna. Amém.

 

 

Com Santa Sabina

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

29

Memória do martírio de São João Baptista, que o rei Herodes Antipas fez prisioneiro na fortaleza de Maqueronte, na atual Jordânia, e na festa do seu aniversário, a pedido da filha Herodíades, mandou degolar. Deste modo, o precursor do Senhor, como luz que arde e ilumina, deu testemunho da verdade, tanto na morte como na vida.

2. Em Sirmion, na Panônia, hoje Sremska Motrovica, na Sérvia, Santa Basila.(† s. III/IV)

3. Em Roma, a comemoração de Santa Sabina, cujo título fundado no monte Aventino venera o seu nome.(422-432 constr.)

4. Em Metz, na Gália Bélgica, atualmente na França, Santo Adelfo, bispo.(† s. V)

5. No território de Nantes, na Bretanha Menor, hoje também na França, São Vítor, eremita, que viveu recluso num pequeno oratório por ele construído junto de Le Chambon.(† c. s. VII)

6. Em Londres, na Inglaterra, a comemoração de São Sébio, rei dos Saxões Orientais, devotíssimo a Deus, que, deixando o reino, tomou o hábito monástico e com ele morreu, como tanto desejava.(† c. 693)

7. Em Paris, na Nêustria, na hodierna França, São Mederico, presbítero e abade de Autun, que viveu numa ermida, perto da cidade.(† c. 700)

8. Valência, Espanha, os beatos mártires João de Perúgia, presbítero, e Pedro de Sassoferrato, religioso, ambos da Ordem dos Menores, que, por terem pregado a fé cristã aos mouros de Valência, foram decapitados por ordem do rei na praça pública, e assim receberam a palma do martírio.(† 1231)

9. Em Cracóvia, na Polônia, a Beata Bronislava, virgem da Ordem dos Premonstratenses, que quis seguir uma vida humilde e oculta e, destruído o seu mosteiro pelos Tártaros, continuou a viver a sós com Deus numa cabana.(† 1259)

10. Em Lancastre, na Inglaterra, o Beato Ricardo Herst, mártir, pai de família e agricultor, que, falsamente acusado de homicídio, no reinado de Jaime I, foi condenado ao suplício da forca e morreu por Cristo.(† 1618)

11. Ao largo de Rochefort, na França, o Beato Luís Vulfilácio Huppy, presbítero e mártir, que, durante a Revolução Francesa, foi encarcerado num sórdido barco em condições desumanas por causa do seu sacerdócio e morreu consumido pelas enfermidades.(† 1794)

12. Em Waterfold, na Irlanda, o Beato Edmundo Inácio Rice, que se dedicou com ardorosa diligência à formação das crianças e dos jovens em situações difíceis e, para fortalecer esta obra, fundou a Congregação dos Irmãos Cristãos e a dos Irmãos da Apresentação.(† 1844)

13. Em Rennes, na França, Santa Maria da Cruz (Joana Jugan), virgem, que, para mendigar o necessário para os pobres e para Deus, fundou a Congregação das Irmãzinhas dos Pobres e, injustamente afastada da direção do Instituto, passou o resto da sua vida em oração e humildade.(† 1879)

14. Em Valência, na Espanha, o Beato Constantino Fernández Álvarez, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, em tempo de perseguição religiosa, consumou o seu combate pela fé. († 1936)

15. Em Hijar, localidade próxima de Teruel, também na Espanha, o Beato Francisco Monzón Romeo, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, na mesma perseguição, confirmou com o seu sangue a fidelidade ao Senhor.(† 1936)

16. No campo de concentração de Dachau, próximo de Baviera, na Alemanha, o Beato Domingos Jedrzejewski, presbítero e mártir, que, no furor da guerra, foi deportado da Polônia para um cárcere estrangeiro, onde, depois de cruéis suplícios, morreu por Cristo.(† 1942)

17. Em Poznan, na Polônia, a Beata Sancha Szymkowiak (Joanina Szymkowiak), virgem da Congregação das Filhas de Nossa Senhora das Dores, que, durante a violência da mesma guerra, se dedicou com suma diligência ao cuidado dos detidos no cárcere.(† 1942)

18. Em Santa Júlia, povoação do Piemonte, na Itália, a Beata Teresa Bracco, virgem e mártir, trabalhadora do campo, que, durante a segunda guerra mundial, por ter defendido corajosamente a sua pureza, foi morta pelos golpes de alguns soldados.(† 1944)

19. Em Ollur, na localidade de Kerala, estado da Índia, Santa Eufrásia do Sagrado Coração de Jesus (Rosa Eluvathingal), virgem da Congregação da Mãe do Carmelo.(† 1952)

Ser testemunha da Luz!

Ele foi um exemplo vivo da Luz!

Apareceu um homem enviado por Deus que se chamava João.
Veio como testemunha para dar testemunho da luz, a fim de que todos crêssem por meio dele.
Não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz

          São João Batista é uma alma tão ardentemente mariana que, ainda no seio materno, prestou a Nossa Senhora um ato de devoção intensíssimo.

          Ele é o apóstolo, o discípulo fiel, o devoto perfeito da Santíssima Virgem, que ouve sua voz, nela discerne os primeiros ecos da voz do Cordeiro de Deus que ele devia anunciar e estremece inteiramente de gáudio.

          Devemos, portanto, venerar em São João Batista o modelo do verdadeiro e perfeito devoto de Nossa Senhora, pedindo-lhe:

         Que ele obtenha que sejamos perfeitos devotos d’Ela e tenhamos um ouvido interior.

         De modo que,  quando ouçamos a voz de Maria Santíssima, estremeçamos de gáudio também.

         E nunca um pedido d’Ela nos encontre com má vontade, tristes, aborrecidos, ou com desejo de não atendê-La.

         Pelo contrário, que a voz dEla nos faça estremecer de alegria até quando nos diga uma palavra austera que nos peça uma renúncia, um sacrifício ou um sofrimento.

Plinio Corrêa de Oliveira

Visita de Nossa Senhora a sua prima Santa Isabel

Você vai receber graças e ajudas especiais recorrendo à intercessão do grande São João Batista,  modelo perfeito de devoção a Maria.

Para pedir a ajuda dele, te envio o arquivo de uma ladainha e novena ao poderoso São João Batista.

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Santo Agostinho, bispo e doutor da Igreja | Memória | Sexta-feira

Santo Agostinho, bispo e doutor da Igreja | Memória | Sexta-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (1Cor 1,17-25)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos, 17 de fato, Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar a boa nova da salvação, sem me valer dos recursos da oratória, para não privar a cruz de Cristo da sua força própria. 18 A pregação a respeito da cruz é uma insensatez para os que se perdem, mas para os que se salvam, para nós, ela é poder de Deus. 19 Com efeito, está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e frustrarei a perspicácia dos inteligentes”. 20 Onde está o sábio? Onde o mestre da Lei? Onde o questionador deste mundo? Acaso Deus não mostrou a insensatez da sabedoria do mundo? 21 De fato, na manifestação da sabedoria de Deus, o mundo não chegou a conhecer Deus por meio da sabedoria; por isso, Deus houve por bem salvar os que creem por meio da insensatez da pregação. 22 Os judeus pedem sinais milagrosos, os gregos procuram sabedoria; 23 nós, porém, pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e insensatez para os pagãos. 24 Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, esse Cristo é poder de Deus e sabedoria de Deus. 25 Pois o que é dito insensatez de Deus é mais sábio do que os homens, e o que é dito fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 32(33),1-2.4-5.10ab e 11 (R. 5b)

– Transborda em toda a terra a bondade do Senhor!

– Transborda em toda a terra a bondade do Senhor!

– Ó justos, alegrai-vos no Senhor! aos retos fica bem glorificá-lo. Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas celebrai-o!

– Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça.

– O Senhor desfaz os planos das nações e os projetos que os povos se propõem. Mas os desígnios do Senhor são para sempre, e os pensamentos que ele traz no coração, de geração em geração, vão perdurar.

Evangelho (Mt 25,1-13)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vigiai e orai para ficardes de pé, ante o Filho do Homem!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 1 “O Reino dos Céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. 2 Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes. 3 As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. 4 As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas. 5 O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. 6 No meio da noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo está chegando. Ide ao seu encontro!’ 7 Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas. 8 As imprevidentes disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’. 9 As previdentes responderam: ‘De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores’. 10 Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. 11 Por fim, chegaram também as outras jovens e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’ 12 Ele, porém, respondeu: ‘Em verdade eu vos digo: Não vos conheço!’ 13 Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia nem a hora”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (1Ts 3,7-13)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses

Irmãos,7 ficamos confortados, em meio a toda angústia e tribulação, pela notícia acerca de vossa fé. 8 Agora sentimo-nos reviver, porque vós estais firmes no Senhor. 9 Como podemos agradecer a Deus por toda a alegria que nos invade diante do nosso Deus, por causa de vós? 10 Noite e dia rezamos efusivamente para vos rever e completar o que ainda falta na vossa fé. 11 Que o próprio Deus e nosso Pai, e nosso Senhor Jesus dirijam os nossos passos até a vós. 12 O Senhor vos conceda que o amor entre vós e para com todos aumente e transborde sempre mais, a exemplo do amor que temos por vós. 13 Que assim ele confirme os vossos corações numa santidade sem defeito aos olhos de Deus, nosso Pai, no dia da vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 89(90),3-4.12-13.14 e 17 (R. 14)

– Saciai-nos de manhã com vosso amor!

– Saciai-nos de manhã com vosso amor!

– Vós fazeis voltar ao pó todo mortal, quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!” Pois mil anos para vós são como ontem,  qual vigília de uma noite que passou.

– Ensinai-nos a contar os nossos dias,  e dai ao nosso coração sabedoria!  Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis? Tende piedade e compaixão de vossos servos! 

– Saciai-nos de manhã com vosso amor, e exultaremos de alegria todo o dia! Que a bondade do Senhor e nosso Deus repouse sobre nós e nos conduza! Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho,  fazei dar frutos o labor de nossas mãos! 

Evangelho (Mt 24,42-51)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vigiai, diz Jesus, vigiai, pois, no dia em que não esperais, o vosso Senhor há de vir.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 42 “Ficai atentos! porque não sabeis em que dia virá o Senhor. 43 Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44 Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá. 45 Qual é o empregado fiel e prudente, que o senhor colocou como responsável pelos demais empregados, para lhes dar alimento na hora certa? 46 Feliz o empregado, cujo senhor o encontrar agindo assim, quando voltar. 47 Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. 48 Mas, se o empregado mau pensar: ‘Meu senhor está demorando’, 49 e começar a bater nos companheiros, a comer e a beber com os bêbados; 50 então o senhor desse empregado virá no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe. 51 Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes”. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Santo Agostinho, Bispo, Doutor da Igreja – 28 de Agosto

Santo Agostinho, Bispo, Doutor da Igreja

Santo do Dia – 28 de Agosto

Santo Agostinho - Bispo

Santo Agostinho,

Doutor da Igreja · † 430

As Origens

Santo Agostinho - Doutor da igreja

Agostinho nasceu no dia 13 de novembro de 354, em Tagaste, cidade na região de Numídia, na África do Norte, atual Argélia. Filho de Patrício, pagão, e de Santa Mônica, cristã devota, recebeu educação cristã pela mãe, mas não seguiu seu exemplo na juventude. Adolescente perspicaz e exuberante, dedicou-se ao estudo da retórica e sua formação foi excelente. Amava a vida e seus prazeres, cultivava amizades, alimentava paixões amorosas, apreciava o teatro e buscava toda sorte de divertimentos.

As Leituras que o Conduziram

A leitura de Hortensius, de Cícero, transformou o modo de Agostinho encarar a vida. O grande orador romano escreveu que “a felicidade consiste nos bens que não perecem: sabedoria, verdade, virtudes”. Agostinho, então, passou a buscá-las com ardor. Começou sua busca pela própria Bíblia, mas, acostumado com textos retumbantes, achou-a grosseira e ilógica. Aproximou-se, então, do maniqueísmo. Ao retornar a Tagaste, abriu uma escola de gramática e retórica com a ajuda de um benfeitor, mas a vida que levava não o satisfazia. Regressou a Cartagena, esperando encontrar melhor existência, porém continuou profundamente insatisfeito. Sua sede de verdade não se aplacava com a doutrina maniqueísta.

Envolvimento com Heresias

O jovem retórico promissor prosseguiu em suas buscas espirituais. No ano 382, transferiu-se para Roma com seu companheiro e seu filho, sem que sua mãe o soubesse, apesar de ter ido a Cartagena. Na capital, Agostinho manteve contato com os maniqueístas, dos quais recebeu ajuda. Posteriormente, compreendeu que a Providência divina atuava também através de suas escolhas equivocadas. Sua carreira teve sucesso: em 384, conseguiu uma cátedra de Retórica em Milão. Contudo, sua inquietude interior continuava a atormentá-lo profundamente.

A Busca da Verdade

Sua ambição foi saciada, mas seu coração permanecia vazio. Para aperfeiçoar sua capacidade oratória, começou a seguir os sermões do santo Bispo Ambrósio, desejando inicialmente apenas entender suas capacidades dialéticas. Porém, as palavras do Bispo o atingiram profundamente. Neste mesmo período, sua mãe Mônica transferiu-se para Milão, permanecendo ao seu lado, sobretudo com suas orações constantes. Agostinho aproximava-se cada vez mais da Igreja católica, já se sentindo catecúmeno. Agora lhe faltava apenas encontrar uma esposa cristã, em lugar de manter uma concubina. A mulher que por anos havia convivido com ele retornou à África. Ainda atormentado pelas dúvidas, Agostinho devorava textos de filosofia e mergulhava nas Sagradas Escrituras. Era tentado pela experiência dos pensadores gregos e atraído pelo estilo de vida dos ascetas cristãos, mas não conseguia se decidir.

A Conversão: “Pega e Lê”

Certo dia de agosto de 386, desorientado e confuso, deixando-se levar por um pranto copioso e desesperado, pareceu-lhe ouvir uma voz infantil: “Pega e lê!”. Achou que a voz o convidava a tomar em mãos as Cartas de Paulo, que estavam sobre a mesa, e abri-las por acaso. Leu então: “Comportemo-nos honestamente, como de dia, não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidades, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências” (Rm 13, 13-14). A leitura deste trecho foi-lhe fulgurante, iluminadora. Conseguiu, finalmente, mudar de vida e dedicar-se totalmente a Deus. Foi batizado por Santo Ambrósio na noite entre 24 e 25 de abril de 387. Desejoso de regressar à África, partiu para Roma, a fim de embarcar no porto de Óstia, onde faleceu sua mãe Mônica.

Fundador e Bispo

Em Tagaste, Agostinho fundou sua primeira comunidade monástica. Entre o fim de 390 e início de 391, encontrou-se casualmente na basílica de Hipona, onde o Bispo Valério pregava aos fiéis sobre a necessidade urgente de um presbítero em sua diocese. Por entusiasmo popular, Agostinho foi conduzido diante do Bispo, que o ordenou sacerdote. Ciente de ter que viver voltado para Deus, estudando e meditando as Escrituras, compreendeu que era chamado para responsabilidades ainda maiores. Sucedendo Valério, tornou-se Bispo de Hipona, cargo que ocupou até sua morte. Deixou numerosos escritos, onde conseguiu magistralmente conciliar “fé e razão”. Entre eles destacam-se: O Livre Arbítrio, A Trindade e A Cidade de Deus. Menção particular merecem As Confissões, autobiografia espiritual na qual Agostinho faz uma autonarração reveladora, deixando emergir em modo magistral sua interioridade e a história do seu coração.

“Ao doutor da Igreja, rogamos a sabedoria do alto sobre todos aqueles que são líderes religiosos para que possam assumir, amar e cuidar de cada ovelha que o próprio Jesus os concedeu. Rogai também pelos agostinianos e dê-lhes novas vocações.”

Santo Agostinho, rogai por nós!

Santo Hermes — Mártir em Roma, no cemitério de Basila, junto à Via Salária Antiga, celebrado na mesma data de Santo Agostinho.

Agostinho — Significa “aquele que pertence a Augusto” ou “o venerável”. Tem origem no latim Augustinus, que surge da união do nome Augusto com o sufixo -inus, indicando pertencimento ou relação.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 28 de agosto:

1
Santo Agostinho Bispo de Hipona, na África. Doutor da Igreja que conciliou fé e razão, deixando obra teológica incomparável. Autor das Confissões e da Cidade de Deus.
† 430
2
Santo Hermes Mártir. Em Roma, no cemitério de Basila, junto à Via Salária Antiga. Martirizado durante as perseguições aos cristãos.
† s. III
3
São Paio Mártir. Em Constança, na Suábia, atualmente na Alemanha. Sofreu martírio pelas mãos dos perseguidores da fé cristã.
† c. s. III
4
São Julião Mártir. Em Brioude, perto de Clermont-Ferrand, na Aquitânia, hoje na França. Apóstolo das Gálias que derramou seu sangue por Cristo.
† c. s. III
5
Santo Alexandre Bispo. Em Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia. Pastor de almas que conduziu muitos à fé cristã.
† c. 336
6
São Restituto Mártir. Em Cartago, na hodierna Tunísia. Santo Agostinho fez em sua honra um sermão ao povo celebrando sua memória.
† c. 360
7
São Vicíno Primeiro bispo de Sársina, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, região da Itália. Fundador de dioceses e evangelizador.
† s. IV/V
8
São Viviano Bispo. Em Saintes, na Gália, atualmente na França. Pastor que conduziu seu rebanho com sabedoria e caridade pastoral.
† s. V
9
São Moisés, o Etíope Monge anacoreta. No Egito. Convertido de uma vida de roubo e criminalidade, tornou-se asceta piedoso que converteu seu próprio bando.
† c. 400
10
Santa Florentina Virgem. Em Sevilha, na Andaluzia, região da Hispânia. Consagrada a Deus desde juventude, viveu em castidade e virtude.
† s. VII
11
Beato Guilherme Dean e Companheiros Mártires. Em Londres, na Inglaterra. Presbítero e sete companheiros que morreram por sua fé cristã durante a perseguição.
† 1588
12
Santo Edmundo Arrowsmith Presbítero da Companhia de Jesus e mártir. Em Lencastre, na Inglaterra. Sacrificou sua vida pela fé cristã.
† 1628
13
Santo Junípero (Miguel Serra) Presbítero da Ordem dos Frades Menores. Em Monterrey, na Califórnia. Missionário que evangelizou e fundou missões nas Américas.
† 1784
14
Beato Carlos Arnaldo Hanus Presbítero e mártir. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França. Martirizado durante a Revolução Francesa.
† 1794
15
Santa Joaquina de Vedruma Mãe de família. Em Barcelona, na Espanha. Educou piedosamente nove filhos e, ao enviuvar, fundou o Instituto das Carmelitas da Caridade.
† 1854
16
Santa Zélia Maria Guerin Mãe de família. Em Alençon, na França. Mãe de Santa Teresa do Menino Jesus, modelo de vida conjugal cristã.
† 1877
17
Beato João Baptista Faubel Cano e Artur Ros Montalt Mártires, pais de família. Na região de Valência, na Espanha. Martirizados pela fé durante a perseguição religiosa.
† 1936
18
Beato Aurélio de Vilanesa (José Ample Alcaide) Presbítero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir. Em Vilanesa, localidade da região da Espanha.
† 1936
19
Beato Mamerto Carchano Carchano Presbítero da diocese de Toledo e mártir. Em Elche de la Sierra, perto de Albacete, na Espanha.
† 1936
20
Beato Afonso Maria Mazurek Presbítero da Ordem dos Carmelitas Descalços e mártir. Em Nawojowa Gora, povoação da Polônia.
† 1944

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Nasceu em Tagaste, no ano de 354, de pai pagão e mãe cristã. Espírito irrequieto e sedento de verdade, enveredou por várias correntes filosóficas e seitas, até chegar ao cristianismo. Incursionou também pelos meandros da vida amorosa, e por muito tempo viveu em companhia de uma mulher e ambos tiveram um filho. Esta mulher anônima e da qual nem sequer nos legou o nome, retornou à África. Agostinho converteu-se por volta do ano 387 e recebeu o Batismo em Milão das mão do célebre Bispo Santo Ambrósio que, juntamente com Santa Mônica, trabalhou pela sua conversão. Retornou à sua terra, levou vida ascética e ao estudo da Escritura e foi eleito Bispo de Hipona. Trinta e quatro anos esteve à frente de seu povo, ensinando-o e combatendo as heresias, expondo com sabedoria a verdadeira fé. Além de “Confissões”, escreveu muitas outras obras constituindo-se num dos mais profundos pensadores do mundo antigo. Morreu em Hippo Regius, no dia 28 de Agosto de 430.

Santo Agostinho, rogai por nós!

Oração – “Santo Agostinho, cheio de dignidade, de amor fervoroso e brilho incansável, ampara-nos e protege-nos dando-nos sabedoria, discernimento, calma e presença de amor divino. Amém

Agostinho: Significa “de Augusto”, “pertencente a Augusto”. Surgiu a partir do nome italiano Agostino, originado no latim Augustinus, é uma forma relativa de Augusto, originado no latim augustus, que significa “sagrado, consagrado, venerável, elevado”.
Com São Moisés o Etíope, que, depois de ter sido um ladrão famoso se tornou anacoreta, converteu muitos do seu bando e os conduziu consigo para o mosteiro. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 28 Memória de Santo Agostinho, bispo e insigne doutor da Igreja, que, depois de uma vida inquieta, quer intelectual quer moralmente, se converteu à fé católica e foi baptizado por Santo Ambrósio de Milão e, regressando à sua pátria, aí levou com alguns amigos uma vida ascética, consagrada a Deus e ao estudo da Escritura. Eleito depois bispo de Hipona, hoje Annaba, na Argélia, durante trinta e quatro anos foi perfeito modelo do seu rebanho e deu-lhe uma sólida formação cristã por meio de numerosos sermões e escritos, com os quais combateu fortemente os erros do seu tempo e expôs com sabedoria a verdadeira fé.(† 430) 2. Em Roma, no cemitério de Basila, junto à Via Salária Antiga, Santo Hermes, mártir, que, como refere o papa São Dâmaso, veio da Grécia e Roma acolheu como seu cidadão, quando sofreu o martírio pelo santo nome de Cristo.(† s. III) 3. Em Constança, na Suábia, atualmente na Alemanha, a comemoração de São Paio, mártir.(† c. s. III) 4. Em Brioude, perto de Clermont-Ferrand, na Aquitânia, hoje na França, São Julião, mártir, que, em tempo de perseguição, tendo vindo para este território pela exortação de São Ferréolo, conforme se narra, neste lugar recebeu a palma do martírio.(† c. s. III) 5. Em Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia, Santo Alexandre, bispo, cuja oração apostólica, como escreve São Gregório de Nazianzo, venceu o chefe da impiedade ariana.(† c. 336) 6. Em Cartago, na hodierna Tunísia, São Restituto, em cuja festividade Santo Agostinho fez em sua honra um sermão ao povo.(† c. 360) 7. Em Sársina, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, região da Itália, São Vicínio, primeiro bispo desta cidade.(† s. IV/V) 8. Em Saintes, na Gália, atualmente na França, São Viviano, bispo.(† s. V) 9. No Egito, São Moisés o Etíope, que, depois de ter sido um ladrão famoso se tornou anacoreta, converteu muitos do seu bando e os conduziu com ele para o mosteiro.(† c. 400) 10. Em Sevilha, na Andaluzia, região da Hispânia, Santa Florentina, virgem, muito erudita em ciências eclesiásticas, a quem os seus irmãos Leandro e Isidoro dedicaram tratados de insigne doutrina.(† s. VII) 11. Em Londres, na Inglaterra, os beatos mártires Guilherme Dean, presbítero, e sete companheiros[1], que, no reinado de Isabel I, consumaram o seu martírio pelo reino de Deus, enforcados no mesmo dia mas em lugares diversos da cidade ou nos arredores. [1] São estes os seus nomes: Guilherme Gunter, Roberto Morton, Tomás Holdford e Jaime Claxton, presbíteros; Tomás Felton, clérigo da Ordem dos Frades Menores; Henrique Webley e Hugo More, leigos.(† 1588) 12. Em Lencastre, também na Inglaterra, Santo Edmundo Arrowsmith, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, natural deste ducado, que, depois de ter exercido o ministério pastoral durante muitos anos na sua pátria, porque era sacerdote e conduzira muitas pessoas à fé católica, foi enforcado, contra a vontade dos próprios protestantes do lugar, no reinado de Carlos I.(† 1628) 13. Em Monterrey, na Califórnia, Santo Junípero (Miguel Serra), presbítero da Ordem dos Frades Menores, que, nas tribos daquela região ainda pagã, sobrecarregado por muitas dificuldades e trabalhos, pregou o Evangelho de Cristo no idioma do povo local e defendeu tenazmente os direitos dos pobres e dos humildes.(† 1784) 14. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato Carlos Arnaldo Hanus, presbítero e mártir, que, durante a Revolução Francesa, por causa do sacerdócio foi encarcerado na sórdida galera, na qual, atingido pelo esvaecimento e também pela enfermidade, consumou o martírio.(† 1794) 15. Barcelona, Espanha, Santa Joaquina de Vedruma, mãe de família, que educou piedosamente nove filhos e, quando ficou viúva, fundou o Instituto das Carmelitas da Caridade, suportando serenamente todo o gênero de sofrimentos até a sua morte, que ocorreu por contágio da cólera.(† 1854) 16. Em Alençon, na França, Santa Zélia Maria Guerin, mãe de Santa Teresa do Menino Jesus.(† 1877) 17. Na região de Valência, na Espanha, os beatos mártires João Baptista Faubel Cano e Artur Ros Montalt, pais de família, que, durante a perseguição contra a Igreja, receberam dos homens a morte, mas de Deus a vida eterna.(† 1936) 18. Em Vilanesa, localidade da mesma região da Espanha, o Beato Aurélio de Vilanesa (José Ample Alcaide), presbítero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir, que, durante a mesma perseguição, no combate da fé colheu o fruto da glória eterna.(† 1936) 19. Em Elche de la Sierra, perto de Albacete, também na Espanha, o Beato Mamerto Carchano Carchano, presbítero da diocese de Toledo e mártir, que, durante a mesma perseguição, confirmou com o seu sangue a plena fidelidade a Cristo.(† 1936) 20. Em Nawojowa Gora, povoação da Polônia, o Beato Afonso Maria Mazurek, presbítero da Ordem dos Carmelitas Descalços e mártir, que, em tempo de guerra, foi morto pelos invasores da sua pátria por causa da sua profissão cristã.(† 1944)

Santa Mônica, Viúva – 27 de Agosto

Santa Mônica, Viúva

Santo do Dia – 27 de Agosto

Santa Mônica, Viúva – 27 de Agosto

Santa Mônica,

Mãe Intercessora · † 387

As Origens

Santa Mônica, Viúva – 27 de Agosto

De origem berbere, nasceu no ano 331 em Tagaste, no norte da África, no seio de uma família opulenta e de antigas raízes cristãs. Aplicou-se com dedicação aos ensinamentos da Sagrada Escritura; sua forte espiritualidade foi forjada pela oração e assídua prática dos Sacramentos, além da qual se colocava a serviço da comunidade eclesial.

Aos 22 anos, Mônica deu à luz ao primogênito Agostinho, seguido por outro filho, Navígio, e uma filha, cujo nome não se conhece. Educou seus filhos segundo os princípios cristãos com dedicação e amor incomensurável. Tornou-se viúva aos 39 anos e administrou com sabedoria os bens da família, permanecendo sempre atenta à formação espiritual de seus filhos, especialmente de Agostinho, seu “filho de tantas lágrimas”.

O Casamento Difícil

Casou-se com Patrício, homem ambicioso, pagão, irascível e de caráter difícil, que lhe foi também infiel. Mônica, doce e benévola, capaz de dialogar nos momentos oportunos, aplicou seu método composto de espera, paciência e oração incessante. Suas amigas, que lhe confiavam seus próprios problemas conjugais, admiravam sua serenidade. Com perseverança e fé inabalável, conseguiu vencer as rudezas do marido, levando-o finalmente a abraçar a fé cristã.

A Jornada do Filho

Quem mais causou preocupações à cuidadosa e astuta mãe foi Agostinho, de coração irrequieto e ambicioso. Na busca da verdade, ele se distanciou da fé católica e vagou de uma filosofia à outra. Porém Mônica nunca deixou de rezar por ele; pelo contrário, seguiu todas as vicissitudes de sua vida e lhe permaneceu sempre ao lado. Transferiu-se para Cartago e depois para a Itália, quando o filho, no ápice de sua carreira como docente de retórica, foi morar em Milão. Seu carinho materno e suas orações acompanharam a conversão de Agostinho, que, ao receber o batismo pelo santo Bispo Ambrósio, decidiu voltar para Tagaste, onde fundou uma Comunidade de servos de Deus.

O Êxtase em Óstia

Mônica e Agostinho mantiveram intensos diálogos espirituais. Um destes se refere ao chamado “êxtase em Óstia”, narrado nas Confissões de Santo Agostinho: “Aconteceu encontrar-nos a sós, eu e ela, apoiados em uma janela que dava para o jardim interior da casa em que morávamos. Era em Óstia, sobre a foz do Tibre, onde, longe da multidão, depois do cansaço de uma longa viagem, recobramos forças para a travessia do mar. Ali, sozinhos, conversávamos com grande doçura, esquecendo o passado, ocupados apenas no futuro, indagamos juntos, na presença da Verdade, qual seria a vida eterna dos santos… E subimos ainda mais em espírito, meditando, celebrando e admirando tuas obras, e chegamos até o íntimo de nossas almas. E fomos além delas, para alcançar a região da abundância inesgotável… onde a vida é a própria Sabedoria.”

A Morte Gloriosa

Após este sublime encontro espiritual, Mônica confessou ao filho que sua vida havia atingido seu ápice: “No que me diz respeito, esta vida já não tem mais nenhum atrativo para mim. O que estou fazendo ainda aqui? Não sei. As minhas expectativas aqui na terra já se esgotaram. Somente uma coisa me fazia permanecer aqui em baixo: ver, antes de morrer, que você se tornou cristão católico. Meu Deus me satisfez completamente, porque vejo que você até despreza a felicidade terrena para servir a Ele.”

Alguns dias depois, Mônica adoeceu. Faleceu aos 56 anos, em paz, após cumprir sua missão de mãe intercessora. Seu corpo foi enterrado em Óstia Antiga, na atual igreja de Santa Áurea. No século XV, o Papa Martinho V ordenou que suas relíquias fossem trasladadas para Roma, na igreja de São Trifão, confiada aos frades Agostinianos. Hoje repousam numa grande Basílica dedicada a Santo Agostinho, num sarcófago de mármore verde, numa capela decorada com afrescos.

Mônica — Significa “única” ou “aquela que permanece sozinha”. Tem origem no latim Monicas, relacionado à palavra mona, que designa a mulher solitária ou a que vive retirada. O nome reflete a solidão contemplativa e a dedicação espiritual que caracterizou a vida desta santa mãe.

“Vós que fostes uma mãe intercessora, incansável na salvação de seus filhos, ajudai as mães para que não desanimem dessa missão e, rezando, possam ser pontes para que sua família chegue ao céu. Amém.”

Santa Mônica, rogai por nós!

Santo Agostinho — Bispo, Doutor da Igreja. Seu filho, convertido pela fé inabalável da mãe, tornou-se um dos maiores Padres e Doutores da Igreja, deixando um vasto legado de escritos teológicos e espirituais.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 27 de agosto:

1

Santa Mônica Mãe Intercessora. Em Óstia, no Lácio, região da Itália. Mãe de Santo Agostinho, sua vida de oração incansável e paciência maternal conquistou a conversão de seu marido e de seu célebre filho.

† 387

2

São Rufo Mártir. Em Cápua, na Campânia, região da Itália.

† s. III/IV

3

Santos Marcelino, Maneia, João, Serapião e Pedro Mártires. Em Cítia de Tomis, hoje Constança, na Romênia. Marcelino e Maneia eram esposos; João, seu filho; Serapião, clérigo; Pedro, soldado.

† c. s. IV

4

São Narno Bispo. Em Bérgamo, na Ligúria, hoje na Lombardia, região da Itália. Considerado o primeiro bispo desta cidade.

† s. IV

5

São Pémenes Abade. Na Tebaida, no Egito.

† s. IV/V

6

São Licério Bispo. Em Couserans, na Aquitânia, hoje na França.

† c. 540

7

São Cesário Bispo. Em Arles, na Provença, atual França.

† 542

8

São João Bispo. Em Pavia, na Lombardia, região da Itália.

† c. 825

9

São Gebardo Bispo de Constança. Sepultamento no mosteiro de Petershausen, que tinha fundado, na Suábia, atualmente na Alemanha.

† 995

10

São Guarino Bispo de Sion. Passamento no mosteiro de Aulps, na Savóia, atualmente na França.

† 1150

11

Santo Amadeu Bispo. Em Lausana, na Suíça.

† 1159

12

Beato Ângelo Cónti Presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho. Em Folinho, na Úmbria, região da Itália.

† 1312

13

Beato Rogério Cadwallador Presbítero e mártir. Em Leominster, na Inglaterra.

† 1610

14

Beato Francisco de Santa Maria e Companheiros Presbítero da Ordem dos Frades Menores e catorze companheiros mártires. Em Nagasáki, no Japão.

† 1627

15

São David Lewis Presbítero da Companhia de Jesus e mártir. Em Usk, cidade do País de Gales.

† 1679

16

Beatos João Baptista de Souzy e Ulrico Presbítero e religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, mártires. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França.

† 1794

17

Beato Domingos da Mãe de Deus Barberi Presbítero da Congregação da Paixão. Em Reading, na Inglaterra.

† 1849

18

Beato Fernando González Añon Presbítero e mártir. Em Picassent, localidade do território de Valência, na Espanha.

† 1936

19

Beato Raimundo Marti Soriano Presbítero e mártir. Na estrada de Godella para Bétera, região de Valência, na Espanha.

† 1936

20

Beatos José Maria López Carrillo e Pedro Ibañez Alonso Presbíteros da Ordem dos Pregadores e mártires. Em Madrid, na Espanha.

† 1936

21

Beata Maria do Pilar Izquierdo Albero Virgem. Em San Sebastian, na Espanha.

† 1945

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

 

Nasceu em Tagaste, África, por volta do ano 331. Ainda, jovem casou-se e teve filhos, um dos quais foi Agostinho de Hipona, Doutor da Igreja, convertido ao cristianismo, graças às suas orações e lágrimas.

Foi uma mulher de intensa oração e de virtudes comprovadas. No seu livro, “Confissões”, Santo Agostinho fala de sua mãe com grande estima e veneração:

Superou infidelidades conjugais, sem jamais se impacientar,  contra o marido. Esperava Tua misericórdia descesse sobre ele, para que tivesse fé em Ti e se tornasse casto. Minha mãe havia aprendido a não o contrariar com atos ou palavras, quando o via irado. Depois que ele se refazia e acalmava, ela procurava o momento oportuno para mostrar-lhe como se tinha irritado sem refletir.

Sempre que havia discórdia entre pessoas, ela procurava, quando possível, mostrar-se conciliadora, a ponto de nada referir de uma à outra, senão o que podia levá-las a se reconciliarem.

Educara os filhos, gerando-os de novo tantas vezes quantas os visse afastarem-se de Ti. Enfim, ainda antes de adormecer para sempre no Senhor, quando já vivíamos em comunidades, depois de ter recebido a graça do Batismo, ela cuidou de todos, como se nos tivesse gerado a todos, servindo a todos nós, como se fosse filha de cada um.

Meu filho, disse a Agostinho, pelo que me diz respeito, já nenhum prazer me prende a esta vida. Não sei o que faço aqui, nem porque existo. O que me fazia ansiar aqui permanecer era ver-vos cristão católico antes de morrer. Deus concedeu-me mais; vejo-vos consagrado a seu serviço, após haverdes desprezado a felicidade terrena.

 

Santa Mônica, rogai por nós!

Oração – Santa Mônica fazei que o Pai do Céu chame de volta à casa paterna os filhos pródigos. Dai-nos esta alegria, e seremos sempre agradecidos

Mônica: Significa “só”, “solitária”, “viúva”. – Mônica é um nome de origem incerta, que provavelmente tem origem no grego Mónikos derivado da palavra mónos, que quer dizer “um”, e significa “só”, “solitária”, “viúva”.

 

Com na Aquitânia, hoje na França, São Licério, bispo, de origem hispânica e discípulo do bispo São Fausto de Riez, que protegeu com as suas orações a cidade da invasão dos Visigodos.

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

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Memória de Santa Mônica, que, ainda adolescente foi dada em casamento a Patrício e teve filhos, entre os quais Agostinho, por cuja conversão derramou muitas lágrimas e elevou muitas preces a Deus e, quando se dispunha a regressar para a África, em Ostia, na Itália, aspirando profundamente às realidades celestes, deixou esta vida e partiu para a morada eterna.(† 387)

2. Em Cápua, na Campânia, região da Itália, São Rufo, mártir.(† s. III/IV)

3. Em Cítia de Tomis, hoje Constança, na Romênia, os santos mártires Marcelino, tribuno, e Maneia, esposos, e João, seu filho, Serapião, clérigo, e Pedro, soldado.(† c. s. IV)

4. Em Bérgamo, na Ligúria, hoje na Lombardia, região da Itália, São Narno, considerado o primeiro bispo desta cidade.(† s. IV)

5. Na Tebaida, no Egito, São Pémenes, abade, muito célebre entre os anacoretas e do qual se referem muitas máximas de sabedoria.(† s. IV/V)

6. Em Couserans, na Aquitânia, hoje na França, São Licério, bispo, de origem hispânica e discípulo do bispo São Fausto de Riez, que protegeu com as suas orações a cidade da invasão dos Visigodos.(† c. 540)

7. Em Arles, na Provença, também na atual França, São Cesário, bispo, que, depois de ter levado vida monástica na ilha de Lérins, com relutância recebeu o episcopado. Preparou e coligiu sermões para as várias festividades, destinados a serem lidos pelos presbíteros na catequese ao povo, e escreveu regras, tanto para homens como para virgens, com a finalidade de orientar a vida monástica.(† 542)

8. Em Pavia, na Lombardia, região da Itália, São João, bispo.(† c. 825)

9. No mosteiro de Petershausen, que tinha fundado, na Suábia, atualmente na Alemanha, o sepultamento de São Gebardo, bispo de Constança.(† 995)

10. No mosteiro de Aulps, na Savoia, atualmente na França, o passamento de São Guarino, bispo de Sion, que, tendo sido monge de Molesme no tempo de São Roberto, construiu este cenóbio, que dirigiu santamente e agregou à Ordem Cisterciense.(† 1150)

11. Em Lausana, na Suíça, Santo Amadeu, bispo, que, sendo monge de Claraval, foi designado abade do cenóbio de Hautecombe e depois, eleito bispo, instruiu diligentemente os jovens, formou um clero piedoso e casto e celebrou na sua pregação a Virgem Santa Maria.(† 1159)

12. Em Folinho, na Úmbria, região da Itália, o Beato Ângelo Cónti, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, insigne pela sua penitência, humildade e paciência perante as ofensas.(† 1312)

13. Em Leominster, na Inglaterra, o Beato Rogério Cadwallador, presbítero e mártir, que, depois de ordenado sacerdote e ser famoso pela sua grande sabedoria em Valladolid, na Espanha, exerceu o ministério clandestinamente na sua pátria durante dezesseis anos; finalmente, no reinado de Jaime I, foi condenado por causa do sacerdócio e, depois de cruéis tormentos, morreu no suplício do patíbulo.(† 1610)

14. Em Nagasáki, no Japão, os beatos Francisco de Santa Maria, presbítero da Ordem dos Frades Menores, e catorze companheiros[1], mártires, que, por ordem do prefeito da cidade Kawachi Dono, sofreram o martírio em ódio ao nome de Cristo.

[1] São estes os seus nomes: Bartolomeu Laurel e Antônio de São Francisco, religiosos da Ordem dos Frades Menores; Gaspar Vaz e Maria, esposos; Madalena Kiyota, viúva; Caio Jiyemon, Francisca, Francisco Kurubioye, Francisco Kuhioye, Luís Matsuo Soyemon, Martinho Gómez, Tomás Wo Jinyemon, Lucas Kiyemon e Miguel Kizayemon.(† 1627)

15. Em Usk, cidade do País de Gales, São David Lewis, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que, ordenado sacerdote em Roma, celebrou clandestinamente os sacramentos e prestou auxílio aos pobres na sua pátria durante mais de trinta anos, até que, no reinado de Carlos II, por causa do sacerdócio foi suspenso no patíbulo.(† 1679)

16. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, os beatos mártires João Baptista de Souzy, presbítero, e Ulrico (João Batista Guillaume), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, mártires, que, na perseguição contra a Igreja, foram encarcerados em condições desumanas e, afetados pela fome e graves enfermidades, morreram por Cristo.(† 1794)

17. Em Reading, na Inglaterra, o Beato Domingos da Mãe de Deus Barberi, presbítero da Congregação da Paixão, que, dedicando-se diligentemente à causa da unidade dos cristãos, acolheu muitos na Igreja católica.(† 1849)

18. Em Picassent, localidade do território de Valência, na Espanha, o Beato Fernando González Añon, presbítero e mártir, que, no tempo da perseguição, mereceu passar à felicidade eterna.(† 1936)

19. Na estrada de Godella para Bétera, na mesma região da Espanha, o Beato Raimundo Marti Soriano, presbítero e mártir, que, durante a mesma perseguição contra a fé cristã, derramou o seu sangue por Cristo.(† 1936)

20. Em Madrid, também na Espanha, os beatos José Maria López Carrillo e Pedro Ibañez Alonso, presbíteros da Ordem dos Pregadores e mártires, que na mesma perseguição foram coroados com o supremo testemunho de Cristo.(† 1936)

21. Em San Sebastian, também na Espanha, a Beata Maria do Pilar Izquierdo Albero, virgem, que, atribulada durante muito tempo pela pobreza e graves enfermidades, serviu a Deus no amor ativo para com os pobres e os aflitos e, para lhes prestar assistência, fundou a Obra Missionária de Jesus e Maria.(† 1945)

Santa Mônica – Memória | Quinta-feira

Santa Mônica | Memória | Quinta-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (1Cor 1,1-9)

Início da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

1 Paulo, chamado a ser apóstolo de Jesus Cristo, por vontade de Deus, e o irmão Sóstenes, 2 à Igreja de Deus que está em Corinto: aos que foram santificados em Cristo Jesus, chamados a ser santos junto com todos que, em qualquer lugar, invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. 3 Para vós, graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. 4 Dou graças a Deus sempre a vosso respeito, por causa da graça que Deus vos concedeu em Cristo Jesus: 5 Nele fostes enriquecidos em tudo, em toda a palavra e em todo o conhecimento, 6 à medida que o testemunho sobre Cristo se confirmou entre vós. 7 Assim, não tendes falta de nenhum dom, vós que aguardais a revelação do Senhor nosso, Jesus Cristo. 8 É ele também que vos dará perseverança em vosso procedimento irrepreensível, até ao fim, até ao dia de nosso Senhor, Jesus Cristo. 9 Deus é fiel; por ele fostes chamados à comunhão com seu Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 144(145),2-3.4-5.6-7 (R. cf. 1b)

– Bendirei o vosso nome, pelos séculos, Senhor!

– Bendirei o vosso nome pelos séculos, Senhor!

– Todos os dias haverei de bendizer-vos, hei de louvar o vosso nome para sempre. Grande é o Senhor e muito digno de louvores, e ninguém pode medir sua grandeza.

– Uma idade conta à outra vossas obras e publica os vossos feitos poderosos; proclamam todos o esplendor de vossa glória e divulgam vossas obras portentosas!

– Narram todos vossas obras poderosas, e de vossa imensidade todos falam. Eles recordam vosso amor tão grandioso e exaltam, ó Senhor, vossa justiça.

Evangelho (Mt 24,42-51)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vigiai, diz Jesus, vigiai, pois, no dia em que não esperais, o vosso Senhor há de vir.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 42 “Ficai atentos! porque não sabeis em que dia virá o Senhor. 43 Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44 Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá. 45 Qual é o empregado fiel e prudente, que o senhor colocou como responsável pelos demais empregados, para lhes dar alimento na hora certa? 46 Feliz o empregado, cujo senhor o encontrar agindo assim, quando voltar. 47 Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. 48 Mas, se o empregado mau pensar: ‘Meu senhor está demorando’, 49 e começar a bater nos companheiros, a comer e a beber com os bêbados; 50 então o senhor desse empregado virá no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe. 51 Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (1Ts 2,9-13)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicense.

9 Irmãos, certamente ainda vos lembrais dos nossos trabalhos e fadigas. Trabalhamos dia e noite, para não sermos pesados a nenhum de vós. Foi assim que anunciamos o evangelho de Deus. 10 Vós sois testemunhas, e Deus também, de quão santo, justo, irrepreensível foi o nosso proceder para convosco, os fiéis. 11 Bem sabeis que, como um pai a seus filhos, 12 nós exortamos a cada um de vós e encorajamos e insistimos, para que vos comporteis de modo digno de Deus, que vos chama ao seu reino e à sua glória. 13 Por isso, agradecemos a Deus sem cessar por vós terdes acolhido a pregação da palavra de Deus, não como palavra humana, mas como aquilo que de fato é: Palavra de Deus, que está produzindo efeito em vós que abraçastes a fé. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 138(139),7-8.9-10.11-12ab (R. 1a)

– Senhor, vós me sondais e me conheceis!

– Senhor, vós me sondais e me conheceis!

– Em que lugar me ocultarei de vosso espírito? E para onde fugirei de vossa face? Se eu subir até os céus, ali estais;  se eu descer até o abismo, estais presente. 

– Se a aurora me emprestar as suas asas, para eu voar e habitar no fim dos mares; mesmo lá vai me guiar a vossa mão e segurar-me com firmeza a vossa destra. 

– Se eu pensasse: “A escuridão venha esconder-me e que a luz ao meu redor se faça noite!” Mesmo as trevas para vós não são escuras, a própria noite resplandece como o dia. 

Evangelho (Mt 23,27-32)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– O amor de Deus se realiza em todo aquele que guarda sua palavra fielmente.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo, disse Jesus: 27 “Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós sois como sepulcros caiados: por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão! 28 Assim também vós: por fora, pareceis justos diante dos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e injustiça. 29 Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós construís sepulcros para os profetas e enfeitais os túmulos dos justos, 30 e dizeis: ‘Se tivéssemos vivido no tempo de nossos pais, não teríamos sido cúmplices da morte dos profetas’. 31 Com isso, confessais que sois filhos daqueles que mataram os profetas. 32 Completai, pois, a medida de vossos pais!” Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Luís, Rei – 25 de Agosto

São Luís IX, Rei

Santo do Dia – 25 de Agosto

São Luís IX - Rei da França

São Luís IX,

Penitente e Humilde · † 25.VIII.1270

As Origens

São Luís IX - Rei da Frnça

Luís IX nasceu em Poissy, a 25 de abril de 1214, abençoado com uma mãe eminentemente religiosa. A rainha-mãe, Branca de Castela, dedicou-se à sua formação cristã, aconselhando-o após o Batismo: “Filhinho, agora és um templo do Espírito Santo, conserva sempre teu coração puro e jamais o manches com o pecado”. Ela providenciou mestres e instrutores dignos, preparando o jovem príncipe para seu futuro. Quando o pai de Luís faleceu, o rapaz contava apenas 12 anos, sendo logo coroado. Aos 21 anos iniciou sua regência sobre toda a nação francesa, conciliando com excelência sua vocação de rei, pai e esposo. São Luís era homem de oração profunda, caridade transbordante e penitência austera; sua devoção era tão constante que participava da Santa Missa diária com perseverança admirável, respondendo aos nobres que o provocavam: “Se eu dedicasse tempo dobrado para os jogos ou para a caça, ninguém repreenderia!”.

Rei Justo e Misericordioso

São Luís buscava intensamente viver a justiça do Reino de Deus enquanto soberano e cristão, colocando em prática aquilo que constantemente aconselhava: “Não tiremos o bem dos outros nem sequer para o dar a Deus”. Cheio de amor a Cristo, à Igreja e ao Pontífice, o santo rei organizou cruzadas para resgatar os lugares santos da Terra Santa. Sua fé era tão ardorosa que, durante uma de suas campanhas militares, foi aprisionado durante cinco anos. Libertado do cativeiro, empenhou-se com renovado fervor em outra cruzada, na qual contraiu uma peste mortífera, o tifo, que lhe minaria a vida.

A Morte Gloriosa

Reconhecendo a aproximação do fim, o grande rei não se afligiu. Recebeu com devoção os santos sacramentos, preparando-se para encontrar aquele a quem havia servido com total dedicação. Sorrindo na fé, São Luís IX entregou seu espírito a Deus no dia 25 de agosto de 1270, coroando uma vida inteira de penitência, humildade e amor cristão. Vinte e sete anos após sua morte, a Igreja o canonizou em 1297, pelo Papa Bonifácio VIII, reconhecendo sua santidade extraordinária.

São Luís IX, rogai por nós!

Luís — Significa “guerreiro ilustre” ou “guerreiro célebre”. Tem origem no germânico Hludwig, formado pelos elementos Hlud (fama, celebridade) e Wig (combate, luta). O nome perpassa gerações de reis franceses como símbolo de piedade real e justiça cristã.

“Oração – Ó Deus que fizeste São Luís IX rei justo e santo, concedei-nos a graça de servir-vos com fidelidade e de buscar sempre a justiça e a caridade. Amém.”

São Luís IX, rogai por nós!

São José de Calasanz — Presbítero que instituiu escolas populares para educar crianças e adolescentes no amor e sabedoria do Evangelho, fundando em Roma a Ordem dos Clérigos Regrantes Pobres da Mãe de Deus das Escolas Pias.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 25 de agosto:

1
São Luís IX Rei da França. Em Tunis, durante a cruzada. Homem de oração, penitência e caridade extraordinárias, buscou sempre a justiça do Reino de Deus, sendo coroado como rei aos 12 anos e reinando com sabedoria até sua morte.
† 1270
2
São José de Calasanz Presbítero. Em Roma, na Itália. Fundador da Ordem dos Clérigos Regrantes Pobres da Mãe de Deus das Escolas Pias, dedicou sua vida à educação de crianças pobres no Evangelho e na sabedoria cristã.
† 1648
3
Santos Eusébio, Ponciano, Vicente e Peregrino Mártires. Na Via Aurélia, a seis milhas de Roma, na Itália. Sofreram martírio pela fé em Cristo durante as perseguições aos cristãos primitivos.
† s.d.
4
São Gens Mártir. Em Arles, na Provença, hodierna França. Notário que se recusava a transcrever éditos contra os cristãos, foi capturado em fuga, batizado com seu próprio sangue e conquistou a coroa do martírio.
† 303
5
São Gerôncio Bispo. Em Itálica, hoje Santiponce, perto de Sevilha, na Hispânia Bética. Narram que morreu no cárcere, vítima de perseguição pela fé cristã.
† s. IV
6
São Severo Abade. Em Agde, na Gália Narbonense, hodierna França. Fundou e dirigiu um mosteiro, dedicando-se à vida monástica e à direção espiritual de seus filhos em Cristo.
† s. V
7
São Menas Bispo. Em Constantinopla, hodierna Istambul, na Turquia. Ordenado pelo Papa Santo Agapito, dedicou à divina Sabedoria a grande igreja edificada pelo imperador Justiniano e restaurou a comunhão com a Sé Apostólica.
† 552
8
Santo Arédio Abade. Em Atane, no território de Limoges, na atual França. Fundou um cenóbio e compôs para o mosteiro uma excelente regra baseada nos preceitos dos grandes institutos de vida monástica.
† 591
9
São Gregório Abade. Em Utrecht, na Géldria da Austrásia, hodierna Holanda. Companheiro do apóstolo São Bonifácio nas missões pela Turíngia e Hessen, depois dirigiu como abade o mosteiro de São Martinho e governou a Igreja de Utrecht.
† 775
10
São Tomás Cantelupe Bispo de Hereford, na Inglaterra. Em Montefiascone, na Toscana, hoje no Lácio, região da Itália. Homem de eminente cultura, severo para consigo e generoso com os pobres, dedicou-se ao pastoreio de seu rebanho.
† 1282
11
Beatos Mártires Miguel Carvalho, Pedro Vásquez, Luís Sotelo, Luís Sasanda e Luís Baba Mártires. Em Ximabara, no Japão. Miguel Carvalho, da Companhia de Jesus, e seus companheiros presbíteros e religioso foram queimados vivos pela fé em Cristo durante a perseguição no Japão.
† 1624
12
Beato Paulo João Charles Presbítero, mártir e prior da Ordem Cisterciense. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França. Arrebatado do mosteiro de Sept-Fonts durante a perseguição da Revolução Francesa, morreu encarcerado de inanição e enfermidade.
† 1794
13
Beata Maria do Trânsito de Jesus Sacramentado Virgem. Em Córdova, na Argentina. Dedicou-se intensamente à formação cristã da infância pobre e abandonada, instituindo na Argentina a Congregação das Irmãs Missionárias da Ordem Terceira de São Francisco.
† 1885

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Eleito Rei desde os doze anos de idade, Luís, nascido em 1214, era filho da virtuosa Branca de Castela, regente de França durante sua menoridade. Recebeu forte educação cristã. Contraiu matrimônio e teve onze filhos, a quem deu uma excelente e piedosa educação. Construiu hospitais, asilos, escolas e favoreceu a universidade de Sorbonne, o que deu à França o primado da cultura europeia. Empreendeu uma cruzada para a libertação dos lugares santos, fez diversas conquistas, venceu muitas batalhas, até que foi tomado como prisioneiro dos egípcios. Pago o resgate, continuou suas atividades até que foi atingido pela peste, morrendo às portas de Túnis, a 25 de agosto de 1270. A tradição popular conserva a imagem de Luís IX como um soberano, que fazia justiça sob um velho carvalho, situado perto do seu castelo em Vincennes.

São Luís, Rei, Rogai por nós!

Oração – Onipotente e Eterno Deus, que cumulaste, Vosso servo, o Rei de França, Luís IX, com muitos dons e virtudes, fazei que eu também saiba corresponder a Vossa Divina Graça. Amém

Luís: Signi fica“combatente glorioso”, “ilustre guerreiro” ou “célebre na guerra”. Vem do nome germânico Hloddoviko
Com São José de Calasanz, presbítero, que, para educar as crianças e os adolescentes no amor e sabedoria do Evangelho, instituiu escolas populares e fundou a Ordem dos Clérigos Regulares Pobres da Mãe de Deus das Escolas Pias (Escolápios) Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 25  3. Na Via Aurélia, a seis milhas de Roma, o sepultamento dos santos Eusébio, Ponciano, Vicente e Peregrino, mártires.(† data inc.) 4. Em Arles, na Provença, na hodierna França, São Gens, mártir, que, ainda catecúmeno, trabalhando no tribunal como notário e recusando-se a transcrever um edito contra os cristãos, tentou salvar-se pondo-se em fuga; mas, capturado pelos soldados, foi baptizado com o próprio sangue.(† 303) 5. Em Itálica, hoje Santiponce, perto de Sevilha, na Hispânia Bética, São Gerôncio, bispo, que se narra ter morrido no cárcere.(† s. IV) 6. Em Agde, na Gália Narbonense, atualmente na França, São Severo, abade do mosteiro por ele fundado nesta cidade.(† s. V) 7. Em Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia, São Menas, bispo, que foi ordenado pelo papa Santo Agapito e, restabelecida a comunhão, temporariamente interrompida com o papa Vigílio, dedicou à divina Sabedoria a grande igreja edificada pelo imperador Justiniano.(† 552) 8. Em Atane, no território de Limoges, na atual França, Santo Arédio, abade, que, compôs para o cenóbio que fundara uma excelente regra, fundada nos preceitos de vários institutos de vida monástica.(† 591) 9. Em Utrecht, na Géldria da Austrásia, atualmente na Holanda, São Gregório, abade, que, ainda adolescente, acompanhou sempre São Bonifácio nas caminhadas missionárias para a conversão da Turíngia e de Hessen e depois, por seu mandato, dirigiu como abade o mosteiro de São Martinho e governou a Igreja de Utrecht.(† 775) 10. Em Montefiascone, na Toscana, hoje no Lácio, região da Itália, o passamento de São Tomás Cantelupe, bispo de Hereford, na Inglaterra, homem de eminente cultura, severo para consigo e largamente generoso para com os pobres.(† 1282) 11. Em Ximabara, no Japão, os beatos mártires Miguel Carvalho, da Companhia de Jesus, Pedro Vásquez, da Ordem dos Pregadores, Luís Sotelo e Luís Sasanda, presbíteros, e Luís Baba, religioso da Ordem dos Frades Menores, que por Cristo foram queimados vivos.(† 1624) 12. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato Paulo João Charles, presbítero e mártir, um prior da Ordem Cisterciense, que, durante a perseguição da Revolução Francesa, foi arrebatado do mosteiro de Sept-Fonts e encarcerado na sórdida galera por causa do seu sacerdócio, onde morreu de inanição e enfermidade.(† 1794) 13. Em Córdova, na Argentina, a Beata Maria do Trânsito de Jesus Sacramentado, virgem, que se dedicou intensamente à formação cristã da infância pobre e abandonada e instituiu na Argentina a Congregação das Irmãs Missionárias da Ordem Terceira de São Francisco.(† 1885) 14. Em Valência, na Espanha, o Beato Luís Urbano Lanaspa, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que superou o glorioso combate por Cristo.(† 1936) 15. Em “Palacio del Duque”, entre Somió e Cabueñes, nas Astúrias, também na Espanha, o Beato Florêncio Alonso Ruiz, presbítero da Ordem de Santo Agostinho e mártir, que, durante a perseguição contra a fé, com o seu martírio seguiu os passos de Cristo.(† 1936) 16. Na estrada de Llagostera a Vidreras, na Catalunha, também na Espanha, o Beato Onofre (Sálvio Tolosa Alsina), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir, que na mesma perseguição contra a fé deu testemunho de Cristo derramando por Ele o seu sangue.(† 1936) 17. Em Madrid, também na Espanha, o Beato Vicente Álvarez Cienfuegos, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que na mesma perseguição derramou o sangue por Cristo.(† 1936) 18. Em Sucúa, localidade do Equador, Maria Troncatti, virgem da Congregação da Filhas de Maria Auxiliadora, que exerceu uma longa e generosa atividade entre os indígenas “Shuar”.(† 1969)

21ª Semana do Tempo Comum | Terça-feira

21ª Semana do Tempo Comum | Terça-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (2Ts 2,1-3a.14-17)

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Tessalonicenses.

1 No que se refere à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa união com ele, nós vos pedimos, irmãos: 2 não deixeis tão facilmente transtornar a vossa cabeça, nem vos alarmeis por causa de alguma revelação, ou carta atribuída a nós, afirmando que o Dia do Senhor está próximo. 3a Que ninguém vos engane de modo algum. 14 Deus vos chamou para que, por meio do nosso evangelho, alcanceis a glória de nosso senhor Jesus Cristo. 15 Assim, portanto, irmãos, ficai firmes e conservai firmemente as tradições que vos ensinamos, de viva voz ou por carta. 16 Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus nosso Pai, que nos amou em sua graça e nos proporcionou uma consolação eterna e feliz esperança, 17 animem os vossos corações e vos confirmem em toda a boa ação e palavra.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 95(96),10.11-12a.12b-13 (R. 13b)

– O Senhor vem julgar nossa terra.

– O Senhor vem julgar nossa terra.

– Publicai entre as nações: “Reina o Senhor!” Ele firmou o universo inabalável, e os povos ele julga com justiça.

– O céu se rejubile e exulte a terra, aplauda o mar com o que vive em suas águas; os campos com seus frutos rejubilem.

– E exultem as florestas e as matas na presença do Senhor, pois ele vem, porque vem para julgar a terra inteira. Governará o mundo todo com justiça, e os povos julgará com lealdade.

Evangelho (Mt 23,23-26)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– A palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus: 23 “Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da Lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vós deveríeis praticar isto, sem contudo deixar aquilo. 24 Guias cegos! Vós filtrais o mosquito, mas engolis o camelo. 25 Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós limpais o copo e o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça. 26 Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (1Ts 2,1-80)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses

Bem sabeis, irmãos, que nossa vinda até vós não foi em vão. 2 Apesar de maltratados e ultrajados em Filipos, como sabeis, encontramos em Deus a coragem de vos anunciar o evangelho, em meio a grandes lutas. 3 A nossa exortação não se baseia no erro, na ambiguidade ou no desejo de enganar. 4 Ao contrário, uma vez que Deus nos achou dignos para que nos confiasse o evangelho, falamos não para agradar aos homens, mas a Deus, que examina os nossos corações. 5 Bem sabeis que nunca usamos palavras de adulação, nem procedemos movidos por disfarçada ganância. Deus é testemunha disso. 6 E também não procuramos elogios humanos, nem da parte de vós, nem de outros, 7 embora pudéssemos fazer valer a nossa autoridade de apóstolos de Cristo. Foi com muita ternura que nos apresentamos a vós, como uma mãe que acalenta os seus filhinhos. 8 Tanto bem vos queríamos, que desejávamos dar-vos não somente o evangelho de Deus, mas até, a própria vida; a tal ponto chegou a nossa afeição por vós. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 138(139),1-3.4-6 (R. 1)

– Senhor, vós me sondais e conheceis.

– Senhor, vós me sondais e conheceis.

– Senhor, vós me sondais e conheceis,  sabeis quando me sento ou me levanto; de longe penetrais meus pensamentos,  percebeis quando me deito e quando eu ando,  os meus caminhos vos são todos conhecidos. 

– A palavra nem chegou à minha língua,  e já, Senhor, a conheceis inteiramente.  Por detrás e pela frente me envolveis; pusestes sobre mim a vossa mão.  Esta Verdade é por demais maravilhosa,  é tão sublime que não posso compreendê-la. 

Evangelho (Mt 23,23-26)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– A palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo, disse Jesus: 23 “Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da Lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vós deveríeis praticar isto, sem contudo deixar aquilo. 24 Guias cegos! Vós filtrais o mosquito, mas engolis o camelo. 25 Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós limpais o copo e o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça. 26 Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo”. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Bartolomeu, Apóstolo | Festa | Segunda-feira

São Bartolomeu, Apóstolo | Festa | Segunda-feira

Cor Litúrgica: Vermelho

Primeira Leitura (Ap 21,9b-14)

Leitura do Livro do Apocalipse de São João.

9b Um anjo falou comigo e disse: “Vem! Vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro”. 10 Então me levou em espírito a uma montanha grande e alta. Mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, 11 brilhando com a glória de Deus. Seu brilho era como o de uma pedra preciosíssima, como o brilho de jaspe cristalino. 12 Estava cercada por uma muralha maciça e alta, com doze portas. Sobre as portas estavam doze anjos, e nas portas estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel. 13 Havia três portas do lado do oriente, três portas do lado norte, três portas do lado sul e três portas do lado do ocidente. 14 A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 144(145),10-11.12-13ab.17-18 (R. cf. 12a)

– Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso!

– Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso!

– Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder!

– Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração.

– É justo o Senhor em seus caminhos, é santo em toda obra que ele faz. Ele está perto da pessoa que o invoca, de todo aquele que o invoca lealmente.

Evangelho (Jo 1,45-51)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Mestre, tu és o filho de Deus, és rei de Israel!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

– Glória a vós, Senhor.

45 Filipe encontrou-se com Natanael e lhe disse: “Encontramos aquele de quem Moisés escreveu na Lei, e também os profetas: Jesus de Nazaré, o filho de José”. 46 Natanael disse: “De Nazaré pode sair coisa boa?” Filipe respondeu: “Vem ver!” 47 Jesus viu Natanael que vinha para ele e comentou: “Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade”. 48 Natanael perguntou: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. 49 Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel”. 50 Jesus disse: “Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!” 51 E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (1Ts 1,1-5.8b-10)

Início da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses.

1 Paulo, Silvano e Timóteo, à Igreja dos tessalonicenses, reunida em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo: a vós, graça e paz! 2 Damos graças a Deus por todos vós, lembrando-vos sempre em nossas orações. 3 Diante de Deus, nosso Pai, recordamos sem cessar a atuação da vossa fé, o esforço da vossa caridade e a firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo. 4 Sabemos, irmãos amados por Deus, que sois do número dos escolhidos. 5 Porque o nosso evangelho não chegou até vós somente por meio de palavras, mas também mediante a força que é o Espírito Santo; e isso, com toda a abundância. Sabeis de que maneira procedemos entre vós, para o vosso bem. 8b A vossa fé em Deus propagou-se por toda parte. Assim, nós já nem precisamos falar, 9 pois as pessoas mesmas contam como vós nos acolhestes e como vos convertestes, abandonando os falsos deuses, para servir ao Deus vivo e verdadeiro, 10 esperando dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos: Jesus, que nos livra do castigo que está por vir. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 149,1-2.3-4.5-6a e 9b (R. 4a)

– O Senhor ama seu povo de verdade.

– O Senhor ama seu povo de verdade.

– Cantai ao Senhor Deus um canto novo, e o seu louvor na assembleia dos fiéis! Alegre-se Israel em Quem o fez, e Sião se rejubile no seu Rei! 

– Com danças glorifiquem o seu nome,  toquem harpa e tambor em sua honra!  Porque, de fato, o Senhor ama seu povo e coroa com vitória os seus humildes. 

– Exultem os fiéis por sua glória, e cantando se levantem de seus leitos,  com louvores do Senhor em sua boca.  Eis a glória para todos os seus santos.

Evangelho (Mt 23,13-22)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo, disse Jesus: 13 “Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós fechais o Reino dos Céus aos homens. Vós, porém, não entrais, nem deixais entrar aqueles que o desejam. 15 Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós percorreis o mar e a terra para converter alguém, e quando o conseguis, o tornais merecedor do inferno, duas vezes pior do que vós. 16 Ai de vós, guias cegos! Vós dizeis: ‘Se alguém jura pelo Templo, não vale; mas, se alguém jura pelo ouro do Templo, então vale!’ 17 Insensatos e cegos! O que vale mais: o ouro ou o Templo que santifica o ouro? 18 Vós dizeis também: ‘Se alguém jura pelo altar, não vale; mas, se alguém jura pela oferta que está sobre o altar, então vale!’ 19 Cegos! O que vale mais: a oferta, ou o altar que santifica a oferta? 20 Com efeito, quem jura pelo altar, jura por ele e por tudo o que está sobre ele. 21 E quem jura pelo Templo, jura por ele e por Deus que habita no Templo. 22 E quem jura pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está sentado”. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.