7ª Semana da Páscoa | Segunda-feira

7ª Semana da Páscoa | Segunda-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (At 19,1-8)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

1 Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo atravessou as regiões montanhosas e chegou a Éfeso. Aí encontrou alguns discípulos e perguntou-lhes: 2 “Vós recebestes o Espírito Santo quando abraçastes a fé?” Eles responderam: “Nem sequer ouvimos dizer que existe o Espírito Santo!” 3 Então Paulo perguntou: “Que batismo vós recebestes?” Eles responderam: “O batismo de João”. 4 Paulo disse-lhes: “João administrava um batismo de conversão, dizendo ao povo que acreditasse naquele que viria depois dele, isto é, em Jesus”. 5 Tendo ouvido isso, eles foram batizados no nome do Senhor Jesus. 6 Paulo impôs-lhes as mãos e sobre eles desceu o Espírito Santo. Começaram então a falar em línguas e a profetizar. 7 Ao todo, eram uns doze homens. 8 Paulo foi então à sinagoga e, durante três meses, falava com toda convicção, discutindo e procurando convencer os ouvintes sobre o Reino de Deus.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 67(68),2-3.4-5ac.6-7ab (R. 33a)

– Reinos da terra, cantai ao Senhor.

– Reinos da terra, cantai ao Senhor.

– Eis que Deus se põe de pé, e os inimigos se dispersam! Fogem longe de sua face os que odeiam o Senhor! Como a fumaça se dissipa, assim também os dissipais, como a cera se derrete, ao contato com o fogo, assim pereçam os iníquos ante a face do Senhor!

– Mas os justos se alegram na presença do Senhor rejubilam satisfeitos e exultam de alegria! Cantai a Deus, a Deus louvai, cantai um salmo a seu nome! o seu nome é Senhor: exultai diante dele!

– Dos órfãos ele é pai, e das viúvas protetor; é assim o nosso Deus em sua santa habitação. É o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados, quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura.

Evangelho (Jo 16,29-33)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Se com Cristo ressurgistes, procurai o que é do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus Pai.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 29 os discípulos disseram a Jesus: “Eis, agora falas claramente e não usas mais figuras. 30 Agora sabemos que conheces tudo e que não precisas que alguém te interrogue. Por isto cremos que vieste da parte de Deus”. 31 Jesus respondeu: “Credes agora? 32 Eis que vem a hora – e já chegou – em que vos dispersareis, cada um para seu lado, e me deixareis só. Mas eu não estou só, o Pai está comigo. 33 Disse-vos estas coisas para que tenhais paz em mim. No mundo, tereis tribulações. Mas, tende coragem! Eu venci o mundo!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (At 19,1-8)

Leitura dos Atos dos Apóstolos

1 Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo atravessou as regiões montanhosas e chegou a Éfeso. Aí encontrou alguns discípulos e perguntou-lhes: 2 “Vós recebestes o Espírito Santo quando abraçastes a fé?” Eles responderam: “Nem sequer ouvimos dizer que existe o Espírito Santo!” 3 Então Paulo perguntou: “Que batismo vós recebestes?” Eles responderam: “O batismo de João”. 4 Paulo disse-lhes: “João administrava um batismo de conversão, dizendo ao povo que acreditasse naquele que viria depois dele, isto é, em Jesus”. 5 Tendo ouvido isso, eles foram batizados no nome do Senhor Jesus. 6 Paulo impôs-lhes as mãos e sobre eles desceu o Espírito Santo. Começaram então a falar em línguas e a profetizar. 7 Ao todo, eram uns doze homens. 8 Paulo foi então à sinagoga e, durante três meses, falava com toda convicção, discutindo e procurando convencer os ouvintes sobre o Reino de Deus.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

 

Responsório Sl 67(68),2-3.4-5ac.6-7ab (R. 33a)

– Reinos da terra, cantai ao Senhor.

– Reinos da terra, cantai ao Senhor.

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Eis que Deus se põe de pé, e os inimigos se dispersam! Fogem longe de sua face os que odeiam o Senhor! Como a fumaça se dissipa, assim também os dissipais, como a cera se derrete, ao contato com o fogo, assim pereçam os iníquos ante a face do Senhor! 

– Mas os justos se alegram na presença do Senhor rejubilam satisfeitos e exultam de alegria! Cantai a Deus, a Deus louvai, cantai um salmo a seu nome! o seu nome é Senhor: exultai diante dele!

– Dos órfãos ele é pai, e das viúvas protetor; é assim o nosso Deus em sua santa habitação. É o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados, quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura. 

 

Evangelho (Jo 16,29-33)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Se com Cristo ressurgistes, procurai o que é do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus Pai.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

 Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, os discípulos disseram a Jesus: 29 “Eis, agora falas claramente e não usas mais figuras. 30 Agora sabemos que conheces tudo e que não precisas que alguém te interrogue. Por isto cremos que vieste da parte de Deus”. 31 Jesus respondeu: “Credes agora? 32 Eis que vem a hora – e já chegou – em que vos dispersareis, cada um para seu lado, e me deixareis só. Mas eu não estou só o Pai está comigo. 33 Disse-vos estas coisas para que tenhais paz em mim. No mundo, tereis tribulações. Mas, tende coragem! Eu venci o mundo!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

 

São João I, Papa, Mártir – 18 de Maio

São João I, Papa, Mártir

Santo do Dia – 18 de Maio

São João I,

Papa, Mártir · † 526

O Papa

Nasceu em Túsculo, uma província da Itália, e foi eleito sucessor do Papa Hormisda em 523. São João I, Papa e Mártir

É costumeiramente identificado como João Diácono, autor da epístola “Ad Senartun”, importante para a história da liturgia batismal. É reconhecido também pela autoria de “A Fé Católica”, transmitida pelos antigos entre as obras do filósofo e mártir São Severino Boécio, cujo trabalho exerceu grande influência sobre São Tomás de Aquino.

O Papa Hormisda e o imperador Justino haviam encerrado o cisma entre Roma e Constantinopla, iniciado em 484. Com esse acordo obtiveram bons resultados políticos, uma vez que os godos — então dominantes na Itália — eram arianos.

Mediador entre Imperadores

No final de 524, o imperador Justino publicou um decreto ordenando o fechamento das igrejas arianas de Constantinopla e a exclusão dos arianos de toda função civil e militar.

Roma era então governada pelo imperador Teodorico, o Grande, rei dos bárbaros arianos que haviam invadido a Itália. Este obrigou o Papa João I a viajar para Constantinopla, solicitando ao imperador Justino a revogação do decreto.

Apesar do imperador Justino ter-se ajoelhado diante do primeiro Sumo Pontífice a pisar em Constantinopla, não foi possível demovê-lo da perseguição aos arianos. A solicitação foi atendida apenas em parte: o imperador concordou em devolver as igrejas confiscadas aos arianos, mas manteve o impedimento de que os arianos convertidos ao catolicismo pudessem retornar ao arianismo.

A Morte

Com o fracasso parcial da sua missão, o Papa João I despertou a ira do imperador Teodorico. Assim, ao regressar a Roma, foi detido e aprisionado em Ravena, onde morreu no dia 18 de maio de 526, sendo declarado mártir da Igreja.

São João I, Papa, rogai por nós!

João — Nome de origem hebraica, Yohanan, que significa “Deus é misericordioso” ou “graça de Deus”. Foi um dos nomes papais mais usados na história da Igreja, adotado por 23 pontífices.

“Oração – Senhor, concedei-nos pelos méritos do Santo Papa João I, a firmeza da fé e a perseverança na Vossa Doutrina. Dai-nos o dom da Fortaleza para que possamos com coragem enfrentar os problemas do dia a dia, sempre confiantes na Vossa Divina Providência. Amém.”

São João I, rogai por nós!

Santo Erico IX — Rei e mártir da Suécia, que dirigiu sabiamente o povo e enviou o bispo Santo Henrique à Finlândia para propagar a fé cristã.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 18 de maio:

1
São João I
Papa e mártir. Primeiro Pontífice Romano a celebrar o sacrifício pascal em Constantinopla; aprisionado pelo rei ariano Teodorico, morreu em Ravena, na Emília-Romanha, como vítima de Cristo Senhor.

† 526

2
São Félix
Mártir. Em Salona, na Dalmácia, na hodierna Croácia, durante a perseguição do imperador Diocleciano.

† 299

3
São Dióscoro
Mártir no Egito. Filho de um leitor, depois de muitos e diversos tormentos, foi decapitado e assim consumou o martírio.

† c. 303

4
Santos Potamião, Ortásio, Serapião e companheiros
Mártires. Em Alexandria, no Egito. Presbíteros e seus companheiros que deram a vida pela fé.

† s. IV

5
Santos Teódoto e Tecusa e companheiras
Mártires. Em Ancira, na Galácia, hoje Ancara, na Turquia. Tecusa e seis virgens companheiras foram imersas numa lagoa com pedras atadas ao pescoço.

† c. 303

6
Beato Burcardo
Presbítero. Em território da Argóvia, na Helvécia, hoje na Suíça. Pároco de Benwil, orientou com grande solicitude pastoral o povo que lhe estava confiado.

† s. XII

7
Santo Erico IX
Rei e mártir. Em Upsala, na Suécia. Dirigiu sabiamente o povo, defendeu os direitos das mulheres e enviou à Finlândia o bispo Santo Henrique para propagar a fé cristã; foi apunhalado pelos inimigos enquanto participava da celebração da Missa.

† 1161

8
Beato Guilherme
Presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho. Em Toulouse, junto ao rio Garona, na França.

† 1369

9
São Félix de Cantalício
Religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos. Em Roma. Dotado de admirável austeridade e simplicidade, durante quarenta anos exerceu o ofício de esmoler, irradiando sempre ao seu redor a paz e a caridade.

† 1587

10
Beata Blandina do Sagrado Coração (Maria Madalena Merten)
Virgem da Ordem de Santa Úrsula. Em Mergentheim, na Alemanha. Associou sabiamente a vida contemplativa ao cuidado da formação humana e cristã das jovens e adolescentes.

† 1918

11
Beato Estanislau Kubista
Presbítero e mártir. No campo de concentração de Dachau, perto de Munique, na Baviera, Alemanha. Intoxicado nas câmaras de gás mortífero, morreu por Cristo.

† 1942

12
Beato Martinho Oprzadek
Presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir. Em Hartheim, próximo de Linz, na Áustria. Natural da Polônia, no mesmo tempo e do mesmo modo que o Beato Estanislau, alcançou o reino celeste.

† 1942

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Ordenador da Liturgia Batismal Nasceu em Túsculo, uma província da Itália. Foi eleito sucessor do Papa Hormisda, em 523, e costuma ser identificado como João Diácono, autor da epístola “Ad Senartun”, importante para a história da liturgia batismal. Autor de “A Fé Católica” É reconhecido também pela autoria de “A Fé Católica”, transmitida pelos antigos, entre as obras do filósofo e mártir São Severino Boécio, cujo trabalho exerceu grande influência sobre São Tomás de Aquino. O Papa Hormisda e o imperador Justino acabaram com o cisma entre Roma e Constantinopla, que tinha iniciado em 484, com o então imperador Zenão, através do que parecia impossível: um acordo entre católicos e arianos. Com esse acordo obtiveram bons resultados políticos, na medida em que os godos eram arianos.

Mediador entre Imperadores

Porém, no final de 524, o imperador Justino publicou um decreto ordenando o fechamento das igrejas arianas de Constantinopla e a exclusão dos arianos de toda a função civil e militar. Roma, que era então governada pelo imperador Teodorico, o grande, rei dos bárbaros arianos que tinha invadido a Itália, obrigou o Papa João I a viajar para Constantinopla solicitando ao imperador Justino a revogação do decreto. Apesar do imperador Justino se ter ajoelhado perante o primeiro Sumo Pontífice a pisar em Constantinopla, este não o conseguiu demover da perseguição aos arianos. A solicitação foi atendida apenas em parte, o imperador concordou em devolver as igrejas confiscadas aos arianos, mas manteve o impedimento dos arianos convertidos ao catolicismo, poderem retornar ao arianismo. Morreu prisioneiro Com o fracasso da sua missão, o Papa João I despertou a ira do imperador Teodorico. Assim, quando colocou os pés em Roma foi detido e aprisionado em Ravena, onde morreu no dia 18 de maio de 526, tendo sido declarado mártir da Igreja.

São João I, Papa, rogai por nós!

Oração – Senhor, concedei-nos pelos méritos do Santo Papa João I, a firmeza da fé, da perseverança na Vossa Doutrina. Dai-me o dom da Fortaleza para que eu possa com coragem enfrentar os problemas do dia-a-dia, sempre confiante na Vossa Divina Providência. Amém.

Com Santo Erico IX, rei e mártir. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 18 São João I, papa e mártir, que, enviado pelo rei ariano Teodorico ao imperador Justino de Constantinopla, foi o primeiro Pontífice Romano a celebrar o sacrifício pascal naquela Igreja; no regresso de Constantinopla, foi recebido indignamente pelo mesmo Teodorico e metido no cárcere, morrendo em Ravena, na Emília-Romanha, como vítima de Cristo Senhor.(† 526) 2. Em Salona, na Dalmácia, na hodierna Croácia, São Félix, mártir durante a perseguição do imperador Diocleciano.(† 299) 3. No Egito, São Dióscoro, mártir, filho de um leitor, depois de muitos e diversos tormentos, foi decapitado e assim consumou o martírio.(† c. 303) 4. Em Alexandria, também no Egito, os santos Potamião, Ortásio, Serapião, presbíteros, e seus companheiros, mártires.(† s. IV) 5. Em Ancira, na Galácia, hoje Ancara, na Turquia, os santos mártires Teódoto e Tecusa, sua tia paterna, Alexandra, Cláudia, Faína, Eufrásia, Matrona e Julieta, virgens; estas últimas, depois de terem sido constrangidas pelo governador à prostituição, foram imersas numa lagoa com pedras atadas ao pescoço.(† c. 303) 6. Em território da Argóvia, na Helvécia, hoje na Suíça, o Beato Burcardo, presbítero, que foi pároco de Benwil e orientou com grande solicitude pastoral o povo que lhe estava confiado.(† s. XII) 7. Em Upsala, na Suécia, Santo Erico IX, rei e mártir, que durante o seu reinado dirigiu sabiamente o povo, defendeu os direitos das mulheres e enviou à Finlândia o bispo Santo Henrique para propagar a fé cristã; mas, finalmente, quando participava na celebração da Missa, caiu apunhalado pelos inimigos.(† 1161) 8. Em Toulouse, junto ao rio Garona, na França, o Beato Guilherme, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho.(† 1369) 9. Em Roma, São Félix de Cantalício, religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, dotado de admirável austeridade e simplicidade, que, durante quarenta anos, exerceu o ofício de esmoler e irradiava sempre à sua volta a paz e a caridade.(† 1587) 10. Em Mergentheim, na Alemanha, a Beata Blandina do Sagrado Coração (Maria Madalena Merten), virgem da Ordem de Santa Úrsula, que associou sabiamente com a vida contemplativa o cuidado da formação humana e cristã das jovens e das adolescentes.(† 1918) 11. No campo de concentração de Dachau, perto de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato Estanislau Kubista, presbítero e mártir, que, em tempo da guerra, intoxicado nas câmaras de gás mortífero, morreu por Cristo.(† 1942) 12. Em Hartheim, localidade próxima de Linz, na Áustria, o Beato Martinho Oprzadek, presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir, natural da Polônia, que no mesmo tempo e do mesmo modo alcançou o reino celeste.(† 1942)

São Pascoal Bailão, Religioso leigo – 17 de Maio

São Pascoal Bailão, Religioso leigo

Santo do Dia – 17 de Maio

São Pascoal Bailão,

Religioso Leigo · † 1592

O Irmão Leigo

São Pascoal Bailão Nasceu no dia 16 de maio de 1540, em Torre Hermosa, Aragão, Espanha, na festa de Pentecostes — daí o nome Pascoal, pois o Pentecostes era chamado em espanhol de “Páscoa cor-de-rosa”.

Filho de família humilde e numerosa, Pascoal não pôde frequentar a escola. Seu pai precisava que ele cuidasse do rebanho, serviço que executou com grande dedicação. Executando seu trabalho distante do povoado e da igreja, passava horas inteiras em oração. Enquanto pastoreava não muito distante do convento, caía em êxtase ao som do sino que anunciava a elevação no momento da consagração.

Aos 24 anos, ingressou no convento dos franciscanos descalços em Valença, como irmão leigo, tendo sido porteiro, cozinheiro, responsável pelos bens da comunidade e pela distribuição de esmolas. Por humildade, nunca aspirou ao sacerdócio.

Teólogo da Eucaristia

Embora iletrado, São Pascoal é considerado um dos primeiros teólogos da Eucaristia — não só em virtude das disputas com os calvinistas, mas também pelos tratados que escreveu sobre o assunto. A sua espiritualidade tinha um cunho essencialmente eucarístico. Leão XIII o proclamou patrono dos congressos eucarísticos internacionais e de todas as obras eucarísticas.

A morte

Morreu em Vila Real, Espanha, no dia 17 de Maio de 1592, com 52 anos, após uma vida inteiramente dedicada ao serviço de Deus e dos seus irmãos na fé. São Pascoal Bailão, rogai por nós! Pascoal — Nome com origem no latim paschalis e pashalis, que significa “relativo à Páscoa”, derivado da palavra pascha.

“Ó Deus, que fizestes resplandecer São Pascoal por um profundo amor para com os sagrados mistérios do Corpo e Sangue do vosso Filho, concedei-nos acolher em nossa vida as riquezas espirituais de que ele se alimentava nesse sagrado banquete. Amém.”

São Pascoal Bailão, rogai por nós!

Beata Antônia Mesina — Virgem e mártir, que com 17 anos de idade defendeu a sua castidade até a morte.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 17 de maio:

1
Santo Adrião Mártir. Em Alexandria, no Egito.
† c. s. IV
2
São Vítor Mártir. Em Roma, junto à Via Salária Antiga, no cemitério de Basila.
† c. s. IV
3
Santos Heráclio e Paulo Mártires. Em Novioduno, na Cítia, hoje Isaccea, na Romênia.
† c. s. IV
4
Santa Restituta Virgem e mártir. Na África Proconsular, na atual Tunísia.
† c. 304
5
Santo Emiliano Bispo. Trasladação em Vercelas, na Ligúria, hoje no Piemonte, região da Itália.
† s. VI
6
São Pascoal Bailão Religioso da Ordem dos Frades Menores. Em Villarreal, perto de Valência, Espanha. Diligente e benévolo para com todos, venerou constantemente com ardente amor o mistério da Santíssima Eucaristia.
† 1592
7
Beatos Joaquim Mine Sukedayu, Paulo Nishida Kyuhachi e companheiros Mártires. Em Unzen, no Japão. (Maria, João Matsutake Chozaburo, Bartolomeu Baba Han’emon, Luís Furue Sukeemon, Paulo Onizuka Magoemon, Luís Hayashida Soka, Madalena Hayashida, Paulo Hayashida Mohyoe.)
† 1627
8
São Pedro Liu Wenyuan Mártir. Em Kong-Tcheu, no Guizhou, China. Sendo catequista, morreu estrangulado por amor de Cristo.
† 1834
9
Santa Júlia Salzano Virgem. Em Casória, junto de Nápoles, Campânia, Itália. Fundou a Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração de Jesus para dedicar-se ao ensino da doutrina cristã e difundir a devoção à Santíssima Eucaristia.
† 1929
10
Beata Antônia Mesina Virgem e mártir. Em Orgosolo, na Sardenha, Itália. Dedicou-se às obras da Igreja e, com 17 anos, defendeu a sua castidade até à morte.
† 1935
11
Beato João Ziatyk Presbítero da Congregação do Santíssimo Redentor e mártir. No campo prisional de Oserlag, perto de Irkutsk, Rússia. Em tempo de perseguição contra a fé, mereceu descansar no convívio celeste dos justos.
† 1952

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Irmão leigo, porteiro, cozinheiro, embaixador da ordem

Nasceu no dia 16 de Maio de 1540, em Torre Hermosa, Aragão, Espanha. Aos 24 anos, ingressou no convento dos franciscanos descalços, em Valença, como irmão leigo, tendo sido porteiro, cozinheiro, responsável pelos bens da comunidade e pela distribuição de esmolas.

Ameaçado pelos calvinistas

Foi enviado a França para tratar dos interesses da Ordem, na Espanha. Fez a viagem descalço e com o hábito franciscano e sob a ameaça dos calvinistas.

Embora iletrado, é considerado um dos primeiros teólogos da Eucaristia. Isto não só em virtude das disputas com os calvinistas, mas também pelos tratados que escreveu sobre o assunto.

Um dos primeiros teólogos da Eucaristia

A sua espiritualidade tinha um cunho essencialmente eucarístico.

Leão XIII o proclamou patrono dos congressos eucarísticos internacionais e de todas as obras eucarísticas.

Morreu em Vila Real, Espanha, no dia 17 de Maio de 1592, com 52 anos.

São Pascoal Bailão, rogai por nós!

Oração – Ó Deus, que fizestes resplandecer São Pascoal por um profundo amor para com os sagrados mistérios do Corpo e Sangue do vosso Filho, concedei-nos acolher em nossa vida as riquezas espirituais de que ele se alimentava nesse sagrado banquete. Amém.

Pascoal é um nome que tem origem a partir do latim “paschalis” e “pashalis”, que significa “relativo à Páscoa”, a partir da palavra pascha.

Com Beata Antônia Mesina, virgem e mártir, com 17 anos de idade defendeu a sua castidade até a morte.

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

17

1. Em Alexandria, no Egito, Santo Adrião, mártir.(† c. s. IV)

2. Em Roma, junto à Via Salária Antiga, no cemitério de Basila, São Vítor, mártir.(† c. s. IV)

3. Em Novioduno, na Cítia, hoje Isaccea, na Romênia, os santos Heráclio e Paulo, mártires.(† c. s. IV)

4. Na África Proconsular, na atual Tunísia, a comemoração de Santa Restituta, virgem e mártir.(† c. 304)

5. Em Vercelas, na Ligúria, hoje no Piemonte, região da Itália, a trasladação de Santo Emiliano, bispo.(† s. VI)

6. Em Villarreal, perto de Valência, região da Espanha, São Pascoal Bailão, religioso da Ordem dos Frades Menores, que foi sempre diligente e benévolo para com todos e venerou constantemente com ardente amor o mistério da Santíssima Eucaristia.(† 1592)

7. Em Unzen, no Japão, os beatos Joaquim Mine Sukedayu, Paulo Nishida Kyuhachi e companheiros[1] mártires.

[1] Maria, João Matsutake Chozaburo, Bartolomeu Baba Han’emon, Luís Furue Sukeemon, Paulo Onizuka Magoemon, Luís Hayashida Soka, Madalena Hayashida, Paulo Hayashida Mohyoe.(† 1627)

8. Em Kong-Tcheu, no Guizhou, China, São Pedro Liu Wenyuan, mártir, que, sendo catequista, morreu estrangulado por amor de Cristo.(† 1834)

9. Em Casória, junto de Nápoles, na Campânia, região da Itália, Santa Júlia Salzano, virgem, que fundou a Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração de Jesus para se dedicar ao ensino da doutrina cristã e difundir a devoção à Santíssima Eucaristia.(† 1929)

10. Em Orgosolo, na Sardenha, região da Itália, a Beata Antónia Mesina, virgem e mártir, que se dedicou generosamente às obras da Igreja e, com 17 anos de idade, defendeu a sua castidade até à morte.(† 1935)

11. No campo prisional da cidade de Oserlag, perto de Irkutsk, na Rússia, o Beato João Ziatyk, presbítero da Congregação do Santíssimo Redentor e mártir, que, em tempo de perseguição contra a fé, mereceu descansar no convívio celeste dos justos.(† 1952)

Ascensão do Senhor – Solenidade | Domingo

Ascensão do Senhor | Solenidade | Domingo

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (At 1,1-11)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

1 No meu primeiro livro, ó Teófilo, já tratei de tudo o que Jesus fez e ensinou, desde o começo, 2 até ao dia em que foi levado para o céu, depois de ter dado instruções pelo Espírito Santo, aos apóstolos que tinha escolhido. 3 Foi a eles que Jesus se mostrou vivo depois da sua paixão, com numerosas provas. Durante quarenta dias, apareceu-lhes falando do Reino de Deus. 4 Durante uma refeição, deu-lhes esta ordem: “Não vos afasteis de Jerusalém, mas esperai a realização da promessa do Pai, da qual vós me ouvistes falar: 5 ‘João batizou com água; vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo, dentro de poucos dias'”. 6 Então os que estavam reunidos perguntaram a Jesus: “Senhor, é agora que vais restaurar o Reino em Israel?” 7 Jesus respondeu: “Não vos cabe saber os tempos e os momentos que o Pai determinou com a sua própria autoridade. 8 Mas recebereis o poder do Espírito Santo que descerá sobre vós, para serdes minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e na Samaria, e até os confins da terra”. 9 Depois de dizer isto, Jesus foi levado ao céu, à vista deles. Uma nuvem o encobriu, de forma que seus olhos não mais podiam vê-lo. 10 Os apóstolos continuavam olhando para o céu, enquanto Jesus subia. Apareceram então dois homens vestidos de branco, 11 que lhes disseram: “Homens da Galileia, por que ficais aqui, parados, olhando para o céu? Esse Jesus que vos foi levado para o céu, virá do mesmo modo como o vistes partir para o céu”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 46(47),2-3.6-7.8-9 (R. 6)

– Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta.

– Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta.

– Povos todos do universo, batei palmas, gritai a Deus aclamações de alegria! Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo, o soberano que domina toda a terra.

– Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta. Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa, salmodiai ao som da harpa ao nosso Rei!

– Porque Deus é o grande Rei de toda a terra, ao som da harpa acompanhai os seus louvores! Deus reina sobre todas as nações, está sentado no seu trono glorioso.

Segunda Leitura (Ef 1,17-23)

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.

Irmãos: 17 O Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai a quem pertence a glória, vos dê um espírito de sabedoria que vo-lo revele e faça verdadeiramente conhecer. 18 Que ele abra o vosso coração à sua luz, para que saibais qual a esperança que o seu chamamento vos dá, qual a riqueza da glória que está na vossa herança com os santos, 19 e que imenso poder ele exerceu em favor de nós que cremos, de acordo com a sua ação e força onipotente. 20 Ele manifestou sua força em Cristo, quando o ressuscitou dos mortos e o fez sentar-se à sua direita nos céus, 21 bem acima de toda a autoridade, poder, potência, soberania ou qualquer título que se possa mencionar não somente neste mundo, mas ainda no mundo futuro. 22 Sim, ele pôs tudo sob os seus pés e fez dele, que está acima de tudo, a Cabeça da Igreja, 23 que é o seu corpo, a plenitude daquele que possui a plenitude universal.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Evangelho (Mt 28,16-20)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Ide ao mundo, ensinai aos povos todos; convosco estarei, todo os dias, até o fim dos tempos, diz Jesus.

Conclusão do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 16 Os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado. 17 Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram. 18 Então Jesus aproximou-se e falou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. 19 Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, 20 e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (At 1,1-11)

Leitura dos Atos dos Apóstolos

 

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 46(47),2-3.6-7.8-9 (R. 6)

– Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta!

– Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta!

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Povos todos do universo, batei palmas, gritai a Deus aclamações de alegria! Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo, o soberano que domina toda a terra. 

– Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta. Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa, salmodiai ao som da harpa ao nosso Rei! 

– Porque Deus é o grande Rei de toda a terra, ao som da harpa acompanhai os seus louvores! Deus reina sobre todas as nações, está sentado no seu trono glorioso. 

Evangelho (Lc 24,46-53)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Ide ao mundo, ensinai aos povos todos; convosco estarei, todos os dias, até o fim dos tempos, diz Jesus.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 46 “Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia 47 e no seu nome, serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. 48 Vós sereis testemunhas de tudo isso. Eu enviarei sobre vós aquele que meu Pai prometeu. Por isso, permanecei na cidade, até que sejais revestidos da força do alto”. 50 Então Jesus levou-os para fora, até perto de Betânia. Ali ergueu as mãos e abençoou-os. 51 Enquanto os abençoava, afastou-se deles e foi levado para o céu. 52 Eles o adoraram. Em seguida voltaram para Jerusalém, com grande alegria. 53 E estavam sempre no Templo, bendizendo a Deus.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Simão Stock, Religioso – 16 de Maio

São Simão Stock, Religioso

Santo do Dia – 16 de Maio

São Simão Stock,

Religioso · † 1265

O Religioso

Na Europa com desconfianças

A vinda dos carmelitas para a Europa e a sua rápida expansão atraía inúmeros jovens universitários cativados pelo estilo de vida do Carmo, desencadeando-se, ao mesmo tempo, uma onda de ciúme e inveja em muitos sectores da Igreja. Párocos, Reitores e Bispos moveram uma guerra surda aos carmelitas, não deixando construir igrejas e obrigando-os a impostos e serviços graves insuportáveis, que nunca tinham tido no Monte Carmelo ou em outros conventos da Terra Santa.

Em 1251, Frei Simão convocou um Capítulo Geral pedindo a toda a Ordem que rezasse noite e dia pela resolução do problema. Acudiram ao Céu e ao Papa. Ele liderava esta campanha rezando com insistência à Mãe do Carmo para que deles se compadecesse.

Origem do Escapulário

Um dia em que, como tantas vezes, rezava a oração do «Flos Carmeli», apareceu-lhe a Virgem Maria na sua cela e entregou-lhe o Escapulário dizendo que este símbolo era o sinal da sua proteção para com os carmelitas e para quem a partir de então o usasse. Pensa-se que esta aparição se deu na noite de 15 ou 16 de Julho. Era o ano de 1251.

Nova Provação: Divisão Interna

No ano seguinte, o Papa escreveu uma carta aos Bispos defendendo os carmelitas. Porém, quatro anos mais tarde, sobrevém nova provação aos carmelitas e mais perigosa, pois os frades se dividiram: uns querem apenas a vida eremítica tal como se vivia no princípio, no Monte do Carmo; outros, como Frei Simão, pretendem uma vida equilibrada e adaptada à Europa: solidão e apostolado, o que exigia a fundação de conventos, não no deserto, mas junto de cidades e universidades.

Sendo Prior Geral, recorreu ao Papa que lhe concedeu razão e proteção. Mais uma vez, em 1264, presidiu ao Capítulo Geral em Tolosa, França, vindo a morrer em Bordéus no ano de 1265, onde ainda hoje se guardam os seus restos mortais.

Oração “Flos Carmeli”

Oração que rezava quando lhe apareceu a Mãe do Céu, da Terra e do Carmo, dando-lhe o Escapulário:

Do Carmo a Flor / vide florida / do céu esplendor.
Virgem fecunda, / singular / Mãe sem par
De homem ignorada! / Ao Carmo vem dar / a tua ajuda.
Estrela do mar!

São Simão Stock, rogai por nós!

Simão — Significa “aquele que ouve”, “ouvinte”. Tem origem no hebraico Shim’on, que deriva do elemento shamá, que quer dizer “ele ouviu”.

“Senhor, nosso Deus, que chamaste São Simão Stock a servir-te na família dos Irmãos da Santa Virgem do Carmelo, concede-nos, por sua intercessão, viver como ele, entregues sempre a teu serviço e cooperar com a salvação dos homens. Amém.”

São Simão Stock, rogai por nós!

Santo André Bobola — Presbítero, missionário e mártir polonês da Companhia de Jesus, conhecido como “Apóstolo da Lituânia” e “Caçador de Almas”.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 16 de maio:

1
Santos Félix e Genádio
Mártires. Em Uzális, na África Proconsular, atual Tunísia.

† data inc.

2
Santos Florêncio e Diocleciano
Mártires. Em Ósimo, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália.

† data inc.

3
Santos Abdas e Edésio, bispos, e 38 companheiros
Mártires. Na antiga Pérsia, mortos por ordem do rei Sapor II.

† 375/376

4
São Peregrino
Mártir. Em Bouhy, território de Auxerre, na Gália, hoje na França. Venerado como primeiro bispo desta cidade.

† s. IV/V

5
São Possídio
Bispo de Guelma, na Numídia, atual Argélia. Discípulo e amigo de Santo Agostinho, assistiu à sua morte e escreveu a sua memorável biografia.

† d. 473

6
São Fídolo
Presbítero. Em Troyes, na Gália Lionense, atual França. Feito prisioneiro de guerra, foi resgatado e instruído por Santo Aventino, abade, de quem foi sucessor.

† c. 540

7
São Brandão
Abade de Clonfert, Irlanda. Zeloso propagador da vida monástica, narrada na célebre «Navegação de São Brandão».

† 577/583

8
Santo Honorato
Bispo. Em Amiens, na Nêustria, atual França.

† c. 600

9
São Carantoco
Bispo e abade de Cardigan. Na Bretanha, atual Grã-Bretanha.

† s. VII

10
Quarenta e quatro santos monges
Mártires. Na Palestina, massacrados pelos Sarracenos que assaltaram o mosteiro de São Sabas, no tempo do imperador Heráclio.

† 614

11
São Germério
Bispo. Em Toulouse, na Aquitânia, atual França. Empenhou-se em divulgar o culto de São Saturnino e visitar o povo que lhe foi confiado.

† s. VII

12
Santo Ubaldo
Bispo. Em Gúbbio, na Úmbria, região da Itália. Trabalhou diligentemente para renovar a vida comunitária dos clérigos.

† 1160

13
Santo Adão
Abade do mosteiro de São Sabino. Em Fermo, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália.

† c. 1210

14
São Simão Stock
Presbítero. Em Bordéus, na Gasconha, atual França. Depois de ter sido eremita na Inglaterra, ingressou na Ordem dos Carmelitas, da qual foi admirável superior, tornando-se célebre pela singular devoção à Virgem Maria.

† 1265

15
Santo André Bobola
Presbítero da Companhia de Jesus. Em Janow, junto a Pinsk, Polônia. Zeloso promotor da unidade dos cristãos, foi arrebatado por soldados e deu o supremo testemunho da fé com o derramamento do seu sangue.

† 1657

16
Beato Miguel Wozniak
Presbítero e mártir. Perto de Munique, Baviera, Alemanha. Deportado da Polônia para o campo de concentração de Dachau, após cruéis torturas, partiu para a glória celeste.

† 1942

17
Beato Vital Vladimiro Bajrak
Presbítero da Ordem de São Josafat e mártir. Em Drohobych, na Ucrânia. Perante os perseguidores da religião, pelo combate da fé alcançou o fruto da vida eterna.

† 1946

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Na Europa com desconfianças

A vinda dos carmelitas para a Europa e a sua rápida expansão atraía a si inúmeros jovens universitários cativados pelo estilo de vida do Carmo desencadeando-se, ao mesmo tempo, uma onda de ciúme e inveja em muitos sectores da Igreja. Párocos, Reitores e Bispos moveram uma guerra surda aos carmelitas «não deixando construir igrejas e obrigando-os a impostos e serviços graves insuportáveis, que nunca tinham tido no Monte Carmelo ou em outros conventos da Terra Santa.

Origem do Escapulário

Em 1251, Frei Simão convocou um Capítulo Geral pedindo a toda a Ordem que rezasse noite e dia pela resolução do problema. Acudiram ao Céu e ao Papa. Ele liderava esta campanha rezando com insistência à Mãe do Carmo para que deles se compadecesse. Um dia em que, como tantas vezes, rezava a oração do «Flos Carmeli», apareceu-lhe a Virgem Maria na sua cela e entregou-lhe o Escapulário dizendo que este símbolo era o sinal da sua proteção para com os carmelitas e para quem a partir de então o usasse. Pensa-se que esta aparição se deu na noite de 15 ou 16 de Julho. Era o ano de 1251.

Nova provação: divisão interna

No ano seguinte, o Papa escreve uma carta aos Bispos defendendo os carmelitas. Porém, quatro anos mais tarde, sobrevém nova provação aos carmelitas e mais perigosa, pois os frades se dividiram: uns querem apenas a vida eremítica tal como se vivia no principio, no Monte do Carmo; outros, como Frei Simão, pretendem uma vida equilibrada e adaptada à Europa: solidão e apostolado, o que exigia a fundação de conventos, não no deserto, mas junto de cidades e universidades. Sendo Prior Geral, recorre ao Papa que lhe concede razão e proteção. Mais uma vez, em 1264, ele presidiu ao Capítulo Geral em Tolosa, França, vindo a morrer em Bordéus no ano de 1265, onde ainda hoje se guardam os seus restos mortais.

Oração “Flos Carmeli”

Oração que rezava quando lhe apareceu a Mãe do Céu, da Terra e do Carmo, dando-lhe o Escapulário: Do Carmo a Flor / vide florida / do céu esplendor. Virgem fecunda, / singular / Mãe sem par De homem ignorada! / Ao Carmo vem dar / a tua ajuda. Estrela do mar!

São Simão Stock, rogai por nós!

Oração – Senhor, nosso Deus, que chamaste São Simão Stock a servir-te na família dos Irmão da Santa Virgem do Carmelo, concede-nos, por sua intercessão, viver como ele, entregues sempre a teu serviço e cooperar com a salvação dos homens. Amém.

Simão: Significa “aquele que ouve”, “ouvinte”. Tem origem no hebraico Shim’on​, que deriva do elemento shamá que quer dizer “ele ouviu”
Com Santo André Bobola, presbítero,  missionário e mártir polonês da Companhia de Jesus, conhecido como “Apóstolo da Lituânia” e “Caçador de Almas”. Sofreu um dos martírios mais cruéis da história. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 16 1. Em Uzális, na África Proconsular, na atual Tunísia, a comemoração dos santos Félix e Genádio, mártires.(† data inc.) 2. Em Ósimo, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, os santos Florêncio e Diocleciano, mártires.(† data inc.) 3. Na antiga Pérsia, os santos mártires Abdas e Edésio, bispos, que foram mortos por ordem do rei Sapor II, juntamente com trinta e oito companheiros.(† 375/376) 4. Em Bouhy, localidade do território de Auxerre, na Gália, hoje na França, São Peregrino, mártir, venerado como primeiro bispo desta cidade.(† s. IV/V) 5. Comemoração de São Possídio, bispo de Guelma, na Numídia, na atual Argélia, que foi discípulo e amigo de Santo Agostinho, assistiu à sua morte e escreveu a sua memorável biografia.(† d. 473) 6. Em Troyes, na Gália Lionense, atualmente na França, São Fídolo, presbítero, que, segundo a tradição, foi feito prisioneiro de guerra pelo rei Teodorico, durante a invasão do Auvergne, mas, resgatado e instruído no serviço de Deus por Santo Aventino, abade, foi o seu sucessor.(† c. 540) 7. Irlanda, São Brandão, abade de Clonfert, zeloso propagador da vida monástica, dele se narra a célebre «navegação de São Brandão».(† 577/583) 8. Em Amiens, na Nêustria, atualmente na França, Santo Honorato, bispo.(† c. 600) 9. Na Bretanha, em território da atual Grã-Bretanha, São Carantoco, bispo e abade de Cardigan.(† s. VII) 10. Na Palestina, a paixão de quarenta e quatro santos monges, que, no tempo do imperador Heráclio, foram massacrados pelos Sarracenos que assaltaram o seu mosteiro de São Sabas.(† 614) 11. Em Toulouse, na Aquitânia, na atual França, São Germério, bispo, que se empenhou em divulgar o culto de São Saturnino e visitar assiduamente o povo que lhe foi confiado.(† s. VII f.) 12. Em Gúbbio, na Úmbria, região da Itália, Santo Ubaldo, bispo, que trabalhou diligentemente para renovar a vida comunitária dos clérigos.(† 1160) 13. Em Fermo, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, Santo Adão, abade do mosteiro de São Sabino.(† c.1210) 14. Em Bordéus, na Gasconha, na hodierna França, São Simão Stock, presbítero, que, depois de ter sido eremita na Inglaterra, ingressou na Ordem dos Carmelitas, da qual foi admirável superior, tornando-se célebre pela sua singular devoção à Virgem Maria.(† 1265) 15. Em Janow, junto a Pinsk, nas margens do rio Pripjat, na Polônia, Santo André Bobola, presbítero da Companhia de Jesus, que foi zeloso promotor da unidade dos cristãos, até que, arrebatado por soldados, de bom grado deu o supremo testemunho da fé com o derramamento do seu sangue.(† 1657) 16. Perto de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato Miguel Wozniak, presbítero e mártir, que foi deportado da Polônia, ocupada por um regime hostil à dignidade humana e à religião, para o campo de concentração de Dachau e, depois de cruéis torturas, partiu para a glória celeste.(† 1942) 17. Em Drohobych, na Ucrânia, o Beato Vital Vladimiro Bajrak, presbítero da Ordem de São Josafat e mártir, que, perante os perseguidores da religião, pelo combate da fé alcançou o fruto da vida eterna.(† 1946)

Ir para o Céu…!

Jesus estará ausente até o fim do mundo?!

Você gostaria de receber um presente?! Quem não gostaria?…

Te convido a meditar sobre a Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo, na companhia de Dr.  Plinio:

           Uma pessoa que tivesse Fé e soubesse que Nosso Senhor Jesus Cristo era Deus, assistisse à sua Crucifixão e estivesse informada de que depois viriam a Ressurreição e a Ascensão, essa pessoa poderia se perguntar:

“Depois da Ascensão, nunca mais virá Ele à Terra? Então, até o fim do mundo Ele estará ausente? Seria isto arquitetônico? Seria razoável, tendo Ele feito pela humanidade tudo quanto fez?”

          Jesus Cristo imolou sua vida de um modo dolorosíssimo e resgatou todo o gênero humano.

          Ele quis condescender em contrair com os homens que Ele salvou essa relação tão especial, de ser Ele a cabeça do Corpo Místico, que é a Igreja.

           E quis, pela graça, estar continuamente com todos os homens até o fim do mundo, de maneira a, por ela, vir a ser a alma de nossa própria alma, o princípio motor de nossa vida sobrenatural.

           Poderia, então, haver deste lado tanta união com Ele e, uma vez Ele morto, uma tão completa, tão prolongada, tão irremediável separação?

           Seria possível que Jesus subisse aos Céus e cessasse assim a presença real d’Ele na Terra?

Tudo clamava pela instituição da Eucaristia

         Não quero dizer que a Redenção e o sacrifício da Cruz impusessem a Deus, em rigor de lógica, a instituição da Sagrada Eucaristia.

Mas pode-se dizer que tudo clamava,tudo bradava, tudo suplicava por que Nosso Senhor não se separasse assim dos homens.

E uma pessoa com senso arquitetônico deveria entrever que Nosso Senhor arranjaria um meio de estar sempre presente, junto a cada um dos homens por Ele remidos.

De forma tal que, depois da Ascensão, Ele estivesse sempre no Céu, no trono de glória que Lhe é devido, mas ao mesmo tempo acompanhasse passo a passo a via dolorosa de cada homem aqui na Terra, até o momento extremo em que cada um dissesse, por sua vez: “Consummatum est” (Jo 19,30).

Como se faria essa maravilha?

       Essa hipotética pessoa não poderia adivinhá-la, mas deveria ficar sumamente suspeitosa de que, de algum modo, ela se realizaria.

De tal maneira está nas mais altas conveniências da qualidade de Redentor de Nosso Senhor Jesus Cristo — o qual é nosso Protetor, nosso Médico, nosso divino Amigo — que seria próprio d’Ele fazer por nós esse prodígio. 

Eu creio que se eu assistisse à Crucifixão e soubesse da Ascensão, ainda que não soubesse da Eucaristia, eu começaria a procurar Jesus Cristo pela terra, porque não conseguiria me convencer de que Ele tivesse deixado de conviver com os homens.

Presente em todos os lugares, em todos os momentos

      Esse convívio verdadeiramente maravilhoso de Jesus Cristo com os homens se faz,
exatamente, por meio da Eucaristia.
Em todos os lugares da Terra, em todos os momentos, Ele está realmente presente, nas
catedrais opulentas e nas igrejinhas pobres.
Quantas vezes, viajando em estradas de rodagem, encontramos umas capelinhas
minúsculas, pobres, que dão para acolher apenas umas vinte ou trinta pessoas.
Passamos por uma delas e comovemo-nos, pensando que nela Nosso Senhor Jesus Cristo
esteve, está ou estará realmente presente — com toda a glória do Tabor, com toda a
sublimidade do Gólgota, com todo o esplendor da Divindade — de tal maneira Ele
multiplicou pela Terra a sua presença adorável!
Olhamos para as pessoas que encontramos numa igreja, e pensamos:
“Nosso Senhor Jesus Cristo está presente neste homem que comunga. Naquele outro,
estará ainda nesta semana, talvez hoje mesmo, talvez amanhã. Estará presente
tantas e tantas vezes!
Eis um homem que vai ser transformado, embora por algum tempo, num sacrário
vivo.
Muito mais do que num sacrário, porque o tabernáculo contém as espécies
eucarísticas, mas não comunga”.
Aí nós podemos medir bem a prodigiosa obra de misericórdia realizada por Nosso Senhor,
com a instituição da sagrada Eucaristia.
Tanto quanto a presença d’Ele tem um valor infinito, tanto assim também tem valor infinito
o fato de Ele estar realmente presente sob as sagradas espécies por toda a Terra, e em
todos os homens que queiram condescender em O receber.

Convivendo com Jesus na Eucaristia

Rua Virgílio Rodrigues, 44 – Tremembé

CEP 02372-020 – São Paulo – SP

CNPJ da mantenedora: 60.758.505/0001-41

Campanha Vinde Nossa Senhora de Fátima, não tardeis!

Santo Isidoro, Lavrador – 15 de Maio

Santo Isidoro, Lavrador

Santo do Dia – 15 de Maio

Santo Isidoro,

Lavrador · † 1130

Camponês Simples e Cristão

Nasceu em Madri, na Espanha, em 1070, filho de pais camponeses, simples e seguidores de Cristo. O menino cresceu sereno, bondoso e muito caridoso, trabalhando com os familiares numa propriedade arrendada. Levantava muito cedo para assistir a missa antes de seguir para o campo. Quando seus atos de fé começaram a se destacar, já era casado com Maria Toríbia e pai de um filho.

Sua notoriedade começou quando foi acusado de ficar rezando pela manhã, na igreja, em vez de trabalhar. De fato, tinha o hábito de parar o trabalho uma vez ao dia para rezar, de joelhos, o terço. Mas isso não atrapalhava a produção, porque depois trabalhava com vontade e vigor, recuperando o tempo das preces. Sua bondade era tanta que o patrão nada lhe fez.

Não era só na oração que Isidoro se destacava. Era tão solidário que dividia com os mais pobres tudo o que ganhava com seu trabalho, ficando apenas com o mínimo necessário para alimentar os seus. Quando seu filho morreu, ainda criança, Isidoro e Maria não se revoltaram; ao contrário, passaram a se dedicar ainda mais aos necessitados.

Protetor dos Trabalhadores

Isidoro Lavrador morreu pobre e desconhecido, no dia 15 de maio de 1130, em Madri, sendo enterrado sem nenhuma distinção. A partir de então começou a devoção popular. Muitos milagres, atribuídos à sua intercessão, são narrados pela tradição do povo espanhol. Quarenta anos depois, seu corpo foi trasladado para uma igreja. Humilde e incansável foi esse homem do campo, e somente depois de sua morte, e com a devoção de todo o povo de sua cidade, as autoridades religiosas começaram a reconhecer o seu valor inestimável: a devoção a Deus e o cumprimento de seus mandamentos, numa vida reta e justa, no seguimento de Jesus.

A Canonização

Foi o rei da Espanha, Filipe II, que formalizou o pedido de canonização do santo lavrador, ao qual ele próprio atribuía a intercessão para a cura de uma grave enfermidade. Em 1622, o papa Gregório XV canonizou santo Isidoro Lavrador, no mesmo dia em que canonizou Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Teresa d’Ávila e Filipe Néri. Hoje, ele é comemorado como protetor dos trabalhadores do campo, dos desempregados e dos índios. Enfim, de todos aqueles que acabam sendo marginalizados pela sociedade em nome do progresso. Santo Isidoro Lavrador é o padroeiro de Madri. Santo Isidoro Lavrador, rogai por nós! Isidoro — Significa “Dádiva de Ísis”, “Presente da deusa Ísis”. Tem origem do grego Isídoros, formado pela união das palavras Isis, nome da deusa Ísis, e dôron.

“Ó Santo Isidoro, a vossa fé vos levava a esquecer o mundo para contemplar as belezas do Reino de Deus. Amém.”

Santo Isidoro Lavrador, rogai por nós!

São Elesbão — Rei da Etiópia, que, para desagravar os mártires de Nagran, empreendeu o combate contra os inimigos de Cristo.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 15 de maio:

1
Santos Pedro, André, Paulo e Dionísia Mártires. Em Lâmpsaco, no Helesponto, na atual Turquia.
† s. III
2
Santos Cássio e Vitorino Mártires. Em Arvena, na Aquitânia, hoje Clermont-Ferrand, na França. Padeceram o martírio no tempo de Crono, chefe dos Alamanos.
† s. III
3
São Simplício Presbítero. Na Sardenha, região da Itália.
† s. III/IV
4
Santo Aquileu, o Taumaturgo Bispo. Em Larissa, na Tessália, região da Grécia. Tomou parte no primeiro Concílio Ecumênico de Niceia e evangelizou vários povos pagãos.
† s. IV
5
São Retício Bispo. Em Autun, na Gália Lionense, na hodierna França. Santo Agostinho o recorda como personalidade de grande autoridade na Igreja.
† s. IV
6
São Caleb ou Elesbão Rei da Etiópia. Combateu os inimigos de Cristo para desagravar os mártires de Nagran e, por voto, abraçou a vida monástica até sua morte.
† c. 535
7
São Severino Bispo. Em Septêmpeda, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália. Seu nome foi dado à cidade.
† data inc.
8
São Roberto Duque. Em Bingen, junto ao rio Reno, atual Alemanha. Peregrinou ao túmulo dos Apóstolos e construiu muitas igrejas; adormeceu no Senhor aos vinte e um anos de idade.
† s. VIII
9
São Vitesindo Mártir. Em Córdoba, na Andaluzia, Espanha. Após abandonar a fé por medo, arrependeu-se e recusou publicamente o culto maometano, sendo morto em ódio à fé cristã.
† 855
10
Santo Isidro Lavrador Em Madrid, na região de Castela, Espanha. Com sua esposa, a Beata Maria da Cabeça, trabalhando arduamente, tornou-se exemplo de grande piedade para o agricultor cristão.
† c. 1130
11
Beato André Abellon Presbítero da Ordem dos Pregadores. Em Aix-en-Provence, na França. Renovou nos conventos a observância regular, administrando-os com benevolência e sobriedade.
† 1450

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Camponês simples e cristão

Nasceu em Madri, na Espanha, em 1070, filho de pais camponeses, simples e seguidores de Cristo. O menino cresceu sereno, bondoso e muito caridoso, trabalhando com os familiares numa propriedade arrendada. Levantava muito cedo para assistir a missa antes de seguir para o campo. Quando seus atos de fé começaram a se destacar, já era casado com Maria Toríbia e pai de um filho. Sua bondade era tanta que o patrão nada lhe fez Sua notoriedade começou quando foi acusado de ficar rezando pela manhã, na igreja, em vez de trabalhar. De fato, tinha o hábito de parar o trabalho uma vez ao dia para rezar, de joelhos, o terço. Mas isso não atrapalhava a produção, porque depois trabalhava com vontade e vigor, recuperando o tempo das preces. Sua bondade era tanta que o patrão nada lhe fez. Dividia com os mais pobres tudo Não era só na oração que Isidoro se destacava. Era tão solidário que dividia com os mais pobres tudo o que ganhava com seu trabalho, ficando apenas com o mínimo necessário para alimentar os seus. Quando seu filho morreu, ainda criança, Isidoro e Maria não se revoltaram, ao contrário, passaram a se dedicar ainda mais aos necessitados.

Morreu pobre e desconhecido

Isidoro Lavrador morreu pobre e desconhecido, no dia 15 de maio de 1130, em Madri, sendo enterrado sem nenhuma distinção. A partir de então começou a devoção popular. Muitos milagres, atribuídos à sua intercessão, são narrados pela tradição do povo espanhol. Quarenta anos depois, seu corpo foi trasladado para uma igreja. A devoção do povo o exaltou Humilde e incansável foi esse homem do campo, e somente depois de sua morte, e com a devoção de todo o povo de sua cidade, as autoridades religiosas começaram a reconhecer o seu valor inestimável: a devoção a Deus e o cumprimento de seus mandamentos, numa vida reta e justa, no seguimento de Jesus.

Felipe II promoveu sua canonização

Foi o rei da Espanha, Filipe II, que formalizou o pedido de canonização do santo lavrador, ao qual ele próprio atribuía a intercessão para a cura de uma grave enfermidade. Em 1622, o papa Gregório XV canonizou santo Isidoro Lavrador, no mesmo dia em que canonizou Inácio de Loyola, Francisco Xavier, Teresa d’Ávila e Filipe Néri.

Protetor do trabalhado do campo

Hoje, ele é comemorado como protetor dos trabalhadores do campo, dos desempregados e dos índios. Enfim, de todos aqueles que acabam sendo marginalizados pela sociedade em nome do progresso. Santo Isidoro Lavrador é o padroeiro de Madri.

Santo Isidoro Lavrador, rogai por nós!

Oração – Ó Santo Isidoro, a vossa fé vos levava a esquecer o mundo para contemplar as belezas do Reino de Deus. Amém.

Isidoro: Significa “dádiva de Ísis”, “presente da deusa Ísis”. Tem origem do grego Isídoros, forma pela união das palavras Isis, nome de deusa Ísis e dôron
Com São Elesbão, Rei, que, para desagravar os mártires de Nagran, empreendeu o combate contra os inimigos de Cristo. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 15 maio 1. Em Lâmpsaco, no Helesponto, na atual Turquia, a paixão dos santos Pedro, André, Paulo e Dionísia, mártires.(† s. III) 2. Em Arvena, na Aquitânia, hoje Clermont-Ferrand, na França, os santos Cássio e Vitorino, mártires, que, segundo a tradição, padeceram o martírio no tempo de Crono, chefe dos Alamanos.(† s. III) 3. Na Sardenha, região da Itália, São Simplício, presbítero.(† s. III/IV) 4. Em Larissa, na Tessália, região da Grécia, Santo Aquileu o Taumaturgo, bispo, que tomou parte no primeiro Concílio Ecumênico de Niceia e, animado de grande zelo apostólico e todas as virtudes, evangelizou vários povos pagãos.(† s. IV) 5. Em Autun, na Gália Lionense, na hodierna França, São Retício, bispo, que Santo Agostinho recorda como personalidade de grande autoridade na Igreja e São Jerônimo admira como bom exegeta da Sagrada Escritura.(† s. IV) 6. Na Etiópia, São Caleb ou Elésban, rei, que, para desagravar os mártires de Nagran, empreendeu o combate contra os inimigos de Cristo e, segundo a tradição, depois de ter enviado, no tempo do imperador Justino, o seu diadema régio para Jerusalém, abraçou a vida monástica, a que se comprometera por voto, até partir deste mundo ao encontro do Senhor.(† c. 535) 7. Em Septêmpeda, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, São Severino, bispo, cujo nome foi dado à cidade.(† data inc.) 8. Em Bingen, junto ao rio Reno e perto de Mogúncia, atualmente na Alemanha, São Roberto, duque, que, ainda jovem fez uma peregrinação ao túmulo dos Apóstolos e, de regresso aos seus domínios, construiu muitas igrejas; aos vinte e um anos de idade, adormeceu no Senhor.(† s. VIII) 9. Em Córdoba, na Andaluzia, região da Espanha, a comemoração de São Vitesindo, mártir, que por medo dos Mouros abandonou a fé cristã; mas depois, recusando publicamente praticar esse culto maometano, foi morto em ódio à fé cristã.(† 855) 10. Em Madrid, na região de Castela, na Espanha, Santo Isidro, lavrador, que, com sua esposa, a Beata Maria da Cabeça, trabalhando arduamente e procurando pacientemente mais os frutos do Céu que os da terra, se tornou um exemplo de grande piedade para o agricultor cristão.(† c. 1130) 11. Em Aix-en-Provence, na França, o Beato André Abellon, presbítero da Ordem dos Pregadores, que renovou nos conventos a observância regular, administrando-os com benevolência e sobriedade.(† 1450)

6ª Semana da Páscoa | Sexta-feira

6ª Semana da Páscoa | Sexta-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (At 18,9-18)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Estando Paulo em Corinto, 9 uma noite, o Senhor disse-lhe em visão: “Não tenhas medo; continua a falar e não te cales, 10 porque eu estou contigo. Ninguém te porá a mão para fazer mal. Nesta cidade há um povo numeroso que me pertence”. 11 Assim Paulo ficou um ano e meio entre eles, ensinando-lhes a Palavra de Deus. 12 Na época em que Galião era proncônsul na Acaia, os judeus insurgiram-se em massa contra Paulo e levaram-no diante do tribunal, 13 dizendo: “Este homem induz o povo a adorar a Deus de modo contrário à Lei”. 14 Paulo ia tomar a palavra, quando Galião falou aos judeus, dizendo: “Judeus, se fosse por causa de um delito ou de uma ação criminosa, seria justo que eu atendesse a vossa queixa. 15 Mas, como é questão de palavras, de nomes e da vossa Lei, tratai disso vós mesmos. Eu não quero ser juiz nessas coisas”. 16 E Galião mandou-os sair do tribunal. 17 Então todos agarraram Sóstenes, o chefe da sinagoga, e espancaram-no diante do tribunal. E Galião nem se incomodou com isso. 18 Paulo permaneceu ainda vários dias em Corinto. Despedindo-se dos irmãos, embarcou para a Síria, em companhia de Priscila e Áquila. Em Cencreia, Paulo rapou a cabeça pois tinha feito uma promessa.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 46(47),2-3.4-5.6-7 (R. 8a)

— O Senhor é o grande Rei de toda a terra.

— O Senhor é o grande Rei de toda a terra.

— Povos todos do universo, batei palmas, gritai a Deus aclamações de alegria! Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo, o soberano que domina toda a terra.

— Os povos sujeitou ao nosso jugo e colocou muitas nações aos nossos pés. Foi ele que escolheu a nossa herança, a glória de Jacó, seu bem-amado.

— Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta. Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa, salmodiai ao som da harpa ao nosso Rei!

Evangelho (Jo 16,20-23a)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Era preciso que Cristo sofresse e ressuscitasse dos mortos, para entrar em sua glória.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 20 “Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria. 21 A mulher, quando deve dar à luz, fica angustiada porque chegou a sua hora; mas, depois que a criança nasceu, ela já não se lembra dos sofrimentos, por causa da alegria de um homem ter vindo ao mundo. 22 Também vós agora sentis tristeza, mas eu hei de ver-vos novamente e o vosso coração se alegrará, e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria. 23a Naquele dia, não me perguntareis mais nada”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Matias, Apóstolo, Mártir – 14 de Maio

São Matias, Apóstolo, Mártir

Santo do Dia – 14 de Maio

São Matias,

Apóstolo e Mártir · † s. I

Foi Testemunha de Jesus

São Matias Apóstolo São Matias era um dos numerosos discípulos que seguiam Jesus, desde o começo de sua vida pública.

Foi testemunha de Jesus e viveu todo o drama da paixão, morte e ressurreição de Jesus. Ele foi o escolhido para ocupar o lugar de Judas Iscariotes, O Traidor, e tornar-se assim o décimo segundo apóstolo, completando o grupo após a morte de Judas. É justamente São Matias, o santo que hoje comemoramos.

Sua Eleição foi descrita nos Atos dos Apóstolos, assim: “É necessário, pois, que, dentre estes homens que nos acompanharam todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu em nosso meio, a começar do batismo de João até o dia em que dentre nós foi arrebatado, um destes se torne conosco testemunha da sua ressurreição” (At 1, 21-26).

Eleito entre os Apóstolos

Apresentaram então dois: José, chamado Barsabás, e Matias. E fizeram esta oração: “Tu, Senhor, que conheces o coração de todos, mostra-nos qual destes dois escolheste para ocupar o lugar que Judas abandonou, no ministério do apostolado, para dirigir-se ao lugar que era o seu.” Lançaram sortes sobre eles, e a sorte veio a cair em Matias, que foi então contado entre os doze apóstolos (At 1, 21-26).

Matias é o apóstolo “póstumo”. É assim chamado porque surgiu depois da morte do apóstolo Judas Iscariotes, o traidor. Alguns teólogos se referem a ele como o décimo terceiro apóstolo, pois foi eleito para ocupar esse posto, conforme consta dos Atos dos Apóstolos, na Bíblia.

Evangelizou até a Etiópia

Poucos relatos existem sobre sua vida. Sabe-se apenas que ele também morreu sob martírio em Colchis e, muitas vezes, teve o seu nome confundido com o de São Mateus, que em muito se assemelha na grafia.

Segundo a tradição, Matias evangelizou na Judeia, Capadócia e, depois, na Etiópia. Ele sofreu perseguições e o martírio, morreu apedrejado e decapitado em Colchis, Jerusalém, testemunhando sua fidelidade a Jesus.

Há registros de que santa Helena, mãe do imperador Constantino, o Grande, mandou trasladar as relíquias de São Matias para Roma, onde uma parte está guardada na igreja de Santa Maria Maior. O restante delas se encontra na antiquíssima igreja de São Matias, em Treves, na Alemanha, cidade que a tradição diz ter sido evangelizada por ele e que o tem como seu padroeiro.

O Martírio

São Matias foi conduzido ao martírio com a mesma fidelidade que sempre demonstrou ao seguir Jesus. Morreu apedrejado e decapitado em Colchis, Jerusalém, testemunhando até o fim sua fidelidade ao Senhor ressuscitado.

São Matias, rogai por nós! Matias — Significa “oferta de Deus” ou “presente de Deus”. Matias tem o mesmo significado do nome Mateus. Ambos derivam do hebraico Mattithyah, que significa “dom de Yahweh”.

“Oração — São Matias Apóstolo, interceda por nós de seu trono no céu e proteja, hoje e sempre, a Igreja que Cristo fundou sobre a Rocha. Amém.”

São Matias, rogai por nós!

Santa Maria Domingas Mazzarello — Que, com São João Bosco, fundou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para a instrução das jovens pobres.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 14 de maio:

1
São Matias Apóstolo. Seguiu o Senhor Jesus desde o batismo de João até a Ascensão; foi escolhido pelos Apóstolos para ocupar o lugar do traidor Judas e ser testemunha da ressurreição. Morreu mártir em Colchis.
† s. I
2
São Máximo Mártir. Na província da Ásia, na atual Turquia. Durante a perseguição do imperador Décio, segundo a tradição, por apedrejamento entregou o espírito a Deus.
† c. 250
3
São Pôncio Mártir. Em Cimiez, na Provença, atualmente na França.
† c. s. III
4
Santos Vítor e Corona Mártires. Na Síria. Sofreram ao mesmo tempo o martírio.
† c. s. III
5
Santo Isidoro Mártir. Na ilha de Quios, na atual Grécia. Segundo a tradição, foi lançado num poço.
† s. III
6
Santos Félix e Fortunato Mártires. Em Aquileia, Venécia, Friúli-Venécia Giúlia, Itália. Honraram esta cidade com o seu glorioso martírio.
† s. IV
7
Santas Justa e Heredina Mártires. Na ilha da Sardenha, Itália.
† s. III/IV
8
Santo Abrúnculo Bispo. Em Arvena, na Aquitânia, hoje Clermont-Ferrand, na França. Expulso da sede episcopal de Langres por Gundebaldo, rei de Borgonha, ao chegar a Clermont foi eleito bispo desta Igreja.
† 488
9
São Galo Bispo de Clermont-Ferrand, França. Homem humilde e pacífico, foi tio paterno de São Gregório de Tours.
† 551
10
São Cartago Bispo e abade. Em Lismore, na Irlanda.
† 638
11
Santo Eremberto No mosteiro de Fontenelle, na Nêustria, França. Foi bispo de Toulouse e depois abraçou a vida monástica.
† 674
12
Beato Gil de Vouzela Presbítero. Em Santarém, Portugal. Depois de exercer a medicina em Paris, abandonou sua vida dissoluta e ingressou na Ordem dos Pregadores, superando todas as tentações por meio de lágrimas, orações e abstinências.
† 1265
13
Santa Teodora (Ana Teresa Guérin) Virgem da Congregação das Irmãs da Providência. Em Saint Mary of the Woods, próxima de Indianópolis, EUA. Nascida na França, apesar das enormes adversidades, sempre confiada na divina providência, orientou com grande espírito de misericórdia a nascente comunidade daquele lugar.
† 1856
14
São Miguel Garicots Presbítero. No território de Bétharram, perto de Pau, nos Pireneus franceses. Fundou a Sociedade dos Sacerdotes Missionários do Sagrado Coração de Jesus.
† 1863
15
Santa Maria Domingas Mazzarello Virgem. Em Nízza Monferrato, no Piemonte, Itália. Com São João Bosco, fundou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para a instrução das jovens pobres, procedendo sempre com admirável prudência e caridade.
† 1881

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Foi testemunha de Jesus

São Matias era um dos numerosos discípulos que seguiam Jesus, desde o começo de sua vida pública. Foi testemunha de Jesus e viveu todo o drama da paixão, morte e ressurreição de Jesus. Ele foi o escolhido para ocupar o lugar de Judas Iscariotes, O Traidor, e tornar-se assim o décimo segundo apóstolo, completando o grupo após a morte de Judas. É justamente São Matias, o santo que hoje comemoramos.

Eleito entre os que acompanhavam Jesus

Sua Eleição foi descrita nos Atos dos Apóstolos, assim: “É necessário, pois, que, dentre estes homens que nos acompanharam todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu em nosso meio, a começar do batismo de João até o dia em que dentre nós foi arrebatado, um destes se torne conosco testemunha da sua ressurreição” Apresentaram então dois: José, chamado Barsabás e Matias. E fizeram esta oração: “Tu, Senhor, que conheces o coração de todos, mostra-nos qual destes dois escolheste para ocupar o lugar que Judas abandonou, no ministério do apostolado, para dirigir-se ao lugar que era o seu; lançaram sortes sobre eles, e a sorte veio a cair em Matias, que foi então contado entre os doze apóstolos(atos dos Apóstolos 1,21-26).

Também morreu como mártir

Poucos relatos existem sobre sua vida, Sabe-se apenas que ele também morreu sob martírio em Colchis e, muitas vezes, teve o seu nome confundido com o de São Mateus, que em muito se assemelha na grafia. Matias, o apóstolo “póstumo”. É assim chamado porque surgiu depois da morte do apóstolo Judas Iscariotes, o traidor. Alguns teólogos se referem a ele como o décimo terceiro apóstolo, pois foi eleito para ocupar esse posto, conforme consta dos Atos dos Apóstolos, na Bíblia. Que outro receba o cargo de Judas A eleição dos onze apóstolos deu-se dias depois da Ascensão de Jesus e da vinda do Espírito Santo e assim foi descrita: “Depois da Ascensão de Jesus, Pedro disse aos demais discípulos: Irmãos, em Judas se cumpriu o que dele se havia anunciado na Sagrada Escritura: Com o preço de sua maldade se comprou um campo”. O salmo 109 ordena “Que outro receba seu cargo”. ‘Convém, então, que elejamos um para o lugar de Judas. E o eleito deve ser dos que estiveram entre nós o tempo todo em que o Senhor conviveu entre nós, desde que foi batizado por João Batista até que ressuscitou e subiu aos céus’”. (At 1, 21-26)

Há certa confusão entre Mateus e Matias

As outras informações existentes sobre Matias fazem parte das tradições e dos escritos da época. Esses registros, entretanto, são apenas fragmentos com algumas citações e frases, que foram recuperadas e, segundo os teólogos, são de sua autoria. De fato, existe uma certa confusão entre os apóstolos Matias e Mateus em alguns escritos antigos.

Foi evangelizando até a Etiópia

Segundo a tradição Matias evangelizou na Judeia, Capadócia e, depois, na Etiópia. Ele sofreu perseguições e o martírio, morreu apedrejado e decapitado em Colchis, Jerusalém, testemunhando sua fidelidade a Jesus. Há registros de que santa Helena, mãe do imperador Constantino, o Grande, mandou trasladar as relíquias de são Matias para Roma, onde uma parte está guardada na igreja de Santa Maria Maior. O restante delas se encontra na antiquíssima igreja de São Matias, em Treves, na Alemanha, cidade que a tradição diz ter sido evangelizada por ele e que o tem como seu padroeiro. São Matias era comemorado no dia 24 de fevereiro, mas atualmente sua festa ocorre no dia 14 de maio. São Matias, Apóstolo, rogai por nós!

Oração – São Matias Apóstolo interceda por nós de seu trono no céu e proteja, hoje e sempre, a Igreja que Cristo fundou sobre a Rocha . Amém.

Matias: Significa “oferta de Deus”, “presente de Deus”. Matias tem o mesmo significado do nome Mateus
Com Santa Maria Domingas Mazzarello, que, com São João Bosco, fundou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 14 maio Festa de São Matias, Apóstolo, que seguiu o Senhor Jesus desde o batismo de João até ao dia em que Cristo subiu ao Céu; por isso, depois da Ascensão do Senhor, foi chamado pelos Apóstolos para ocupar o lugar do traidor Judas, a fim de que, contado entre os Doze, fosse testemunha da ressurreição. 2. Na província da Ásia, na atual Turquia, São Máximo, mártir, que, durante a perseguição do imperador Décio, segundo a tradição, por apedrejamento entregou o espírito a Deus.(† c. 250) 3. Em Cimiez, na Provença, atualmente na França, São Pôncio, mártir.(† c. s. III) 4. Na Síria, os santos Vítor e Corona, que sofreram ao mesmo tempo o martírio.(† c. s. III) 5. Na ilha de Quios, na atual Grécia, Santo Isidoro, mártir, que, segundo a tradição, foi lançado num poço.(† s. III) 6. Em Aquileia, Venécia, Friúli-Venécia Giúlia, Itália, os santos Félix e Fortunato, que honraram esta cidade com o seu glorioso martírio.(† s. IV) 7. Na ilha da Sardenha, Itália, a comemoração das santas Justa e Heredina, mártires. († s. III/IV) 8. Em Arvena, na Aquitânia, hoje Clermont-Ferrand, na França, Santo Abrúnculo, bispo, que, expulso da sede episcopal de Langres por Gundebaldo, rei de Borgonha, ao chegar a Clermont foi eleito bispo desta Igreja.(† 488) 9. Também em Clermont-Ferrand, São Galo, bispo, homem humilde e pacífico, que foi tio paterno de São Gregório de Tours.(† 551) 10. Em Lismore, na Irlanda, São Cartago, bispo e abade.(† 638) 11. No mosteiro de Fontenelle, na Nêustria, França, Santo Eremberto, que foi bispo de Toulouse e depois abraçou a vida monástica.(† 674) 12. Em Santarém, cidade de Portugal, o Beato Gil de Vouzela, presbítero, que, depois de exercer a medicina em Paris, abandonou a sua vida dissoluta e ingressou na Ordem dos Pregadores, superando todas as tentações por meio de lágrimas, orações e abstinências.(† 1265) 13. Em Saint Mary of the Woods, localidade próxima de Indianópolis, nos Estados Unidos da América do Norte, Santa Teodora (Ana Teresa Guérin), virgem da Congregação das Irmãs da Providência, que, tendo nascido na França, apesar das enormes adversidades, sempre confiada na divina providência orientou com grande espírito de misericórdia a nascente comunidade daquele lugar.(† 1856) 14. No território de Bétharram, perto de Pau, na vertente francesa dos montes Pireneus, São Miguel Garicots, presbítero, que fundou a Sociedade dos Sacerdotes Missionários do Sagrado Coração de Jesus.(† 1863) 15. Em Nízza Monferrato, no Piemonte, região da Itália, Santa Maria Domingas Mazzarello, que, com São João Bosco, fundou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para a instrução das jovens pobres, procedendo sempre com admirável prudência e caridade.(† 1881)

Nossa Senhora de Fátima – 13 de Maio

Nossa Senhora de Fátima

Santo do Dia – 13 de Maio

Nossa Senhora de Fátima,

Mãe e Rainha do Rosário · † 1917

O Apelo da Mãe

Os três pastorinhos de Fátima No dia 5 de maio de 1917, o mundo ainda vivia os horrores da Primeira Guerra Mundial. O papa Bento XV convidou todos os católicos a se unirem em uma corrente de orações para obter a paz mundial com a intercessão da Virgem Maria. Oito dias depois, ela respondeu à humanidade através das aparições em Fátima, Portugal.

Foram três humildes pastores, filhos de famílias pobres, simples e profundamente católicas, os mensageiros escolhidos por Nossa Senhora. Lúcia, a mais velha, tinha dez anos, e os primos Francisco e Jacinta, nove e sete anos respectivamente. Os três eram analfabetos. Contam as crianças que brincavam enquanto as ovelhas pastavam. Ao meio-dia, rezaram o terço — porém à moda deles, de forma rápida, para poder voltar a brincar.

Ao voltar para as brincadeiras, depararam com a Virgem Maria pairando acima de uma árvore não muito alta. Assustados, Jacinta e Francisco apenas ouvem Nossa Senhora conversando com Lúcia. Ela pede que os pequenos rezem o terço inteirinho e que venham àquele mesmo local todo dia 13 de cada mês, desaparecendo em seguida. O encontro aconteceu pelos seis meses seguintes.

Uma Multidão Começa a Acompanhar

As crianças mudaram radicalmente. Passaram a rezar e a fazer sacrifícios diários. Relataram aos pais e autoridades religiosas o que se passou. Logo, uma multidão começou a acompanhar o encontro das crianças com Nossa Senhora. As mensagens trazidas por ela pediam ao povo orações, penitências, conversão e fé. A pressão das autoridades sobre os meninos era intensa, pois somente eles viam a Virgem Maria e depois contavam as mensagens recebidas — até mesmo previsões para o futuro. A última delas, o chamado “terceiro segredo de Fátima”, revelado ao mundo no final do segundo milênio, previa o atentado contra o papa João Paulo II, ocorrido em 1981. Na última aparição, em 13 de outubro, sinais extraordinários e impressionantes foram vistos por todos no céu, principalmente no disco solar — o chamado Milagre do Sol. Foi somente então que as aparições começaram a ser reconhecidas oficialmente pela Igreja.

A Mensagem

Poucos anos após as aparições, os irmãos Francisco e Jacinta morreram. A mais velha, Lúcia, tornou-se religiosa de clausura, tomando o nome de Lúcia de Jesus, e permaneceu sem contato com o mundo por muitos anos. O local das aparições foi transformado em santuário para Nossa Senhora de Fátima. Em 1946, na presença do cardeal representante da Santa Sé, houve a coroação da estátua da Santíssima Virgem de Fátima. Em 13 de maio de 1967, por ocasião do aniversário dos cinquenta anos das aparições, o papa Paulo VI foi ao santuário celebrar a santa missa a mais de um milhão de peregrinos, entre eles a própria irmã Lúcia de Jesus. Esta mensagem de Fátima foi um apelo à conversão, alertando a humanidade para não travar a luta entre o bem e o mal deixando Deus de lado. Na sua solicitude materna, a Santíssima Virgem foi a Fátima pedir aos homens para não ofender mais a Deus Nosso Pai. Foi a dor de mãe que a fez falar, pois o que estava em jogo era a sorte de seus filhos. Por isso ela sempre dizia aos pastorzinhos: – “Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas.” Nossa Senhora de Fátima, intercedei por nós! Fátima — Nome de origem árabe que significa “aquela que se abstém” ou “a que desmama”. Fátima era o nome da filha mais velha do profeta Maomé; a localidade portuguesa de Fátima recebeu este nome em homenagem a uma princesa moura. Ali aconteceram as celebres aparições de Nossa Senhora em 1917.

“Nós te imploramos, inspira em nossos corações um amor fervoroso pela recitação do Rosário, meditando nos mistérios da redenção que aí são evocados. Amém.”

Nossa Senhora de Fátima, intercedei por nós!

São Servácio — Bispo de Tongres, que, nas controvérsias suscitadas em vários concílios acerca da natureza de Cristo, defendeu a verdadeira fé nicena.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 13 de maio:

1
Nossa Senhora de Fátima Em Fátima, Portugal, cuja contemplação, no lugar de Aljustrel, como Mãe clementíssima segundo a graça, sempre solícita pela adversidade dos homens, exorta multidões de fiéis à oração pelos pecadores e à íntima conversão dos corações.
† 1917
2
São Servácio Bispo de Tongres. Em Maastricht, na Gália Bélgica, atualmente na Holanda. Nas controvérsias suscitadas em vários concílios acerca da natureza de Cristo, defendeu a verdadeira fé nicena.
† c. 384
3
Santa Inês Abadessa. Em Poitiers, na Aquitânia, na atual França. Consagrada pela bênção de São Germano de Paris, governou com grande espírito de caridade o mosteiro de Santa Cruz.
† 588
4
Beata Gema Virgem. Em Goriano Sícoli, nos Abruzos, região da Itália. Viveu encerrada numa pequeníssima cela junto da igreja, de onde apenas podia ver o altar.
† 1465
5
Beata Madalena Albríci Abadessa da Ordem de Santo Agostinho. Em Como, na Lombardia, região da Itália. Estimulou eminentemente o fervor das irmãs religiosas.
† 1834
6
Santo André Huberto Fournet Presbítero. Em Le Puy-en-Valay, França. Pároco durante a Revolução Francesa, fortaleceu na fé os fiéis e, juntamente com Santa Isabel Bichier des Âges, fundou o Instituto das Filhas da Cruz.
† 1834

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Era tempo de Guerra

No dia 5 de maio de 1917, o mundo ainda vivia os horrores da Primeira Guerra Mundial, então o papa Bento XV convidou todos os católicos a se unirem em uma corrente de orações para obter a paz mundial com a intercessão da Virgem Maria. Oito dias depois ela respondeu à humanidade através das aparições em Fátima, Portugal. Pobres, simples e profundamente católicos Foram três humildes pastores, filhos de famílias pobres, simples e profundamente católicas, os mensageiros escolhidos por Nossa Senhora. Lúcia, a mais velha, tinha dez anos, e os primos, Francisco e Jacinta, nove e sete anos respectivamente. Os três eram analfabetos. Contam as crianças que brincavam enquanto as ovelhas pastavam. Ao meio-dia, rezaram o terço. Porém rezaram à moda deles, de forma rápida, para poder voltar a brincar. Em vez de recitar as orações completas, apenas diziam o nome delas: “ave-maria, Santa-Maria” etc. Deparam-se com a Virgem Maria Ao voltar para as brincadeiras, depararam com a Virgem Maria pairando acima de uma árvore não muito alta. Assustados, Jacinta e Francisco apenas ouvem Nossa Senhora conversando com Lúcia. Ela pede que os pequenos rezem o terço inteirinho e que venham àquele mesmo local todo dia 13 de cada mês, desaparecendo em seguida. O encontro acontece pelos sete meses seguintes.

Uma multidão começa a acompanhar

As crianças mudam radicalmente. Passam a rezar e a fazer sacrifícios diários. Relatam aos pais e autoridades religiosas o que se passou. Logo, uma multidão começa a acompanhar o encontro das crianças com Nossa Senhora. As mensagens trazidas por ela pediam ao povo orações, penitências, conversão e fé. A pressão das autoridades sobre os meninos era intensa, pois somente eles viam a Virgem Maria e depois contavam as mensagens recebidas, até mesmo previsões para o futuro, as quais foram reveladas nos anos seguintes e, a última, o chamado “terceiro segredo de Fátima”, no final do segundo milênio, provocando o surgimento de especulações e histórias fantásticas sobre seu conteúdo. Agora divulgado ao mundo, soube-se que previa o atentado contra o papa João Paulo II, ocorrido em 1981.

Sinais extraordinários e impressionantes foram vistos

Na época, muitos duvidavam das visões das crianças. As aparições só começaram a ser reconhecidas oficialmente pela Igreja na última delas, em 13 de outubro, quando sinais extraordinários e impressionantes foram vistos por todos no céu, principalmente no disco solar. Poucos anos depois, os irmãos Francisco e Jacinta morreram. A mais velha tornou-se religiosa de clausura, tomando o nome de Lúcia de Jesus, e permaneceu sem contato com o mundo por muitos anos.

Em 1946, a coroação da Virgem

O local das aparições de Maria foi transformado num santuário para Nossa Senhora de Fátima. Em 1946, na presença do cardeal representante da Santa Sé e entre uma multidão de católicos, houve a coroação da estátua da Santíssima Virgem de Fátima. Em 13 de maio de 1967, por ocasião do aniversário dos cinquenta anos das aparições de Fátima, o papa Paulo VI foi ao santuário para celebrar a santa missa a mais de um milhão de peregrinos que o aguardavam, entre eles irmã Lúcia de Jesus, a pastora sobrevivente, que viu e conversou com Maria, a Mãe de Deus. Foi a dor de mãe que a fez falar Esta mensagem de Fátima foi um apelo à conversão, alertando a humanidade para não travar a luta entre o bem e o mal deixando Deus de lado, pois não conseguirá chegar à felicidade, pois, ao contrário, acabará destruindo-se a si mesma. Na sua solicitude materna, a Santíssima Virgem foi a Fátima pedir aos homens para não ofender mais a Deus Nosso Pai, que já está muito ofendido. Foi a dor de mãe que a fez falar, pois o que estava em jogo era a sorte de seus filhos. Por isso ela sempre dizia aos pastorzinhos: “Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.

Nossa Senhora de Fátima, intercedei por nós!

Oração – Nós te imploramos, inspira em nossos corações um amor fervoroso pela recitação do Rosário. Meditando nos mistérios da redenção que aí são evocados. Amém

Com São Servácio, Bispo de Tongres, que, nas controvérsias suscitadas em vários concílios acerca da natureza de Cristo, defendeu a verdadeira fé nicena. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 13 maio Nossa Senhora de Fátima, em Portugal, cuja contemplação, no lugar de Aljustrel, como Mãe clementíssima segundo a graça, sempre solícita pela adversidade dos homens, exorta multidões de fiéis à oração pelos pecadores e à íntima conversão dos corações.(† 1917) 2. Em Maastricht, na Gália Bélgica, atualmente na Holanda, São Servácio, bispo de Tongres, que, nas controvérsias suscitadas em vários concílios acerca da natureza de Cristo, defendeu a verdadeira fé nicena.(† c. 384) 3. Em Poitiers, na Aquitânia, na atual França, Santa Inês, abadessa, que, consagrada pela bênção de São Germano de Paris, governou com grande espírito de caridade o mosteiro de Santa Cruz.(† 588) 4. Em Goriano Sícoli, nos Abruzos, região da Itália, a Beata Gema, virgem, que viveu encerrada numa pequeníssima cela junto da igreja, de onde apenas podia ver o altar.(† 1465) 5. Em Como, na Lombardia, também região da Itália, a Beata Madalena Albríci, abadessa da Ordem de Santo Agostinho, que estimulou eminentemente o fervor das irmãs religiosas.(† 1834) 6. Em Le Puy-en-Valay, localidade da região de Poitiers, na França, Santo André Huberto Fournet, presbítero, que, sendo pároco durante a Revolução Francesa, embora proscrito pelos inimigos da Igreja, fortaleceu na fé os fiéis; e depois de restituída a paz à Igreja, juntamente com Santa Isabel Bichier des Âges, fundou o Instituto das Filhas da Cruz.(† 1834)