São José de Anchieta
Santo do Dia – 09 de Junho
São José de Anchieta,
Apóstolo do Brasil · † 1597
O Jesuíta
Era natural das Ilhas Canárias, na Espanha, onde nasceu em 1534. Aos quatorze anos, movido pelo desejo de aprofundar seus conhecimentos, José mudou-se para Portugal, ingressando na prestigiosa Universidade de Coimbra para estudar Letras e Filosofia.
Foi em Coimbra que teve o primeiro encontro com a Companhia de Jesus e testemunhou a inspiração deixada pelo grande missionário São Francisco Xavier. Aos dezessete anos, diante de uma imagem de Nossa Senhora, José fez um voto solene de abandonar tudo para servir a Deus. Ingressou noviciado exigente aos 17 anos e, apesar de sua saúde frágil, fez seus votos de castidade, pobreza e obediência em 1553, consagrando-se totalmente à ordem jesuíta.
Chamado à Missão
Inspirado pelas cartas dos missionários jesuítas que vinham do Oriente, José de Anchieta sentiu o chamado para servir nos confins do mundo. Aos dezenove anos, em 1551, deixou Portugal e embarcou rumo à Terra de Santa Cruz, o Brasil, onde deveria dedicar sua vida inteira à evangelização dos povos nativos. Serei instrumento da Divina Providência! Assim afirmava com ardor o jovem missionário, pronto para enfrentar as dificuldades da missão. Chegando ao Brasil, Anchieta iniciou um trabalho devoto e frutuoso. Aprendeu com dedicação os idiomas nativos, entendendo que a verdadeira evangelização exigia comunicação autêntica com os povos. Utilizava particularidades locais, dramatizações e poesias para transmitir os preceitos cristãos, tornando-se amado pelos indígenas.Apóstolo do Brasil
Em 1566, aos trinta e dois anos, José de Anchieta foi ordenado sacerdote. Seu compromisso com a missão intensificou-se ainda mais. Como um verdadeiro peregrino, viajou por diversos lugares, fundando escolas e cidades, ensinando e aprendendo com o povo. Juntamente com seus companheiros jesuítas, fez grande oposição aos abusos cometidos pelos colonizadores portugueses contra os nativos. Em 1577, foi nomeado Provincial da Companhia de Jesus no Brasil, cargo que exerceu até 1585, consolidando a presença jesuíta em terras brasileiras. José de Anchieta era também um homem de letras. Chamado pelos companheiros de “canarinho” pelo seu gosto em declamar poesias, escreveu diversos autos e poemas sobre a vida de Cristo. Seu célebre “Poema à Virgem”, composto quando fez-se refém em defesa da paz, permanece como testemunho de sua devoção e talento literário. Muitos de seus escritos são de grande relevância para toda a história do Brasil. Milagres, curas e dons espirituais são abundantemente atribuídos a esse santo que viveu sua missão em intensa oração e comunhão com o Espírito Santo, na companhia constante da Virgem Maria.Canonização
Após mais de três séculos de sua morte, reconhecendo seu legado extraordinário, José de Anchieta foi beatificado em 22 de junho de 1980, pelo Papa João Paulo II. Posteriormente, no dia 3 de abril de 2014, foi declarado santo por decreto assinado pelo Papa Francisco, tornando-se assim um dos poucos brasileiros a alcançar essa honra máxima na Igreja Católica. Considerado o “Apóstolo do Brasil”, sua canonização reconhece a magnitude de seu trabalho missionário e seu impacto duradouro na formação espiritual de um povo. São José de Anchieta, rogai por nós! José — Tem origem hebraica (Yosef) e significa “aquele que acrescenta” ou “Deus acrescenta”. O missionário recebeu esse nome porque nasceu no dia 19 de março, data em que a Igreja Católica celebra o Dia de São José. Representa a plenitude de Deus em nossas vidas.“Oração – Ó Deus que iluminastes São José de Anchieta para evangelizar os povos do Brasil, concedei-nos seu espírito de dedicação e amor missionário. Que possamos ser, como ele, instrumentos de vossa providência. Amém.”
São José de Anchieta, rogai por nós!
Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 09 de Junho:
Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT
Espanhol de nascimento
São José de Anchieta nasceu em 19 de março de 1534, em São Cristóvão da Laguna, na Espanha.
Era um jovem inteligente, alegre, estimado e querido por todos. Exímio escritor, sempre se confessou influenciado pelos escritos de são Francisco Xavier. Amava a poesia e mais ainda, gostava de declamar. Por causa da voz doce e melodiosa, era chamado pelos companheiros de “canarinho”.
Consagrou-se aos 16 anos
Aos dezessete anos fez o voto de consagrar-se à Virgem Maria.
Em 1553, entrou para a Companhia de Jesus. Em 1554, chegou ao Brasil, na cidade de São Paulo, junto com o padre Manoel da Nóbrega. Além de evangelizar, escreveu uma gramática tupiguarani. Também dirigiu a Província da Companhia de Jesus.
O Apóstolo do Brasil
José de Anchieta morreu no dia 9 de junho de 1597, na pequena vila de Reritiba, atual cidade de Anchieta, no Espírito Santo, sendo reconhecido como o “Apóstolo do Brasil”.
Foi beatificado pelo papa João Paulo II em 1980. E, canonizado, no dia 3 de abril de 2014. A festa litúrgica foi instituída no dia de sua morte.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
dia 9
1. Santo Efrém, diácono e doutor da Igreja, que exerceu o ministério da pregação e do ensino da doutrina sagrada primeiramente em Nísibe, sua pátria; depois, refugiando-se com os seus discípulos em Edessa, no Osroene, hoje na Turquia, após a invasão de Nísibe pelos Persas, aí estabeleceu os fundamentos de uma escola teológica. Consagrou-se ao ministério com a palavra e com os escritos e tornou-se tão célebre pela sua austeridade de vida e doutrina espiritual, que mereceu, pelos excelentes hinos que compôs, ser chamado a cítara do Espírito Santo.(† 378)
2. Na Via Nomentana, a quinze milhas de Roma, no lugar chamado “Ad Arcas”, os santos Primo e Feliciano, mártires.(† data inc.)
3. Em Niceia, na Bitínia, hoje İznik, na Turquia, São Diomedes, mártir.(† data inc.)
4. Em Vernemet, no território de Agen, na Aquitânia, hoje na França, São Vicente, mártir, que, segundo a tradição, consumou o seu martírio pelo nome de Cristo durante uma festa pagã dos gentios em honra do sol.(† s. IV in.)
5. Em Siracusa, na Sicília, região da Itália, São Maximiano, bispo, que é mencionado frequentemente pelo papa São Gregório Magno.(† 594)
6. Em Iona, ilha da Escócia, São Colomba ou Colum Cille, presbítero e abade, natural da Irlanda e instruído nos preceitos monásticos, que fundou na sua pátria e depois em Iona vários mosteiros insignes pela observância religiosa e pela cultura literária, até que, já ancião, esperou serenamente o seu último dia e diante do altar descansou no Senhor.(† 597)
7. Em Ândria, na Apúlia, região da Itália, São Ricardo, bispo, natural da Inglaterra e célebre pela sua virtude, que acolheu condignamente as relíquias dos santos Erasmo e Ponciano.(† s. XII f.)
8. Em Londres, na Inglaterra, o Beato Roberto Salt, mártir, monge da Cartuxa desta cidade, que, pela fidelidade à Igreja firmemente conservada contra o rei Henrique VIII, foi detido no cárcere de Newport, onde morreu de fome.(† 1537)
9. Em Retiriba, no Brasil, São José de Anchieta, presbítero da Companhia de Jesus, natural das Ilhas Canárias, que se consagrou intensa e frutuosamente durante quase todo o tempo da sua vida ao trabalho missionário no Brasil.(† 1597)
10. Ao largo de Rochefort, na França, o Beato José Imbert, presbítero e mártir, da Companhia de Jesus, que, durante a Revolução Francesa, foi nomeado pelo papa Pio VI vigário apostólico de Molins e, encerrado num barco-prisão em ódio à Igreja, aí morreu contagiado por uma infecção mortal.(† 1794)
11. Em Roma, a Beata Ana Maria Taigi, mãe de família, que, maltratada pela violência do esposo, perseverou fielmente a cuidar dele e a ocupar-se da educação dos sete filhos, sem omitir nunca a solicitude espiritual e material pelos pobres e doentes.(† 1837)
12. Em Turim, na Itália, o Beato Luís Boccardo, presbítero da diocese de Turim, fundador do Instituto das Filhas de Jesus Rei.(† 1936)
Antônio Maria Gianelli nasceu em Cereta, perto de Chiavari, na província de Gênova, no norte da Itália, em 12 de abril de 1789. Entrou no seminário aos dezenove anos e foi ordenado sacerdote quatro anos depois. Como professor de letras e retórica no seminário, impressionou o novo bispo, Lambruschini, ao organizar uma peça teatral intitulada “A reforma do seminário” que teve grande repercussão.
Norberto nasceu numa família de nobres por cerca do ano 1080, em Gennep ou Xanten, no norte da Renânia (atual Alemanha). Ainda criança, foi apresentado ao Capítulo da Catedral de São Vítor em Xanten, onde, mais tarde, foi ordenado subdiácono.

Com São Marcelino Champagnat, presbítero da Sociedade de Maria, fundou o Instituto dos Pequenos Irmãos de Maria para a formação cristã das crianças.
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
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Era original do Wessex, na região sudoeste da Inglaterra, por volta do ano 673. Seu nome de batismo era Winfrid. Era um homem que reunia em si qualidades aparentemente contraditórias: a doçura e a firmeza, a timidez e a coragem, a inquietude e a paciência, o idealismo e o realismo.
Com São Doroteu, bispo, que, ainda presbítero, sofreu muitas tribulações no tempo do imperador Diocleciano e viveu até ao tempo do imperador Juliano.
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Entretanto, Deus tinha outros planos para ele. Na organização dos “Padres Brancos” havia um outro sacerdote que tinha exatamente o seu nome: Ascânio Caracciolo, só que era mais velho. Certo dia de 1588, o correio cometeu um erro, entregando uma carta endereçada ao Ascânio mais velho para o mais jovem, no caso ele. A carta fora escrita pelo sacerdote João Agostinho Adorno e por Fabrício Caracciolo, abade de Santa Maria Maior de Nápoles. E ambos se dirigiam ao velho Ascânio Caracciolo para pedir que colaborasse com a fundação de uma nova Ordem, a dos “Clérigos Regulares Menores”, dando alguns detalhes sobre o carisma que desejavam implantar.





Marcelino era sacerdote e Pedro cumpria o ministério de exorcista. Deram o seu testemunho de fé durante a perseguição do Imperador Diocleciano, por volta do ano 304.
Depois de terdes descansado por breve tempo numa Selva Branca, revelastes a Lucila que teríeis gosto em descansar aqui”.
Santos Marcelino e Pedro, rogai por nós!
Oração – Deus todo-poderoso, dá-me a exemplo dos mártires São Marcelino e São Pedro, crer em Ti, abandonar-me a Ti, confiar em Ti. Amém
Com São Nicolau, peregrino, natural da Grécia, que percorria esta região levando na mão uma cruz e repetindo sem cessar: «Kyrie eléison».
Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT
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