São Boaventura, bispo e doutor da Igreja | Memória | Quarta-feira

São Boaventura, bispo e doutor da Igreja | Memória | Quarta-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (Is 10,5-7.13-16)

Leitura do Livro do Profeta Isaías.

Assim fala o Senhor: 5 “Ai de Assur, vara de minha cólera, bastão em minhas mãos, instrumento de minha indignação! 6 Eu o envio contra uma nação ímpia e ordeno-lhe, contra um povo que me excita à ira, que o submeta à pilhagem e ao saque, que o calque aos pés como lama nas ruas. 7 Mas ele assim não pensava, seu propósito não era esse; pelo contrário, sua intenção era esmagar e exterminar não poucas nações. 13 Pois diz o rei da Assíria: ‘Realizei isso pela força da minha mão e com minha sagacidade, pois tenho experiência; aboli as fronteiras dos povos, saqueei seus tesouros, e derrubei de golpe os ocupantes de altos postos; 14 minha mão empalmou como um ninho a riqueza dos povos; e como se apanha uma ninhada de ovos, assim ajuntei eu os povos da terra, e não houve quem batesse asa ou abrisse o bico e desse um pio’. 15 Mas acaso gloria-se o machado, em detrimento do lenhador que com ele corta? Ou se exalta a serra contra o serrador que a maneja? Como se a vara movesse quem a levanta e um bastão erguesse aquele que não é madeira. 16 Por isso, enviará o Dominador, Senhor dos exércitos, contra aqueles fortes guerreiros o raquitismo; e abalará sua glória com convulsões que queimam como fogo”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 93(94),5-6.7-8.9-10.14-15 (R. 14a)

– O Senhor não rejeita o seu povo.

– O Senhor não rejeita o seu povo.

– Eis que oprimem, Senhor, vosso povo e humilham a vossa herança; estrangeiro e viúva trucidam, e assassinam o pobre e o órfão!

– Eles dizem: “O Senhor não nos vê e o Deus de Jacó não percebe!” Entendei, ó estultos do povo; insensatos, quando é que vereis?

– O que fez o ouvido, não ouve? Quem os olhos formou, não verá? Quem educa as nações, não castiga? Quem os homens ensina, não sabe?

– O Senhor não rejeita o seu povo e não pode esquecer sua herança: voltarão a juízo as sentenças; quem é reto andará na justiça.

Evangelho (Mt 11,25-27)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois, revelaste os mistérios do teu Reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

25 Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. 26 Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 27 Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Ex 2,1-15a)

Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, 1 um homem da família de Levi casou-se com uma mulher da mesma tribo, 2 e ela concebeu e deu à luz um filho. Ao ver que era um belo menino, manteve-o escondido durante três meses. 3 Mas não podendo escondê-lo por mais tempo, tomou uma cesta de junco, calafetou-a com betume e piche, pôs dentro dela a criança e deixou-a entre os caniços na margem do rio Nilo. 4 A irmã do menino ficou a certa distância para ver o que ia acontecer. 5 A filha do Faraó desceu para se banhar no rio, enquanto suas companheiras passeavam pela margem. Vendo, então, a cesta no meio dos caniços, mandou uma das servas apanhá-la. 6 Abrindo a cesta, viu a criança: era um menino, que chorava. Ela compadeceu-se dele e disse: “É um menino dos hebreus”. 7 A irmã do menino disse, então, à filha do Faraó: “Queres que te vá chamar uma mulher hebreia, que possa amamentar o menino?” 8 A filha do Faraó respondeu: “Vai”. E a menina foi e chamou a mãe do menino. 9 A filha do Faraó disse à mulher: “Leva este menino, amamenta-o para mim, e eu te pagarei o teu salário”. A mulher levou o menino e amamentou. 10 Quando já estava crescido, ela levou-o à filha do Faraó, que o adotou como filho e lhe deu o nome de Moisés, porque, disse ela, “eu o tirei das águas”. 11 Um dia, quando já era adulto, Moisés saiu para visitar seus irmãos hebreus; viu sua aflição e como um egípcio maltratava um deles. 12 Olhou para os lados e, não vendo ninguém, matou o egípcio e escondeu-o na areia. 13 No dia seguinte, saiu de novo e viu dois hebreus brigando, e disse ao agressor: “Por que bates no teu companheiro?” 14 E este replicou: “Quem te estabeleceu nosso chefe e nosso juiz? Acaso pretendes matar-me, como mataste o egípcio?” Moisés ficou com medo e disse consigo: “Com certeza, o fato se tornou conhecido”. 15a O Faraó foi informado do que aconteceu, e procurava matar Moisés. Mas este, fugindo da sua vista, parou na terra de Madiã.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 68(69),3.14.30-31.33-34 (R. cf. 33)

– Humildes, procurai o Senhor Deus, e o vosso coração reviverá.

– Humildes, procurai o Senhor Deus, e o vosso coração reviverá.

– Na lama do abismo eu me afundo e não encontro um apoio para os pés. Nestas águas muito fundas vim cair, e as ondas já começam a cobrir-me! 

– Por isso elevo para vós minha oração, neste tempo favorável, Senhor Deus! Respondei-me pelo vosso imenso amor, pela vossa salvação que nunca falha! 

– Pobre de mim, sou infeliz e sofredor! Que vosso auxílio me levante, Senhor Deus! Cantando eu louvarei o vosso nome e agradecido exultarei de alegria! 

– Humildes, vede isto e alegrai-vos: o vosso coração reviverá, se procurardes o Senhor continuamente! Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres, e não despreza o clamor de seus cativos. 

Evangelho (Mt 11,20-24)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Oxalá ouvísseis hoje a sua voz. Não fecheis os corações como em Meriba!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 20 Jesus começou a censurar as cidades onde fora realizada a maior parte de seus milagres, porque não se tinham convertido. 21 “Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se os milagres que se realizaram no meio de vós, tivessem sido feitos em Tiro e Sidônia, há muito tempo elas teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e cobrindo-se de cinza. 22 Pois bem! Eu vos digo: no dia do julgamento, Tiro e Sidônia serão tratadas com menos dureza do que vós. 23 E tu, Cafarnaum! Acaso serás erguida até o céu? Não! Serás jogada no inferno! Porque, se os milagres que foram realizados no meio de ti tivessem sido feitos em Sodoma, ela existiria até hoje! 24 Eu, porém, vos digo: no dia do juízo, Sodoma será tratada com menos dureza do que vós!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Boaventura, Bispo, Doutor da Igreja – 15 de Julho

São Boaventura, Bispo, Doutor da Igreja

Santo do Dia – 15 de Julho

São Boaventura,

Doutor Seráfico · † 1274

Curado por Francisco

São Boaventura - Bispo, Doutor da Igreja Natural de Bagnoregio, “cidade onde também morreu”, nas proximidades de Viterbo, João Fidanza era filho de um médico.

Percebeu logo que não queria seguir a profissão do pai. Segundo uma lenda, que também explicaria a adoção do seu nome religioso, o encontro com São Francisco de Assis teria sido decisivo em sua vida. De fato, quando era criança, o Santo o curou de uma doença grave, e fazendo o sinal da cruz em sua testa, exclamou: “Oh! boa ventura!”.

Um Franciscano Professor

Aos 18 anos, foi estudar em Paris, onde entrou para a Ordem dos Frades Menores. Ao concluir seus estudos, em 1253, tornou-se magister (Professor) e por essa via santificou-se ao explicar os mistérios divinos. Assim, conseguiu a licença para ensinar teologia. Adotando a vida franciscana, tornou-se fiel a ele até o fim.

Perseguição Ordens Mendicantes

Na época, explodiu uma luta interna terrível entre os professores seculares e os pertencentes às Ordens mendicantes, que, por certo tempo, não eram reconhecidas pelas universidades. A rivalidade surgiu no início da Idade Média, quando, no século XII, a Igreja havia condenado os movimentos religiosos do pauperismo como hereges, até que o Papa Inocêncio III os incluiu no corpo eclesial sob a dependência direta do Papado. Porém, em 1254, a tensão voltou à gala, com a publicação de uma obra, que profetizava o advento de uma nova Igreja, fundada única e exclusivamente na pobreza, que deveria se concretizar em 1260.

Cardeal Franciscano

No entanto, em 1257, Frei Boaventura tornou-se Ministro Geral dos Frades Menores, cargo que o obrigou a deixar o ensino e fazer viagens por toda a Europa. Em 1260, escreveu uma nova biografia de São Francisco, intitulada a Legenda Maior, que substituía todas as biografias existentes e tinha como objetivo fortalecer a unidade da Ordem, – que já contava 30 mil frades, – ameaçada tanto pela corrente espiritual quanto pelas tendências mundanas. Giotto inspirou-se nesta obra para pintar a série de Histórias de São Francisco.

Conselheiro

Em 1271, ao voltar para Viterbo, ofereceu sua contribuição para a resolução do famoso Conclave, o mais longo da história, que elegeu seu amigo Gregório X. Este Papa, dois anos depois, o consagrou Bispo de Albano e Cardeal, confiando-lhe a tarefa de organizar, em Lyon, um Concílio para a unidade entre a Igreja latina e a grega. Precisamente durante este Concílio, após fazer duas intervenções, Boaventura faleceu em 1274.

A Filosofia a Serviço da Teologia

Em 1588, o Papa Sisto V o incluiu entre os Doutores da Igreja – que, na época, eram seis – junto com São Tomás de Aquino: Boaventura com o título de Doutor seráfico e Tomás com o de Doutor angélico. Sua contribuição para a doutrina teológica foi muito importante: partindo, antes de tudo, do pensamento de Santo Agostinho, expressou a necessidade de submeter a filosofia à teologia, uma vez que o objetivo desta última é Deus. Assim, a filosofia poderia apenas ajudar na busca humana de Deus, levando o homem de volta à sua dimensão interior – a alma – para reconduzir a Deus.

São Boaventura afirmava ainda que Cristo é o caminho de todas as ciências, e que somente a Verdade revelada podia potenciá-las e uni-las em vista da meta perfeita e única, que é sempre o conhecimento de Deus. Por isso, o Santo, que defendia a tradição patrística e combatia o aristotelismo, chegou à conclusão de que o único conhecimento possível só era possível através da contemplação.

A Expressão da SS. Trindade no Mundo

Ainda de origem agostiniana, também a elaboração da teologia trinitária de São Boaventura foi muito importante. Na prática, ele afirmava que o mundo era uma espécie de livro, no qual emerge a Trindade, da qual fora criado. Logo, Deus, Uno e Trino, está presente como “vestígio” ou marca em todos os seres animados e inanimados: como “imagem”, nas criaturas dotadas de inteligência, como o homem; como “semelhança”, nas criaturas justas e santas, tocadas pela Graça e animadas pelas virtudes da fé, esperança e caridade, que as tornam filhas de Deus.

São Boaventura, rogai por nós! Boaventura — O nome tem origem no latim e significa literalmente “boa fortuna” ou “boa sorte”.

“Santo mestre, ensinai-me a sabedoria e que eu faça dela a minha amiga. Assim como iluminai-me nas minhas escolhas, naquilo que devo fazer, para que vivendo neste mundo eu encontre o Senhor! Amém.”

São Boaventura, rogai por nós!

São Vladimir — Príncipe de Kiev, que recebeu no Batismo o nome de Basílio e trabalhou diligentemente para difundir a verdadeira fé entre os povos que governava.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 15 de julho:

1
Santos Eutrópio, Zósima e Bonosa Mártires. Em Porto Romano, perto do atual Fiumicino, na Itália.
† data inc.
2
São Félix Bispo de Tibiuca e mártir. Em Cartago, atualmente na Tunísia, recusou lançar ao fogo os livros da Escritura e foi morto à espada pelo procônsul Anulino.
† 303
3
São Catulino Diácono e mártir. Também em Cartago, em cuja honra Santo Agostinho pregou um sermão ao povo.
† 303
4
Santos Filipe e dez crianças Mártires. Em Alexandria, no Egito.
† c. s. IV
5
Santo Abudémio Mártir. Na ilha de Ténedo, no Helesponto, junto ao atual estreito de Dardanelos.
† s. IV
6
São Tiago Primeiro bispo de Nísibe, na Mesopotâmia, hoje Nusaybin, na Turquia. Participou no Concílio de Niceia e governou em paz o seu povo.
† 338
7
São Plequelmo Bispo de Roermond, no Brabante, atualmente na Holanda. Oriundo da Nortúmbria, anunciou a muitos as riquezas de Cristo.
† c. 713
8
São Gumberto Abade. Fundou o mosteiro de Ansbach, na Francônia, atualmente na Alemanha, na sua herdade.
† c. 790
9
São José Bispo de Tessalônica, irmão de São Teodoro Estudita. Defendeu o culto das sagradas imagens contra a heresia iconoclasta e morreu de fome no exílio.
† 832
10
Santo Atanásio Bispo de Nápoles, na Campânia. Sofreu perseguição do seu sobrinho Sérgio e foi expulso da sede episcopal.
† 872
11
São Vladimir Príncipe. Em Kiev, atualmente na Ucrânia. Recebeu no Batismo o nome de Basílio e difundiu a verdadeira fé entre os povos que governava.
† 1015
12
Santo Ansuero Abade e mártir. Em Ratzeburgo, no Holstein, apedrejado até a morte com outros vinte e oito monges pelos Vendos.
† 1066
13
São David Bispo de Västeras, na Suécia. De nacionalidade inglesa, converteu os suecos a Cristo.
† c. 1082
14
Beato Ceslau Presbítero da Ordem dos Pregadores. Em Breslau, na Silésia, atualmente na Polônia, trabalhou pelo reino de Deus.
† 1242
15
Beato Bernardo Margrave de Baden. Em Moncaliéri, no Piemonte, foi surpreendido pela morte a caminho do Oriente após a conquista de Constantinopla.
† 1458
16
Beatos Inácio de Azevedo e trinta e nove companheiros Mártires da Companhia de Jesus, celebrados em Portugal no dia dezessete deste mês.
† 1570
17
São Pompílio Maria Pirróti Presbítero das Escolas Pias. Em Campi Salentina, na Apúlia, insigne pela austeridade da sua vida.
† 1766
18
Beato Miguel Bernardo Marchand Presbítero e mártir. Deportado durante a Revolução Francesa para uma galera-prisão ao largo de Rochefort, onde morreu.
† 1794
19
São Pedro Nguyen Ba Tuan Presbítero e mártir. Em Nam Dinh, no Tonquim, atualmente no Vietnã, morreu de fome no cárcere.
† 1838
20
Beata Ana Maria Javouhey Virgem. Em Paris, na França, fundou a Congregação das Irmãs de São José de Cluny para o cuidado dos enfermos e a formação da juventude.
† 1851
21
Santo André Nguyen Kim Thong Nam Mártir. Em My Tho, na Cochinchina, atualmente no Vietnã. Catequista preso e exilado, consumou o martírio durante a viagem.
† 1855
22
Beato Antônio Beszta-Borowski Presbítero e mártir. Em Bielsk Podlaski, na Polônia, foi preso pelos inimigos da fé cristã e fuzilado.
† 1943

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Bispo e Doutor da Igreja

Nascido provavelmente em 1217, época em que a fé cristã, penetrada profundamente na cultura e na sociedade da Europa, inspirou obras imperecíveis no campo da literatura, das artes visuais, da filosofia e da teologia.

Foi bispo de Albano, na Itália, e Doutor da Igreja. Insigne pela sua doutrina, santidade de vida e eminente atividade ao serviço da Igreja.

Chamado, com razão, o “segundo fundador da Ordem”.

Dirigiu com suma prudência, como ministro geral, a Ordem dos Menores, segundo o espírito de São Francisco, chamado, com razão, o “segundo fundador da Ordem”.

Foi um teólogo célebre e Doutor da Igreja e transformou a tradição franciscana em uma escola intelectual.

Soube aliar nos seus numerosos escritos a amplitude da erudição com o ardor da piedade. Quando trabalhava na preparação do Concílio de Lião II, mereceu passar à bem-aventurada visão de Deus.

Faleceu em 1274, durante o Concílio que tratou sobre a unidade dos cristãos.

Foi canonizado em 1482.

“Homem bom, afável, piedoso e misericordioso, repleto de virtudes

Um anônimo, notário pontifício, escreveu sobre São Boaventura : “Homem bom, afável, piedoso e misericordioso, repleto de virtudes, amado por Deus e pelos homens (…). Deus, de fato, havia lhe dado tal graça, que todos aqueles que o viam eram invadidos por um amor que o coração não podia ocultar”.

São Boaventura, Doutor da Igreja, rogai por nós!

ORAÇÃO – Concedei-nos, Pai todo-poderoso, que, celebrando a festa de São Boaventura, aproveitemos seus preclaros ensinamentos e imitemos sua ardente caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Com São Vladimir, príncipe, que recebeu no Batismo o nome de Basílio e trabalhou diligentemente para difundir a verdadeira fé entre os povos que governava.

Beatos mártires Inácio de Azevedo, presbítero, e trinta e nove companheiros da Companhia de Jesus, que em Portugal se celebram no dia dezassete deste mês.

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

15

2. Em Porto Romano, perto do atual Fiumicino, na Itália, os santos Eutrópio, Zósima e Bonosa, mártires.(† data inc.)

3. Em Cartago, atualmente na Tunísia, junto à Via chamada dos Cilitanos, na basílica de Fausto, o sepultamento de São Félix, bispo de Tibiuca e mártir, que, respondendo à ordem do procurador Magniliano para que lançasse ao fogo os livros da Escritura, declarou que preferia ser queimado ele mesmo em vez da Escritura divina, e imediatamente foi morto à espada pelo pro cônsul Anulino.(† 303)

4. Também em Cartago, a comemoração dos santos Catulino, diácono e mártir, em cuja honra Santo Agostinho pregou um sermão ao povo, e outros mártires cujos corpos repousam na basílica de Fausto.(† 303)

5. Em Alexandria, no Egito, os santos mártires Filipe e dez crianças.(† c. s. IV)

6. Na ilha de Ténedo, no Helesponto, junto ao atual estreito de Dardanelos, Santo Abudémio, mártir.(† s. IV)

7. Em Nísibe, na Mesopotâmia, hoje Nusaybin, na Turquia, São Tiago, primeiro bispo desta cidade, que participou no Concílio de Niceia, governou em paz o seu povo e o defendeu dos ataques dos inimigos da fé.(† 338)

8. Em Roermond, no Brabante, região da Austrásia, atualmente na Holanda, São Plequelmo, bispo, que, oriundo da Nortumbria, anunciou a muitos as riquezas de Cristo.(† c. 713)

9. No mosteiro de Ansbach, na Francónia, atualmente na Alemanha, São Gumberto, abade, que fundou este cenóbio na sua herdade.(† c. 790)

10. Na Tessália, região da Grécia, o passamento de São José, bispo de Tessalônica, irmão de São Teodoro Estudita, que, durante a vida de monge, compôs numerosos hinos e, promovido depois ao episcopado, suportou muitas e ásperas adversidades por defender a disciplina eclesiástica e o culto das sagradas imagens contra a heresia iconoclasta; finalmente foi relegado para a Tessália, onde morreu de fome.(† 832)

11. Em Nápoles, na Campânia, região da Itália, Santo Atanásio, bispo, que, depois de ter sofrido muito da parte do seu ímpio sobrinho Sérgio, foi expulso da sua sede episcopal e, consumido pelas tribulações, em Véroli, território dos Hérnicos, no Lácio, subiu à morada celeste.(† 872)

12. Em Kiev, na Rússia, atualmente na Ucrânia, São Vladimir, príncipe, que recebeu no Batismo o nome de Basílio e trabalhou diligentemente para difundir a verdadeira fé entre os povos que governava.(† 1015)

13 Em Ratzeburgo, no Holstein, na atual Alemanha, Santo Ansuero, abade e mártir, que, com outros vinte e oito monges, foi apedrejado até a morte pelos Vendos, amotinados contra os pregadores da fé cristã.(† 1066)

14. Em Västeras, na Suécia, São David, bispo, que, de nacionalidade inglesa, depois de ter sido foi monge de Cluny, dali partiu para converter os Suecos a Cristo e, já ancião, morreu piedosamente no mosteiro que fundara.(† c. 1082)

15. Em Breslau, na Silésia, atualmente na Polônia, o Beato Ceslau, presbítero dos primeiros irmãos da Ordem dos Pregadores, que trabalhou pelo reino de Deus na Silésia e noutras regiões da Polónia.(† 1242)

16. Em Moncaliéri, localidade do Piemonte, região da Itália, o Beato Bernardo, margrave de Baden, que foi surpreendido pela morte quando se dirigia para o Oriente a fim de defender os povos cristãos depois da conquista de Constantinopla pelos inimigos.(† 1458)

17. Comemoração dos beatos mártires Inácio de Azevedo, presbítero, e trinta e nove companheiros da Companhia de Jesus, que em Portugal se celebram no dia dezessete deste mês.(† 1570)

18. Em Campi Salentina, na Apúlia, região da Itália, São Pompílio Maria Pirróti, presbítero da Ordem dos Clérigos Regrantes das Escolas Pias, insigne pela austeridade da sua vida.(† 1766)

19. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na costa marítima da França, o Beato Miguel Bernardo Marchand, presbítero e mártir, que, durante a Revolução Francesa, por causa do seu sacerdócio foi deportado de Ruão para a prisão na esquálida galera, onde morreu consumido pela enfermidade.(† 1794)

20. Em Nam Dinh, cidade do Tonquim, atualmente no Vietnam, São Pedro Nguyen Ba Tuan, presbítero e mártir, que, preso pela sua fidelidade a Cristo no tempo do imperador Minh Mang, morreu de fome no cárcere.(† 1838)

21. Em Paris, na França, a Beata Ana Maria Javouhey, virgem, que fundou a Congregação das Irmãs de São José de Cluny para o cuidado dos enfermos e a formação cristã da juventude feminina, obra que difundiu nas terras de missão.(† 1851)

22. Em My Tho, província da Cochinchina, atualmente no Vietnam, Santo André Nguyen Kim Thong Nam (Nam Thuong), mártir, que, no tempo do imperador Tu Duc, por ser catequista, foi encarcerado e depois enviado para o exílio, obrigado a caminhar preso com cadeias e carregando uma trave, até que, finalmente, consumou durante a viagem o seu martírio.(† 1855)

23. Em Bielsk Podlaski, povoação da Polônia, o Beato Antônio Beszta-Borowski, presbítero e mártir, que, durante a guerra, foi preso pelos inimigos da fé cristã e fuzilado, morrendo por Cristo.(† 1943)

São Camilo de Léllis, Presbítero, Fundador – 14 de Julho

São Camilo de Léllis, Presbítero, Fundador

Santo do Dia – 14 de Julho

São Camilo de Léllis,

Patrono dos Enfermos · † 1614

Patrono

São Camilo de Lelis é patrono dos enfermos e protetor dos hospitais. São Camilop de Léllis - Presbítero e Fundador

Nascido em 25 de maio de 1550 na vila Bucchianico, em Chieti, ao Sul da Itália. Filho de uma família nobre e tradicional, Camilo foi gerado quando seus pais já eram idosos. Sua mãe, Camila Compelli, era uma boa cristã e cuidava da casa; e seu pai, João de Lellis, um homem de carreira militar que passava muito tempo fora de casa. Ambos ficaram felizes com a chegada do filho, embora estivessem em idade avançada.

Devido ao fato de sua mãe ter quase 60 anos de idade, Camilo nasceu num parto arriscado, mas uma criança saudável. Camilo cresceu sendo cuidado pela mãe, uma mulher de fé que o educou com princípios cristãos católicos e com bons costumes. No entanto, quando ele tinha 13 anos, sua mãe faleceu, e Camilo teve que ir morar com o pai, que tinha uma vida instável por conta da carreira militar, e que, apesar de ser um bom cristão, era viciado em jogos, o que não era bom exemplo para o filho.

Cotidiano e entrada na carreira militar

Quando tinha 14 anos de idade, Camilo foi colocado para trabalhar como soldado, uma vez que seu pai percebeu que ele não gostava de estudar e era um pouco rebelde. Ele foi um bom soldado e tinha uma boa estrutura física para os serviços braçais. O jovem Camilo perdeu seu pai com 19 anos, e ficou com uma situação financeira complicada, porque seu velho pai havia deixado como herança apenas suas armas, um punhal e uma espada. Camilo foi voluntário no exército veneziano, e, nesse serviço, testemunhou como era a vida de enfermos agonizantes que viviam diversas doenças. Ele também passou a conviver com uma úlcera no pé, que o fez passar dificuldades financeiras. Assim como seu pai, Camilo foi se encantando com os prazeres mundanos, levando uma vida profana e viciando-se em jogos.

O encontro com o carisma franciscano

Em 1570, com 20 anos de idade, Camilo teve um encontro que mudaria sua vida. Conheceu um jovem frade franciscano e sentiu-se atraído pelo carisma de São Francisco de Assis. Por isso, logo pediu para ingressar na ordem, mas seu pedido não foi aceito, porque Camilo tinha o grave problema da úlcera no pé. Diagnosticado com um tumor incurável e sem dinheiro para cuidar-se, Camilo partiu para Roma para pedir socorro no Hospital Santiago. No local, ele se ofereceu para trabalhar como auxiliar de enfermeiro, para assim também cuidar da sua enfermidade. Convivendo com as diversas realidades no hospital, ele foi sentindo que Deus o chamava a uma missão que seria também sua via de santificação: servir aos enfermos como se estivesse cuidando de Cristo. Camilo viveu uma bela amizade com São Felipe Neri, e sob sua orientação voltou aos estudos aos 32 anos; em 1584, com seus 34 anos, foi ordenado sacerdote. Com o ardor no coração de continuar a servir os doentes e mais necessitados, Padre Camilo fundou a irmandade dos voluntários dos enfermos para cuidar dos doentes pobres e miseráveis. Muitos homens de bom coração se uniram a ele nessa obra, e assim o grupo foi crescendo, tornando-se uma congregação dos voluntários dos enfermos. Em 1591, a congregação foi elevada pela Santa Sé Apostólica à categoria Ordem Religiosa, sendo conhecida como Ordem dos Ministros dos Enfermos. São Camilo foi o superior da Ordem durante 20 anos. Ele ensinou os seus irmãos a cuidarem dos enfermos como eles precisavam ser tratados.

Páscoa

Mesmo com as dores do seu tumor no pé, São Camilo trabalhou duro até suas forças se esgotarem e ele falecer com seus 64 anos de idade no dia 14 de julho de 1614 em Roma. Em 29 de junho de 1746, dia da Festa de São Pedro e São Paulo, o então Papa Bento XIV declarou como santo o nome de Camilo de Lellis. Um milagre marcou sua memória: a úlcera no pé de São Camilo de Lellis sumiu assim que ele morreu. São Camilo de Lellis, rogai por nós! Camilo — Significa “filho do primogênito”, “mensageiro” ou “menino de coro”. O nome chegou à língua portuguesa através do latim Camillus.

“São Camilo, ensina-me a ser o olhar de misericórdia para com os que sofrem e contemplar nos necessitados sempre um Cristo que espera por ser acolhido, amado e cuidado. Recorda-me sempre que, como filho(a) amado(a) de Deus, também preciso oferecer amor. Ajuda-me a entender os momentos de sofrimentos nessa terra como uma via de santificação para minha alma. Concede àqueles que cuidam de enfermos a graça de serem amorosos e generosos na vivência do serviço.”

São Camilo de Lellis, rogai por nós!

São Francisco Solano — Presbítero da Ordem dos Frades Menores, que, para a salvação das almas, percorreu por toda a parte as regiões da América do Sul e, com a sua palavra e o seu testemunho, ensinou aos indígenas e aos próprios colonos espanhóis a novidade da vida cristã.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 14 de julho:

1
Santo Optaciano Bispo. Em Bréscia, na Venécia, hoje na Lombardia, região da Itália. Subscreveu a carta sinodal sobre a fé católica a respeito da Encarnação, enviada por Eusébio, bispo de Milão, ao papa São Leão.
† s. V
2
São Vicente (Madelgário) Em Soignies, no Brabante da Austrásia, atualmente na Bélgica. Com o assentimento da esposa Santa Valdetrudes, abraçou a vida monástica e, segundo a tradição, fundou dois mosteiros.
† c. 677
3
São Marquelmo Presbítero e monge. Em Deventer, na Frísia, atualmente na Holanda. De origem inglesa, desde a infância foi discípulo de São Vilibrordo e seu companheiro nos trabalhos de evangelização.
† c. 775
4
Beato Crosnato Mártir. Em Stary Kinsperk, próximo de Eger, na Boêmia, atualmente na Checoslováquia. Depois da morte da esposa e do filho, abandonou a corte do rei para entrar no cenóbio dos Premonstratenses em Teplá e, ao defender os direitos do mosteiro, foi feito prisioneiro e abandonado até morrer de fome.
† 1217
5
Santa Toscana Em Verona, no Vêneto, região da Itália. Depois da morte do esposo, deu todos os seus bens aos pobres e se dedicou incansavelmente, na Ordem de São João de Jerusalém, ao cuidado dos enfermos.
† 1343/1344
6
Beata Angelina de Marsciano Em Folinho, na Úmbria, região da Itália. Ao ficar viúva, se consagrou totalmente, durante mais de cinquenta anos, ao serviço de Deus e do próximo e deu início à ordem religiosa das Terciárias Franciscanas de clausura, para se dedicar à educação da juventude feminina.
† 1435
7
Beato Gaspar de Bono Presbítero da Ordem dos Mínimos. Em Valência, na Espanha. Abandonou as armas dos príncipes terrenos para servir a Cristo Rei e governou as casas da província espanhola da Ordem com zelo, prudência e caridade.
† 1604
8
São Francisco Solano Presbítero da Ordem dos Frades Menores. Em Lima, no Peru. Para a salvação das almas, percorreu por toda a parte as regiões da América do Sul e, com a sua palavra e o seu testemunho, ensinou aos indígenas e aos próprios colonos espanhóis a vida cristã.
† 1610
9
Beato Ricardo Langhorne Mártir, insigne jurista. Em Londres, na Inglaterra. Acusado falsamente de conspiração, no reinado de Carlos II, foi condenado à morte e entregou a alma a Deus no patíbulo de Tyburn.
† 1679
10
Beato Ghebre Miguel Presbítero da Congregação da Missão e mártir. Em Cerecca-Ghebaba, Etiópia. Procurando sempre a verdadeira fé no estudo e na oração, finalmente entrou na unidade da Igreja católica; sofreu durante treze meses o cárcere e caminhadas forçadas impelido por soldados, com os pés presos com cadeias, até morrer consumido pelas incessantes flagelações, pela sede e pela fome.
† 1855
11
São João Wang Guixin Mártir. Em Nangong, cidade do Hebei, província da China. Durante a perseguição dos “Yihetuan”, recusou manchar-se com uma pequena mentira que lhe poupava a vida terrena e morreu por Cristo.
† 1900

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Herdeiro da coragem e da espada

Nasceu em Bucchiánico de Chietie e herdou do marquês seu pai a coragem e a espada.

O vício do jogo fê-lo perder todo o dinheiro que tinha e trabalhava no hospital como servente para poder tratar um tumor que tinha.

No serviço aos capuchinhos  teve a graça da conversão e decidiu mudar de vida.

Como ajudante no hospital procurava atender os doentes mais repugnantes. Nos domingos de folga passava ao lado de São Felipe Néri, que o ajudou no discernimento de sua vocação.

Fundou a Congregação dos servidores dos enfermos

O Ano Santo de 1575 estava chegando ao seu término, quando São Camilo de Léllis fundou a Congregação dos Ministros, ou seja, servidores dos enfermos que deveriam cuidar espiritualmente e corporalmente dos doentes.

Dois anos mais tarde foi ordenado sacerdote e continuou dirigindo os seus religiosos durante mais vinte anos.

“Estou ocupado com nosso Senhor Jesus Cristo.”

Quando alguém queria tirá-lo do leito dos enfermos, repetia: “Estou ocupado com nosso Senhor Jesus Cristo.”

Profetizou que morreria em Roma na festa de São Boaventura (14 de julho segundo o antigo calendário litúrgico) e assim aconteceu. Seu corpo foi embalsamado e retiraram o seu coração, o qual ainda hoje se encontra em um relicário

Foi canonizado em 1746 e em 1886, foi declarado patrono dos enfermos e dos hospitais.

 São Camilo Léllis, rogai por nós!

Oração – Ó Deus, que inspirastes a São Camilo de Léllis extraordinária caridade para com os enfermos, dai-nos o Vosso Espírito de amor, para que, servindo-vos em nossos irmãos e irmãs, possamos partir tranquilos ao vosso encontro. Amém.

Camilo: Significa “filho do primogênito”, “mensageiro”, “menino de coro”. O nome Camilo chegou à língua portuguesa através do latim Camillus,

Com São Francisco Solano, presbítero da Ordem dos Frades Menores, que, para a salvação das almas, percorreu por toda a parte as regiões da América do Sul e, com a sua palavra e o seu testemunho, ensinou aos indígenas e aos próprios colonos espanhóis a novidade da vida cristã.

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

14

2. Em Bréscia, na Venécia, hoje na Lombardia, região da Itália, Santo Optaciano, bispo, que subscreveu a carta sinodal sobre a fé católica a respeito da Encarnação, enviada por Eusébio, bispo de Milão, ao papa São Leão.(† s. V)

3 Em Soignies, no Brabante da Austrásia, atualmente na Bélgica, São Vicente ou Madelgário, que, com o assentimento da esposa Santa Valdetrudes, abraçou a vida monástica e, segundo a tradição, fundou dois mosteiros.(† c. 677)

4. Em Deventer, na Frísia, atualmente na Holanda, São Marquelmo, presbítero e monge, de origem inglesa, que desde a infância foi discípulo de São Vilibrordo e seu companheiro nos trabalhos de evangelização.(† c. 775)

5. Em Stary Kinsperk, próximo de Eger, na Boêmia, atualmente na Checoslováquia, o Beato Crosnato, mártir, que, depois da morte da esposa e do filho, abandonou a corte do rei para entrar no cenóbio dos Premonstratenses em Teplá e, ao defender os direitos do mosteiro, foi feito prisioneiro e abandonado até morrer de fome.(† 1217)

6. Em Verona, no Vêneto, região da Itália, Santa Toscana, que, depois da morte do esposo, deu todos os seus bens aos pobres e se dedicou incansavelmente, na Ordem de São João de Jerusalém, ao cuidado dos enfermos.(† 1343/1344)

7. Em Folinho, na Úmbria, também região da Itália, a Beata Angelina de Marsciano, que, ao ficar viúva, se consagrou totalmente, durante mais de cinquenta anos, ao serviço de Deus e do próximo e deu início à ordem religiosa das Terciárias Franciscanas de clausura, para se dedicar à educação da juventude feminina.(† 1435)

8. Em Valência, na Espanha, o Beato Gaspar de Bono, presbítero da Ordem dos Mínimos, que abandonou as armas dos príncipes terrenos para servir a Cristo Rei e governou as casas da província espanhola da Ordem com zelo, prudência e caridade.(† 1604)

9. Em Lima, no Peru, São Francisco Solano, presbítero da Ordem dos Frades Menores, que, para a salvação das almas, percorreu por toda a parte as regiões da América do Sul e, com a sua palavra e o seu testemunho, ensinou aos indígenas e aos próprios colonos espanhóis a vida cristã.(† 1610)

10. Em Londres, na Inglaterra, o Beato Ricardo Langhorne, mártir, insigne jurista, que, acusado falsamente de conspiração, no reinado de Carlos II, foi condenado à morte e entregou a alma a Deus no patíbulo de Tyburn.(† 1679)

11. Em Cerecca-Ghebaba, Etiópia, o Beato Ghebre Miguel, presbítero da Congregação da Missão e mártir, que, procurando sempre a verdadeira fé no estudo e na oração, finalmente entrou na unidade da Igreja católica; por isso, sofreu durante treze meses o cárcere e caminhadas forçadas impelido por soldados, com os pés presos com cadeias, até que morreu consumido pelas incessantes flagelações, pela sede e pela fome.(† 1855)

12. Em Nangong, cidade do Hebei, província da China, São João Wang Guixin, mártir, que, durante a perseguição dos “Yihetuan”, recusou manchar-se com uma pequena mentira que lhe poupava a vida terrena e morreu por Cristo.(† 1900)

 

Santo Henrique II, Imperador e Santa Cunegundes, Impertatriz – 13 de Julho

Santo Henrique II, Imperador

Santo do Dia – 13 de Julho

São Henrique II,

Imperador do Sacro Império Romano · † 1024

As Origens

Santo Henrique II - Imperador do sacro império Romano Henrique era filho do duque da Baviera, e nasceu num castelo na Alemanha em 973. Pertencia a uma família santa, e por isso foi educado pelos cânones de Hildesheim; depois, pelo bispo Santo Wolfgang, em Regensburg.

Seus outros irmãos também tiveram uma vida de santidade. Bruno foi o primeiro a abandonar o conforto da corte para tornar-se padre e, depois, bispo de Augusta. Das irmãs, Brígida fez-se monja, e Gisela foi mulher do rei Estêvão da Hungria, também um santo.

“entre seis”

Quando jovem, sonhou com o seu falecido diretor espiritual, que teria escrito na parede do quarto do príncipe: “Entre seis”. Ele interpretou primeiramente que teria seis dias antes de morrer, mas, como não aconteceu, preparou-se em vista de seis meses. Porém, seis anos após o sonho, ele assumiu o trono da Alemanha em 1002, quando seu pai morreu. Dois anos depois, também foi rei da Itália. Em 1014, o Papa Bento VIII consagrou Henrique imperador do Sacro Império Romano.

Santa Cunegundes

Casou-se com a filha de um conde, Cunegundes de Luxemburgo, também santa. Junto da esposa, Henrique concedeu à população benefícios sociais e assistenciais. O casal não conseguiu ter filhos.

a páscoa eterna

Henrique II morreu em 13 de julho de 1024, e foi sepultado em Bamberg. Foi canonizado, em 1152, pelo Papa Eugênio III. Com a morte do marido, Cunegundes foi morar em um mosteiro, abdicando do trono e da fortuna. Ela morreu em 3 de março de 1039, e foi sepultada ao lado do marido. Foi canonizada em 1200 pelo Papa Inocêncio III. São Henrique II, imperador Romano, rogai por nós! Henrique — Do germânico Haimirich, formado por “heim” (casa, lar, pátria) e “rich” (poderoso, chefe, senhor). Significa, portanto, “senhor do lar” ou “aquele que governa a pátria”.

“São Henrique, que amou a Deus acima do trono, vos pedimos a fortaleza de seguir uma vida santa, abandonando os caminhos fáceis e luxuosos. Amém.”

São henrique ii, rogai por nós!

Santa Cunegundes — Esposa de São Henrique II, também canonizada; ao enviuvar, abdicou do trono e da fortuna para viver num mosteiro.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 13 de julho:

1
São Henrique II Imperador do Sacro Império Romano. Casado com Santa Cunegundes, dedicou-se ao bem do povo e à Igreja, sendo canonizado pelo Papa Eugênio III.
† 1024
2
Santo Esdras Sacerdote e escriba que, no tempo de Artaxerxes, rei dos Persas, regressando da Babilônia para a Judeia, congregou o povo disperso e empenhou-se para que a lei do Senhor fosse investigada, posta em prática e ensinada em Israel.
 
3
São Silas Destinado pelos Apóstolos, juntamente com os santos Paulo e Barnabé, à Igreja dos gentios, cheio da graça de Deus, exerceu incansavelmente o ministério da pregação do Evangelho.
 
4
São Serapião Mártir. Em Alexandria, no Egito. No tempo do imperador Severo e do prefeito Áquila, foi queimado vivo e assim alcançou a coroa do martírio.
† c. 212
5
Santa Mirope Mártir. Em Quios, ilha da Grécia, no Mar Egeu.
† s. III/IV
6
Santo Alexandre e Trinta Soldados Mártires. Em Filomélio, na Frígia, hoje na Turquia. Segundo a tradição, sofreram o martírio no tempo de Magno, prefeito de Antioquia da Pisídia.
† s. IV
7
Santo Eugênio Bispo de Cartago. Em Albi, na Aquitânia, hoje na França, glorioso pela sua fé e virtude, sofreu o exílio durante a perseguição dos Vândalos.
† 501
8
São Turiavo Abade do mosteiro de Dol e bispo. Na Bretanha Menor, hoje na França.
† s. VII/VIII
9
Beato Jaime de Voragine Bispo, da Ordem dos Pregadores. Em Gênova, na Ligúria, região da Itália. Propôs nos seus escritos muitos exemplos de virtude para promover a vida cristã no povo.
† 1298
10
Beato Tomás Tunstal Presbítero da Ordem de São Bento e mártir. Em Norwich, na Inglaterra. No reinado de Jaime I, por ter entrado na Inglaterra como sacerdote, foi condenado à morte e suspenso no patíbulo.
† 1616
11
Beatos Luís Armando José Adam e Bartolomeu Jarrige de la Morélie de Biars Presbíteros e mártires. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, foram condenados, como sacerdotes católicos, à prisão na galera, onde morreram vítimas da sua caridade para com os companheiros de cativeiro.
† 1794
12
Beata Madalena da Mãe de Deus e Companheiras Virgens e mártires. Em Orange, na Provença, região da França: Maria da Anunciação, Santo Aleixo, São Francisco, Santa Francisca e São Gervásio.
† 1794
13
São Manuel Lê Van Phung Mártir. Em Chau Doc, na Cochinchina, hoje no Vietnã. Pai de família que, embora detido no cárcere, não cessou de exortar os filhos e familiares à caridade para com os perseguidores, foi decapitado por ordem do imperador Tu Duc.
† 1859
14
Santa Clélia Barbiéri Virgem. Em Búdrio, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, região da Itália. Dedicou-se à formação espiritual da juventude feminina e fundou a Congregação das Mínimas de Nossa Senhora das Dores.
† 1870
15
Beato Fernando Maria Bacciliéri Presbítero. Em Galeazza Pépoli, perto de Bolonha, na Itália. Assistiu com grande diligência o povo que lhe foi confiado e fundou a Congregação das Servas de Maria.
† 1893
16
São Paulo Liu Jinde Mártir. Em Langziqiao, próximo de Hengshui, no Hebei, província da China. Único cristão de sua povoação durante a perseguição dos “Yihetuan”, foi ao encontro dos perseguidores com o rosário na mão e imediatamente assassinado.
† 1900
17
São José Wang Guiji Mártir. Em Nangong, no Hebei, China. Durante a perseguição dos “Yihetuan”, rejeitou a tentação de salvar a vida com uma mentira e preferiu a morte gloriosa por Cristo.
† 1900
18
Beata Mariana Biernacka Viúva e mártir. Em Niemowicze, perto de Grodno, na Polônia, hoje na Bielorrússia.
† 1943
19
Beato Carlos Manuel Rodríguez Santiago Em São João de Porto Rico. Dedicou-se intensamente à reforma da sagrada liturgia e à difusão da fé entre os jovens.
† 1963

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Símbolos da Luz Medieval

Esse casal faz parte da Luz Medieval, pois viveram uma perfeita harmonia de afetos, projetos e ideais de santidade. Ambos guardaram a continência perpétua no casamento.

Juntos, o casal realizou muitas obras piedosas e praticou a oração e a mortificação.
Henrique pertencia a uma família santa, filho de duque, nasceu num castelo na Alemanha em 973. Foi educado por cônegos e pelo próprio Bispo de Ratisbona, adquirindo uma formação cristã, digna de um Rei.

Cunegundes, que era uma mulher virtuosa e com inúmeros dons

“Por trás de um grande homem está uma grande mulher”,  também se fez presente com Henrique, pois casou-se com a princesa de Luxemburgo, Cunegundes, que era uma mulher virtuosa e com inúmeros dons, com os quais auxiliou durante vinte e sete anos o seu esposo na organização do Império e na expansão do Reino de Deus.

Com a morte do Imperador, a Imperatriz foi morar num mosteiro e passou a obedecer às suas superioras até ir ao encontro de Henrique no Céu, quando tinha 61 anos.

Eram perfeitamente humildes e despretensiosos.

Com eles se tem o exemplo de pessoas do mais alto nível social que viviam em meio à pompa e circunstância de um ambiente de Corte e eram perfeitamente humildes e despretensiosos.

Santo Henrique e Santa Cunegundes, rogai por nós!

Oração – Ó Deus, Senhor Nosso, pela intercessão de Santo Henrique, peço-Vos que ilumineis a minha mente, purifiqueis meu coração e inflameis meu amor por Vós. Amém.

Henrique tem origem no nome germânico Haimirich, composto pela união dos elementos heim, que significa “lar”, “casa”, e rik, que quer dizer “senhor”,

Com:  São Esdras, Sacerdote e Escriba;

São Silas, Discípulo dos Apóstolos,  Pessoas eminente;

Santa Teresa Jesus de los Andes, Virgem

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

13

2. Comemoração de Santo Esdras, sacerdote e escriba, que, no tempo de Artaxerxes, rei dos Persas, regressando da Babilônia para a Judeia, congregou o povo disperso e se empenhou com grande diligência para que a lei do Senhor fosse investigada, posta em prática e ensinada em Israel.

3. Comemoração de São Silas, que, destinado pelos Apóstolos, juntamente com os santos Paulo e Barnabé, à Igreja dos gentios, cheio da graça de Deus, exerceu incansavelmente o ministério da pregação do Evangelho.

4. Em Alexandria, no Egito, São Serapião, mártir, que, no tempo do imperador Severo e do prefeito Áquila, foi queimado vivo e assim alcançou a coroa do martírio.(† c. 212)

5. Em Quios, ilha da Grécia, no Mar Egeu, Santa Mirope, mártir.(† s. III/IV)

6. Em Filomélio, na Frígia, na hodierna Turquia, os santos mártires Alexandre e trinta soldados, que, segundo a tradição, sofreram o martírio no tempo de Magno, prefeito de Antioquia da Pisídia.(† s. IV)

7. Em Albi, na Aquitânia, atualmente na França, o passamento de Santo Eugênio, bispo de Cartago, glorioso pela sua fé e sua virtude, que sofreu o exílio durante a perseguição dos Vândalos.(† 501)

8. Na Bretanha Menor, também na atual França, São Turiavo, abade do mosteiro de Dol e bispo.(† s. VII/VIII)

9. Em Gênova, na Ligúria, região da Itália, o Beato Jaime de Voragine, bispo, da Ordem dos Pregadores, que, para promover a vida cristã no povo, propôs nos seus escritos muitos exemplos de virtude.(† 1298)

10. Em Norwich, na Inglaterra, o Beato Tomás Tunstal, presbítero da Ordem de São Bento e mártir, que, no reinado de Jaime I, por ter entrado na Inglaterra como sacerdote, foi condenado à morte e suspenso no patíbulo.(† 1616)

11. Num sórdido barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, os beatos Luís Armando José Adam, da Ordem dos Frades Menores Conventuais, e Bartolomeu Jarrige de la Morélie de Biars, presbíteros e mártires, que, na perseguição desencadeada contra a Igreja, foram condenados, como sacerdotes católicos, à prisão na galera, onde morreram atingidos pelo contágio da enfermidade, vítimas da sua caridade para com os companheiros de cativeiro.(† 1794)

12. Em Orange, na Provença, região da França, as beatas Madalena da Mãe de Deus (Isabel Verchière) e cinco companheiras[1], virgens e mártires na mesma revolução.

[1] São estes os seus nomes: Maria da Anunciação (Teresa Henriquina Faurie), Santo Aleixo (Ana Andreia Minutte), São Francisco (Maria Ana Lambert), Santa Francisca (Maria Ana Depeyre) e São Gervásio (Maria Anastásia de Roquart).(† 1794)

13. Em Chau Doc, cidade da Cochinchina, atualmente no Vietnam, São Manuel Lê Van Phung, mártir, pai de família que, embora detido no cárcere, não cessou de exortar os filhos e familiares à caridade para com os perseguidores e, finalmente, foi decapitado por ordem do imperador Tu Duc.(† 1859)

14. Em Búdrio, na Flamínia, hoje na Emília-Romana, região da Itália, Santa Clélia Barbiéri, virgem, que se dedicou à formação espiritual da juventude feminina e fundou a Congregação das Mínimas de Nossa Senhora das Dores, consagrada principalmente à formação humana e cristã das meninas pobres e indigentes.(† 1870)

15. Em Galeazza Pépoli, perto de Bolonha, também na Itália, o Beato Fernando Maria Bacciliéri, presbítero, que assistiu com grande diligência o povo que lhe foi confiado e fundou a Congregação das Servas de Maria, para ajudar as famílias pobres e especialmente para a formação da juventude feminina.(† 1893)

16. Em Langziqiao, próximo de Hengshui, no Hebei, província da China, São Paulo Liu Jinde, mártir, homem de avançada idade, que, durante a perseguição desencadeada pelos “Yihetuan”, sendo o único cristão que permaneceu naquela povoação, foi ao encontro dos perseguidores com o rosário e o livro de orações na mão e os saudou de modo cristão, pelo que foi imediatamente assassinado.(† 1900)

17. Em Nangong, cidade do Hebei, também província da China, São José Wang Guiji, mártir, que, durante a mesma perseguição dos “Yihetuan”, rejeitando a tentação de salvar a vida com uma pequena mentira que lhe sugeriam, preferiu a morte gloriosa por Cristo.(† 1900)

19. Em Niemowicze, perto de Grodno, na Polônia, hoje na Bielorrússia, a Beata Mariana Biernacka, viúva e mártir.(† 1943)

20. Em São João de Porto Rico, o Beato Carlos Manuel Rodríguez Santiago, que se dedicou intensamente à reforma da sagrada liturgia e à difusão da fé entre os jovens.(† 1963)

15ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira

15ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (Is 1,10-17)

Leitura do Livro do Profeta Isaías.

10 Ouvi a palavra do Senhor, magistrados de Sodoma, prestai ouvidos ao ensinamento do nosso Deus, povo de Gomorra. 11 Que me importa a abundância de vossos sacrifícios? – diz o Senhor. Estou farto de holocaustos de carneiros e de gordura de animais cevados; do sangue de touros, de cordeiros e de bodes, não me agrado. 12 Quando entrais para vos apresentar diante de mim, quem vos pediu para pisardes os meus átrios? 13 Não continueis a trazer oferendas vazias! O incenso é para mim uma abominação! Não suporto lua nova, sábado, convocação de assembleia: iniquidade com reunião solene! 14 Vossas luas novas e vossas solenidades, eu as detesto! Elas são para mim um peso, estou cansado de suportá-las. 15 Quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos. Ainda que multipliqueis a oração, eu não ouço: Vossas mãos estão cheias de sangue! 16 Lavai-vos, purificai-vos. Tirai a maldade de vossas ações de minha frente. Deixai de fazer o mal! 17 Aprendei a fazer o bem! Procurai o direito, corrigi o opressor. Julgai a causa do órfão, defendei a viúva.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 49(50),8-9.16bc-17.21 e 23 (R. 23b)

A todo homem que procede retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.

– A todo homem que procede retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.

– Eu não venho censurar teus sacrifícios, pois sempre estão perante mim teus holocaustos; não preciso dos novilhos de tua casa nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos.

– Como ousas repetir os meus preceitos e trazer minha Aliança em tua boca? Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos e deste as costas às palavras dos meus lábios!

– Diante disso que fizeste, eu calarei? Acaso pensas que eu sou igual a ti? É disso que te acuso e repreendo e manifesto essas coisas aos teus olhos.

– Quem me oferece um sacrifício de louvor este sim é que honra de verdade. A todo homem que procede retamente eu mostrarei a salvação que vem de Deus.

Evangelho (Mt 10,34-11,1)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Felizes os que são perseguidos por causa da justiça do Senhor, porque o reino dos céus há de ser deles!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 34 “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer a paz, mas sim a espada. 35 De fato, vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora de sua sogra. 36 E os inimigos do homem serão os seus próprios familiares. 37 Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. 38 Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. 39 Quem procura conservar a sua vida vai perdê-la. E quem perde a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la. 40 Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou. 41 Quem recebe um profeta, por ser profeta, receberá a recompensa de profeta. E quem recebe um justo, por ser justo, receberá a recompensa de justo. 42 Quem der, ainda que seja apenas um copo de água fresca, a um desses pequeninos, por ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa”. 11,1 Quando Jesus acabou de dar essas instruções aos doze discípulos, partiu daí, a fim de ensinar e pregar nas cidades deles.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Ex 1,8-14.22) 

Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, 8 surgiu um novo rei no Egito, que não tinha conhecido José, 9 e disse ao seu povo: “Olhai como o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós. 10 Vamos agir com prudência em relação a ele, para impedir que continue crescendo e, em caso de guerra, se una aos nossos inimigos, combata contra nós e acabe por sair do país”. 11 Estabeleceram inspetores de obras, para que o oprimissem com trabalhos penosos; e foi assim que ele construiu para o Faraó as cidades-entrepostos Pitom e Ramsés. 12 Mas, quanto mais o oprimiam, tanto mais se multiplicava e crescia. 13 Obcecados pelo medo dos filhos de Israel, os egípcios impuseram-lhes uma dura escravidão. 14 E tornaram-lhes a vida amarga pelo pesado trabalho da preparação do barro e dos tijolos, com toda a espécie de trabalhos dos campos e outros serviços que os levavam a fazer à força. 22 O Faraó deu esta ordem a todo o seu povo: “Lançai ao rio Nilo todos os meninos hebreus recém-nascidos, mas poupai a vida das meninas”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 123(124),1-3.4-6.7-8 (R. 8a)

– Nosso auxílio está no nome do Senhor.

– Nosso auxílio está no nome do Senhor.

– Se o Senhor não estivesse ao nosso lado, que o diga Israel neste momento; se o Senhor não estivesse ao nosso lado, quando os homens investiram contra nós, com certeza nos teriam devorado no furor de sua ira contra nós.

– Então as águas nos teriam submergido, a correnteza nos teria arrastado, e então, por sobre nós teriam passado essas águas sempre mais impetuosas. Bendito seja o Senhor, que não deixou cairmos como presa de seus dentes! 

– Nossa alma como um pássaro escapou do laço que lhe armara o caçador; o laço arrebentou-se de repente, e assim nós conseguimos libertar-nos. O nosso auxílio está no nome do Senhor, do Senhor que fez o céu e fez a terra! 

 

Evangelho (Mt 10,34-11,1)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Felizes os que são perseguidos por causa da justiça do Senhor, porque o reino dos céus há de ser deles!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 34 “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer a paz, mas sim a espada. 35 De fato, vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora de sua sogra. 36 E os inimigos do homem serão os seus próprios familiares. 37 Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. 38 Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. 39 Quem procura conservar a sua vida vai perdê-la. E quem perde a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la. 40 Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou. 41 Quem recebe um profeta, por ser profeta, receberá a recompensa de profeta. E quem recebe um justo, por ser justo, receberá a recompensa de justo. 42 Quem der, ainda que seja apenas um copo de água fresca, a um desses pequeninos, por ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa”. 11,1 Quando Jesus acabou de dar essas instruções aos doze discípulos, partiu daí, a fim de ensinar e pregar nas cidades deles.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São João Gualberto, Monge, Fundador – 12 de Julho

São João Gualberto, Monge, Fundador

Santo do Dia – 12 de Julho

São João Gualberto,

Monge, Fundador · † 1073

De família rica e nobre

Nasceu em Florença, oriundo de uma família rica e nobre, no início do século XI, na Itália.

Ainda moço, tendo encontrado o assassino de seu irmão, viu este se ajoelhar com os braços abertos em sinal de clemência, formando uma cruz. Seu ódio transformou-se em generosidade, ergueu o assassino, abraçou-o e disse: “Perdoo-te pelo sangue que Cristo hoje derramou na Cruz”.

Era uma Sexta-feira Santa e uma grande paz invadiu a sua alma mudando completamente sua vida.

Abandonou o mundo e foi para um mosteiro

Abandonou o mundo e foi para um mosteiro beneditino, vencendo resistências do pai. Tempos depois, foi acusado de corrupção pelo novo abade e pelo bispo de Florença, ambos acusados por ele de simonia, e se refugiou no monte Vallombrosa.

Soube unir o trabalho, com estudo, leitura e meditação

Monte que se tornou famoso pelo mosteiro que ele edificou segundo a Regra beneditina. Para a construção uniu o trabalho, com estudo, leitura e meditação.

De Vallombrosa, a Regra beneditina reformada vai à Florença e a várias cidades da Itália, operando a benéfica transfusão da operosa santidade para corrigir com os costumes as próprias instituições civis.

Os florentinos colocaram toda confiança neles e o Papa realizou uma longa viagem para fazer-lhe uma visita.

Ajudou a restaurar a disciplina do clero

A congregação de Vallombrosa, com seu santo fundador, ajudou poderosamente o Papa São Leão IX, e o Papa São Gregório VII, a extirpar a simonia e a restaurar a disciplina do clero.

Faleceu no ano de 1073 deixando o conselho: “Quando quiserem eleger um abade, escolham entre os irmãos o mais humilde, o mais doce, o mais mortificado”.

Foi canonizado em 1183 pelo Papa Celestino III.

São João Gualberto, rogai por nós!


Gualberto — Do germânico, significa “aquele que brilha pelo seu domínio” ou “o que se destaca pela força de vontade”.

“Oração – Que a cada minuto de nossas vidas sejamos ajudados pela misericórdia divina e por vós, para que aprendamos também nós a graça do perdão. Amém.”

São joão gualberto, rogai por nós!

Beato David Gunston — Mártir, cavaleiro da Ordem de São João de Jerusalém, que negou a autoridade do rei Henrique VIII nos assuntos espirituais e foi enforcado no patíbulo em Southwark.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 12 de julho:

1

São João GualbertoAbade. Em Passignano, na Etrúria, hoje na Toscana, Itália. Ainda soldado de Florença, perdoou por amor de Cristo ao assassino do seu irmão e depois tomou o hábito monástico; aspirando a uma vida mais austera, estabeleceu em Vallombrosa os fundamentos de uma nova família monástica.

† 1073

2

Santos Proclo e HilariãoMártires. Em Ancira, na Galácia, hoje Ancara, na Turquia. Sofreram o martírio no tempo do imperador Trajano e do prefeito Máximo.

† s. II

3

Santos Fortunato e HermágorasMártires. Em Aquileia, na Venécia, hoje no Friúli, região da Itália.

† s. III

4

Santos Nabor e FélixMártires. Em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, Itália. Soldados originários da Mauritânia, sofreram o martírio em Lódi durante a perseguição de Maximiano e foram sepultados em Milão.

† c. 304

5

São PaternianoBispo. Em Fano, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália.

† s. IV

6

São VivencíoloBispo de Lião, na Gália, atual França. Promovido da escola do mosteiro de Santo Eugendo ao episcopado, incitou a presença de clérigos e leigos no Concílio de Epaone.

† c. 523

7

São Leão IAbade. No mosteiro de Cava de’ Tirréni, na Campânia, Itália. Socorreu os pobres com o trabalho das suas próprias mãos e os protegeu dos poderosos.

† 1079

8

Beato David GunstonMártir. Em Londres, na Inglaterra. Cavaleiro da Ordem de São João de Jerusalém, negou a autoridade do rei Henrique VIII nos assuntos espirituais e foi enforcado no patíbulo em Southwark.

† 1541

9

São João JonesPresbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir. Em Londres. Oriundo do País de Gales, foi condenado à morte no reinado de Isabel I por entrar na Inglaterra como sacerdote, consumando o martírio na forca.

† 1598

10

Beato Matias Araki e sete companheirosMártires. Em Nagasáki, no Japão. Sofreram o martírio por Cristo.

† 1626

11

Beatas Rosa de São Francisco Xavier, Marta do Bom Anjo, Maria de Santo Henrique e São BernardoVirgens e mártires. Em Orange, na Provença, França. Receberam a palma do martírio durante a Revolução Francesa.

† 1794

12

São Clemente Inácio Delgado CebrianBispo e mártir. Em Nam Dinh, cidade do Tonquim, atual Vietnã. Após cinquenta anos de pregação do Evangelho, foi preso por ordem do imperador Minh Mang e morreu no cárcere após muitos sofrimentos.

† 1838

13

Santa Inês Lê Thi Thành (De)Mártir, mãe de família. Na província de Ninh Binh, no Tonquim. Sujeita a duríssimas torturas por ter ocultado em sua casa um sacerdote, recusou abjurar a fé e morreu no cárcere.

† 1841

14

São Pedro KhanhPresbítero e mártir. Na província de Nghê An, no Anam, atual Vietnã. Reconhecido como cristão, foi encarcerado durante seis meses e, após vãos intentos para abjurar a fé, foi degolado por ordem do imperador Thieu Tri.

† 1842

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

De família rica e nobre

Nasceu em Florença, oriundo de uma família rica e nobre, no inicio do século XI, na Itália.

Ainda moço, tendo encontrado o assassino de seu irmão, viu este se ajoelhar com os braços abertos em sinal de clemência, formando uma cruz. Seu ódio transformou-se em generosidade, ergueu o assassino, abraçou-o e disse: “Perdoo-te pelo sangue que Cristo hoje derramou na Cruz”. Era uma Sexta-feira Santa e uma grande paz invadiu a sua alma mudando completamente sua vida.

Abandonou o mundo e foi para um mosteiro

Abandonou o mundo e foi para um mosteiro beneditino, vencendo resistências do pai. Tempos depois, foi acusado de corrupção pelo novo abade e pelo bispo de Florença, ambos acusados por ele de simonia  e  se refugiou no monte Vallombrosa.

Soube unir o trabalho, com estudo, leitura e meditação

Monte que se tornou famoso pelo mosteiro que ele edificou segundo a Regra beneditina. Para a construção uniu o trabalho, com estudo, leitura e meditação.

De Vallombrosa, a Regra beneditina reformada, vai à Florença e a várias cidades da Itália, operando a benéfica transfusão da operosa santidade para corrigir com os costumes, as próprias instituições civis.

Os florentinos colocaram toda confiança neles e o Papa realizou uma longa viagem para fazer-lhe uma visita.

Ajudou poderosamente a restaurar a disciplina do clero.

A congregação de Vallombrosa, com seu santo fundador, ajudou poderosamente o Papa São Leão IX, e o Papa São Gregório VII, a extirpar a simonia e a restaurar a disciplina do clero.

Faleceu no ano de 1073 deixando  conselho: “Quando quiserem eleger um abade, escolham entre os irmãos o mais humilde, o mais doce, o mais mortificado”.

Foi canonizado em 1183 pelo Papa Celestino III.

São João Gualberto, rogai por nós!

Oração – Que a cada minuto de nossas vidas sejamos ajudados pela misericórdia divina e por vós, para que aprendamos também nós a graça do perdão. Amém.

Com Beato David Gunston, mártir, que, sendo cavaleiro da Ordem de São João de Jerusalém, porque negou a autoridade do rei Henrique VIII nos assuntos espirituais, foi enforcado no patíbulo em Southwark.

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

12

1. Em Ancira, na Galácia, hoje Ancara, na Turquia, a comemoração dos santos Proclo e Hilarião, mártires, no tempo do imperador Trajano e do prefeito Máximo.(† s. II)

2. Em Aquileia, na Venécia, hoje no Friúli, região da Itália, os santos Fortunato e Hermágoras, mártires.(† s. III)

3. Em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, também região da Itália, os santos Nabor e Félix, mártires, que, sendo soldados originários da Mauritânia, da hodierna Argélia, conta-se que sofreram o martírio em Lódi durante a perseguição de Maximiano e foram sepultados em Milão.(† c.304)

4. Em Fano, no Piceno, hoje nas Marcas, também região da Itália, São Paterniano, bispo.(† s. IV)

5. Em Lião, na Gália, atualmente na França, São Vivencíolo, bispo, que, promovido da escola do mosteiro de Santo Eugendo ao episcopado, incitou a presença de clérigos e leigos no Concílio de Epaone, para que o povo conhecesse melhor as normas pontificais.(† c.523)

6. Em Passignano, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, São João Gualberto, abade, que, ainda soldado de Florença, perdoou por amor de Cristo ao assassino do seu irmão e depois tomou o hábito monástico; mas, aspirando a uma vida mais austera, estabeleceu em Valumbrosa os fundamentos duma nova família monástica.(† 1073)

7. No mosteiro de Cava de’ Tirréni, na Campânia, também região da Itália, São Leão I, abade, que socorreu os pobres com o trabalho das suas próprias mãos e os protegeu dos poderosos.(† 1079)

8. Em Londres, na Inglaterra, o Beato David Gunston, mártir, que, sendo cavaleiro da Ordem de São João de Jerusalém, porque negou a autoridade do rei Henrique VIII nos assuntos espirituais, foi enforcado no patíbulo em Southwark.(† 1541)

9. Também em Londres, São João Jones, presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir, que, oriundo do País de Gales, abraçou a vida religiosa na França e, no reinado de Isabel I, foi condenado à morte por ter entrado da Inglaterra como sacerdote e consumou o martírio suspenso na forca.(† 1598)

10. Em Nagasáki, no Japão, os beatos Matias Araki e sete companheiros[1], mártires, que sofreram o martírio por Cristo.

[1] Estes são os seus nomes: Pedro Arakiyori Chobioye e Susana, esposos; João Tanaka e Catarina, esposos; João Nagai Naisen e Mônica, esposos, e seu filho Luís, criança.(† 1626)

11. Em Orange, na Provença, região da França, as beatas Rosa de São Francisco Xavier (Madalena Teresa Tallien), Marta do Bom Anjo (Maria Cluse), Maria de Santo Henrique (Margarida Eleonor de Justamond) e São Bernardo (Joana Maria de Romillon), virgens e mártires, que durante a Revolução Francesa receberam a palma do martírio.(† 1794)

12. Em Nam Dinh, cidade do Tonquim, atualmente no Vietnam, São Clemente Inácio Delgado Cebrian, bispo e mártir, que, depois de cinquenta anos de pregação do Evangelho, foi preso por ordem do imperador Minh Mang por causa da sua fé em Cristo e morreu no cárcere depois de muitos sofrimentos.(† 1838)

13. Na província de Nihn Binh, também no Tonquim, Santa Inês Lê Thi Thành (De), mártir, mãe de família, que, apesar de sujeita a duríssimas torturas por ter ocultado em sua casa um sacerdote, recusou abjurar a sua fé e morreu no cárcere, no tempo do imperador Thieu Tri.(† 1841)

14. Na província de Nghê An, no Anam, também no atual Vietnam, São Pedro Khanh, presbítero e mártir, que, reconhecido entre os tabeliães como cristão, foi encarcerado durante seis meses e, depois de vãos intentos para o fazer abjurar a fé, finalmente foi degolado por ordem do imperador Thieu Tri.(† 1842)

15º Domingo do Tempo Comum | Domingo

15º Domingo do Tempo Comum | Domingo

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (Is 55,10-11)

Leitura do Livro do Profeta Isaías.

Isto diz o Senhor: 10 “Assim como a chuva e a neve descem do céu e para lá não voltam mais, mas vêm irrigar e fecundar a terra, e fazê-la germinar e dar semente, para o plantio e para a alimentação, 11 assim a palavra que sair de minha boca: não voltará para mim vazia; antes, realizará tudo que for de minha vontade e produzirá os efeitos que pretendi, ao enviá-la”.

– Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 64(65),10.11.12-13.14 (R. Lc 8,8)

– A semente caiu em terra boa e deu fruto.

– A semente caiu em terra boa e deu fruto.

– Visitais a nossa terra com as chuvas, e transborda de fartura. Rios de Deus que vêm do céu derramam águas, e preparais o nosso trigo.

– É assim que preparais a nossa terra: vós a regais e aplainais, os seus sulcos com a chuva amoleceis e abençoais as sementeiras.

– O ano todo coroais com vossos dons, os vossos passos são fecundos; transborda a fartura onde passais, brotam pastos no deserto.

– As colinas se enfeitam de alegria, e os campos, de rebanhos; nossos vales se revestem de trigais: tudo canta de alegria!

Segunda Leitura (Rm 8,18-23)

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos: 18 Eu entendo que os sofrimentos do tempo presente nem merecem ser comparados com a glória que deve ser revelada em nós. 19 De fato, toda a criação está esperando ansiosamente o momento de se revelarem os filhos de Deus. 20 Pois a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua livre vontade, mas por sua dependência daquele que a sujeitou; 21 também ela espera ser libertada da escravidão da corrupção e, assim, participar da liberdade e da glória dos filhos de Deus. 22 Com efeito, sabemos que toda a criação, até ao tempo presente, está gemendo como que em dores de parto. 23 E não somente ela, mas nós também, que temos os primeiros frutos do Espírito, estamos interiormente gemendo, aguardando a adoção filial e a libertação para o nosso corpo.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Evangelho (Mt 13,1-23 )

 Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Semente é de Deus a Palavra, o Cristo é o semeador; todo aquele que o encontra, vida eterna encontrou!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

1 Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galileia. 2 Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. 3 E disse-lhes muitas coisas em parábolas: “O semeador saiu para semear. 4 Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. 5 Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. 6 Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não tinham raiz. 7 Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas. 8 Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. 9 Quem tem ouvidos, ouça!” 10 Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que tu falas ao povo em parábolas?” 11 Jesus respondeu: “Porque a vós foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não é dado. 12 Pois à pessoa que tem, será dado ainda mais, e terá em abundância; mas à pessoa que não tem, será tirado até o pouco que tem. 13 É por isso que eu lhes falo em parábolas: porque olhando, eles não veem, e ouvindo, eles não escutam, nem compreendem. 14 Desse modo se cumpre neles a profecia de Isaías: ‘Havereis de ouvir, sem nada entender. Havereis de olhar, sem nada ver. 15 Porque o coração deste povo se tornou insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com os olhos, nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure’. 16 Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. 17 Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram. 18 Ouvi, portanto, a parábola do semeador: 19 Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi semeado em seu coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. 20 A semente que caiu em terreno pedregoso é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com alegria; 21 mas ele não tem raiz em si mesmo, é de momento: quando chega o sofrimento ou a perseguição, por causa da palavra, ele desiste logo. 22 A semente que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a palavra, mas as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra, e ele não dá fruto. 23 A semente que caiu em boa terra é aquele que ouve a palavra e a compreende. Esse produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta”. Palavra da Salvação.

 

ou

 

Evangelho (Mt 13,1-9 )

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Semente é de Deus a Palavra, o Cristo é o semeador; todo aquele que o encontra, vida eterna encontrou!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

1 Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galileia. 2 Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. 3 E disse-lhes muitas coisas em parábolas: “O semeador saiu para semear. 4 Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. 5 Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. 6 Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não tinham raiz. 7 Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas. 8 Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. 9 Quem tem ouvidos, ouça!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Dt 30,10-14)

Leitura do Livro do Deuteronômio

Moisés falou ao povo, dizendo: 10 Ouve a voz do Senhor teu Deus, e observa todos os seus mandamentos e preceitos, que estão escritos nesta lei. Converte-te para o Senhor teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma. 11 Na verdade, este mandamento que hoje te dou não é difícil demais, nem está fora do teu alcance. 12 Não está no céu, para que possas dizer: ‘Quem subirá ao céu por nós para apanhá-lo? Quem no-lo ensinará para que o possamos cumprir?’ 13 Nem está do outro lado do mar, para que possas alegar: ‘Quem atravessará o mar por nós para apanhá-lo? Quem no-lo ensinará para que o possamos cumprir?’ 14 Ao contrário, esta palavra está bem ao teu alcance, está em tua boca e em teu coração, para que a possas cumprir.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 68(69),14.17.30-31.33-34.36ab.37 (R. cf. 33)

– Humildes, buscai a Deus e alegrai-vos: o vosso coração reviverá!

– Humildes, buscai a Deus e alegrai-vos: o vosso coração reviverá!

– Por isso elevo para vós minha oração, neste tempo favorável, Senhor Deus! Respondei-me pelo vosso imenso amor, pela vossa salvação que nunca falha! Senhor, ouvi-me pois suave é vossa graça, ponde os olhos sobre mim com grande amor! 

– Pobre de mim, sou infeliz e sofredor! Que vosso auxílio me levante, Senhor Deus! Cantando eu louvarei o vosso nome e agradecido exultarei de alegria! 

– Humildes, vede isto e alegrai-vos: o vosso coração reviverá, se procurardes o Senhor continuamente! Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres, e não despreza o clamor de seus cativos. 

– Sim, Deus virá e salvará Jerusalém, reconstruindo as cidades de Judá. A descendência de seus servos há de herdá-las, e os que amam o santo nome do Senhor dentro delas fixarão sua morada! 

Ou: Sl 18B(19),8.9.10.11 (R. 9a)

– Os preceitos do Senhor são precisos, alegria ao coração.

– Os preceitos do Senhor são precisos, alegria ao coração.

– A lei do Senhor Deus é perfeita, conforto para a alma! O testemunho do Senhor é fiel, sabedoria dos humildes. 

– Os preceitos do Senhor são precisos, alegria ao coração. O mandamento do Senhor é brilhante, para os olhos é uma luz. 

– É puro o temor do Senhor, imutável para sempre. Os julgamentos do Senhor são corretos e justos igualmente. 

– Mais desejáveis do que o ouro são eles, do que o ouro refinado. Suas palavras são mais doces que o mel, que o mel que sai dos favos. 

Evangelho (Lc 10,25-37)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Ó Senhor, vossas palavras são espírito e vida; as palavras que dizeis bem que são de eterna vida!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 25 Um mestre da Lei se levantou e, querendo pôr Jesus em dificuldade, perguntou: “Mestre, que devo fazer para receber em herança a vida eterna?” 26 Jesus lhe disse: “O que está escrito na Lei? Como lês?” 27 Ele então respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com toda a tua inteligência; e ao teu próximo como a ti mesmo!” 28 Jesus lhe disse: “Tu respondeste corretamente. Faze isso e viverás”. 29 Ele, porém, querendo justificar-se, disse a Jesus: “E quem é o meu próximo?” 30 Jesus respondeu: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de assaltantes. Estes arrancaram-lhe tudo, espancaram-no, e foram-se embora deixando-o quase morto. 31 Por acaso, um sacerdote estava descendo por aquele caminho. Quando viu o homem, seguiu adiante, pelo outro lado. 32 O mesmo aconteceu com um levita: chegou ao lugar, viu o homem e seguiu adiante, pelo outro lado. 33 Mas um samaritano que estava viajando, chegou perto dele, viu e sentiu compaixão. 34 Aproximou-se dele e fez curativos, derramando óleo e vinho nas feridas. Depois colocou o homem em seu próprio animal e levou-o a uma pensão, onde cuidou dele. 35 No dia seguinte, pegou duas moedas de prata e entregou-as ao dono da pensão, recomendando: “Toma conta dele! Quando eu voltar, vou pagar o que tiveres gasto a mais”. E Jesus perguntou: 36 “Na tua opinião, qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” 37 Ele respondeu: “Aquele que usou de misericórdia para com ele”. Então Jesus lhe disse: “Vai e faze a mesma coisa”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Bento, abade | Memória | Sábado

São Bento, abade | Memória | Sábado

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (Is 6,1-8)

Leitura do Livro do Profeta Isaías.

1 No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. 2 Havia Serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas, duas cobriam-lhes o rosto, duas, os pés e, com duas, eles podiam voar. 3 Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. 4 Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. 5 Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”. 6 Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, 7 e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”. 8 Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 92(93),1ab.1c-2.5 (R. 1a)

– Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.

– Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.

– Deus é Rei e se vestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor!

– Vós firmastes o universo inabalável, vós firmastes vosso trono desde a origem, desde sempre, ó Senhor, vós existis!

– Verdadeiros são os vossos testemunhos, refulge a santidade em vossa casa, pelos séculos dos séculos, Senhor!

Evangelho (Mt 10,24-33)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Felizes sereis vós se fordes ultrajados, por causa de Jesus pois, repousa sobre vós, o Espírito de Deus.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24 “O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor. 25 Para o discípulo, basta ser como o seu mestre, e para o servo, ser como o seu senhor. Se ao dono da casa eles chamaram de Belzebu, quanto mais aos seus familiares! 26 Não tenhais medo deles, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27 O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28 Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29 Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30 Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados. 31 Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32 Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33 Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Gn 46,1-7.28-30)

Leitura do Livro do Gênesis

Naqueles dias, 1 Israel partiu com tudo o que tinha. Ao chegar a Bersabeia, ofereceu sacrifícios ao Deus de seu pai Isaac. 2 Deus falou a Israel em visão noturna, dizendo-lhe: “Jacó! Jacó!”. Ele respondeu: “Aqui estou!” 3 E Deus lhe falou: “Eu sou Deus, o Deus de teu pai: não tenhas medo de descer ao Egito, pois lá farei de ti uma grande nação. 4 Eu mesmo descerei contigo ao Egito e te reconduzirei de lá quando voltares; e é José que te fechará os olhos”. 5 Jacó levantou-se e deixou Bersabeia, e seus filhos o puseram, com as crianças e as mulheres, sobre os carros que o Faraó enviara para os transportar. 6 Levaram, também, tudo o que possuíam na terra de Canaã; e foram para o Egito, Jacó com toda a sua família, 7 com seus filhos e netos, suas filhas e toda a sua descendência. 28 Jacó enviou Judá na frente para avisar José e fazê-lo vir ao seu encontro em Gessen. E chegaram à terra de Gessen. 29 José mandou atrelar seu carro e subiu a Gessen ao encontro do pai. Logo que o viu, lançou-se ao seu pescoço e, abraçado a ele, chorou longamente. 30 Israel disse a José: “Agora, morrerei contente, porque vi a tua face e te deixo com vida”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 36(37),3-4.18-19.27-28.39-40 (R. 39a)

– A salvação vem de Deus!

– A salvação vem de Deus!

– Confia no Senhor e faze o bem, e sobre a terra habitarás em segurança. Coloca no Senhor tua alegria, e ele dará o que pedir teu coração. 

– O Senhor cuida da vida dos honestos, e sua herança permanece eternamente. Não serão envergonhados nos maus dias, mas nos tempos de penúria, saciados. 

– Afasta-te do mal e faze o bem, e terás tua morada para sempre. Porque o Senhor Deus ama a justiça, e jamais ele abandona os seus amigos. Os malfeitores hão de ser exterminados, e a descendência dos malvados destruída; 

– A salvação dos piedosos vem de Deus; ele os protege nos momentos de aflição. O Senhor lhes dá ajuda e os liberta, defende-os e protege-os contra os ímpios, e os guarda porque nele confiaram. 

Evangelho (Mt 10,16-23)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Quando o Paráclito vier, o Espírito da verdade, ele vos conduzirá a toda a verdade, lembrar-vos-á de tudo o que eu tenho falado.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 16 “Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas. 17 Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas. 18 Vós sereis levados diante de governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e das nações. 19 Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. 20 Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós. 21 O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão. 22 Vós sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. 23 Quando vos perseguirem numa cidade, fugi para outra. Em verdade vos digo, vós não acabareis de percorrer as cidades de Israel, antes que venha o Filho do Homem”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Bento, Abade, Patrono da Europa – 11 de Julho

São Bento, Abade, Patrono da Europa

Santo do Dia – 11 de Julho

São Bento-Abade

São Bento,

Abade · Patrono da Europa · † 547

Origens

São Bento São Bento nasceu em Núrcia, próximo de Roma, em 480, numa nobre família que o enviou para estudar na Cidade Eterna.

Por conta das invasões dos bárbaros e indignado com os costumes da cidade, São Bento optou por se retirar e manter-se isolado em uma gruta, nas montanhas da Úmbria, dedicando-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade.

Era alimentado por um outro monge que, através de um cesto erguido até o penhasco, mantinha-o munido de pão para completar a alimentação quase escassa. Depois de três anos, passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou, nas Regras de São Pacômio e de São Basílio, uma maneira ocidental e romana de vida monástica.

Vida de meditação e oração

Aos 40 anos, Bento sai da gruta e vai para o sul de Roma a fim de fundar o que viria a ser o maior centro da vida beneditina de todos os tempos, o Mosteiro de Monte Cassino, berço da Ordem dos Beneditinos. Ao todo, foram mais de 12 mosteiros fundados por ele ao longo da história.

Mosteiro de Monte Cassino

A Regra Beneditina dominou a Europa devido à sua eficácia de inspiração, que formava cristãos santos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos.

O lema principal era a máxima:

Ora et labora (Oração e trabalho).

A oração era transformada em trabalho e o trabalho em oração, através da fé e da obediência. Além disso, a Regra de São Bento deixava todos bem à vontade e era aplicada e moldada de acordo com a capacidade e as limitações de cada um.

Expansão e consagração

Os mosteiros beneditinos tornaram-se centros de referência e deles saíram vários nomes e ícones da Igreja Católica. Ao todo, foram 23 papas, 5 mil bispos e cerca de 3 mil santos canonizados.

A medalha de São Bento é um dos maiores símbolos e heranças deixadas por esse santo. As primeiras medalhas foram confeccionadas dentro do Mosteiro de Monte Cassino e, como símbolo principal, carregam a cruz, muito usada por Bento em diversas situações de sua vida — para ele, o sinal da cruz era um sinal de coisas boas sendo feitas, um sinal de vitória contra o mal e a morte. Em 1742, o Papa Bento XIV aprovou oficialmente o uso da medalha como instrumento de devoção e fé, ao contrário do que muitos pensavam ser apenas um amuleto de superstição.

A morte

Tradicionalmente, tinha-se o falecimento de São Bento como ocorrido em 543 d.C., mas estudos cronológicos mais recentes fixam o ano de 547 d.C. para a sua passagem para a glória.

São Bento recebeu o título de Padroeiro da Europa e foi canonizado, em 1220, pelo Papa Honório III.

São Bento, rogai por nós!

Bento — Significa “Abençoado pelo Batismo”, “Abençoado”, “Bendito”, “Louvado” ou “Aquele sobre quem se fala bem”.

“Oração – A Cruz Sagrada seja a minha luz, não seja o dragão o meu guia. Retira-te, satanás! Nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que tu me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos! Amém.”

São bento, rogai por nós!

Santa Olga — Avó de São Vladimiro, foi a primeira do povo rurik a receber o Batismo e abriu ao povo da Rússia o caminho para Cristo.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 11 de julho:

1

São BentoAbade. Em Monte Cassino, na Campânia, Itália. Fundador da Ordem Beneditina, retirou-se para a vida eremítica e depois reuniu discípulos, escrevendo uma regra de sobriedade e discrição para o governo monástico.

† 547

2

São Pio IPapa. Em Roma. Irmão do famoso Hermas, autor da obra “O Pastor”, governou como um bom pastor a Igreja durante quinze anos.

† 155

3

São MarcianoMártir. Em Icônio, na Licaônia, hoje Konya, na Turquia. No tempo do governador Perênio, suportando muitos tormentos, alcançou a palma do martírio.

† s. III/IV

4

Santa MarcianaVirgem e mártir. Em Cesareia da Mauritânia, hoje Cherchell, na Argélia. Condenada às feras, consumou o seu martírio.

† c. 303

5

São LeôncioBispo de Bordéus, na Aquitânia, atual França. Celebrado como honra do povo e da cidade, foi dedicado construtor de templos e benfeitor dos pobres.

† c. 570

6

São DrostanoAbade. Em Deer, junto ao estuário de Moray, na Escócia. Presidiu a vários mosteiros e finalmente escolheu a vida eremítica.

† s. VI f.

7

Santos Plácido e SigisbertoMártir e abade. Em Disentis, na Récia Superior, hoje na Suíça. Sigisberto, companheiro de São Columbano, fundou o mosteiro de São Martinho, sendo o primeiro a coroar a vida monástica com o martírio.

† s. VII

8

Santo HidulfoBispo de Tréveris. No mosteiro de Moyenmoutier, nos montes Vosgos, atual França. Retirou-se para a solidão, mas, com a afluência dos discípulos, construiu e governou um cenóbio.

† 707

9

Santo AbúndioPresbítero. Em Córdova, na Andaluzia, Espanha. Durante a perseguição dos Mouros, interrogado pelo juiz, confessou intrepidamente a sua fé, sendo morto e seu cadáver exposto às feras.

† 854

10

Santa OlgaEm Kiev, na Rússia. Avó de São Vladimiro, foi a primeira do povo rurik a receber o Batismo, tomando o nome de Helena, e abriu ao povo da Rússia o caminho para Cristo.

† 969

11

Beato BeltrãoAbade. No mosteiro de Grand-Selve, próximo de Toulouse, na França. Desejando estabelecer uma disciplina regular, agregou o seu mosteiro à Ordem Cisterciense.

† 1149

12

São QuetiloPresbítero e cônego regular. Em Viborg, na Dinamarca. Dirigiu com suma diligência a escola capitular e foi insigne exemplo de vida monástica.

† c. 1150

13

Beatos Tomás Benstead e Tomás SprottPresbíteros e mártires. Em Lincoln, na Inglaterra. No reinado de Isabel I, foram condenados à morte por causa do seu sacerdócio.

† 1600

14

Beatas Pelágia de São João Baptista, Teotista Maria, São Martinho e Santa SofiaVirgens e mártires. Em Orange, na Provença, França. Mortas por Cristo durante a Revolução Francesa.

† 1794

15

Santas Ana An Xinzhi, Maria An Guozhi, Ana An Jiaozhi e Maria An LihuaVirgens e mártires. Em Liugongyn, próximo de Anping, no Hebei, China. Por recusarem passar ao paganismo, foram degoladas durante a perseguição dos sectários “Yihetuan”.

† 1900

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

O Pai do Monaquismo

Nasceu por volta do ano de 480, em Núrsia, na Úmbria. De família rica, Bento foi estudar em Roma, quando jovem. É o fundador do célebre mosteiro do Monte Cassino onde escreveu a sua famosa Regra. É considerado o pai do monaquismo no Ocidente. “Orar e trabalhar, contemplar e agir” “Orar e trabalhar, contemplar e agir” é a síntese da Regra Beneditina, por isso, até os dias de hoje, todo mosteiro possui padaria, queijaria e horta, onde as pessoas que o habitam realizam seus ofícios. A vida religiosa é possível a todos A vida religiosa é possível a todos os que queiram buscar a Deus: um bom monge é aquele que não é soberbo nem violento, “não comilão, não dorminhoco, não preguiçoso, não murmurador …” Com São Cirilo e São Metódio, São Bento foi declarado patrono da Europa. Morreu no dia 21 de Março de 547.

Considerado o fundador da Europa Cristã

Duzentos anos após a sua morte, a Regra Beneditina havia se espalhado pela Europa inteira, tornando-se a forma de vida monástica por excelência. Seus monges exerceram papel importante na evangelização e nos evangelizadores da Europa medieval.

São Bento, Abade, rogai por nós!

Oração – “A Cruz Sagrada seja a minha luz, não seja o dragão o meu guia. Retira-te, satanás! Nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que tu me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”

Bento: Significa “abençoado pelo batismo”, “abençoado”, “bendito”, “louvado”, “aquele sobre quem se fala bem”.
Santa Olga, de Kiev, avó de São Vladimir, a primeira do povo rurik a receber o Batismo e abrir ao povo da Rússia o caminho para Cristo. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 11
  1. Em Roma, São Pio I, papa, que, sendo irmão do famoso Hermas, autor da obra intitulada “O Pastor”, governou, como um bom pastor, a Igreja durante quinze anos.(† 155)
  2. Em Icônio, na Licaônia, hoje Konya, na Turquia, São Marciano, mártir, que, no tempo do governador Perênio, suportando muitos tormentos alcançou a palma do martírio.(† s. III/IV)
  3. Em Cesareia da Mauritânia, hoje Cherchell, na Argélia, Santa Marciana, virgem, que, condenada às feras, consumou o seu martírio.(† c. 303)
  4. Em Bordéus, na Aquitânia, na atual França, São Leôncio, bispo, celebrado como honra do povo e da cidade e dedicado construtor de templos, restaurador do Baptistério e silencioso benfeitor dos pobres.(† c. 570)
  5. Em Deer, junto ao estuário de Moray, na Escócia, São Drostano, abade, que presidiu a vários mosteiros e finalmente escolheu a vida eremítica.(† s. VI f.)
  6. Em Disentis, na Récia Superior, atualmente na Suíça, os santos Plácido, mártir, e Sigisberto, abade; este último foi companheiro de São Columbano e fundou neste lugar o mosteiro de São Martinho, no qual foi o primeiro que coroou a vida monástica com o martírio.(† s. VII)
  7. No mosteiro de Moyenmoutier, nos montes Vosgos, atualmente na França, Santo Hidulfo, bispo de Tréveris, que se retirou para a solidão, mas, com a afluência dos discípulos, construiu e governou um cenóbio.(† 707)
  8. Em Córdova, na Andaluzia, região da Espanha, Santo Abúndio, presbítero, que, durante a perseguição desencadeada pelos Mouros, interrogado pelo juiz, confessou intrepidamente a razão da sua fé, o que irritou imediatamente o mouro, que mandou dar-lhe a morte e expor o seu cadáver para ser devorado pelos cães e pelas feras.(† 854)
  9. Em Kiev, na Rússia, Santa Olga, avó de São Vladimiro, que foi a primeira do povo rurik a receber o Batismo, no qual tomou o nome de Helena, e abriu ao povo da Rússia o caminho para Cristo.(† 969)
  10. No mosteiro de Grand-Selve, próximo de Toulouse, na França, o Beato Beltrão, abade, que, desejando estabelecer uma disciplina regular, agregou o seu mosteiro à Ordem Cisterciense.(† 1149)
  11. Em Viborg, na Dinamarca, São Quetilo, presbítero e cônego regular, que dirigiu com suma diligência a escola capitular e foi insigne exemplo de vida monástica.(† c. 1150)
  12. Em Lincoln, na Inglaterra, a comemoração dos beatos Tomás Benstead e Tomás Sprott, presbíteros e mártires, que, no reinado de Isabel I, num dia incerto deste mês, foram condenados à morte por causa do seu sacerdócio.(† 1600)
  13. Em Orange, na Provença, região da França, as beatas Santa Pelágia de São João Baptista (Rosália Clotilde Bès), Teotista Maria (Maria Isabel Pélissier), São Martinho (Maria Clara Blanc) e Santa Sofia (Maria Margarida de Barbegie d’Albarède), virgens e mártires por Cristo durante a Revolução Francesa.(† 1794)
  14. Em Liugongyn, localidade próxima de Anping, no Hebei, província da China, as santas Ana An Xinzhi, Maria An Guozhi, Ana An Jiaozhi e Maria An Lihua, virgens e mártires, que, por recusarem terminantemente passar ao paganismo, foram degoladas durante a perseguição desencadeada pelos sectários “Yihetuan”.(† 1900)

São Canuto, Rei, Mártir – 10 de Julho

São Canuto, Rei, Mártir

Santo do Dia – 10 de Julho

São Canuto

São Canuto,

Rei e Mártir · † 1086

Filho de rei e sabotado pelo irmão

São Canuto - Rei e Mártir Canuto nasceu no ano de 1040, na Dinamarca. Filho de um rei e sucessor natural.

Mas, pela sua vida de oração, testemunho, caridade e justiça, quando o pai faleceu colocaram seu irmão no trono de maneira injusta. Ele, então, esperou e, depois do falecimento do irmão, ocupou o seu lugar, que era seu por justiça.

Revelou desde criança uma índole bem diferente da dos companheiros: tudo que era trivial e baixo lhe desagradava. Amigo da oração, em tudo se deixava guiar pelo temor de Deus.

Evangelizador de seu povo

Quando a divina Providência lhe depositou nas mãos os destinos da nação, seu primeiro cuidado foi trabalhar pela cristianização de seu povo e dos outros povos que estavam sujeitos ao seu cetro.

O bom exemplo

Homem de Deus, um sinal para o povo, contribuiu para a evangelização, sobretudo, com o seu exemplo, pois acreditava que a melhor forma de educar uma nação era o bom exemplo. Ele viveu para sua esposa e para seu filho Carlos, que mais tarde se tornaria também um santo.

Pai santo, esposo santo, governador, homem que usou seus poderes para servir, tendo como modelo Nosso Senhor Jesus Cristo. Nele batia um coração que se assemelhava ao de Jesus.

Martírio

São Canuto foi amado por muitos e odiado também por muitos.

Como rei, teve muitos desafios e, ao perceber que os inimigos estavam se armando, participou de uma Eucaristia, como era de costume. Nela, ele não só recebeu Nosso Senhor, mas também o Céu, tendo antes, em nome de Jesus, perdoado os seus inimigos que o assassinaram.

São Canuto, Rei, rogai por nós! Canuto — Tem origem escandinava. Deriva de Knutr, significando “de raça” ou “de descendência comprovada”.

“Oração – Deus eterno e todo-poderoso, que destes a São Canuto a graça de lutar pela justiça até a morte, concedei-nos, por sua intercessão, suportar por vosso amor as adversidades e correr ao encontro de vós, que sois a nossa vida. Amém.”

São Canuto, rogai por nós!

Beatas Sofia e Inês de Jesus — Virgens da Ordem de Santa Úrsula, mártires durante a Revolução Francesa, cuja memória se associa à de São Canuto.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 10 de julho:

1
Santos Félix, Filipe, Vital, Marcial, Alexandre, Silano e Januário Mártires. Em Roma, em diferentes cemitérios da cidade. Na sua memória conjunta se alegra a Igreja Romana, que glorifica o triunfo de todos eles.
† data inc.
2
Santas Rufina e Segunda Mártires. Na Via Aurélia, a nove milhas de Roma.
† data inc.
3
Santas Anatólia e Vitória Mártires. No território de Sabina, hoje no Lácio, região da Itália.
† data inc.
4
Santos Januário e Marinho Mártires. Na África Setentrional.
† data inc.
5
Santo Apolônio de Sardes Mártir. Em Icônio, na Licaônia, hoje Konya, na Turquia. Sofreu o martírio da crucifixão.
† data inc.
6
Santos Leôncio, Maurício, Daniel, Antônio, Aniceto, Sisino e companheiros Mártires. Em Nicópolis, na antiga Armênia. Torturados com vários suplícios no tempo do imperador Licínio.
† s. IV
7
Santos Bianor e Silvano Mártires. Na Pisídia, atual Turquia.
† s. IV
8
São Pascário Bispo. Em Nantes, na Bretanha Menor, atual França. Recebeu Santo Hermelando e o enviou para a ilha de Indre a fim de fundar um mosteiro.
† s. VII
9
Santa Amalberga Em Tamise, na Flandres, hoje na Bélgica. Recebeu de São Wilibrordo o véu das virgens consagradas.
† 772
10
São Pedro Vincióli Presbítero e abade. Em Perúgia, na Úmbria, região da Itália. Reconstruiu a igreja de São Pedro e fundou um mosteiro de observância cluniacense.
† 1007
11
São Canuto Mártir. Em Odense, na Dinamarca. Rei que, animado por ardente zelo, difundiu o culto divino e fundou as Igrejas de Lund e de Odense; foi assassinado por súbditos rebeldes.
† 1086
12
Beatas Sofia e Inês de Jesus Virgens da Ordem de Santa Úrsula. Em Orange, na Provença, região da França. Mártires durante a Revolução Francesa.
† 1794
13
Santos Antônio Nguyen Huu Quynh e Pedro Nguyen Hhac Tu Mártires. Em Dong-Hoi, cidade do Anam, hoje no Vietnam. Catequistas estrangulados no tempo do imperador Minh Mang.
† 1840
14
Beatos Manuel Ruiz e companheiros Em Damasco, na Síria. Dez mártires franciscanos e maronitas, entregues fraudulentamente aos inimigos, submetidos à tortura e consumando o martírio pela fé cristã.
† 1860
15
Beato Luís Novarese Presbítero. Em Rocca Priora, próximo de Roma. Fundador dos Silenciosos Operários da Cruz, dedicados ao apostolado entre os enfermos.
† 1984

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Filho de Rei e sabotado pelo irmão

Canuto nasceu no ano de 1040 na Dinamarca. Filho de um rei e sucessor natural. Mas pela sua vida de oração,  testemunho, caridade e justiça, quando o pai faleceu colocaram seu irmão no trono de maneira injusta. Ele, então, esperou e depois do falecimento do irmão, ocupou o seu lugar que era de justiça. Trabalhou pela cristianização de seus povos Revelou desde criança uma índole bem diferente da dos companheiros: tudo que era trivial e baixo, lhe desagradava. Amigo da oração e em tudo se deixava guiar pelo temor de Deus. Quando a divina Providência lhe depositou nas mãos os destinos da nação, seu primeiro cuidado foi trabalhar pela cristianização de seu povo e dos outros povos que estavam sujeitos ao seu cetro.

A melhor forma de educar uma nação é o bom exemplo

Homem de Deus, um sinal para o povo, contribuiu para a evangelização, sobretudo, com o seu exemplo, pois acreditava que a melhor forma de educar uma nação é o bom exemplo. Ele viveu para sua esposa e para seu filho Carlos, que mais tarde se tornaria também um santo. Pai santo, esposo santo, governador, homem que usou seus poderes para servir, tendo como modelo Nosso Senhor Jesus Cristo. Nele, batia um coração que se assemelhava ao de Jesus.

São Canuto, foi amado por muitos e odiado, também, por muitos.

Como Rei, teve muitos desafios e ao perceber que os inimigos estavam se armando, participou de uma Eucaristia como era de costume. Nela, ele não só recebeu Nosso Senhor, mas, o Céu, tendo antes, em nome de Jesus, perdoado os seus inimigos que o assassinaram.

São Canuto, Rei, rogai por nós!

Oração – Deus eterno e todo-poderoso, que destes a São Canuto a graça de lutar pela justiça até a morte, concedei-nos, por sua intercessão, suportar por vosso amor as adversidades, e correr ao encontro de vós que sois a nossa vida. Amém

A origem do nome Canuto é Escandinavo. Knutr, de raça, de descendência comprovada.
Com beatas Sofia (Maria Gertrudes Ripert d’Alauzier) e Inês de Jesus (Sílvia Inês de Romillon), virgens da Ordem de Santa Úrsula e mártires durante a Revolução Francesa. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 10 1. Em Roma, os santos mártires Félix e Filipe, no cemitério de Priscila; Vital, Marcial e Alexandre, no cemitério dos Jordanos; Silano no cemitério de Máximo e Januário no cemitério de Pretextato. Na sua memória conjunta se alegra a Igreja Romana, que, no mesmo dia glorifica o triunfo de todos eles e se sente protegida com a intercessão de tantos exemplos de santidade.(† data inc.) 2. Na Via Aurélia, a nove milhas de Roma, as santas Rufina e Segunda, mártires.(† data inc) 3. No território de Sabina, hoje no Lácio, região da Itália, as santas Anatólia e Vitória, mártires.(† data inc) 4. Na África Setentrional, os santos Januário e Marinho, mártires.(† data inc) 5. Em Icônio, na Licaônia, hoje Konya, na Turquia, Santo Apolônio de Sardes, mártir, que, segundo consta, sofreu o martírio da crucifixão.(† data inc) 6. Em Nicópolis, na antiga Armênia, os santos Leôncio, Maurício, Daniel, Antônio, Aniceto, Sisino e outros, mártires, que no tempo do imperador Licínio e do governador Lísias foram torturados com vários suplícios.(† s. IV) 7. Na Pisídia, l Turquia, os santos Bianor e Silvano, mártires.(† s. IV) 8. Em Nantes, na Bretanha Menor, na hodierna França, São Pascário, bispo, que recebeu Santo Hermelando com doze companheiros, chamados do convento de Fontanelle, e o enviou para a ilha de Indre, a fim de lá fundar um mosteiro.(† s. VII) 9. Em Tamise, na Flandres, hoje na Bélgica, Santa Amalberga, a quem São Wilibrordo impôs o véu das virgens consagradas.(† 772) 10. Em Perúgia, na Úmbria, região da Itália, São Pedro Vincióli, presbítero e abade, que reconstruiu a igreja em ruínas de São Pedro e junto dela fundou um mosteiro, no qual, suportando com paciência muitas oposições, introduziu a observância cluniacense.(† 1007) 11. Em Odense, na Dinamarca, São Canuto, mártir, que, durante o seu reino, animado por ardente zelo, difundiu o culto divino, contribuiu para promover a situação e atividade do clero e, depois de ter fundado as Igrejas de Lund e de Odense, foi assassinado por alguns súbditos rebeldes.(† 1086) 12. Em Orange, na Provença, região da França, as beatas Santa Sofia (Maria Gertrudes Ripert d’Alauzier) e Inês de Jesus (Sílvia Inês de Romillon), virgens da Ordem de Santa Úrsula e mártires durante a Revolução Francesa.(† 1794) 13. Em Dong-Hoi, cidade do Anam, hoje no Vietnam, os santos Antônio Nguyen Huu (Nam) Quynh e Pedro Nguyen Hhac Tu, mártires, que eram catequistas e foram estrangulados no tempo do imperador Minh Mang por causa da sua fé cristã.(† 1840) 14. Em Damasco, na Síria, os beatos mártires Manuel Ruiz, presbítero e companheiros[4], sete da Ordem dos Frades Menores e três irmãos da Igreja Maronita, que, entregues fraudulentamente aos inimigos por um traidor, foram submetidos à tortura de vários suplícios e consumaram o seu martírio pela fé cristã com morte gloriosa. [4] São estes os seus nomes: Carmelo Volta, Pedro Soler, Nicolau Alberca, Engelberto Kolland, Ascânio Nicanor, presbíteros; Francisco Pinazo e João Diogo Fernández, religiosos da Ordem dos Frades Menores; Francisco, Mooti e Rafael Massabki, irmãos de sangue.(† 1860) 15. Em Rocca Priora, próximo de Roma, o Beato Luís Novarese, presbítero, fundador dos Silenciosos Operários da Cruz, dedicados especialmente ao apostolado entre os enfermos.(† 1984)