São Pio X, papa | Memória | Sexta-feira

São Pio X, Papa - Memória | Sexta-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (Ez 37,1-14)

Leitura da Profecia de Ezequiel.

Naqueles dias, 1 a mão do Senhor estava sobre mim e por seu espírito ele me levou para fora e me deixou no meio de uma planície cheia de ossos e me fez andar no meio deles em todas as direções. Havia muitíssimos ossos na planície e estavam ressequidos. 3 Ele me perguntou: “Filho do homem, será que estes ossos podem voltar à vida?” E eu respondi: “Senhor Deus, só tu o sabes”. 4 E ele me disse: “Profetiza sobre estes ossos e dize: Ossos ressequidos, escutai a palavra do Senhor! 5 Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eu mesmo vou fazer entrar um espírito em vós e voltareis à vida. 6 Porei nervos em vós, farei crescer carne e estenderei a pele por cima. Porei em vós um espírito, para que possais voltar à vida. Assim sabereis que eu sou o Senhor”. 7 Profetizei como me foi ordenado. Enquanto eu profetizava, ouviu-se primeiro um rumor, e logo um estrondo, quando os ossos se aproximaram uns dos outros. 8 Olhei e vi nervos e carne crescendo sobre os ossos e, por cima, a pele que se estendia. Mas não tinham nenhum sopro de vida. 9 Ele me disse: “Profetiza para o espírito, profetiza, filho do homem! Dirás ao espírito: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, vem soprar sobre estes mortos, para que eles possam voltar à vida”. 10 Profetizei como me foi ordenado, e o espírito entrou neles. Eles voltaram à vida e puseram-se de pé: era uma imensa multidão! 11 Então ele me disse: “Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. É isto que eles dizem: ‘Nossos ossos estão secos, nossa esperança acabou, estamos perdidos!’ 12 Por isso, profetiza e dize-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Ó meu povo, vou abrir as vossas sepulturas e conduzir-vos para a terra de Israel; 13 e quando eu abrir as vossas sepulturas e vos fizer sair delas, sabereis que eu sou o Senhor. 14 Porei em vós o meu espírito, para que vivais e vos colocarei em vossa terra. Então sabereis que eu, o Senhor, digo e faço – oráculo do Senhor”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 106(107),2-3.4-5.6-7.8-9 (R. 1)

– Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, porque eterna é a sua misericórdia!

– Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, porque eterna é a sua misericórdia!

– Que o digam os libertos do Senhor, que da mão dos opressores os salvou e de todas as nações os reuniu, do Oriente, Ocidente, Norte e Sul.

– Uns vagavam, no deserto, extraviados, sem acharem o caminho da cidade. Sofriam fome e também sofriam sede, e sua vida ia aos poucos definhando.

– Mas gritaram ao Senhor na aflição, e ele os libertou daquela angústia. Pelo caminho bem seguro os conduziu para chegarem à cidade onde morar.

– Agradeçam ao Senhor por seu amor e por suas maravilhas entre os homens! Deu de beber aos que sofriam tanta sede e os famintos saciou com muitos bens!

Evangelho (Mt 22,34-40)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Fazei-me conhecer vossa estrada, vossa verdade me oriente e me conduza!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 34 os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, 35 e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36 “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” 37 Jesus respondeu: ” ‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento!’ 38 Esse é o maior e o primeiro mandamento. 39 O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. 40 Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Jz 11,29-39a)

Leitura do Livro dos Juízes

Naqueles dias, 29 o espírito do Senhor veio sobre Jefté e ele, atravessando Galaad e Manassés, passou por Masfa e Galaad e de lá marchou contra os filhos de Amon. 30 E Jefté fez um voto ao Senhor, dizendo: “Se entregares os amonitas em minhas mãos, 31 a primeira pessoa que sair da porta de minha casa para vir ao meu encontro, quando eu voltar vencedor sobre os amonitas, pertencerá ao Senhor e eu a oferecerei em holocausto”. 32 Jefté passou às terras dos amonitas para combater contra eles, e o Senhor entregou-os em suas mãos. 33 E Jefté fez uma grande mortandade em vinte cidades, desde Aroer até a entrada de Menit e até Abel-Carmim, e assim os filhos de Amon foram subjugados pelos filhos de Israel. 34 Quando Jefté voltou para sua casa em Masfa, sua filha veio-lhe ao encontro, dançando ao som do tamborim. Era a sua única filha, pois não tinha mais filhos. 35 Ao vê-la, rasgou as vestes e bradou: “Ai! Minha filha, tu me prostraste de dor! És a causa da minha desgraça! Pois fiz uma promessa ao Senhor e não posso voltar atrás”. 36 Então ela respondeu: “Meu pai, se fizeste um voto ao Senhor, trata-me segundo o que prometeste, porque o Senhor concedeu que te vingasses de teus inimigos, os amonitas”. 37 Depois, disse ao pai: “Concede-me apenas o que te peço: deixa-me livre dois meses para ir vagar pelos montes com minhas companheiras e chorar a minha virgindade”. 38 “Vai!”, respondeu ele. E deixou-a partir por dois meses. Ela foi com suas companheiras chorar pelos montes a sua virgindade. 39a Passados os dois meses, voltou para o seu pai e ele cumpriu o voto que tinha feito. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 39(40),5.7-8a.8b-9.10 (R. cf. 8a.9a)

– Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade Senhor!

– Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade Senhor!

– É feliz quem a Deus se confia;  quem não segue os que adoram os ídolos e se perdem por falsos caminhos. 

– Sacrifício e oblação não quisestes, mas abristes, Senhor, meus ouvidos; não pedistes ofertas nem vítimas, holocaustos por nossos pecados,  E então eu vos disse: “Eis que venho!” 

– Sobre mim está escrito no livro: “Com prazer faço a vossa vontade, guardo em meu coração vossa lei!” 

– Boas-Novas de vossa justiça anunciei numa grande assembleia;  vós sabeis: não fechei os meus lábios!

 

Evangelho (Mt 22,1-14)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo, 1 Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, 2 dizendo: “O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3 E mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. 4 O rei mandou outros empregados, dizendo: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ 5 Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6 outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram. 7 O rei ficou indignado e mandou suas tropas, para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. 8 Em seguida, o rei disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9 Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes’. 10 Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. 11 Quando o rei entrou para ver os convidados, observou ali um homem que não estava usando traje de festa 12 e perguntou-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. 13 Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Ali haverá choro e ranger de dentes’. 14 Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos”. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Pio X, Papa – 21 de Agosto

São Pio X, Papa

Santo do Dia – 21 de agosto

Papa São Pio X

São Pio X,

Papa camponês · † 1914

origens

Papa São Pio X Giuseppe Melchiorre Sarto nasceu em Riese, na diocese de Treviso, em 2 de junho de 1835, o segundo de 10 filhos. Com a morte de seu pai, ele poderia ter aceitado seu emprego na Prefeitura — tinha 17 anos —, mas sua mãe o ajudou a seguir a sua vocação, trabalhando com ela, dia e noite, para sobreviver. Um amor e uma firmeza que Giuseppe Sarto não deve ter esquecido. Gostava de estudar, gozava de excelente saúde, era bem humorado e, ao mesmo tempo, tenaz, e sua vida rica em obras de caridade.

Papado

Foi capelão, pároco, diretor espiritual do seminário, depois bispo de Mântua, patriarca de Veneza e finalmente eleito Papa. Seu primeiro ato foi abolir o “veto leigo”, uma espécie de direito posto de lado por algumas monarquias europeias, com a Constituição Commissum nobis. O Catecismo que leva seu nome, adotado na Itália, com a estrutura particular de “perguntas e respostas” é bem conhecido. Ele foi projetado especificamente para pessoas simples em uma sociedade em que a cultura ainda não havia permeado todas as camadas sociais. A preocupação de Pio X era justamente difundir tanto quanto possível a catequese entre os cristãos.

Avanços na Igreja

Entre as características mais conhecidas de seu pontificado, a oposição ao modernismo e às leis anticristãs na França, o início da reforma do direito canônico, a reforma da Cúria Romana, o avanço da idade da primeira comunhão em torno dos 7 anos. E, novamente na Itália, o relaxamento das restrições do Non expedit de Pio IX, que é a proibição para os católicos italianos de participar da vida política. Ele também favoreceu a renovação da Liturgia, o movimento bíblico, deu a primazia ao canto gregoriano. No centro, a participação na Eucaristia. Isto é para dar apenas algumas pinceladas dada a riqueza de intervenções do seu Pontificado.

A fala de um amigo

Um papado, portanto, certamente muito “ativo”, variado, tanto que seu grande amigo e secretário de Estado durante seu pontificado, o cardeal Rafael Merry del Val, não surpreendentemente sublinhou que este enorme trabalho se deveu principalmente à sua iniciativa pessoal também destacando sua “bondade” que “ninguém poderia questionar”. No centro da sua vida e do seu Magistério, a preocupação pastoral numa sociedade onde a crise da Fé se fazia sentir cada vez mais.

Restaurar tudo em Cristo

Uma intenção selada pelo lema escolhido para o seu pontificado: Instaurate omnia in Christo, retirado da Carta aos Efésios. Queria viver pobre: ​​“nasceu pobre, viveu pobre e certo de morrer muito pobre”, deixou escrito em seu testamento. Foi o primeiro papa da história contemporânea a vir da classe camponesa e sua formação foi exclusivamente pastoral: não tinha compromisso com a Cúria nem com a atividade diplomática da Santa Sé. Em 29 de Maio de 1954, Pio XII canonizou esse Papa santo.

Pio — Vem do latim pius e significa “piedoso”, “devoto”, “religioso” ou “santo”. O termo também carrega o sentido de uma pessoa honesta, justa e dedicada aos deveres morais e espirituais.

“Ó bom pastor, representante de Cristo, continuai a interceder pela Igreja que tanto necessita do vosso cuidado. Cuidai dos sacerdotes e bispos, assim como do Papa, para que tenham, em seu coração, essa alma de pai, a exemplo do Pai celeste. Por Jesus Nosso Senhor. Amém!”

São Pio X, rogai por nós!

São Sidônio Apolinário — Era prefeito da cidade de Roma, quando foi ordenado bispo de Clermont. Dotado de grande cultura, tanto nas ciências humanas como nas ciências sagradas.

Papado

Foi capelão, pároco, diretor espiritual do seminário, depois bispo de Mântua, patriarca de Veneza e finalmente eleito Papa em substituição a Leão XIII. Sua trajetória pastoral o preparou para os desafios de seu pontificado numa época marcada pela crise de fé na sociedade moderna.

Avanços na Igreja

Entre as características mais conhecidas de seu pontificado destacam-se: oposição ao modernismo e às leis anticristãs na França, início da reforma do direito canônico e reforma da Cúria Romana. Baixou a idade da primeira comunhão para cerca de 7 anos, relaxou as restrições do Non expedit de Pio IX que proibia católicos italianos de participarem da vida política, renovou a Liturgia com incentivo ao movimento bíblico, estabeleceu a primazia do canto gregoriano e ressaltou a centralidade da participação na Eucaristia.

A fala de um amigo

Seu grande amigo e secretário de Estado, o cardeal Rafael Merry del Val, destacou que o enorme trabalho de Pio X se devia principalmente à sua iniciativa pessoal, ressaltando sua bondade que “ninguém poderia questionar”. No centro de sua vida e Magistério estava a preocupação pastoral numa sociedade marcada pela crise da Fé. Era um homem que comovia pelo seu genuíno amor aos cristãos.

Restaurar tudo em Cristo

Seu lema pontifício foi: Instaurate omnia in Christo (Restaurar tudo em Cristo), retirado da Carta aos Efésios. Queria viver pobre: “Nasceu pobre, viveu pobre e certo de morrer muito pobre”, segundo seu testamento. Foi o primeiro papa da história contemporânea vindo da classe camponesa, com formação exclusivamente pastoral, sem compromissos com a Cúria ou diplomacia da Santa Sé. Sua vida exemplar inspirou gerações de cristãos no século XX. Em 29 de maio de 1954, Pio XII canonizou Pio X, reconhecendo sua santidade e seu esforço incansável pela renovação da Igreja.

Pio — Significa “devoto”, “piedoso”. Tem origem no latim Pius, que era um nome comum entre os romanos. O apelido “X” (dez) refere-se ao décimo papa da série de papas que levaram este nome, demonstrando a continuidade da tradição apostólica.

“Ó bom pastor, representante de Cristo, continuai a interceder pela Igreja que tanto necessita do vosso cuidado. Cuidai dos sacerdotes e bispos, assim como do Papa, para que tenham, em seu coração, essa alma de pai, a exemplo do Pai celeste. Por Jesus Nosso Senhor. Amém!”

São Pio X, rogai por nós!

Santo Sidónio Apolinar — Bispo de Clermont, na França. Excelente orador e escritor, defendeu a fé contra as heresias de seu tempo.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 21 de agosto:

1
São Pio X Papa. Em Roma. Giuseppe Sarto, filho de família camponesa, eleito Papa e canonizado por sua dedicação à catequese e à renovação litúrgica da Igreja.
† 1914
2
Santos Agatónico, Zótico e companheiros Mártires. Na Trácia. Sofreram o martírio durante a perseguição imperial ao cristianismo primitivo.
† s. III
3
Santa Ciríaca Mártir. Em Roma. Conhecida também como Santa Judite, sofreu pelo nome de Cristo nos dias da perseguição imperial.
† s. III-IV
4
São Quadrato Bispo e mártir. Em Útica, Tunísia. Trabalhou pela evangelização e deu testemunho de sangue pela fé.
† s. III-IV
5
Santo Euprépio Mártir. Em Verona, Itália. Professa de fé inabalável diante dos perseguidores da Igreja primitiva.
† s. III-IV
6
São Lussório Mártir. Na Sardenha. Derramou seu sangue pela fé cristã no período das perseguições imperiais.
† s. IV
7
Santa Bassa e seus filhos Teógnio, Agápio e Pístio Mártires. Família cristã que enfrentou juntos as provações e morreram na fé, deixando exemplo de coragem.
† s. IV
8
São Privato Bispo e mártir. Na França. Liderou a comunidade cristã com sabedoria e deu sua vida pelo rebanho.
† c. 407
9
Santo Sidónio Apolinar Bispo de Clermont, França. Excelente orador e escritor, defendeu a fé contra as heresias e trabalhou pela unidade da Igreja.
† c. 479
10
São Bernardo (Ahmed), Maria (Zaida) e Graça (Zoraida) Mártires. Em Valência, Espanha. Convertidos que testemunharam com o sangue a fé cristã.
† c. 1180
11
São José Dang Dinh Viên Presbítero e mártir. No Vietnã. Trabalhou pela evangelização e morreu perseguido pela fé.
† 1838
12
Beata Vitória Rasoamarivo Virgem. Em Madagascar. Consagrada à vida contemplativa, exerceu influência espiritual sobre seu povo.
† 1894
13
Beato Salvador Estrugo Solves Mártir. Em Valência, Espanha. Sacrificou sua vida durante a perseguição religiosa do século XX.
† 1936
14
Beato Raimundo Peiró Victori Mártir. Em Barcelona, Espanha. Deu sua vida pelos princípios cristãos durante a turbulência do século XX.
† 1936
15
Beato Bruno Zembol Mártir. Na Baviera, Alemanha. Morte no suplício durante a perseguição totalitária.
† 1942
16
Beato Ladislau Findysz Presbítero e mártir. Na Polônia. Sacrificou-se pelo rebanho durante a perseguição religiosa moderna.
† 1964

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Baptizado no dia seguinte ao nascimento com o nome de José Melchior. Sua mãe, Margarida Sanson, ficou viúva com dez filhos para criar. Foi ordenado sacerdote aos 23 anos de idade, tendo sido capelão em Tombolo; por nove anos, pároco em Salzano; nove anos cônego e diretor espiritual em Treviso; nove anos Bispo de Mântua e outros nove anos cardeal-patriarca de Veneza; por último foi Papa durante onze anos (de 1903 a 1914). Sua divisa era “Restaurar tudo em Cristo” . Promoveu a renovação litúrgica, reformando a música sacra, propôs aos fieis a comunhão frequente, favoreceu a comunhão das crianças, a organização da Cúria e a fundação de um Instituto Bíblico em Roma. Promulgou documentos históricos como a Encíclica “Pascendi Dominici Gregis”, sobre o Modernismo – “a síntese de todos os erros”. O Catecismo, chamado ‘de São Pio X’ foi para o mundo inteiro um guia seguro na aprendizagem das verdades relativas à fé, pela sua linguagem simples, clara, específica e pela eficácia da sua exposição. Iniciou os trabalhos de redação do Código de Direito Canônico, promulgado por seu sucessor Bento XV, ordenando o conjunto de leis que haviam.

São Pio X, rogai por nós!

Oração – Ó Deus, que destes a São Pio X a graça de governar vossa Igreja com sabedoria, amor e verdade, dai também a nós, por sua intercessão, a graça de sabermos governar nossas vidas, nossas famílias, nossos empreendimentos, para que o vosso nome seja sempre mais glorificado. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo, amém Com São Sidônio Apolinário, que era prefeito da cidade de Roma, quando foi ordenado bispo de Clermont. Dotado de grande cultura, tanto nas ciências humanas como nas ciências sagradas. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 21 2. Na Trácia, na atual Turquia, os santos Agatônico, Zótico e outros, mártires, que, segundo a tradição, sofreram o martírio em Silímbria e noutros lugares da região.(† s. III) 3. Em Roma, no Campo Verano, Santa Ciríaca, que deu o seu nome ao cemitério na Via Tiburtina, que ela tinha doado à Igreja.(† s. III-IV) 4. Em Útica, na África Proconsular, na atual Tunísia, São Quadrato, bispo e mártir, que, juntamente com todo o seu povo, clérigos e leigos, deu testemunho de Cristo e, como bom pastor, seguiu no martírio, quatro dias depois, o rebanho que tinha apascentado.(† s. III-IV) 5. Em Verona, atualmente no Véneto, região da Itália, Santo Euprépio, que é considerado o primeiro bispo desta cidade.(† s. III-IV) 6. Em Fordingiano, na Sardenha, região da Itália, São Lussório, mártir.(† s. IV) 7. Comemoração dos santos mártires Bassa e seus três filhos Teógnio, Agápio e Pístio, que se narra terem sofrido o martírio: Bassa, na ilha Halona, os outros em Edessa, na Hélade, lugares da actual Grécia.(† s. IV) 8. Em Gévaudan, território dos Gábalos, povo antigo da Gália meridional, na atual França, São Privato, bispo e mártir, que, durante a invasão dos Vândalos, capturado na cripta onde se retirava em jejuns e orações, foi flagelado até a morte por se ter recusado a atraiçoar o seu rebanho sacrificando aos ídolos.(† c. 407) 9. Em Clermont-Ferrand, na Aquitânia, também na atual França, São Sidônio Apolinário, que era prefeito da cidade de Roma, quando foi ordenado bispo de Clermont; dotado de grande cultura, tanto nas ciências humanas como nas ciências sagradas, e animado de singular fortaleza cristã, opôs-se corajosamente à ferocidade dos bárbaros como verdadeiro pai universal e mestre insigne.(† c. 479) 10. Em Alzira, na província de Valência, na Espanha, a comemoração dos santos mártires Bernardo, anteriormente chamado ‘Ahmed, monge da Ordem Cisterciense, e suas irmãs Maria (Zaida) e Graça (Zoraida), que ele tinha conduzido da religião maometana à fé cristã.(† c. 1180) 11. Em Hung Yên, Tonquim, no atual Vietnam, São José Dang Dinh (Niên) Viên, presbítero e mártir no tempo do imperador Minh Mang.(† 1838) 12. Em Antananarivo, Madagáscar, a Beata Vitória Rasoamarivo, que, depois de viver em matrimônio com um homem violento e tendo ficado viúva, quando os missionários foram expulsos da ilha, ajudou com grande solicitude os cristãos e defendeu-os perante os magistrados públicos.(† 1894) 13. Em Alberic, localidade da província de Valência, na Espanha, o Beato Salvador Estrugo Solves, presbítero e mártir, que, durante a perseguição, suportou por amor de Cristo todas as adversidades até alcançar a palma do martírio.(† 1936) 14. Em El Morrot, localidade próxima de Barcelona, também na Espanha, o Beato Raimundo Peiró Victori, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, na mesma perseguição, acolhendo fielmente as palavras de Cristo, passou da morte à vida gloriosa.(† 1936) 15. Perto de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato Bruno Zembol, mártir, que, deportado da Polônia, sua pátria, dominada por um regime inimigo de Deus, por causa da sua fé foi recluído no campo de concentração de Dachau, onde sofreu cruéis tormentos e morreu gloriosamente.(† 1942) 16. Em Nowi Zmigrod, na Polônia, o Beato Ladislau Findysz, presbítero diocesano de Przemysl e mártir, que foi assassinado por um nefando regime hostil à Igreja e à dignidade humana.(† 1964)

São Bernardo de Claraval, Abade, Fundador e Doutor da Igreja – 20 de Agosto

São Bernardo de Claraval, Abade, Fundador e Doutor da Igreja

Santo do Dia – 20 de Agosto

São Bernardo de Claraval,

O Doutor Melífluo · † 1153

As Origens

São Bernardo de Claraval São Bernardo de Claraval nasceu em 1090, em Fontaines, na França, em uma família opulenta.

Aos 22 anos, após ter estudado gramática e retórica, entrou para o Mosteiro fundado por Roberto de Molesmes, em Citeaux (em latim Cistercium, origem do nome Cisterciense).

Alguns anos depois, fundou o Mosteiro de Claraval (Clairvaux), junto com 12 companheiros, entre os quais quatro irmãos, um tio e um primo. Pelo seu exemplo, muitos de seus parentes também escolheram a vida religiosa.

Trabalho, Contemplação e Oração

Segundo o espírito de Bernardo, a vida monacal era constituída de trabalho, contemplação e oração, tendo como estrelas fixas Jesus e Maria.
“Para mim, nas discussões ou conversas, se não for pronunciado o nome de Jesus, nada tem sentido.” — Sermones super Cantica Canticorum, XV
Maria — escreve Bernardo — leva a Jesus: nos perigos, nas angústias, nas incertezas, deve-se elevar o pensamento a Maria, invocar Maria. Que ela jamais saia dos nossos lábios; jamais se separe do nosso coração; para obtermos a ajuda na oração, jamais devemos esquecer seu exemplo de vida. Se a seguirmos, não nos perderemos; se rezarmos a ela, não nos desesperaremos; se pensarmos nela, não erraremos…

Os Degraus do Amor

No escrito De diligendo Deo, Bernardo indica o caminho da humildade para atingir o amor de Deus, em quatro degraus fundamentais:
1
O amor de si para si — o homem ama-se a si mesmo; depois, vendo que sozinho não pode viver, começa a buscar a Deus por meio da fé.
2
O amor de Deus para si — ama-se a Deus para si e não para Ele, frequentando-o e honrando-o segundo as próprias necessidades.
3
O amor de Deus por Deus — a alma ama a Deus não por si mesma, mas por Ele; neste degrau se detém longamente a maioria das almas nesta vida.
4
O amor de si por Deus — o homem ama a si mesmo somente por Deus, quase esquecendo-se de si para tender totalmente a Ele.

Amizade com os Templários

Entre os escritos do Abade cisterciense há também um elogio à Ordem monacal-militar dos Templários (De laude novae militiae ad Milites Templi):
“São vestidos de modo simples e cobertos de pó; rosto queimado pelo sol e olhar orgulhoso e severo: antes da batalha, armam-se interiormente, com a força da fé. A sua única fé é a Deus.”

Legado

Bernardo, depois de Roberto, Alberico e Estêvão, foi o pai da Ordem Cisterciense. A obediência e o bem da Igreja muitas vezes o levaram a deixar a paz monástica para se dedicar às questões político-religiosas de seu tempo. Ele deixou sermões comentados sobre a Bíblia e a liturgia, documentos excepcionais de teologia monástica, voltados mais à experiência do mistério do que à ciência. Inspirou devoção pela humanidade de Cristo e pela Virgem Maria.

A Morte

Bernardo morreu em 20 de agosto de 1153. Foi proclamado santo em 1174 pelo Papa Alexandre III. Pio XII dedicou-lhe a encíclica Doctor Mellifluus (“que escorre mel”), destacando suas palavras: “Jesus é mel na boca, suave concerto aos ouvidos, júbilo ao coração.” São Bernardo de Claraval, rogai por nós! Bernardo — Nome de origem germânica, formado por bern (“urso”) e hard (“forte, corajoso”), significando “forte como um urso” ou “corajoso como um urso”.

“Mestre na arte da oração e dotado da sabedoria do Alto, ajudai-nos a viver a santidade e nos unir a Deus por inteiro. Ensina-nos o caminho da sabedoria e da verdade, assim como ensinaste aos cistercienses. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.”

São Bernardo de Claraval, rogai por nós!

São Pio X — Papa que dedicou seu pontificado à renovação litúrgica, ao catecismo e à defesa da fé; sua memória litúrgica é celebrada no dia seguinte, 21 de agosto.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 20 de agosto:

1
São Bernardo de Claraval Abade e Doutor da Igreja. Em Claraval, França. Tendo entrado com trinta companheiros no novo mosteiro de Cister, foi depois fundador e primeiro abade do mosteiro de Claraval, dirigindo sabiamente os monges pelo caminho dos mandamentos do Senhor, com a vida, a doutrina e o exemplo.
† 1153
2
São Samuel Profeta. Chamado por Deus quando ainda era criança, foi depois juiz em Israel e, por mandato divino, ungiu Saul como rei do seu povo; mas, quando Deus repudiou Saul por causa da sua infidelidade, conferiu a unção real a Davi, de cuja descendência havia de nascer Cristo.
† s. XI a.C.
3
São Máximo Em Chinon, fortaleza do território de Tours, na Aquitânia, hoje na França. Discípulo de São Martinho, foi monge na Île-Barbe, junto de Lião, e fundou um mosteiro junto ao rio Vienne, onde morreu em avançada idade.
† s. V
4
São Filiberto Abade. Em Noirmoutier, na ilha de Hero, litoral da Aquitânia, França. Educado na corte do rei Dagoberto, tornou-se monge ainda adolescente; fundou e dirigiu o mosteiro de Jumièges e depois o de Hero, posteriormente chamado Noirmoutier.
† c. 684
5
Santos Leovigildo e Cristóvão Mártires, monges. Em Córdova, na Andaluzia, Espanha. Na perseguição dos mouros, confessaram espontaneamente a fé em Cristo perante o juiz e, por isso, foram decapitados, alcançando a palma do martírio.
† 852
6
São Bernardo Tolomei Abade. Em Sena, na Etrúria, hoje Toscana, Itália. Fundador da Congregação Olivetana, com a Regra de São Bento; morreu assistindo seus monges vitimados pela peste.
† 1348
7
Beatos Luís Francisco Le Brun e Gervásio Brunel Presbíteros e mártires. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, França. O primeiro, monge da Congregação Beneditina de Santo Amaro; o segundo, prior da Abadia Cisterciense da Trapa; detidos em condições desumanas durante a Revolução Francesa, consumaram o martírio vitimados pela enfermidade.
† 1794
8
Santa Maria de Mattias Virgem. Em Roma. Fundadora da Congregação das Irmãs da Adoração do Preciosíssimo Sangue de Cristo.
† 1866
9
São Pio X Papa. Em Roma, dia natal; sua memória litúrgica celebra-se amanhã, 21 de agosto.
† 1914
10
Beato Matias Cardona Meseguer Presbítero da Ordem dos Clérigos Regrantes das Escolas Pias e mártir. Em Vallibona, na província de Castellón, Espanha, na perseguição religiosa.
† 1936
11
Beata Maria Clemente Mateu Virgem e mártir. Em Xàtiva, na província de Valência, Espanha. Durante a mesma perseguição, pela perseverança na fé mereceu configurar-se com Cristo.
† 1936
12
Beato Celestino António (Ismael Barrio Marquilla) Religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir. Em Barcelona, Espanha; na mesma perseguição, foi assassinado por causa da fé.
† 1936
13
Beato Ladislau Maczkowski Presbítero e mártir. No campo de concentração de Dachau, próximo de Munique, Baviera, Alemanha. Polonês, deportado em tempo de guerra, defendeu a fé entre torturas de morte diante dos inimigos da dignidade humana e cristã.
† 1942
14
Beato Jorge Häffner Presbítero da diocese de Würzburgo e mártir. No campo de concentração de Dachau, perto de Munique, Baviera, Alemanha.
† 1942

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

No Brasil, hoje se comemora a Assunção de Nossa Senhora

Seu pai ficou consternado com o êxodo familiar provocado por Bernardo ao entrar no mosteiro de Cister, fundado por São Roberto! Um após outro, os filhos abandonaram o conforto do castelo para segui-lo: Guido, o primogênito, deixou até a esposa, que também se fez monja; Nissardo, o mais novo, também optou por abandonar os prazeres do mundo, seguido pela única irmã, Umbelina e pelo tio Gaudry, que despiu a pesada armadura para vestir o hábito branco; também Tescelino entrou no mosteiro onde estava praticamente toda a família. Um êxodo tão completo como este nunca se verificou em toda história da Igreja. Por terem muitos outros jovens desejado tornar-se cistercienses, foi necessário fundar outros mosteiros. São Bernardo, então, deixou Citeaux, abraçando uma pesada cruz de madeira e seguido de doze religiosos que cantavam hinos e louvores ao Senhor  fundou o mosteiro de Claraval, que dirigiu sabiamente pelo caminho dos mandamentos de Deus, com a vida, doutrina e exemplo. Por 38 anos foi guia de uma multidão de monges; cerca de 900 religiosos fizeram votos em sua presença. Para abrigar todos os monges foram construídos mais de 343 mosteiros Percorreu as estradas da Europa combatendo as heresias e defendendo o Papa e a Igreja para restabelecer a paz e a unidade. Pregou a II Cruzada e deu subsídios para constituição da Regra dos Templários. Ilustrou a toda a Igreja com os seus escritos e as suas ardentes exortações. Após laboriosas jornadas retirava-se para a cela para escrever obras cheias cheias de doçura, como o Tratado do Amor de Deus e o Comentário ao Cântico dos Cânticos que é uma declaração de amor a Maria. É também o compositor do belíssimo hino Ave Maris Stella. Também é sua a invocação: ” Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria” da salve-rainha. Foi chamado pelo Papa Pio XII “O último dos Padres da Igreja, e não o menor”. Até que, no território de Langres, na França, adormeceu no Senhor. São Bernardo de Claraval, rogai por nós! Oração – Nos perigos, nas angustias, na dúvida, Pensa em Maria, invoca Maria. Que Ela não se afaste de tua boca. Que Ela não se afaste de teu coração E, para obter o socorro de sua intercessão, Não esqueças de meditar o exemplo de sua vida. Se a seguires, não te desviarás. Se a suplicares, não te desesperarás. Se a consultares, não errarás o caminho. Se Ela te proteger, nada temerás. Se Ela te for favorável, alcançarás a meta. E, assim, compreenderás, pessoalmente, Quão justas são as palavras da Sagrada Escritura “E o nome da Virgem era Maria”. Com São Samuel, profeta, chamado por Deus quando ainda era criança, foi juiz em Israel e, por mandato divino, ungiu Saul como rei do seu povo; quando Deus repudiou Saul por causa da sua infidelidade, conferiu a unção real a David, de cuja descendência havia de nascer Cristo Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 20 2. Comemoração de São Samuel, profeta, que, chamado por Deus quando ainda era criança, foi depois juiz em Israel e, por mandato divino, ungiu Saul como rei do seu povo; mas, quando Deus repudiou Saul por causa da sua infidelidade, conferiu a unção real a David, de cuja descendência havia de nascer Cristo. 3. Em Chinon, fortaleza do território de Tours, na Aquitânia, hoje na França, São Máximo, discípulo de São Martinho, que, depois de ter sido monge na Île-Barbe, junto de Lião, fundou um mosteiro junto ao rio Vienne, onde morreu com avançada idade.(† s. V) 4. Em Noirmoutier, na ilha Hero, no litoral da Aquitânia, França, São Filiberto, abade, que, educado na corte do rei Dagoberto, ainda adolescente se tornou monge; fundou e dirigiu o mosteiro de Jumiéges e depois o mosteiro de Hero, posteriormente chamado Noirmoutier.(† c. 684) 5. Em Córdova, na Andaluzia, região da Espanha, os santos mártires Leovigildo e Cristóvão, monges, que, na perseguição dos Mouros, espontaneamente confessaram a fé em Cristo perante o juiz, e por isso foram decapitados, assim alcançando a palma do martírio.(† 852) 6. Em Sena, na Etrúria, Toscana, Itália, o passamento de São Bernardo Tolomei, abade, fundador da Congregação Olivetana, com a Regra de São Bento, que viveu com grande fervor a disciplina monástica e, durante uma epidemia de peste que assolava a Itália, morreu no mosteiro de Sena.(† 1348) 7. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, os beatos Luís Francisco Le Brun e Gervásio Brunel, presbíteros e mártires: o primeiro foi monge da Congregação Beneditina de Santo Amaro, o segundo foi prior da Abadia Cisterciense da Trapa; ambos foram detidos em condições desumanas durante a Revolução Francesa e consumaram o seu martírio consumidos pela enfermidade.(† 1794) 8. Em Roma, Santa Maria de Mattias, virgem, fundadora da Congregação das Irmãs da Adoração do Preciosíssimo Sangue de Cristo.(† 1866) 9. Em Roma, o dia natal de São Pio X, papa, cuja memória se celebra amanhã.(† 1914) 10. Em Vallibona, na província de Castellón, na Espanha, o Beato Matias Cardona Meseguer, presbítero da Ordem dos Clérigos Regrantes das Escolas Pias e mártir na perseguição religiosa.(† 1936) 11. Em Xativa, na província de Valência, também na Espanha, a Beata Maria Clemente Mateu, virgem e mártir, que, durante a mesma perseguição, pela perseverança na fé mereceu configurar-se com Cristo.(† 1936) 12. Em Barcelona, também na Espanha, o Beato Celestino Antônio (Ismael Bárrio Marquilla), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir, que, na mesma perseguição, foi assassinado por causa da sua fé.(† 1936) 13. No campo de concentração de Dachau, próximo de Munique da Baviera, na Alemanha, o Beato Ladislau Maczkowski, presbítero e mártir, natural da Polônia, que foi deportado em tempo de guerra e, perante os perseguidores da dignidade humana e cristã, suportando cruéis torturas, defendeu a fé até a morte.(† 1942) 14. No campo de concentração de Dachau, perto de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato Jorge Häffner, presbítero da diocese de Wurzburgo e mártir.(† 1942)

São Bernardo, abade e doutor da Igreja | Memória | Quinta-feira

São Bernardo, abade e doutor da Igreja | Memória | Quinta-feira

Cor Litúrgica: Branco

Primeira Leitura (Ez 36,23-28)

Leitura da Profecia de Ezequiel.

Assim fala o Senhor: 23 “Vou mostrar a santidade do meu grande nome, que profanastes no meio das nações. As nações saberão que eu sou o Senhor. – oráculo do Senhor Deus – quando eu manifestar minha santidade à vista delas por meio de vós. 24 Eu vos tirarei do meio das nações, vos reunirei de todos os países, e vos conduzirei para a vossa terra. 25 Derramarei sobre vós uma água pura, e sereis purificados. Eu vos purificarei de todas as impurezas e de todos os ídolos. 26 Eu vos darei um coração novo e porei um espírito novo dentro de vós. Arrancarei do vosso corpo o coração de pedra e vos darei um coração de carne; 27 porei o meu espírito dentro de vós e farei com que sigais a minha lei e cuideis de observar os meus mandamentos. 28 Habitareis no país que dei a vossos pais. Sereis o meu povo e eu serei o vosso Deus”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório  Sl 50(51),12-13.14-15.18-19 (R. Ez 36,25)

– Eu hei de derramar sobre vós uma água pura, e de vossas imundícies sereis purificados.

– Eu hei de derramar sobre vós uma água pura, e de vossas imundícies sereis purificados.

– Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo um espírito decidido. Ó Senhor, não me afasteis de vossa face, nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!

– Dai-me de novo a alegria de ser salvo e confirmai-me com espírito generoso! Ensinarei vosso caminho aos pecadores, e para vós se voltarão os transviados.

– Pois não são de vosso agrado os sacrifícios, e, se oferto um holocausto, o rejeitais. Meu sacrifício é minha alma penitente, não desprezeis um coração arrependido!

Evangelho (Mt 22,1-14)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, 2 dizendo: “O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3 E mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. 4 O rei mandou outros empregados, dizendo: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ 5 Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6 outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram. 7 O rei ficou indignado e mandou suas tropas, para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. 8 Em seguida, o rei disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9 Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes’. 10 Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. 11 Quando o rei entrou para ver os convidados, observou ali um homem que não estava usando traje de festa 12 e perguntou-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. 13 Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Ali haverá choro e ranger de dentes’. 14 Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos.’

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Jz 9,6-15)

Leitura do Livro dos Juízes

Naquele tempo, 6 todos os habitantes de Siquém e os de Bet-Melo se reuniram junto a um carvalho que havia em Siquém e proclamaram rei a Abimelec. 7 Informado disso, Joatão foi postar-se no cume do monte Garizim e se pôs a gritar em alta voz, dizendo: “Ouvi-me, moradores de Siquém, e que Deus vos ouça. 8 Certa vez, as árvores resolveram ungir um rei para reinar sobre elas, e disseram à oliveira: ‘Reina sobre nós’. 9 Mas ela respondeu: ‘Iria eu renunciar ao meu azeite, com que se honram os deuses e os homens, para me balançar acima das árvores?’ 10 Então as árvores disseram à figueira: ‘Vem e reina sobre nós’. 11 E ela lhes respondeu: ‘Iria eu renunciar à minha doçura e aos saborosos frutos, para me balançar acima das outras árvores?’ 12 As árvores disseram então à videira: ‘Vem e reina sobre nós’. 13 E ela lhes respondeu: ‘Iria eu renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para me balançar acima das outras árvores?’ 14 Por fim, todas as árvores disseram ao espinheiro: ‘Vem tu reinar sobre nós’. 15 O espinheiro respondeu-lhes: ‘Se deveras me constituís vosso rei, vinde e repousai à minha sombra; mas se não o quereis, saia fogo do espinheiro e devore os cedros do Líbano!'” Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 20(21),2-3.4-5.6-7 (R. 2a)

– Ó Senhor, em vossa força o rei se alegra. Ó Senhor, em vossa força o rei se alegra;  quanto exulta de alegria em vosso auxílio! 3 O que sonhou seu coração, lhe concedestes;  não recusastes os pedidos de seus lábios. 

– Ó Senhor, em vossa força o rei se alegra. Ó Senhor, em vossa força o rei se alegra;  quanto exulta de alegria em vosso auxílio! 3 O que sonhou seu coração, lhe concedestes;  não recusastes os pedidos de seus lábios. 

– Com bênção generosa o preparastes;  de ouro puro coroastes sua fronte. A vida ele pediu e vós lhe destes,  longos dias, vida longa pelos séculos.

– É grande a sua glória em vosso auxílio; de esplendor e majestade o revestistes. Transformastes o seu nome numa bênção, e o cobristes de alegria em vossa face. 

Evangelho (Mt 20,1-16a)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– A palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 1 “O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. 2 Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. 3 Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4 e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’. 5 E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa. 6 Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ 7 Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’. 8 Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’ 9 Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10 Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata. 11 Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12 ‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’. 13 Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? 14 Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15 Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’ 16a Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São João Eudes, Presbítero, Fundador – 19 de Agosto

São João Eudes, Presbítero, Fundador

Santo do Dia – 19 de Agosto

São João Eudes - Fundador da Congregação de Jesus e maria

São João Eudes,

Fundador da Congregação de Jesus e Maria · † 1680

As Origens

Nasceu em 14 de novembro de 1601 (na pequena vila de Ri, no norte da França), em uma família de origem camponesa profundamente religiosa.

São João Eudes, Presbítero e Fundador

Viveu na França do século XVII, época marcada por fenômenos religiosos opostos e por graves problemas políticos, e dedicou toda a sua vida às pessoas, principalmente aos mais pobres. Estudou no Colégio Real de Dumont, em Caen, dos padres jesuítas, e nos intervalos das aulas costumava ir à capela rezar.

Na adolescência, por sua grande devoção a Maria, consagrou-se secretamente a Ela. Sentindo sua vocação religiosa, foi aconselhado a terminar os estudos antes de ordenar-se sacerdote.

Ordenação Sacerdotal

Em 1623, com o consentimento dos pais, foi para Paris, onde ingressou no Oratório, sendo recebido pelo próprio fundador, o cardeal Pedro de Bérulle. Dois anos depois, recebeu sua ordenação sacerdotal, dedicando-se integralmente à pregação entre o povo.

Pleno do carisma dos oratorianos, centrado no amor a Cristo e na especial devoção a Maria, promoveu o culto litúrgico do Sagrado Coração e visitou vilas e cidades de Ile de França, Bolonha, Bretanha e da sua própria região de origem, a Normandia.

Fundador da Congregação

Viajou por uma França brutalizada pela Guerra dos Trinta Anos. Fundou a Congregação de Jesus e Maria, de cuja devoção foi um grande apóstolo, movido pela consciência lúcida da grave necessidade de ajuda espiritual em que as almas se encontravam, em boa parte por causa da inadequação de grande parte do clero.

Assim, instituiu uma Congregação dedicada especificamente à formação dos sacerdotes. Na cidade universitária de Caen fundou seu primeiro seminário — experiência muito apreciada, que logo se espalhou para outras dioceses.

Missão e Caridade

A missão dos eudistas é a formação espiritual e doutrinal dos padres e seminaristas, e a pregação evangélica voltada às necessidades espirituais e materiais do povo, além da difusão da devoção aos Sagrados Corações de Jesus e Maria.

Quando ocorreu a epidemia da peste, percorreu quase todas as vilas, principalmente as mais distantes e esquecidas. Como sensível pregador, levou a Palavra de Cristo, dando assistência aos doentes e às suas famílias, sem nunca temer o contágio.

– Dessa carcaça até a peste tem medo! Costumava dizer, em tom de brincadeira.

A Morte

São João Eudes morreu em Caen, no norte da França, no dia 19 de agosto de 1680, deixando uma obra escrita de grande valor teológico pela clareza e profundidade.

Foi beatificado em 24 de abril de 1909 pelo Papa Pio X e canonizado em 31 de maio de 1925 pelo Papa Pio XI, na Basílica do Vaticano. Sua festa celebra-se no dia de sua morte.

São João Eudes, rogai por nós!


Eudes — Nome de origem germânica, variante francesa de “Odo” ou “Otto”, que significa “riqueza” ou “prosperidade”.

“Oração – São Eudes, que se santificou por meio da devoção intensa ao coração de Jesus e de Maria, que possamos descobrir a riqueza deste mistério e amá-lo de todo o nosso coração. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.”

São João Eudes, rogai por nós!

Santo Ezequiel Moreno Díaz — Bispo de Pasto, na Colômbia, que se destacou pela defesa da fé e pelo zelo pastoral em terras missionárias.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 19 de agosto:

1

São João Eudes
Presbítero da Congregação do Oratório e fundador da Congregação de Jesus e Maria. Em Caen, na Normandia, França. Dedicou a vida à formação espiritual dos sacerdotes e à pregação evangélica entre o povo.

† 1680

2

São Magno
Mártir. Em Ceccano, no Lácio, região da Itália.

† data inc.

3

São Magino
Mártir. No território de Tarragona, na Hispânia.

† data inc.

4

São Timóteo
Mártir. Em Gaza, na Palestina. Depois de superar muitos suplícios, foi queimado a fogo lento.

† c. 305

5

Santo André, tribuno, e companheiros soldados
Mártires. Na Cilícia, hodierna Turquia.

† s. IV

6

São Sisto III
Papa. Sepultamento em Roma, junto à Via Tiburtina, perto de São Lourenço.

† 440

7

São Donato
Presbítero. No território de Sisteron, na Gália, atualmente na França. Segundo a tradição, passou muitos anos de vida anacorética.

† s. VI

8

São Bertolfo
Abade. No mosteiro de Bóbbio, na Ligúria, hoje na Emília-Romanha. Sucessor de Santo Atala no mesmo cenóbio.

† 639

9

São Sebaldo
Eremita. Em Nuremberga, na Francónia, hoje na Alemanha.

† s. IX-X

10

São Bartolomeu de Símeri
Presbítero e abade. Na Calábria, região da Itália. Depois de algum tempo de vida eremítica, fundou o mosteiro dos Gregos.

† 1130

11

Beato Guerrico
Abade. No mosteiro de Igny, na França.

† 1151/1157

12

Beato Leão II
Abade. No mosteiro de Cava de’ Tirréni, na Campânia, região da Itália.

† 1295

13

São Luís
Bispo. Em Brignoles, na Provença, região da França. Sobrinho do rei São Luís.

† 1297

14

Beato Jordão de Pisa
Presbítero da Ordem dos Pregadores. Em Piacenza, na Emília-Romanha, região da Itália.

† c. 1311

15

Beato Ângelo
Eremita da Ordem dos Camaldulenses. Em Acquapagana, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália.

† 1313

16

Beato Damião
Catequista e mártir. Em Hagi, no Japão.

† 1605

17

Beatos Luís Flores, Pedro de Zuñiga e companheiros
Mártires. Em Nagasaki, no Japão. Luís Flores, presbítero da Ordem dos Pregadores, Pedro de Zuñiga, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, e treze companheiros.

† 1622

18

Beato Hugo Green
Presbítero e mártir. Em Dorchester, na Inglaterra.

† 1642

19

Santo Ezequiel Moreno Díaz
Bispo de Pasto. Em Monteagudo, na região de Navarra, na Espanha.

† 1906

20

Beato Francisco Ibáñez Ibáñez
Presbítero e mártir. Em Llosa de Ranes, província de Valência, Espanha.

† 1936

21

Beato Tomás Sitjar Fortiá
Presbítero da Companhia de Jesus e mártir. Em Gandia, Espanha.

† 1936

22

Beatas Elvira da Natividade de Nossa Senhora (Elvira Torrentallé Paraire) e companheiras
Em El Saler, região de Valência, Espanha.

† 1936

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Ingressou na Congregação do Oratório e ordenado sacerdote, dedicou-se à pregação entre o povo tendo percorrido toda França embrutecida pela Guerra dos Trinta Anos. Fundou depois a Congregação de Jesus e Maria, para a formação dos sacerdotes nos seminários, e a das monjas de Refúgio de Nossa Senhora da Caridade, da qual no século XIX derivou a Congregação do Bom Pastor, para fortalecer na vida cristã as mulheres penitentes; Estourando a epidemia da peste na Normandia, João foi para lá prestar assistência aos doentes e nunca temeu ser contaminado. Quando o mal parecia debelado, João contraiu-o, mas superou a crise. Restabelecendo-se, retomou suas missões entre o povo. Era um grande pregador, eficaz e seguido. O Século XVII foi marcado pelo jansenismo, quietismo, filosofismo; é o século da desconfiança, do esquecimento e do desprezo no que se refere à espiritualidade cristã, mas também é o século de grande renovação da piedade e da devoção realizada por homens como Vicente de Paulo, Grignon de Montfort e João Eudes. São Pio X definiu São João Eudes pai, doutor e apóstolo da devoção aos Sacratíssimos Corações de Jesus e de Maria. A influência deste Santo foi grande não só em seu país, renovando a velha Normandia, pobre de vida cristã, como também em todo o mundo cristão. Fomentou com grande ardor a devoção aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, até que, em Caen, na Normandia, região da França, adormeceu piedosamente no Senhor, no dia 19 de agosto do ano 1680, com setenta e nove anos de idade. Foi canonizado no ano de 1925.

São João Eudes, rogai por nós!

Oração – Dai-nos, Senhor, pela intercessão de São João Eudes, a graça da devoção aos Santos Corações de Jesus e Maria. Com São Sisto III, Papa. Destacou-se pela luta contra as heresias de Pelágio e Nestor e pela reconciliação entre os Patriarcados de Antioquia e Alexandria. Consolidou o dogma trinitário e construiu a Basílica de Santa Maria Maior. São Luís, Bispo, sobrinho do Rei São Luís – Sua mãe Maria, filha de Estêvão V, rei da Hungria, era sobrinha de Santa Isabel e irmã de três príncipes que também chegaram a ser reis e santos: Estêvão, Ladislau e Henrique. Seu pai, Carlos II de Anjou, rei de Nápoles, Sicília, Jerusalém e Hungria, era sobrinho de S. Luis, rei de França. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 19 2. Em Ceccano, no Lácio, região da Itália, São Magno, mártir.(† data inc.) 3. No território de Tarragona, na Hispânia, São Magino, mártir.(† data inc.) 4. Em Gaza, na Palestina, São Timóteo, mártir, que, durante a perseguição do imperador Diocleciano e o governador Urbano, depois de superar muitos suplícios, foi queimado a fogo lento.(† c. 305) 5. Na Cilícia, na hodierna Turquia, Santo André, tribuno, e companheiros soldados, que, segundo conta a tradição, depois de uma batalha miraculosamente conseguida sobre os Persas, se converteram à fé em Cristo e, acusados por este motivo, no tempo do imperador Maximiano foram massacrados pelo exército do governador Seleuco, nos desfiladeiros dos montes Tauro.(† s. IV) 6. Em Roma, junto à Via Tiburtina, perto de São Lourenço, o sepultamento de São Sisto III, papa, que conciliou as dissenções entre os patriarcados de Antioquia e de Alexandria e construiu em Roma para o povo de Deus a basílica de Santa Maria no Esquilino.(† 440) 7. No território de Sisteron, na Gália,França, São Donato, presbítero, que, segundo a tradição, passou muitos anos de vida anacorética.(† s. VI) 8. No mosteiro de Bóbbio, na Ligúria, hoje na Emília-Romanha, São Bertolfo, abade, sucessor de Santo Atala no mesmo cenóbio.(† 639) 9. Em Nuremberga, na Francônia, hoje na Alemanha, São Sebaldo, eremita.(† s. IX-X) 10. Na Calábria, região da Itália, São Bartolomeu de Símeri, presbítero e abade, que, depois de algum tempo de vida eremítica, fundou o mosteiro dos Gregos.(† 1130) 11. No mosteiro de Igny, na França, o Beato Guerrico, abade, que, como verdadeiro discípulo de São Bernardo, não podendo dar aos seus confrades um exemplo de trabalho por causa da sua debilidade corporal, com grande humildade e caridade os ajudava muito com assíduas exortações espirituais. († 1151/1157) 12. No mosteiro de Cava de’ Tirréni, na Campânia, região da Itália, o Beato Leão II, abade.(† 1295) 13. Em Brignoles, na Provença, região da França, o passamento de São Luís, bispo, sobrinho do rei São Luís, que procurou mais a pobreza evangélica que as honras e louvores do mundo e, ainda jovem na idade mas maduro na virtude, foi elevado à sede episcopal de Toulouse; e, passado pouco tempo, consumido pela precária saúde, adormeceu piedosamente no Senhor.(† 1297) 14. Em Piacenza, na Emília-Romanha, região da Itália, o Beato Jordão de Pisa, presbítero da Ordem dos Pregadores, que explicava ao povo em língua vulgar a mais profunda doutrina com grande simplicidade.(† c. 1311) 15. Em Acquapagana, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, o Beato Ângelo, eremita, da Ordem dos Camaldulenses.(† 1313) 16. Em Hagi, no Japão, o Beato Damião, catequista e mártir.(† 1605) 17. Em Nagasáki, no Japão, os beatos mártires Luís Flores, presbítero da Ordem dos Pregadores, Pedro de Zuñiga, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, e treze companheiros[1], marinheiros japoneses, que, ao chegarem ao porto foram imediatamente presos por causa da fé cristã e, depois de vários suplícios, todos receberam a mesma coroa do martírio. [1] São estes os seus nomes: Joaquim Hirayama, Leão Sukeyemon, João Soyemon, Miguel Díaz, António Yamada, Marcos Takenoshima Shinyemon, Tomé Koyanagi, Tiago Matsuo Denshi, Lourenço Rokuyemon, Paulo Sankichi, João Yago, João Nagata Matakichi, Bartolomeu Mohioye.(† 1622) 18. Em Dorchester, na Inglaterra, o Beato Hugo Green, presbítero e mártir, que, depois de ordenado em Douai, exerceu o ministério durante trinta anos na pátria, até que, no reinado de Carlos I, longa e cruelmente dilacerado, mereceu associar-se à paixão de Cristo.(† 1642) 19. Em Monteagudo, na região de Navarra, na Espanha, Santo Ezequiel Moreno Díaz, bispo de Pasto, na Colômbia, da Ordem dos Recoletos de Santo Agostinho, que passou a vida a anunciar o Evangelho, tanto nas Filipinas como na América do Sul.(† 1906) 20. Em Llosa de Ranes, localidade da província de Valência, também na Espanha, o Beato Francisco Ibáñez Ibáñez, presbítero e mártir, que, durante a perseguição contra a fé, terminou a sua vida seguindo a Cristo até a morte.(† 1936) 21. Em Gândia, também na Espanha, o Beato Tomás Sitjar Fortiá, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que, na mesma perseguição, derramou o seu sangue por Cristo.(† 1936) 22. No lugar chamado El Saler, também na região de Valência, as beatas Elvira da Natividade de Nossa Senhora (Elvira Torrentallé Paraire) e companheiras[2], virgens do Instituto das Irmãs Carmelitas da Caridade e mártires, que, também na mesma perseguição, combatendo pela fé em Cristo Esposo, alcançaram a recompensa eterna. [2] São estes os seus nomes: Rosa de Nossa Senhora do Bom Conselho (Rosa Pedret Rull), Maria de Nossa Senhora da Providência (Maria Calaf Miracle), Francisca de Santa Teresa (Francisca de Amesúa Ibaibarriaga), Maria dos Desamparados do Santíssimo Sacramento (Maria Giner Lister), Teresa da Mãe do Divino Pastor (Teresa Chambó Palés), Águeda de Nossa Senhora das Virtudes (Águeda Hernández Amorós), Maria das Dores de São Francisco Xavier (Maria das Dores Vidal Cervera) e Maria das Neves da Santíssima Trindade (Maria das Neves Crespo López).(† 1936)

20ª Semana do Tempo Comum | Terça-feira

20ª Semana do Tempo Comum | Terça-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (Ez 28,1-10)

Leitura da Profecia de Ezequiel.

1 A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 2 “Filho do homem, dize ao príncipe da cidade de Tiro: Assim fala o Senhor Deus: Porque o teu coração se tornou orgulhoso, tu disseste: ‘Eu sou um deus e ocupo o trono divino no coração dos mares’. Tu, porém, és um homem e não um deus, mas pensaste ter a mente igual à de um deus. 3 Sim, tu és mais sábio do que Daniel! Segredo algum te é obscuro. 4 Com talento e habilidade adquiriste uma fortuna, acumulaste ouro e prata em teus tesouros. 5 Com grande tino comercial aumentaste tua fortuna, e com ela teu coração se tornou soberbo. 6 Por isso, assim diz o Senhor Deus: Por teres igualado tua mente à de um deus, 7 vou trazer contra ti os povos mais violentos dos estrangeiros. Eles puxarão suas espadas contra a tua bela sabedoria e profanarão o teu esplendor. 8 Eles te farão baixar à cova, e morrerás de morte violenta no coração dos mares. 9 Porventura, ousarás dizer: ‘Sou um deus! na presença de teus algozes, tu que és um homem e não deus, nas mãos dos que te apunhalam? 10 Morrerás da morte dos incircuncisos, pela mão de estrangeiros, pois fui eu que falei – oráculo do Senhor Deus”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Dt 32,26-27ab.27cd-28.30.35cd-36ab (R. 39c)

– Sou eu que tiro a vida, sou eu quem faz viver!

– Sou eu que tiro a vida, sou eu quem faz viver!

– Pensei: “Vou espalhá-los pela terra, farei cessar sua memória inteiramente”. Mas receava a reação dos inimigos, a má interpretação dos adversários.

– Eles diriam: Nossa mão prevaleceu, não foi o Senhor Deus que isto fez. Porque meu povo é gente sem juízo, é gente que não tem discernimento.

– Como pode um homem só perseguir mil, como dois podem fazer fugir dez mil? Não é porque sua Rocha os vendeu, não é porque o Senhor os entregou?

– Já vem o dia em que serão arruinados e o seu destino se apressa em chegar. Porque o Senhor fará justiça ao seu povo e salvará todos aqueles que o servem.

Evangelho (Mt 19,23-30)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Jesus Cristo, Senhor nosso, embora sendo rico, para nós se tornou pobre, a fim de enriquecer-nos, mediante sua pobreza.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 23 Jesus disse aos discípulos: “Em verdade vos digo, dificilmente um rico entrará no Reino dos Céus. 24 E digo ainda: é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus”. 25 Ouvindo isso, os discípulos ficaram muito espantados, e perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?” 26 Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas para Deus tudo é possível”. 27 Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. O que haveremos de receber?” 28 Jesus respondeu: “Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do Homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. 29 E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna. 30 Muitos que agora são os primeiros, serão os últimos. E muitos que agora são os últimos, serão os primeiros”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Jz 6,11-24a)

Leitura do Livro dos Juízes 

Naqueles dias, 11 veio o anjo do Senhor e sentou-se debaixo de um carvalho que havia em Efra, e pertencia a Joás, da família de Abiezer. Gedeão, seu filho, estava sacudindo e limpando o trigo na eira, para o esconder dos madianitas, 12 quando o anjo do Senhor lhe apareceu e disse: “O Senhor está contigo, valente guerreiro!” 13 Gedeão respondeu: “Se o Senhor está conosco, peço-te, Senhor, que me digas por que nos aconteceu tudo isto? Onde estão aquelas tuas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: ‘O Senhor nos tirou do Egito’? Mas agora o Senhor nos abandonou e nos entregou nas mãos dos madianitas”. 14 Então o Senhor voltou-se para ele e disse: “Vai, e com essa força que tens livra Israel da mão dos madianitas. Sou eu que te envio”. 15 Gedeão replicou-lhe: “Dize-me, te peço, meu senhor, como poderei eu libertar Israel? Minha família é a mais humilde de Manassés, e eu sou o último na casa de meu pai”. 16 O Senhor lhe respondeu: “Eu estarei contigo, e tu derrotarás os madianitas como se fossem um só homem”. 17 E Gedeão prosseguiu: “Se achei graça diante de ti, dá-me um sinal de que és tu que falas comigo. 18 Não te afastes daqui, até que eu volte, com uma oferenda para te apresentar”. E o senhor respondeu: “Ficarei aqui até voltares”. 19 Gedeão retirou-se, preparou um cabrito e, com uma medida de farinha, fez pães ázimos. Pôs a carne num cesto e o caldo numa vasilha, levou tudo para debaixo do carvalho e lhe apresentou. 20 O anjo do Senhor lhe disse: “Toma a carne e os pães ázimos, coloca-os sobre esta pedra e derrama por cima o caldo”. E Gedeão assim fez. 21 O anjo do Senhor estendeu a ponta da vara que tinha na mão e tocou na carne e nos pães ázimos. Levantou-se então um fogo da pedra e consumiu a carne e os pães. E o anjo do senhor desapareceu da sua vista. 22 Percebendo que era o anjo do Senhor, Gedeão exclamou: “Ai de mim, Senhor Deus, porque vi o anjo do Senhor face a face!” 23 Mas o Senhor lhe disse: “A paz esteja contigo, não tenhas medo: não morrerás!” 24a Então Gedeão construiu ali mesmo um altar ao Senhor e o chamou: “O Senhor é paz”. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 84(85),9.11-12.13-14 (R. 9b)

– O Senhor anunciará a paz para o seu povo.

– O Senhor anunciará a paz para o seu povo.

– Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar; a paz para o seu povo e seus amigos, para os que voltam ao Senhor seu coração. 

– A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão;  da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus. 

– O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas;  a justiça andará na sua frente  e a salvação há de seguir os passos seus. 

Evangelho (Mt 19,23-30)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Jesus Cristo, Senhor nosso, embora sendo rico, para nós se tornou pobre, a fim de enriquecer-nos mediante sua pobreza.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

Naquele tempo, 23 Jesus disse aos discípulos: “Em verdade vos digo, dificilmente um rico entrará no Reino dos Céus. 24 E digo ainda: é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus”. 25 Ouvindo isso, os discípulos ficaram muito espantados, e perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?” 26 Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas para Deus tudo é possível”. 27 Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. O que haveremos de receber?” 28 Jesus respondeu: “Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do Homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. 29 E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna. 30 Muitos que agora são os primeiros, serão os últimos. E muitos que agora são os últimos, serão os primeiros”. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Santa Helena, Imperatriz – 18 de Agosto

Santa Helena, Imperatriz

Santo do Dia – 18 de Agosto

Santa Helena - Mãe do imperador Constantino

Santa Helena,

Mãe do Imperador Constantino · † 329

As Origens

Santa Helena - Imperatriz

Santa Helena, de família plebeia e pagã, nasceu em meados do século III, provavelmente em Drepamin, na Bitínia, no Golfo da Nicomédia (hoje, Turquia).

Essa cidade, mais tarde, foi chamada Helenópolis, em sua honra, pelo seu filho e futuro imperador Constantino. Segundo Santo Ambrósio, Helena exercia o cargo de “estabulária”, ou seja, a estalajadeira encarregada dos estábulos. A modéstia e a delicadeza de Helena levaram o jovem oficial, Constâncio Cloro, a apaixonar-se por ela, apesar do seu nível social mais elevado.

No entanto, quis casar-se com ela, levando-a consigo para Dardania, nos Bálcãs. A jovem, que não tinha direito ao título honorífico do seu marido, foi uma esposa fiel. No ano 280, em Naisso, na Sérvia, deu à luz ao filho Constantino.

Fragilidades

Constâncio, esposo de Helena, consentiu-lhe obter, junto com Galério, o título de César (co-regente); mas era preciso ratificar a sua elevação pelo novo sistema político da Tetrarquia. Por isso, os imperadores Diocleciano e Maximiano, em 293, obrigaram-no a divorciar-se da sua esposa e de unir-se em matrimônio com a enteada do segundo, Teodora. Isso era possível porque a lei romana não reconhecia o casamento entre nobres e plebeus. Helena foi obrigada a deixar sua família e seu filho.

Humildade na Adversidade

Helena se fez pequena, afastada da família e do filho, que até então havia educado com dedicação e amor; ela nunca desanimou. Pelo contrário, permaneceu, humildemente, na sombra, enquanto Constantino foi elevado à corte de Diocleciano.

Conversão

Com a morte de Constâncio em 306, Constantino mandou buscar a mãe para junto de si na Corte. Não sabemos quando se fez cristã; se foi ela que influiu na conversão de Constantino ou se, como escreve Eusébio de Cesareia, foi ele quem a converteu a ela. Tornou-se uma cristã fervorosa e piedosa. Tinha-lhe muito amor e não parou de encher de honras. Entre as suas primeiras medidas, o novo imperador mandou chamar imediatamente a sua mãe, Helena Flávia Júlia, a qual foi condecorada com o título de Augusta.

Virtude da Humildade

As honras jamais influenciaram seu coração, pelo contrário, estimularam a sua atenção inata para com o próximo, que se concretizou em dar esmolas, satisfazer as necessidades materiais dos pobres e libertar numerosas pessoas das prisões, das minas e do exílio. Luminosa e contagiosa, a ponto de muitos perceberem a influência que teve na conversão do seu filho e na promulgação do Edito de Milão, em 313, que concedeu a liberdade de culto aos cristãos após três séculos de perseguição. Dizem que Helena participava das celebrações religiosas, usando roupas modestas, para se confundir com a multidão, e convidava os famintos para o almoço, servindo-os pessoalmente.

Cruz na Terra Santa

Em 326, um acontecimento perturbou a vida da família: Constantino mandou matar, primeiro, seu filho Crispo, por instigação da madrasta, Fausta, sua segunda mulher, também suspeita de acometer a sua honra. Diante dessa tragédia, com 78 anos de idade, Helena manteve firme a sua fé fazendo uma peregrinação penitencial à Terra Santa. Ali, mandou construir duas Basílicas: a da Natividade, em Belém, e a da Ascensão, no Monte das Oliveiras.

Essa iniciativa inspirou Constantino a construir também a Basílica da Ressurreição. No Gólgota, ao mandar destruir os edifícios pagãos, construídos pelos romanos, aconteceu uma prodigiosa descoberta da verdadeira Cruz: o cadáver de um homem, que jazia sobre o madeiro, encontrou milagrosamente a vida. Os três cravos que perfuraram o Corpo de Jesus foram doados por Santa Helena para Constantino: um foi encastrado na Coroa de Ferro, conservada na Catedral de Monza, como lembrança de que não existe soberano que não deva sucumbir à vontade de Deus. As preciosas relíquias estão guardadas, hoje, na Basílica romana de Santa Cruz de Jerusalém.

A Morte

Santa Helena morreu em 329, aos 80 anos de idade, em um lugar não identificado. Ainda moribunda, foi assistida por seu filho, que, depois, levou seu corpo para a Via Labicana, em Roma, onde foi sepultado em um mausoléu em sua homenagem. Seu sarcófago de pórfiro, transportado ao Latrão, no século XI, hoje está conservado no Museu Vaticano.

Santa Helena, rogai por nós!


Helena — Do grego Heléne, nome cuja origem mais aceita remete a “tocha” ou “a brilhante”, numa alusão à luz. Popularizou-se no mundo cristão justamente por causa da santa, mãe do imperador Constantino.

“Querida Helena, que, por teu imenso amor ao catolicismo, influenciaste o teu filho, assim como também uma nação, ajudai as mães de todo o mundo a serem influenciadoras de suas famílias. Por Jesus Nosso Senhor. Amém.”

Santa Helena, rogai por nós!

Santo Alberto Hurtado Cruchaga — Presbítero da Companhia de Jesus, em Santiago do Chile, dedicou sua vida ao cuidado dos pobres e marginalizados, fundando o Lar de Cristo.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 18 de agosto:

1

Santa Helena
Imperatriz. Nascida em Drepamin, na Bitínia, hoje na Turquia. Mãe do imperador Constantino, converteu-se ao cristianismo e peregrinou à Terra Santa, onde promoveu a descoberta das relíquias da Vera Cruz.

† 329

2

Santo Agapito
Mártir. Em Palestrina, no Lácio, região da Itália.

† data inc.

3

Santos Mártires da “Massa Cândida”
Mártires. Em Útica, atualmente na Tunísia.

† s. III-IV

4

São Leão
Mártir. Em Mira, na Lícia, atualmente na Turquia.

† s. III-IV

5

São Firmino
Bispo. Em Metz, na Gália Bélgica, atualmente na França.

† s. IV

6

Santo Eónio
Bispo. Em Arles, na Provença, atual França, que combateu os erros de Pelágio.

† 502

7

São Macário
Hegúmeno do mosteiro de Pelecete. Na Bitínia, atual Turquia.

† 850

8

Beato Leonardo
Abade. No mosteiro de Cava de’ Tirréni, na Campânia, região da Itália, extraordinário homem de paz.

† 1255

9

Beato Reinaldo de Concorezzo
Bispo. Em Ravena, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, região da Itália, ilustre pelo zelo, prudência e caridade.

† 1321

10

Beata Paula Montáldi
Virgem, abadessa da Ordem das Clarissas. Em Mântua, na Lombardia, região da Itália.

† 1514

11

Beato António Banassat
Presbítero e mártir. Na França, pároco preso em ódio à fé durante a perseguição da Revolução Francesa.

† 1794

12

Beato Francisco Árias Martin
Presbítero e mártir. Em Valdemoro, na Espanha, noviço da Ordem de São João de Deus.

† 1936

13

Beatos Jaime Falgarona Vilanova e Atanásio Vidaurreta Labra
Religiosos e mártires. Em Barbastro, na Espanha, da Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria.

† 1936

14

Beato Martinho Martínez Pascual
Presbítero e mártir. Em Alcañiz, na Espanha.

† 1936

15

Beato Vicente Maria Izquierdo Alcón
Presbítero. Em Rafelbunyol, na Espanha.

† 1936

16

Beatos Félix González Bustos, Pedro Buitrago Morales e Justo Arévalo y Mora
Presbíteros e mártires da diocese de Ciudad Real. Em Valdepeñas, na Espanha, com cinco religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs.

† 1936

17

Beatos Celestino José Alonso Villar, Gregório Díez Pérez e Tiago Franco Mayo
Presbíteros e mártires da Ordem dos Pregadores. Em La Tejera, na Espanha, com o religioso Abílio Sáiz López.

† 1936

18

Beato Jacob Samuel (José Henrique Chamayou Oulés)
Religioso e mártir da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs. Em Seo de Urgel, na Espanha.

† 1936

19

Beatos Honorato Alfredo (Agostinho Pedro Calvo) e Olegário Ângelo (Eudaldo Rodas Más)
Religiosos e mártires da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs. Em San Boy de Llusanés, na Espanha.

† 1936

20

Beato Libério González Nombela
Presbítero da diocese de Toledo e mártir. Em Torrijos, na Espanha.

† 1936

21

Santo Alberto Hurtado Cruchaga
Presbítero da Companhia de Jesus. Em Santiago do Chile.

† 1952

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Tanto Helena como Constâncio Cloro, seu esposo, eram pagãos. Levado pela ambição Constâncio se separou dela e foi par  Roma com seu pequeno filho Constantino. Quatorze anos chorou Helena sua desgraça, até que ao morrer  Constâncio, no ano 306, Constantino foi nomeado Imperador.

Constantino mandou chamar a sua mãe à corte, conferiu-lhe o nome de Augusta e o título de Imperatriz. Helena recebeu o batismo, provavelmente no ano 307, e foi uma cristã exemplar, testemunha da grande jornada em que Constantino fez pôr pela primeira vez a cruz nos estandartes de suas legiões para vencer em batalha a seu rival Magêncio. Era o mês de outubro do ano 312. No início do ano seguinte o Imperador publicou o edito de Milão, pelo qual se permitia o cristianismo no Império. Seguindo o exemplo de sua mãe, converteu-se, sendo batizado pelo Papa São Silvestre. Escritores extremamente antigos como Rufino, Zozemeno, São Crisóstomo e Santo Ambrósio, contam que Santa Helena, a mãe do imperador, pediu permissão a seu filho Constantino para ir procurar em Jerusalém a cruz na qual morreu Jesus. Depois de muitas e muito profundas escavações se encontraram três cruzes. Como não se podia distinguir qual era a cruz de Jesus, levaram a uma mulher agonizante. Ao tocá-la com a primeira cruz, a doente se agravou, ao tocá-la com a segunda, ficou igualmente doente do que estava antes, mas ao tocar a terceira cruz, a doente recuperou instantaneamente a saúde. Foi assim que Santa Helena, e o bispo de Jerusalém, Macário, e milhares de devotos levaram a cruz em piedosa procissão pelas ruas de Jerusalém. E que pelo caminho encontraram com uma mulher viúva que levava a seu filho morto a enterrar e que aproximaram a Santa Cruz ao morto e este ressuscitou.

Santa Helena, Imperatriz, rogai por nós!

Oração -Pela Cruz que descobristes, pela Coroa de espinhas e pelos Cravos, eu Vos peço, Santa Helena, sede a minha advogada, junto a Nosso Senhor Jesus Cristo. Defendei-me, Senhora, das tentações, dos perigos, das aflições, dos maus pensamentos dos pecados. Com Santo Alberto Hurtado Cruchaga, Presbítero no Chile, S.J. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 18 1. Em Palestrina, no Lácio, região da Itália, Santo Agapito, mártir.(† data inc.) 2. Em Útica, na África Proconsular, atualmente na Tunísia, os santos mártires da “Massa Cândida”, que, mais numerosos que os peixes recolhidos na rede pelos Apóstolos, seguindo fielmente o seu bispo Quadrato, professaram unanimemente a fé em Cristo Filho de Deus e por Ele aceitaram generosamente o martírio.(† s. III-IV) 3. Em Mira, na Lícia, atualmente na Turquia, São Leão, mártir.(† s. III-IV) 4. Em Roma, junto à Via Labicana, Santa Helena, mãe do imperador Constantino, que se empenhou generosamente em ajudar os pobres e frequentava a igreja anonimamente integrada na multidão dos fiéis; fez a peregrinação a Jerusalém, para encontrar os lugares do Nascimento, Paixão e Ressurreição de Cristo e honrou com veneráveis basílicas o presépio e a cruz do Senhor.(† c. 329) 5. Em Metz, na Gália Bélgica, atualmente na França, São Firmino, bispo.(† s. IV) 6. Em Arles, na Provença, também na atual França, Santo Eônio, bispo, que defendeu dos erros de Pelágio a sua Igreja e recomendou ao seu povo como sucessor São Cesário, que ele tinha ordenado presbítero.(† 502) 7. Na Bitínia, na atual Turquia, o passamento de São Macário, hegúmeno do mosteiro de Pelecete, que, no tempo do imperador Leão V, suportou muitas tribulações pela defesa das sagradas imagens.(† 850) 8. No mosteiro de Cava de’ Tirréni, na Campânia, região da Itália, o Beato Leonardo, abade, extraordinário homem de paz.(† 1255) 9. Em Ravena, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, região da Itália, o Beato Reinaldo de Concorezzo, bispo, ilustre pelo seu zelo, prudência e caridade.(† 1321) 10. Em Mântua, na Lombardia, também região da Itália, a Beata Paula Montáldi, virgem, abadessa da Ordem das Clarissas, célebre pela sua devoção à Paixão do Senhor, assiduidade na oração e austeridade de vida.(† 1514) 11. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato António Banassat, presbítero e mártir, um pároco que, durante a perseguição da Revolução Francesa, foi preso em ódio à fé cristã e morreu de fome e inanição.(† 1794) 12. Em Valdemoro, perto de Madrid, na Espanha, o Beato Francisco Árias Martin, presbítero e mártir, um noviço da Ordem de São João de Deus, que, durante a perseguição religiosa, em breve tempo consumou o caminho da perfeição.(† 1936) 13. Em Barbastro, perto de Huesca, também na Espanha, os beatos Jaime Falgarona Vilanova e Atanásio Vidaurreta Labra, religiosos da Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria e mártires na mesma perseguição.(† 1936) 14. Em Alcañiz, localidade da província de Teruel, também na Espanha, o Beato Martinho Martínez Pascual, presbítero e mártir, agregado à Irmandade dos Sacerdotes Operários Diocesanos, que na mesma perseguição e no mesmo dia, recebeu a coroa de glória.(† 1936) 15. Em Rafelbunyol, localidade da província de Valência, também na Espanha, o Beato Vicente Maria Izquierdo Alcón, presbítero e mártir, morto em ódio à fé cristã na mesma perseguição.(† 1936) 16. Em Valdepeñas, localidade da província de Ciudad Real, também na Espanha, os beatos mártires Félix González Bustos, Pedro Buitrago Morales e Justo Arévalo y Mora, presbíteros da diocese de Ciudad Real, e cinco religiosos[1] da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs, que na mesma perseguição e no mesmo dia, receberam a coroa de glória. [1] Estes são os seus nomes: Agapito Leão (Remígio Ângelo Ollala Aldea), Dâmaso Luís (Antolino Martínez Martínez), Josafat Roque (Urbano Corral González), Júlio Afonso (Valeriano Ruiz Peral), Ladislau Luís (Isidro Muñoz Antolin), religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs.(† 1936) 17. Em La Tejera, perto de Tineo, nas Astúrias, também na Espanha, os beatos Celestino José Alonso Villar, Gregório Díez Pérez e Tiago Franco Mayo, presbíteros, e Abílio Sáiz López, religioso, todos da Ordem dos Pregadores e mártires, que, oprimidos pela violência dos inimigos da Igreja, foram ao encontro do Senhor.(† 1936) 18. Em Seo de Urgel, cidade da Catalunha, também na Espanha, o Beato Jacob Samuel (José Henrique Chamayou Oulés), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir, que pelo martírio na mesma perseguição se tornou participante na vitória de Cristo.(† 1936) 19. Em San Boy de Llusanés, perto de Barcelona, também na Espanha, os beatos Honorato Alfredo (Agostinho Pedro Calvo), e Olegário Ângelo (Eudaldo Rodas Más), religiosos da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártires, que, na mesma perseguição, derramaram o seu sangue por Cristo.(† 1936) 20. Em Torrijos, perto de Toledo, também na Espanha, o Beato Libério González Nombela, presbítero da diocese de Toledo e mártir, que, durante a mesma perseguição contra a fé, terminou a sua vida seguindo a Cristo até à morte.(† 1936) 21. Em Santiago do Chile, Santo Alberto Hurtado Cruchaga, presbítero da Companhia de Jesus, que fundou uma obra para que os pobres sem tecto e os vagabundos, sobretudo as crianças, pudessem encontrar uma verdadeira e familiar habitação.(† 1952)

São Jacinto, sobrinho do Bispo de Cracóvia

São Jacinto, sobrinho do Bispo de Cracóvia

Santo do Dia – 17 de Agosto

São Jacinto, sobrinho do Bispo de Cracóvia

São Jacinto,

Sobrinho do Bispo de Cracóvia · † 1257

As Origens

São Jacinto, sobrinho do Bispo de Cracóvia

São Jacinto nasceu na Silésia, cidade localizada entre Breslau e Cracóvia, na Polônia, em 1183. Era sobrinho do Bispo de Cracóvia, e desde cedo aprendeu a bondade e a caridade, despertando assim sua vocação religiosa.

Estudou direito e teologia em Cracóvia, Praga e Bolonha, e foi ordenado sacerdote e depois cônego da catedral de Cracóvia, destacando-se desde cedo por sua dedicação ao estudo e à vida espiritual.

Em Roma, conheceu São Domingos e entrou na Ordem dos Pregadores, dando início a uma das mais férteis vocações missionárias de sua época.

Apóstolo da Polônia

Jacinto trabalhou incansavelmente pela união das Igrejas do Oriente e do Ocidente, chegando até Kiev, onde desenvolveu uma eficiente missão evangelizadora, levando a Ordem dos Dominicanos para aquela região. Foram quarenta anos de intensa vida missionária, o que lhe rendeu o título de “apóstolo da Polônia”.

A festa de São Jacinto era tradicionalmente celebrada um dia depois de sua morte. Contudo, em razão da veneração da Assunção de Maria, foi transferida para o dia 17 de agosto.

Chamado por Nossa Senhora

Na iconografia, Jacinto aparece vestido com o hábito dominicano, carregando o ostensório em uma mão e uma estátua de Nossa Senhora na outra.

De acordo com uma história do século XVI, enquanto fugia com o ostensório durante o ataque dos tártaros em Kiev, entre 1241 e 1242, ele foi chamado por Maria para levar também sua estátua consigo. O ostensório em suas mãos representa, ainda, o seu grande amor pela Eucaristia.

A Morte

No dia 15 de agosto de 1257, São Jacinto morreu no Mosteiro de Cracóvia, na Polônia, consumido pelas fadigas, aos setenta e dois anos de idade.

Considerado pelos biógrafos uma das glórias da Ordem Dominicana, foi canonizado em 1594 pelo papa Clemente VII.

São Jacinto, rogai por nós!


Jacinto — Nome de origem grega, Hyákinthos, relacionado à flor jacinto. Na mitologia grega, Jacinto foi um jovem amado pelo deus Apolo e transformado na flor que leva seu nome, símbolo de beleza e delicadeza.

“Oração – Santo devotíssimo da Eucaristia e de Maria, fazei com que os amemos de todo o coração assim como tu amavas. Da mesma forma, sejamos verdadeiros divulgadores de Deus. Amém.”

São Jacinto, rogai por nós!

Santo Eusébio — Papa, valoroso testemunho de Cristo, deportado pelo imperador Maxêncio na Sicília.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 17 de agosto:

1

São Jacinto
Presbítero da Ordem dos Pregadores. Em Cracóvia, na Polônia. Cônego da catedral local, tornou-se incansável missionário e evangelizador da Polônia e da Rússia, sendo considerado uma das glórias da Ordem Dominicana.

† 1257

2

Santa Beatriz da Silva
Virgem da Ordem de São Domingos. Em Toledo, na Espanha.

† 1492

3

São Míron
Presbítero e mártir. Em Cízico, no Helesponto, hoje na Turquia. No tempo do imperador Décio, depois de muitos suplícios, foi decapitado.

† s. III

4

São Mamede
Mártir. Em Cesareia da Capadócia, hoje Kayseri, na Turquia. Pastor de condição muito humilde.

† 273/274

5

Santo Eusébio
Papa. Na Sicília, hoje região da Itália. Valoroso testemunho de Cristo, foi deportado pelo imperador Maxêncio.

† 310

6

São Jerão
Presbítero e mártir. Na Frísia, no território da atual Holanda. Narra-se ter sido morto por pagãos normandos.

† 856

7

Santo Elias o Jovem
Monge segundo as regras dos Padres orientais. Em Tessalônica, na atual Grécia.

† 903

8

São Nicolau Políti
Eremita. Em Arcária, perto de Milazzo, na Sicília. Passou a vida em suprema austeridade numa caverna.

† 1107

9

Beato Alberto
Presbítero. Em Colle di Val d’Elsa, hoje na Toscana, região da Itália. Deu ao povo um egrégio exemplo de virtude.

† 1202

10

Santa Clara da Cruz
Virgem da Ordem das Eremitas de Santo Agostinho. Em Montefalco, na Úmbria, região da Itália.

† 1308

11

Santos Tiago Kyuhei Gorobioye e Miguel Kurobi Oye
Mártires. Em Nagasaki, no Japão. Condenados à pena capital, morreram por Cristo.

† 1633

12

Santa Joana Delanoue
Virgem. Em Saumur, na França. Totalmente confiada no auxílio da divina providência, fundou o Instituto das Irmãs de Santa Ana da Providência.

† 1736

13

Beato Natal Hilário Le Conte
Mártir. Na França. Durante a violenta perseguição religiosa foi encerrado na galera e, consumido pela enfermidade, morreu por Cristo.

† 1794

14

Beato Henrique Canadell Quintana
Presbítero da Ordem dos Clérigos Regrantes das Escolas Pias e mártir. Em Castellfollit de la Roca, na Espanha. Assassinado em ódio à Igreja.

† 1936

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

20ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira

20ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (Ez 24,15-24)

Leitura da Profecia de Ezequiel.

15 A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 16 “Filho do homem, vou tirar de ti, por um mal súbito, o encanto de teus olhos. Mas não deverás lamentar-te nem chorar ou derramar lágrimas. 17 Geme em silêncio, sem fazer o luto dos mortos. Põe o turbante na cabeça, calça as sandálias nos pés, sem encobrir a barba, nem comer o pão dos enlutados”. 18 Eu tinha falado ao povo pela manhã, e à tarde minha esposa morreu. Na manhã seguinte, fiz como me foi ordenado. 19 Então o povo perguntou-me: “Não nos vais explicar o que têm a ver conosco as coisas que tu fazes?” 20 Eu respondi-lhes: “A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 21 Fala à casa de Israel: Assim diz o Senhor Deus: Vou profanar o meu santuário, o objeto do vosso orgulho, o encanto de vossos olhos, o alento de vossas vidas. Os filhos e as filhas que lá deixastes, tombarão pela espada. 22 E fareis assim como eu fiz: Não cobrireis a barba, nem comereis o pão dos enlutados, 23 levareis o turbante na cabeça, as sandálias nos pés, sem vos lamentar nem chorar. Definhareis por causa de vossas próprias culpas, gemendo uns para os outros. 24 Ezequiel servirá para vós como sinal: Fareis exatamente o que ele fez; quando isso acontecer, sabereis que eu sou o Senhor Deus”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Dt 32,18-19.20.21 (R. cf. 18a)

– Esqueceram o Deus que os gerou.

– Esqueceram o Deus que os gerou.

– Da Rocha que te deu à luz, te esqueceste, do Deus que te gerou, não te lembraste. Vendo isto, o Senhor os desprezou, aborrecido com seus filhos e suas filhas.

– E disse: “Esconderei deles meu rosto e verei, então, o fim que eles terão, pois, tornaram-se um povo pervertido, são filhos que não têm fidelidade.

– Com deuses falsos provocaram minha ira, com ídolos vazios me irritaram; vou provocá-los por aqueles que nem são um povo, através de gente louca hei de irritá-los.

Evangelho (Mt 19,16-22)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 16 alguém aproximou-se de Jesus e disse: “Mestre, o que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?” 17 Jesus respondeu: “Por que tu me perguntas sobre o que é bom? Um só é o Bom. Se tu queres entrar na vida, observa os mandamentos”. 18 O homem perguntou: “Quais mandamentos?” Jesus respondeu: “Não matarás, não cometerás adultério, não roubarás, não levantarás falso testemunho, 19 honra teu pai e tua mãe, e ama teu próximo como a ti mesmo”. 20 O jovem disse a Jesus: “Tenho observado todas essas coisas. O que ainda me falta?” 21 Jesus respondeu: “Se tu queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. 22 Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Jz 2,11-19)

Leitura do Livro dos Juízes

Naqueles dias, 11 os filhos de Israel fizeram o que desagrada ao Senhor, servindo a deuses cananeus. 12 Abandonaram o Senhor, o Deus de seus pais, que os havia tirado do Egito, e seguiram outros deuses dos povos que em torno deles habitavam, e os adoraram, provocando assim a ira do Senhor. 13 Afastaram-se do Senhor, para servir a Baal e a Astarte. 14 Por isso acendeu-se contra Israel a ira do Senhor, que os entregou nas mãos dos salteadores que os saqueavam, e os vendeu aos inimigos que habitavam nas redondezas. E eles não puderam resistir aos seus adversários. 15 Em tudo o que desejassem empreender, a mão do Senhor estava contra eles para sua desgraça, como lhes havia dito e jurado. A sua aflição era extrema. 16 Então o Senhor mandou-lhes juízes, que os livrassem das mãos dos saqueadores. 17 Eles, porém, nem aos seus juízes quiseram ouvir, e continuavam a prostituir-se com outros deuses, adorando-os. Depressa se afastaram do caminho seguido por seus pais, que haviam obedecido aos mandamentos do Senhor; não procederam como eles. 18 Sempre que o Senhor lhes mandava juízes, o Senhor estava com o juiz, e os livrava das mãos dos inimigos enquanto o juiz vivia, porque o Senhor se deixava comover pelos gemidos dos aflitos. 19 Mas, quando o juiz morria, voltavam a cair e portavam-se pior que seus pais, seguindo outros deuses, servindo-os e adorando-os. Não desistiram de suas obras perversas nem da sua conduta obstinada. Palavra do Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 105(106),34-35.36-37.39-40.43ab e 44 (R. 4a)

– Lembrai-vos de nós ó Senhor, segundo o amor para com vosso povo! Não quiseram suprimir aqueles povos,  que o Senhor tinha mandado exterminar;  misturaram-se, então, com os pagãos,  e aprenderam seus costumes depravados. 

– Lembrai-vos de nós ó Senhor, segundo o amor para com vosso povo! Não quiseram suprimir aqueles povos,  que o Senhor tinha mandado exterminar;  misturaram-se, então, com os pagãos,  e aprenderam seus costumes depravados.

– Aos ídolos pagãos prestaram culto,  que se tornaram armadilha para eles; pois imolaram até mesmo os próprios filhos,  sacrificaram suas filhas aos demônios. 

 – Contaminaram-se com suas próprias obras, prostituíram-se em crimes incontáveis. Acendeu-se a ira de Deus contra o seu povo,  e o Senhor abominou a sua herança. 

– Quantas vezes o Senhor os libertou!  Eles, porém, por malvadez o provocavam. Mas o Senhor tinha piedade do seu povo,  quando ouvia o seu grito na aflição. 

– Aclamação ao Evangelho. Aleluia, Aleluia, Aleluia. V. Felizes os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.

Evangelho (Mt 19,16-22)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

Naquele tempo, 16 alguém aproximou-se de Jesus e disse: “Mestre, o que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?” 17 Jesus respondeu: “Por que tu me perguntas sobre o que é bom? Um só é o Bom. Se tu queres entrar na vida, observa os mandamentos”. 18 O homem perguntou: “Quais mandamentos?” Jesus respondeu: “Não matarás, não cometerás adultério, não roubarás, não levantarás falso testemunho, 19 honra teu pai e tua mãe, e ama teu próximo como a ti mesmo”. 20 O jovem disse a Jesus: “Tenho observado todas essas coisas. O que ainda me falta?” 21 Jesus respondeu: “Se tu queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. 22 Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. Palavra da Salvação.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Santo Estevão, Rei – 16 de Agosto

Santo Estêvão da Hungria: rei, diplomata e caridoso

Santo do Dia – 16 de Agosto

Santo Estêvão

Santo Estêvão,

Rei, Diplomata e Caridoso · † 1038

Origens

Santo Estêvão da Hungria: rei, diplomata e caridoso Nasceu por volta de 969, na região da Panônia, atual Hungria, área onde as tribos magiares, então dominadas pela Alemanha e pela França, entraram em contato com o cristianismo.

Este contato proporcionou que inúmeras pessoas fossem, aos poucos, se convertendo e abraçando a religião católica. Filho primogênito do duque Gesa com uma princesa cristã, Estêvão foi criado no seguimento de Cristo.

Ao completar dez anos de idade, foi batizado; na cerimônia, teve a felicidade de ver seu pai, convertido, recebendo o mesmo sacramento.

Vida e Missão

Em 997, tornou-se rei após a morte de seu pai, que sonhava em unir seu povo em uma única nação cristã, mas não conseguiu alcançá-la. Estêvão resolveu seguir o legado paterno e, sendo um excelente estadista, unificou as trinta e nove tribos, até então hostis entre si, fundando o povo húngaro e consolidando o cristianismo como única religião desta nação.

Casou-se com a princesa Gisela, irmã do imperador da Baviera, Henrique II. Seu orientador espiritual, o bispo de Praga, Santo Adalberto, confiou aos monges beneditinos de Cluny a missão de ensinar ao povo a doutrina cristã.

Conseguiu do Papa Silvestre II a fundação de uma hierarquia autônoma para a Igreja húngara, enviando a Roma o monge Astric, que o papa consagrou bispo. Assim, criou dez dioceses e cuidou da fundação de muitas abadias, inspirando-se na reforma de Cluny

Caridade, Diplomacia e Legado

Fundou hospitais, asilos e creches para a população pobre, atendendo especialmente os abandonados e marginalizados. Com toda a humildade, fazia questão de tratar pessoalmente dos doentes, tendo adquirido o dom da cura.

Corajoso e diplomático, soube consolidar as relações com os países vizinhos, mantendo vínculos até mesmo com o imperador de Bizâncio. Transformou a nação próspera e o povo húngaro num dos mais fervorosos seguidores da Igreja Católica.

Santo Estêvão é exemplo do que podem fazer todas as pessoas influentes na sociedade. A influência é dom de Deus e há de orientar-se sempre para o bem — o apostolado cristão é dever de todos os que foram dotados de riquezas, poder e autoridade.

A Morte e a Glorificação

Muito hábil em política, o rei Estêvão I faleceu em 1038. Devido a seus grandes feitos, passou a ser venerado pelo povo húngaro, que fez do seu túmulo local de intensa peregrinação de fiéis, que iam agradecer ou pedir sua intercessão para graças e milagres.

Cinquenta anos mais tarde, após os seus feitos de santidade percorrerem toda a Europa, foi incluído no livro dos santos, em 1083, pelo papa Gregório VII.

Santo Estêvão da Hungria, rogai por nós!


Estêvão — Tem origem no grego Stéphanos, que significa “coroa” ou “aquele que é coroado”. Nome que remete à realeza e à glória concedida por Deus aos que servem com justiça.

“A ti querido Estêvão, mestre da caridade, pedimos que rogue pelos nossos políticos e líderes sociais a fim de que se tornem verdadeiros discípulos da tua virtude de magnânimo. Por Cristo, nosso Senhor, amém.”

Santo Estêvão da Hungria, rogai por nós!

São Roque — Peregrino que adquiriu fama de santidade cuidando dos afetados pela peste em sua piedosa peregrinação pela Itália.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 16 de agosto:

1

Santo Estêvão da Hungria
Rei. Filho do duque Gesa, foi o primeiro rei cristão da Hungria; unificou o povo húngaro e consolidou o cristianismo em suas terras.

† 1038

2

Santo Arsácio
Professou a fé cristã e, deixando a vida militar, retirou-se para a solidão em Nicomédia.

† c. 358

3

São Teodoro
Bispo. Primeiro bispo de Sion, no território de Valais, na Helvécia, hoje na Suíça; defendeu a fé católica contra os arianos.

† s. IV

4

Santo Armagilo
Eremita. Na Bretanha Menor, na hodierna França.

† s. VI

5

São Frambaldo
Monge. No território de Le Mans, na Gália, hoje também na França; seguiu ora a vida solitária ora a vida cenobítica.

† c. 650

6

Beato Rodolfo de la Fustaie
Presbítero. Na floresta de Rennes, na Bretanha Menor, também na França; fundador do Mosteiro de São Sulpício.

† 1129

7

Beato Lourenço
Em Subiaco, na Itália; tendo matado um homem acidentalmente, decidiu expiar sua pena com extrema austeridade e penitência.

† 1243

8

São Roque
Na Lombardia, também na Itália; adquiriu fama de santidade com sua piedosa peregrinação através da Itália, cuidando dos afetados pela peste.

† c. 1379

9

Beato Ângelo Agostinho Mazzinghi
Presbítero da Ordem dos Carmelitas. Em Florença, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália.

† 1438

10

Beato Melchior Kumagai Motonao
Pai de família e mártir. Em Hagi, no Japão.

† 1605

11

Beato João de Santa Marta
Presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir. Em Kioto, no Japão.

† 1618

12

Beatos Simão Bokusai Kyota, Madalena Bokusai Kyota, Tomé Gengoro, Maria e Tiago
Mártires. Em Kokura, no Japão; catequista e esposos, acompanhados de seu filho.

† 1620

13

Beato João Baptista Ménestrel
Presbítero e mártir. Na França.

† 1794

14

Santa Rosa Fan Hui
Virgem e mártir. Em Fanjiazhuang, província da China.

† 1900

15

Beata Petra de São José
Fundadora da Congregação das Irmãs Mães dos Desamparados. Em Barcelona, na Espanha.

† 1906

16

Beato Plácido Garcia Gilaber
Religioso da Ordem dos Frades Menores e mártir. Em Dénia, na província de Alicante, também na Espanha.

† 1936

17

Beato Henrique Garcia Beltran
Diácono da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir. Em Benicassim, na Espanha.

† 1936

18

Beato Gabriel María de Benifayó (José Maria Sanchis Mompó)
Mártir. Em Picassent, província de Valência, na Espanha.

† 1936

19

Beato António Rodríguez Blanco
Presbítero da diocese de Córdova e mártir. Em Pozoblanco, perto de Córdova, na Espanha.

† 1936

20

Beato Vítor Chumillas Fernández e dezanove companheiros
Mártires. Em Fuente el Fresno, na Espanha.

† 1936

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Rei da Hungria, que, renascido pelo Batismo pelo Bispo de Praga, recebeu do Papa Silvestre II a coroa do reino em 997. Casou com Gisela, irmã do imperador Henrique. Deixou por escrito normas de governo para seu filho e herdeiro, Américo, que faleceu antes dele e é venerado como santo. Impulsionou a propagação da fé cristã entre os húngaros, organizou a Igreja no seu reino e dotou-a de bens e mosteiros. Dedicou a vida tentando fazer de seu reino uma imagem do Reino dos Céus. Recebeu do Sumo Pontífice o título de “Rex Apostolicus” — Rei Apostólico —, porque ele tinha feito um tão magnífico apostolado. Em toda parte onde ele fosse, podia ser precedido por um dignitário que levava diante dele a Cruz de Cristo. Era tão elevado esse título de Rei Apostólico, que os imperadores da Áustria, até o último deles, que também eram reis da Hungria, se chamavam “Vossa Majestade Imperial Apostólica”, porque o Rei Apostólico era o Rei da Hungria. Foi justo e pacífico no governo dos seus súbditos, até que no dia da Assunção do ano de 1038, a sua alma subiu ao Céu. A coroa real oferecida pelo Papa Silvestre II, até hoje é venerada como relíquia e como símbolo da nacionalidade húngara.

Santo Estevão, rogai por nós!

Oração – Deus eterno e todo-poderoso, que destes a Santo Estevão a graça de lutar pela justiça até a morte, concedei-nos, por sua intercessão, suportar por vosso amor as adversidades, e correr ao encontro de vós que sois a nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. Com são Roque. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 16 2. Comemoração de Santo Arsácio, que, no tempo do imperador Licínio, professou a fé cristã e, deixando a vida militar, se retirou para a solidão em Nicomédia; finalmente, vaticinando a iminente destruição da cidade, enquanto orava entregou o seu espírito a Deus.(† c. 358) 3. Em Sion, no território de Valais, na Helvécia, hoje na Suíça, São Teodoro, primeiro bispo desta cidade, que, seguindo o exemplo de Santo Ambrósio, defendeu a fé católica contra os arianos e recebeu com honras solenes as relíquias dos mártires de Agauno.(† s. IV) 4. Na Bretanha Menor, na hodierna França, Santo Armagilo, eremita.(† s. VI) 5. No território de Le Mans, na Gália, hoje também na França, São Frambaldo, monge, que seguiu ora a vida solitária ora a vida cenobítica.(† c. 650) 6. Na floresta de Rennes, na Bretanha Menor, França, o Beato Rodolfo de la Fustaie, presbítero, fundador do mosteiro de São Sulpício.(† 1129) 7. Em Subíaco, no Lácio, região da Itália, o Beato Lourenço, chamado Lorigado, que, tendo matado um homem acidentalmente, decidiu expiar a sua pena com extrema austeridade e penitência, vivendo solitariamente na caverna de um monte.(† 1243) 8. Na Lombardia, também na Itália, São Roque, que, nascido em Montpellier, no Languedoc, região da França, adquiriu fama de santidade com a sua piedosa peregrinação através da Itália, cuidando os afetados pela peste.(† c. 1379) 9. Em Florença, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, o Beato Ângelo Agostinho Mazzinghi, presbítero da Ordem dos Carmelitas.(† 1438) 10. Em Hagi, no Japão, o Beato Melchior Kumagai Motonao, pai de família e mártir.(† 1605) 11. Em Kioto, no Japão, o Beato João de Santa Marta, presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir, que, enquanto ia conduzido ao suplício, pregava ao povo e cantava o salmo “Laudate Dóminum, omnes gentes” (Louvai o Senhor, todas as nações).(† 1618) 12. Em Kokura, também no Japão, os beatos mártires Simão Bokusai Kyota, catequista, e Madalena Bokusai Kyota, esposos, Tomé Gengoro e Maria, também esposos, e Tiago seu filho, ainda criança, que, por ordem do governador Yetsundo, foram todos crucificados de cabeça para baixo em ódio ao nome de Cristo.(† 1620) 13. Num sórdido barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato João Batista Ménestrel, presbítero e mártir, que, durante a Revolução Francesa, foi condenado à galera por causa do seu sacerdócio e, infectado por chagas putrefactas, consumou o seu martírio.(† 1794) 14. Em Fanjiazhuang, povoação próxima de Wujiao, no Hebei, província da China, Santa Rosa Fan Hui, virgem e mártir, que, na perseguição desencadeada pelos sequazes da seita dos “Yihetuan”, espancada e cheia de feridas, foi lançada ao rio ainda com vida.(† 1900) 15. Em Barcelona, na Espanha, a Beata Petra de São José (Ana Josefa Pérez Florido), virgem, que se dedicou diligentemente à assistência dos anciãos abandonados e fundou a Congregação das Irmãs Mães dos Desamparados.(† 1906) 16. Em Dénia, na província de Alicante, Espanha, o Beato Plácido Garcia Gilaber, religioso da Ordem dos Frades Menores e mártir, que consumou egregiamente o seu combate por Cristo.(† 1936) 17. Em Benicassim, localidade próxima de Castellón, Espanha, o Beato Henrique Garcia Beltran, diácono da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir, que pelo martírio se tornou participante na vitória de Cristo.(† 1936) 18. Em Picassent, localidade da província de Valência, Espanha, o Beato Gabriel María de Benifayó (José Maria Sanchis Mompó), religioso da Congregação dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores, que, oprimido pela violência dos inimigos da Igreja, foi ao encontro do Senhor.(† 1936) 19. Em Pozoblanco, perto de Córdova, Espanha, o Beato Antônio Rodríguez Blanco, presbítero da diocese de Córdova e mártir, que padeceu o martírio na mesma perseguição contra a fé.(† 1936) 20. Em Fuente el Fresno, localidade da província de Ciudad Real, Espanha, os beatos mártires Vítor Chumillas Fernández, presbítero, e dezanove companheiros[1] da Ordem dos Frades Menores, que, durante a violenta perseguição contra a Igreja, em ódio à religião foram conduzidos à glória celeste. [1] São estes os seus nomes: Martinho Lozano Tello, Julião Navio Colado, Domingos Alonso de Frutos, Benigno Prieto del Pozo, Ângelo Hernández-Ranera de Diego, presbíteros; Vicente Majadas Málaga, Valentim Díez Serna, Tiago Maté Calzada, Saturnino Rio Rojo, Raimundo Tejado Librado, Marcelino Ovejero Gómez, José de Vega Pedraza, José Álvarez Rodríguez, Frederico Herrera Bermejo, Félix Maroto Moreno, António Rodrigo Antón, André Majadas Málaga, Anastásio González Rodríguez, Afonso Sánchez Hernández-Ranera, religiosos.(† 1936)