São Mateus, Apóstolo e Evangelista – 21 de Setembro

São Mateus, Apóstolo e Evangelista

Santo do Dia – 21 de Setembro

São Mateus o Apóstolo e Evangelista

São Mateus,

Apóstolo e Evangelista · † s. I

Origens

São Mateus o Apóstolo e Evangelista

São Mateus era pecador, um cobrador de impostos, que deixou tudo e seguiu Jesus, tornando-se um dos Doze Apóstolos. Os evangelistas Lucas e Marcos também o chamam de Levi, o nome dado pelos seus pais – ele mudou o nome como uma forma, típica da época, de indicar a mudança de vida.

O nome Mateus, algumas vezes, foi citado nos Atos dos Apóstolos. O anúncio de Cristo foi a sua missão.

São Mateus é identificado com o apelido de “publicano”, termo carregado de consequências negativas e socialmente relevantes. O desprezo pelos cobradores de impostos, no tempo de Jesus, estava muito enraizado, e não por se odiar alguém só porque trabalha no que hoje chamamos de finanças. Os judeus, na época, não pagavam impostos ao seu estado soberano e livre, mas aos ocupantes romanos; na prática, tratava-se de financiar aqueles que os oprimiam. Por isso, consideravam o cobrador de impostos um colaborador detestável.

Mateus, o cobrador de impostos

São Mateus fazia esse trabalho em Cafarnaum da Galileia, com seu banco ali, ao ar livre. Jesus o vê pouco depois de curar um paralítico e o chama. Mateus se levanta de repente, deixa tudo e segue Jesus. A partir desse momento, os impostos, as finanças, os romanos deixam de existir. Deixa tudo por aquela palavra de Jesus: “Siga-me”.

Autor do primeiro Evangelho

São Mateus é autor do primeiro Evangelho, escrito não em grego, mas em aramaico. Os destinatários do Evangelho de Mateus são os cristãos de origem judaica: no texto, ele coloca em realce o fato de que Jesus é o Messias, que cumpre as promessas do Antigo Testamento.

Evangelizador no Oriente Médio

Depois da morte e ressurreição de Jesus, os apóstolos espalharam-se pelo mundo; e Mateus foi para a Arábia e Pérsia para evangelizar aqueles povos. Porém, foi vítima de uma grande perseguição por parte dos sacerdotes locais, que mandaram arrancar-lhe os olhos e o encarceraram para, depois, ser sacrificado aos deuses. Mas Deus não o abandonou e mandou um anjo que curou seus olhos e o libertou.

Mateus seguiu, então, para a Etiópia, onde, mais uma vez, foi perseguido por feiticeiros que se opunham à evangelização. Porém, o príncipe herdeiro morreu e Mateus foi chamado ao palácio. Por uma graça divina, fez o filho da rainha Candece ressuscitar, causando grande espanto e admiração entre os presentes. Com esse ato, Mateus conseguiu converter grande parte da população. Na época, a Igreja da Etiópia passou a ser uma das mais ativas e florescentes dos tempos apostólicos.

A morte

Segundo algumas fontes, Mateus teria morrido por causas naturais; no entanto, segundo algumas tradições, consideradas pouco críveis, a sua existência terminou na Etiópia.

Relíquias

As suas relíquias encontram-se na cripta da Catedral de Salerno. Ali, o Santo é festejado, em 21 de setembro, com uma solene procissão.

Padroeiro

São Mateus é considerado o santo padroeiro dos banqueiros, bancários, alfandegários, da Guardia di Finanza (na Itália), cambistas, contadores, consultores tributários, contabilistas e cobradores de dívidas. O documento papal, atestando o patrocínio reconhecido, é datado de 10 de abril de 1934 e é assinado pelo Cardeal Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XII. O Papa que acolheu o pedido do Comandante Geral, apoiado pelo Ordinário Militar da época, foi Pio XI.

O “Pontifício Breve”, ao declarar São Mateus Patrono da Guardia di Finanza, espera que todos os membros do Corpo possam, seguindo o seu exemplo, unir o fiel exercício do dever para com o Estado com o fiel seguimento de Cristo.

São Mateus, apóstolo e evangelista, rogai por nós!

Mateus — Significa “dom de Deus” ou “presente de Deus”. Tem origem no hebraico Mattityahu, formado por matat (“dom”) e Yah (“Deus”), e chegou ao português por meio do grego Matthaios e do latim Matthaeus.

“Oração – Tu que conhecestes Jesus de modo tão profundo, e a partir disso soube relatar seus mistérios. Que o sentido da nossa vida seja conhecer o Cristo e testemunhá-lo, assim como tu fizeste. Que sejamos fiéis seguidores e adoradores do Senhor. Amém!”

São Mateus, apóstolo e evangelista, rogai por nós!

São Jonas — Profeta, filho de Amitai, cujo nome foi dado a um livro do Antigo Testamento.

Outros santos e beatos que a Igreja faz memória em 21 de setembro:

1

São Jonas
Profeta, filho de Amitai. Seu nome foi dado a um livro do Antigo Testamento.

2

São Quadrato
Discípulo dos Apóstolos. Na Grécia.

† s. II

3

São Pânfilo
Mártir. Em Roma, junto à Via Salária Antiga.

† data inc.

4

Santo Alexandre
Mártir. Em Valle del Baccano, na Via Cássia, a vinte milhas da cidade de Roma.

† data inc.

5

Santos Eusébio, Néstabo e Zenão
Mártires. Em Gaza, na Palestina. Três irmãos; com eles padeceu também São Nestor.

† 362

6

São Castor
Bispo. Em Apt, na Provença, atualmente na França.

† c. 426

7

São Cadoc
Abade. No mosteiro de Llancarfan, no País de Gales. Em seu nome foram fundados muitos mosteiros também na Cornualha, região da Inglaterra, e na Bretanha Menor, região da França.

† s. VI

8

São Landelino
Monge, natural da Irlanda. No mosteiro de Ettenheim, na região de Baden, na Alemanha.

† s. VII

9

São Gerulfo
Mártir, adolescente. Em Tronchiennes, na Flandres, região da Austrásia, atualmente na Bélgica.

† c. 750

10

Santa Maura
Virgem. Em Troyes, na Gália, hoje na França. Célebre pela sua piedade e obras de caridade.

† c. 850

11

Beato Marcos de Módena Scalabríni
Presbítero da Ordem dos Pregadores. Em Pêsaro, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália.

† 1498

12

Santos Francisco Jaccard e Tomé Tran Van Thien
Mártires. Junto à fortaleza de Quang-Tri, no Anam, atualmente no Vietnam. Francisco era presbítero da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris.

† 1838

13

Santos Lourenço Imbert, Pedro Maubant e Tiago Chastan
Mártires. Em Sai-Nam-Hte, na Coreia. Lourenço, bispo; Pedro e Tiago, presbíteros da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris.

† 1839

14

Beatos Vicente Gálbis Gironês e Manuel Torró Garcia
Mártires. Em Benisoda, povoação da província de Valência, na Espanha. Vicente, pai de família. Configurados à paixão de Cristo na sua vida, O imitaram no triunfo do martírio.

† 1936

15

Beato Diogo Hompanera Paris
Religioso da Ordem de Santo Agostinho e mártir. Em Málaga, na Espanha. Assassinado em ódio à fé.

† 1936

16

Beatos Nicolau de Mier Francisco e Jacinto Martínez Ayuela
Mártires. Em Cuenca, na Espanha. Nicolau, presbítero, e Jacinto, religioso, ambos da Ordem de Santo Agostinho.

† 1936

17

Beato José Maria (José Mariano Azurmendi de Larrinaga Mugarza)
Presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir. Em Azuaga, perto de Badajoz, na Espanha.

† 1936

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Apóstolo e Evangelista. Homem decidido e generoso desde o primeiro momento da sua vocação.  O primeiro que, por inspiração divina, pôs por escrito a mensagem messiânica de Jesus. Levi, filho de Alfeu Comparando Mt 9.9 com Mc 2.14 e Lc 5.27,28, é identificado com Levi, o filho de Alfeu. Além disso, o nome de Mateus aparece em todas as quatro listas dos Apóstolos (Mt 10 – Mc 3 – Lc 6 – At 1) e o de Levi em nenhum. Era publicano ou recebedor de impostos nos domínios de Herodes Antipas, em Cafarnaum, porto do mar da Galileia. De cobrador de impostos a Apóstolo Foi nesta cidade que Jesus habitou, depois de ter saído de Nazaré – e provavelmente tinha Mateus ouvido nesta mesma povoação os discursos do Divino Mestre e observado os Seus milagres. Deste modo teria sido preparado para obedecer à chamada de Jesus. Com efeito, estando sentado na sua tenda à beira da estrada, tudo deixou para o seguir (Mt 9.9).

Convidou Jesus para uma festa

Depois, ele mostrou a sua afeição ao Mestre e o seu interesse pela felicidade espiritual dos seus antigos companheiros, convidando um grande número de publicanos para uma festa, na qual se oferecia a ocasião de ouvir o Divino Pregador. Foi escolhido por Jesus Cristo para ser um dos doze Apóstolos (Mt 10.3) e estava com os outros Discípulos no Cenáculo, depois da ascensão (At 1.13). A humildade de Mateus A humildade de Mateus pode ser reconhecida no Evangelho que tem o seu nome. Ao enumerar os Apóstolos, ele se cognomina ‘Mateus, o publicano’ (10.3), não suprimindo o seu primeiro emprego.

Deixou tudo

É pelo que diz Lucas, e não pelo que ele escreve, que nós sabemos que ‘deixou tudo’ para seguir a Jesus, e ‘Lhe ofereceu um grande banquete em sua casa’ (Cp. Mt 9.9,10 com Lc 5.27 a 29). Pregação de Mateus Eusébio (Hist. Eccl. iii, 24) diz que Mateus, depois de pregar aos seus próprios conterrâneos, foi para outras nações. Já Sócrates (Hist. Eccl i, 19) diz que foi a Etiópia o centro dos seus trabalhos e a maior parte dos primitivos escritores afirmam que ele teve a morte de um mártir. Na descrição dos quatro seres do Apocalipse – águia, boi, leão, homem – São Mateus é associado àquele com aspecto de homem.

São Mateus, Apóstolo, rogai por nós!

Oração – Ensinai-me por fim a juntar tesouros no céu e a servir a Deus e não ao dinheiro. Amém.

Matheus é uma variante do nome Mateus, este originado no hebraico Mattiyyah, chegou até à língua portuguesa através do latim Mattaeus. Significa “dom de Deus”
Com São Jonas, profeta, filho de Amitai. Martirológio Romano – Secretariado da Liturgia Pt 21 3. Na Grécia, a comemoração de São Quadrato, discípulo dos Apóstolos, que, segundo a tradição, durante a perseguição do imperador Adriano, congregou com a sua fé e zelo pastoral a Igreja dispersa pelo terror e apresentou ao próprio imperador um livro em defesa da religião cristã, em conformidade com a doutrina apostólica, († s. II) 4. Em Roma, junto à Via Salária Antiga, São Pânfilo, mártir, († data inc.) 5. Em Valle del Baccano, na Via Cássia, Roma, Santo Alexandre, mártir, († data inc) 6. Em Gaza, na Palestina, os santos Eusébio, Néstabo e Zenão, mártires, três irmãos espancados e mortos por uma multidão enfurecida de pagãos. Com eles São Nestor, que, pelas feridas recebidas, pouco depois consumou o seu martírio, († 362) 7. Em Apt, na Provença, atualmente na França, São Castor, bispo, pediu a São João Cassiano que escrevesse as célebres “Conferências” sobre os ascetas do Egito, († c. 426) 8. No mosteiro de Llancarfan, no País de Gales, São Cadoc, abade, († s. VI) 9. No mosteiro de Ettenheim, região de Baden, na Alemanha, São Landelino, monge, († s. VII) 10. Em Tronchiennes, Flandres, Austrásia, Bélgica, São Gerulfo, mártir, adolescente, († c.750) 11. Em Troyes, na Gália, hoje na França, Santa Maura, virgem, († c. 850) 12. Em Pêsaro, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, o Beato Marcos de Módena Scalabríni, presbítero, († 1498) 13. Junto à fortaleza de Quang-Tri, no Anam, atualmente no Vietnam, os santos Francisco Jaccard, presbítero e Tomé Tran Van Thien, mártires, enforcados, († 1838) 14. Em Sai-Nam-Hte, na Coreia, a paixão dos santos mártires Lourenço Imbert, bispo, Pedro Maubant e Tiago Chastan, presbíteros, decapitados, († 1839) 15. Em Benisoda, Valência, na Espanha, os beatos mártires Vicente Gálbis Gironês, pai de família, e Manuel Torró Garcia, († 1936) 16. Em Málaga, também na Espanha, o Beato Diogo Hompanera Paris, religioso e mártir, assassinado em ódio à fé, († 1936) 17. Em Cuenca, também na Espanha, os beatos Nicolau de Mier Francisco, presbítero, e Jacinto Martínez Ayuela, religioso e mártires, assassinados em ódio à fé, († 1936) 18. Em Azuaga, perto de Badajoz, também na Espanha, o Beato José Maria (José Mariano Azurmendi de Larrinaga Mugarza), presbítero e mártir, assassinados em ódio à fé, († 1936)

São Mateus, Apóstolo e Evangelista – Festa | Segunda-feira

São Mateus, Apóstolo e Evangelista - Festa | Segunda-feira

Cor Litúrgica: Vermelho

Primeira Leitura (Ef 4,1-7.11-13)

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.

Irmãos, 1 eu, prisioneiro no Senhor, vos exorto a caminhardes de acordo com a vocação que recebestes: 2 Com toda a humildade e mansidão, suportai-vos uns aos outros com paciência, no amor. 3 Aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz. 4 Há um só Corpo e um só Espírito, como também é uma só a esperança à qual fostes chamados. 5 Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, 6 um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por meio de todos e permanece em todos. 7 Cada um de nós recebeu a graça na medida em que Cristo lha deu. 11 E foi ele quem instituiu alguns como apóstolos, outros como profetas, outros ainda como evangelistas, outros, enfim, como pastores e mestres. 12 Assim, ele capacitou os santos para o ministério, para edificar o corpo de Cristo, 13 até que cheguemos todos juntos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, ao estado do homem perfeito e à estatura de Cristo em sua plenitude.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 18(19A),2-3.4-5 (R. 5a)

– Seu som ressoa e se espalha em toda a terra.

– Seu som ressoa e se espalha em toda a terra.

– Os céus proclamam a glória do Senhor, e o firmamento, a obra de suas mãos; o dia ao dia transmite esta mensagem, a noite à noite publica esta notícia.

– Não são discursos nem frases ou palavras, nem são vozes que possam ser ouvidas; seu som ressoa e se espalha em toda a terra, chega aos confins do universo a sua voz.

Evangelho (Mt 9,9-13)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– A vós, ó Deus, louvamos, a vós, Senhor, cantamos, vos louva, ó Senhor, o coro dos apóstolos.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 9 Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10 Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. 11 Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 12 Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13 Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Esd 1,1-6)

Início do Livro de Esdras.

1 No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor pronunciada pela boca de Jeremias, o Senhor moveu o espírito de Ciro, rei da Pérsia, que mandou publicar em todo o seu reino, de viva voz e por escrito, a seguinte proclamação: 2 “Assim fala Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus do Céu, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe construir um templo em Jerusalém, na terra de Judá. 3 Quem, dentre vós todos, pertence ao seu povo? Que o Senhor, seu Deus, esteja com ele, e que se ponha a caminho e suba a Jerusalém, e construa o templo do Senhor, Deus de Israel, o Deus que está em Jerusalém. 4 E a todos os sobreviventes, onde quer que residam, as pessoas do lugar proporcionem prata, ouro, bens e animais, além de donativos espontâneos para o templo de Deus, que está em Jerusalém”. 5 Então se levantaram os chefes de família de Judá e de Benjamim, os sacerdotes e os levitas, todos aqueles que se sentiram inspirados por Deus para ir edificar o templo do Senhor, que está em Jerusalém. 6 E todos os seus vizinhos lhes trouxeram toda a espécie de ajuda em prata, ouro, bens, animais e objetos preciosos, sem falar em todas as doações espontâneas.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 125(126),1-2ab.2cd-3.4-5.6 (R. 3a)

– Maravilhas fez conosco o Senhor!

– Maravilhas fez conosco o Senhor!

– Quando o Senhor reconduziu nossos cativos, parecíamos sonhar; encheu-se de sorriso nossa boca, nossos lábios, de canções. 

– Entre os gentios se dizia: “Maravilhas fez com eles o Senhor!” Sim, maravilhas fez conosco o Senhor, exultemos de alegria!

– Mudai a nossa sorte, ó Senhor, como torrentes no deserto. Os que lançam as sementes entre lágrimas, ceifarão com alegria.

– Chorando de tristeza sairão, espalhando suas sementes; cantando de alegria voltarão, carregando os seus feixes!

Evangelho (Lc 8,16-18)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vós sois a luz do mundo; brilhe a todos a vossa luz. Vendo eles vossas obras, deem glória ao Pai celeste!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 16 “Ninguém acende uma lâmpada para cobri-la com uma vasilha ou colocá-la debaixo da cama; ao contrário, coloca-a no candeeiro, a fim de que todos os que entram, vejam a luz. 17 Com efeito, tudo o que está escondido deverá tornar-se manifesto; e tudo o que está em segredo deverá tornar-se conhecido e claramente manifesto. 18 Portanto, prestai atenção à maneira como vós ouvis! Pois a quem tem alguma coisa, será dado ainda mais; e àquele que não tem, será tirado até mesmo o que ele pensa ter”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

25º Domingo do Tempo Comum | Domingo

25º Domingo do Tempo Comum | Domingo

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (Is 55,6-9)

Leitura do Livro do Profeta Isaías.

6 Buscai o Senhor, enquanto pode ser achado; invocai-o, enquanto ele está perto. 7 Abandone o ímpio seu caminho, e o homem injusto, suas maquinações; volte para o Senhor, que terá piedade dele, volte para nosso Deus, que é generoso no perdão. 8 Meus pensamentos não são como os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são como os meus caminhos, diz o Senhor. 9 Estão meus caminhos tão acima dos vossos caminhos e meus pensamentos acima dos vossos pensamentos, quanto está o céu acima da terra.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 144(145),2-3.8-9.17-18 (R. 18a)

– O Senhor está perto da pessoa que o invoca!

– O Senhor está perto da pessoa que o invoca!

– Todos os dias haverei de bendizer-vos, hei de louvar o vosso nome para sempre. Grande é o Senhor e muito digno de louvores, e ninguém pode medir sua grandeza.

– Misericórdia e piedade é o Senhor, ele é amor, é paciência, é compaixão. O Senhor é muito bom para com todos, sua ternura abraça toda criatura.

– É justo o Senhor em seus caminhos, é santo em toda obra que ele faz. Ele está perto da pessoa que o invoca, de todo aquele que o invoca lealmente.

Segunda Leitura (Fl 1,20c-24.27a)

Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.

Irmãos: 20c Cristo vai ser glorificado no meu corpo, seja pela minha vida, seja pela minha morte. 21 Pois, para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro. 22 Entretanto, se o viver na carne significa que meu trabalho será frutuoso, neste caso, não sei o que escolher. 23 Sinto-me atraído para os dois lados: tenho o desejo de partir, para estar com Cristo — o que para mim seria de longe o melhor — 24 mas para vós é mais necessário que eu continue minha vida neste mundo. 27a Só uma coisa importa: vivei à altura do Evangelho de Cristo.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Evangelho (Mt 20,1-16a)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vinde abrir o nosso coração, Senhor; ó Senhor, abri o nosso coração, e, então, do vosso filho a palavra, poderemos acolher com muito amor!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos: 1 “O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. 2 Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. 3 Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4 e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’. 5 E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa. 6 Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ 7 Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’. 8 Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’ 9 Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10 Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata. 11 Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12 ‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’. 13 Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? 14 Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15 Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’ 16a Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Am 8,4-7)

Leitura da Profecia de Amós.

4 Ouvi isto, vós que maltratais os humildes e causais a prostração dos pobres da terra; 5 vós que andais dizendo: “Quando passará a lua nova, para vendermos bem a mercadoria? E o sábado, para darmos pronta saída ao trigo, para diminuir medidas, aumentar pesos, e adulterar balanças, 6 dominar os pobres com dinheiro e os humildes com um par de sandálias, e para pôr à venda o refugo do trigo?” 7 Por causa da soberba de Jacó, jurou o Senhor: “Nunca mais esquecerei o que eles fizeram”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 112(113),1-2.4-6.7-8 (R. 1a.7b)

– Louvai o Senhor que eleva os pobres!

– Louvai o Senhor que eleva os pobres!

– Louvai, louvai, ó servos do Senhor, louvai, louvai o nome do Senhor! Bendito seja o nome do Senhor, agora e por toda a eternidade! 

– O Senhor está acima das nações, sua glória vai além dos altos céus. Quem pode comparar-se ao nosso Deus, ao Senhor, que no alto céu tem o seu trono e se inclina para olhar o céu e a terra?.

– Levanta da poeira o indigente e do lixo ele retira o pobrezinho, para fazê-lo assentar-se com os nobres, assentar-se com nobres do seu povo.

Evangelho (Lc 16,1-13 ou mais breve 16,10-13)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Jesus Cristo, sendo rico, se fez pobre e por amor; para que sua pobreza nos, assim, enriquecesse.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 Jesus dizia aos discípulos: “Um homem rico tinha um administrador que foi acusado de esbanjar os seus bens. 2 Ele o chamou e lhe disse: ‘Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, pois já não podes mais administrar meus bens’. 3 O administrador então começou a refletir: ‘O senhor vai me tirar a administração. Que vou fazer? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha. 4 Ah! Já sei o que fazer, para que alguém me receba em sua casa quando eu for afastado da administração’. 5 Então ele chamou cada um dos que estavam devendo ao seu patrão. E perguntou ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu patrão?’ 6 Ele respondeu: ‘Cem barris de óleo!’ O administrador disse: ‘Pega a tua conta, senta-te, depressa, e escreve cinquenta!’ 7 Depois ele perguntou a outro: ‘E tu, quanto deves?’ Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. O administrador disse: ‘Pega tua conta e escreve oitenta’. 8 E o senhor elogiou o administrador desonesto, porque ele agiu com esperteza. Com efeito, os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz. 9 E eu vos digo: Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas. 10 [Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas grandes. 11 Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem? 12 E se não sois fiéis no que é dos outros, quem vos dará aquilo que é vosso? 13 Ninguém pode servir a dois senhores. porque ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro”.]

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

24ª Semana do Tempo Comum | Sábado

24ª Semana do Tempo Comum | Sábado

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (1Cor 15,35-37.42-49)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos, 35 alguém perguntará? Como ressuscitam os mortos? 36 Insensato! O que semeias, não nasce sem antes morrer. 37 E, quando semeias, não semeias o corpo da planta, que há de nascer, mas o simples grão, como o de trigo, ou de alguma outra planta. 42 Pois assim será também a ressurreição dos mortos. Semeia-se em corrupção e ressuscita-se em incorrupção. 43 Semeia-se em ignomínia, e ressuscita-se em glória. Semeia-se em fraqueza, e ressuscita-se em vigor. 44 Semeia-se um corpo animal, e ressuscita-se um corpo espiritual. Se há um corpo animal, há também um espiritual. 45 Por isso está escrito: o primeiro homem, Adão, “foi um ser vivo”. O segundo Adão é um espírito vivificante. 46 Veio primeiro não o homem espiritual, mas o homem natural; depois é que veio o homem espiritual. 47 O primeiro homem, tirado da terra, é terrestre; o segundo homem vem do céu. 48 Como foi o homem terrestre, assim também são as pessoas terrestres; e como é o homem celeste, assim também vão ser as pessoas celestes. 49 E como já refletimos a imagem do homem terrestre, assim também refletiremos a imagem do homem celeste.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 55(56),10.11-12.13-14 (R. cf. 14c)

– Na presença do Senhor, andarei na luz da vida.

– Na presença do Senhor, andarei na luz da vida.

– Meus inimigos haverão de recuar em qualquer dia em que eu vos invocar; tenho certeza: o Senhor está comigo!

– Confio em Deus e louvarei sua promessa; é no Senhor que eu confio e nada temo: que poderia contra mim um ser mortal?

– Devo cumprir, ó Deus, os votos que vos fiz, e vos oferto um sacrifício de louvor, porque da morte arrancastes minha vida e não deixastes os meus pés escorregarem, para que eu ande na presença do Senhor, na presença do Senhor na luz da vida.

Evangelho (Lc 8,4-15)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Felizes os que observam a palavra do Senhor de reto coração, e que produzem muitos frutos, até o fim perseverantes!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 4 reuniu-se uma grande multidão, e de todas as cidades iam ter com Jesus. Então ele contou esta parábola: 5 “O semeador saiu para semear a sua semente. Enquanto semeava, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada e os pássaros do céu a comeram. 6 Outra parte caiu sobre pedras; brotou e secou, porque não havia umidade. 7 Outra parte caiu no meio de espinhos; os espinhos cresceram juntos, e a sufocaram. 8 Outra parte caiu em terra boa; brotou e deu fruto, cem por um”. Dizendo isso, Jesus exclamou: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”. 9 Os discípulos lhe perguntaram o significado dessa parábola. 10 Jesus respondeu: “A vós foi dado conhecer os mistérios do Reino de Deus. Mas aos outros, só por meio de parábolas, para que olhando não vejam, e ouvindo não compreendam. 11 A parábola quer dizer o seguinte: A semente é a Palavra de Deus. 12 Os que estão à beira do caminho são aqueles que ouviram, mas, depois, vem o diabo e tira a Palavra do coração deles, para que não acreditem e não se salvem. 13 Os que estão sobre a pedra são aqueles que, ouvindo, acolhem a Palavra com alegria. Mas eles não têm raiz: por um momento acreditam; mas na hora da tentação voltam atrás. 14 Aquilo que caiu entre os espinhos são os que ouvem, mas, com o passar do tempo, são sufocados pelas preocupações, pela riqueza e pelos prazeres da vida, e não chegam a amadurecer. 15 E o que caiu em terra boa são aqueles que, ouvindo com um coração bom e generoso, conservam a Palavra, e dão fruto na perseverança”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São José de Cupertino, Presbítero – 18 de Setembro

São José de Cupertino, Presbítero

Santo do Dia – 18 de Setembro

São José de Cupertino - Padroeiro dos Estudantes

São José de Cupertino,

O Padroeiro dos Estudantes · † 1663

Origens

São José de Cupertino - Padroeiro dos Estudantes Nasceu em 17 de junho de 1603, na cidadezinha de Cupertino, na província italiana de Lecce (José Maria Desa, filho de Félix e Francisca Panaca).

Sua família não levava uma vida fácil: o pai, Félix, foi envolvido na falência financeira de um conhecido a quem havia emprestado dinheiro, acabando na miséria. Por isso, José veio ao mundo em uma estrebaria, como Jesus, e, desde criança, teve de trabalhar em uma venda para contribuir com as despesas de casa. Chegou a ir à escola, mas foi acometido por uma úlcera gangrenosa, que o obrigou a deixar os estudos por cinco anos.

Sua mãe, Francisca Panaca, mulher forte e vigorosa, tentou dar-lhe uma formação básica por meio da narração da vida dos Santos, como a de São Francisco de Assis, despertando em José o desejo de seguir e imitar a vida do “Pobrezinho de Assis”.

Vocação e Sacerdócio

Aos 16 anos, pediu para entrar na Ordem dos Frades Franciscanos Conventuais, no convento da “Grottella”. A sua pouca formação escolar, porém, não o ajudou, sendo obrigado a voltar à vida de antes. Buscou depois os Franciscanos Reformados e os Capuchinhos de Martina Franca, mas a resposta era sempre a mesma: pouca instrução, além de suas primeiras manifestações de êxtase, durante as quais deixava cair tudo das mãos.

Diante da sentença do Supremo Tribunal de Nápoles, que o obrigava a trabalhar sem remuneração para pagar a dívida do pai já falecido, José voltou a pedir para entrar no convento de “Grottella”. Os frades levaram a sério a sua situação e o ajudaram a fazer um verdadeiro percurso de estudos. No exame para o Diaconato, José conhecia a fundo apenas uma passagem do Evangelho — precisamente aquela que o Bispo examinador lhe pediu para comentar. O mesmo prodígio repetiu-se, três anos depois, no exame para o Sacerdócio. Em 1628, José foi ordenado sacerdote.

“Irmão Burro” e Êxtases

Ciente das suas limitações culturais, José nunca renunciava aos trabalhos manuais mais simples, chegando a se apelidar de “Irmão burro”; ainda assim, dedicava-se ao serviço dos mais pobres. Quem o ouvia falar reconhecia nele a luz de uma teologia madura — era o dom da ciência infundida, que Deus lhe concedeu, e que o tornou um grande sábio.

Acentuavam-se em José os fenômenos de êxtase e levitação, sobretudo quando pronunciava os nomes de Jesus e Maria. Tais episódios chamaram a atenção da Inquisição de Nápoles, que o convocou para averiguar se o jovem estaria abusando ou não da credulidade popular. Diante dos próprios juízes, reunidos no Mosteiro de São Gregório Armênio, José teve uma levitação. Foi absolvido de todas as acusações, mas o Santo Ofício determinou seu isolamento, longe das multidões.

A Eucaristia e a Morte

O futuro Santo passou de um convento a outro — Roma, Assis, Pietrarubbia, Fossombrone — até chegar a Ósimo, perto de Ancona, em 1656, por ordem do Papa Alexandre VII. Ali encontrou finalmente a paz, levando uma vida humilde, ao serviço do próximo, em colóquio pessoal com Deus que culminava na celebração Eucarística.

São José de Cupertino faleceu em 18 de setembro de 1663, aos 60 anos. Bento XIV o beatificou em 1753, e Clemente XIII o canonizou em 16 de julho de 1767. Seus restos mortais descansam hoje em uma urna de bronze dourado, na cripta da igreja de Ósimo a ele dedicada, e um Santuário foi erguido em sua homenagem em Cupertino, sobre a estrebaria onde nasceu. Apesar das dificuldades nos estudos, recebeu o dom da ciência infundida e viveu momentos de êxtase com levitações — capacidade de “voar”, com a mente e com o corpo — o que o tornou padroeiro dos estudantes e universitários.

São José de Cupertino, rogai por nós! José — Do hebraico Yosef, significa “que Deus acrescente” ou “Deus aumentará”. Um dos nomes bíblicos mais difundidos na tradição cristã, remete à promessa de multiplicação e providência divina sobre a vida daquele que o carrega.

“Tu, que alcançastes as mais altas ciências, não pela via intelectual, mas sim pelas vias místicas, ajudai-nos nos nossos estudos e no desejo mais sincero de conhecer a Deus. Ensinai-nos a descobrir em Jesus o caminho da sabedoria. Amém.”

São José de Cupertino, rogai por nós!

Santo Eustórgio — Bispo de Milão, na Ligúria, hoje Lombardia, região da Itália.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 18 de setembro:

1
São José de Cupertino Presbítero da Ordem dos Frades Menores Conventuais. Em Ósimo, próximo de Ancona, na Itália. Dotado do dom da ciência infundida e de êxtases com levitações, é o padroeiro dos estudantes e universitários.
† 1663
2
Santo Oceano Mártir. Em Nicomédia, na Bitínia, hoje Izmir, na Turquia.
† data inc.
3
Santa Ariadna Mártir. Em Prymnesso, na Frígia, também na atual Turquia.
† data inc.
4
São Ferréolo Mártir. No território da Gália Vienense, hoje na França.
† s. III
5
Santo Eustórgio Bispo. Em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, região da Itália.
† a. 355
6
São Senário Bispo. Em Avranches, no litoral da Bretanha Menor, atualmente na França.
† s. VI
7
São Ferréolo Bispo. Em Limoges, na Aquitânia, também na atual França.
† s. VI f.
8
Santo Eumênio Bispo. Em Gortina, na ilha de Creta.
† c. s. VII
9
Santa Ricarda Em Andlau, na Alsácia da Lotaríngia, na atual Alemanha. Rainha que, renunciando ao reino terreno, serviu a Deus num mosteiro por ela fundado.
† c. 895
10
São Domingos Trach Presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir. Em Nam Dinh, cidade do Tonquim, hoje no Vietnã.
† 1840
11
Beatos David Okelo e Gildo Irwa Catequistas e mártires. Em Paimol, localidade próxima da missão de Kalongo, no Uganda.
† 1918
12
Beato Carlos Eraña Guruceta Religioso da Companhia de Maria e mártir. Em Ciudad Real, na Espanha.
† 1936
13
Beatos Fernando Garcia Sendra e José Garcia Más Presbíteros e mártires. Próximo da cidade de Gandia, na província de Valência, Espanha.
† 1936
14
Beatos Ambrósio e Valentim, presbíteros, e Francisco, Recaredo e Modesto Religiosos da Congregação dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores. Em Monserrat, na província de Valência, Espanha.
† 1936
15
Beato Salvador Fernández Pérez Presbítero da Sociedade Salesiana e mártir. Em Paracuellos del Jarama, na Espanha.
† 1936
16
Beato José Kut Presbítero e mártir. No campo de concentração de Dachau, próximo de Munique, na Baviera, região da Alemanha.
† 1942

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Nasceu em Cupertino, na Púglia, no ano de 1603.

Paupérrimo, viveu os primeiros meses de vida num estábulo, porque o pai, endividado, teve de vender tudo.
A vida deste santo tem aspectos desconcertantes. Aos 17 anos queria ser frade, mas os frades menores não o aceitaram porque era muito ignorante e os capuchinhos que o haviam acolhido como irmão leigo, pouco depois impuseram-lhe que depusesse o hábito por causa da sua grande confusão mental.

Em lugar algum o queriam de volta, nem a sua própria mãe. Finalmente, os frades menores de Grotella abriram-lhe as portas do convento, confiando-lhe  a princípio, as tarefas mais grosseiras da casa, como cuidar de uma mula. José auto definiu-se: “irmão burro”,  ciente da sua pouca formação escolar e não obstante isso queria estudar para padre.

Sua humildade, sua doçura, seu amor à mortificação e à penitência tornaram-no alvo de tamanha veneração que num capítulo geral realizado em Altamura, em 1625, ficou decidido que seria recebido entre os religiosos do coro, a fim de preparar-se para as santas ordens.

Nos exames foi sorteada a única questão que ele sabia: comentar o Evangelho. Desde aquele momento começaram a aparecer na vida desse frade esquisito os sinais da predileção divina e fenômenos que atestam a santidade interior. Recebeu o dom da ciência infundida e de levitações místicas.

A prudência de que dava provas na direção das almas atraía para junto dele um avultado número de pessoas, até mesmo cardeais e príncipes.

Seus êxtases eram tão frequentes quanto maravilhosos. Teve, mesmo, vários em público, dos quais um grande número de pessoas da mais alta categoria foram testemunhas oculares, e cuja verdade atestaram sob juramento. Inclui-se entre essas testemunhas João Frederico, Duque de Brunswicy e de Hanovre, luterano que se converteu ao assistir um.

Jesus, atraí-me a vós, não posso mais continuar na terra!”

Os milagres não foram menos impressionantes do que os outros favores extraordinários que recebia de Deus.

É considerado padroeiro dos estudantes e aviadores

São José de Cupertino, rogai por nós!

Oração – Infunde em mim o teu fervor, a tua sabedoria e a tua fé. Amém

 

 

Com Santa Ricarda, virgem, que era rainha, mas, renunciando ao reino terreno, serviu a Deus num mosteiro por ela fundado.  Em Andlau, na Alsácia da Lotaríngia, na atual Alemanha.

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

18

1. Em Nicomédia, na Bitínia, hoje Izmit, na Turquia, Santo Oceano, mártir.(† data inc.)

2. Em Prymnesso, na Frígia, também na atual Turquia, Santa Ariadna, mártir.(† data inc.)

3. No território da Gália Vienense, hoje na França, São Ferréolo, mártir, que, segundo consta, era tribuno no tempo da perseguição e se recusou a prender os cristãos; por isso, feito prisioneiro por ordem do governador, foi cruelmente flagelado e metido no cárcere; tendo-se evadido, foi novamente capturado pelos perseguidores e, decapitado, recebeu a palma do martírio.(† s. III)

4. Em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, região da Itália, Santo Eustórgio, bispo, cuja confissão de fé contra os erros arianos é louvada por Santo Atanásio.(† a. 355)

5. Em Avranches, no litoral da Bretanha Menor, atualmente na França, São Senário, bispo.(† s. VI)

6. Em Limoges, na Aquitânia, também na atual França, São Ferréolo, bispo, que libertou de um iminente perigo a Marcos, porta-voz do rei Quildeberto, quando o povo desta cidade o queria matar.(† s. VI f.)

7. Em Gortina, na ilha de Creta, Santo Eumênio, bispo.(† c. s. VII)

8. Em Andlau, na Alsácia da Lotaríngia, na atual Alemanha, Santa Ricarda, que era rainha, mas, renunciando ao reino terreno, serviu a Deus num mosteiro por ela fundado.(† c. 895)

9. Em Ósimo, no Piceno, atualmente nas Marcas, região da Itália, São José de Cupertino, presbítero da Ordem dos Frades Menores Conventuais, que, nas circunstâncias adversas da sua vida, resplandeceu pela pobreza, humildade e caridade para com os necessitados de Deus.(† 1663)

10. Em Nam Dinh, cidade do Tonquim, hoje no Vietnam, São Domingos Trach, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, no tempo do imperador Minh Mang, preferindo morrer a ter de pisar o crucifixo, foi degolado e assim consumou o martírio.(† 1840)

11. Em Paimol, localidade próxima da missão de Kalongo, no Uganda, os beatos David Okelo e Gildo Irwa, catequistas e mártires, que, tendo-se espontaneamente oferecido para anunciar o Evangelho ao seu povo, foram mortos a golpe de lança pelos pagãos do lugar e assim manifestaram com o seu intrépido martírio o poder de Cristo.(† 1918)

12. Em Ciudad Real, na Espanha, o Beato Carlos Eraña Guruceta, religioso da Companhia de Maria e mártir, que, durante a perseguição violenta contra os sacerdotes e os religiosos, foi preso pelos milicianos e fuzilado sem processo judicial.(† 1936)

13. Próximo da cidade de Gandia, na província de Valência, também na Espanha, os beatos Fernando Garcia Sendra e José Garcia Más, presbíteros e mártires, que, durante a mesma perseguição, confirmaram com o seu sangue a fidelidade ao Senhor.(† 1936)

14. Em Monserrat, na mesma província de Valência, os beatos Ambrósio (Salvador Chuliá Ferrandis) e Valentim (Vicente Jaunzarás Gómez), presbíteros, e Francisco (Justo Lerma Martínez), Recaredo (José López Mora) e Modesto (Vicente Gay Zarzo), todos eles religiosos da Congregação dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores, que, na mesma perseguição, foram coroados de glória pelo testemunho de Cristo.(† 1936)

15. Em Paracuellos del Jarama, localidade próxima de Madrid, também na Espanha, o Beato Salvador Fernández Pérez, presbítero da Sociedade Salesiana e mártir, que, na mesma perseguição, seguindo os passos de Cristo, com o auxílio da graça alcançou o reino da vida eterna.(† 1936)

16. No campo de concentração de Dachau, próximo de Munique, na Baviera, região da Alemanha, o Beato José Kut, presbítero e mártir, natural da Polônia, que durante a guerra foi encerrado no terrível cárcere por causa da sua fé cristã e, depois de cruéis tormentos, foi ao encontro do Senhor.(† 1942)

24ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira

24ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (1Cor 15,12-20)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos, 12 se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como podem alguns dizer entre vós que não há ressurreição dos mortos? 13 Se não há ressurreição dos mortos, então Cristo não ressuscitou. 14 E se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vã e a vossa fé é vã também. 15 Nesse caso, nós seríamos testemunhas mentirosas de Deus, porque teríamos atestado – contra Deus – que ele ressuscitou Cristo, quando, de fato, ele não o teria ressuscitado – se é verdade que os mortos não ressuscitam. 16 Pois, se os mortos não ressuscitam, então Cristo também não ressuscitou. 17 E se Cristo não ressuscitou, a vossa fé não tem nenhum valor e ainda estais nos vossos pecados. 18 Então, também os que morreram em Cristo pereceram. 19 Se é para esta vida que pusemos a nossa esperança em Cristo, nós somos – de todos os homens – os mais dignos de compaixão. 20 Mas, na realidade, Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 16(17),1.6-7.8b e 15 (R. 15b)

– Ao despertar, me saciará vossa presença, ó Senhor.

– Ao despertar, me saciará vossa presença, ó Senhor.

– Ó Senhor, ouvi a minha justa causa, escutai-me e atendei o meu clamor! Inclinai o vosso ouvido à minha prece, pois não existe falsidade nos meus lábios! 

– Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis, inclinai o vosso ouvido e escutai-me! Mostrai-me vosso amor maravilhoso, vós que salvais e libertais do inimigo quem procura a proteção junto de vós. 

– Protegei-me qual dos olhos a pupila e guardai-me, à proteção de vossas asas, Mas eu verei, justificado, a vossa face e ao despertar me saciará vossa presença.

Evangelho (Lc 8,1-3)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois, revelaste os mistérios do teu Reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa-Nova do Reino de Deus. Os doze iam com ele; 2 e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; 3 Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; Susana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (1Tm 6,2c-12)]

Leitura da Primeira Carta de São Paulo a Timóteo.

Caríssimo, 2c ensina e recomenda estas coisas. 3 Quem ensina doutrinas estranhas e discorda das palavras salutares de Nosso Senhor Jesus Cristo e da doutrina conforme à piedade, 4 é um obcecado pelo orgulho, um ignorante que morbidamente se compraz em questões e discussões de palavras. Daí é que nascem invejas, contendas, insultos, suspeitas, 5 porfias de homens com mente corrompida e privados da verdade que fazem da piedade assunto de lucro. 6 Sem dúvida, grande fonte de lucro é a piedade, mas quando acompanhada do espírito de desprendimento. 7 Porque nada trouxemos ao mundo como tampouco nada poderemos levar. 8 Tendo alimento e vestuário, fiquemos satisfeitos. 9 Os que desejam enriquecer, caem em tentação e armadilhas, em muitos desejos loucos e perniciosos que afundam os homens na perdição e na ruína, 10 porque a raiz de todos os males é a cobiça do dinheiro. Por se terem deixado levar por ela, muitos se extraviaram da fé e se atormentam a si mesmos com muitos sofrimentos. 11 Tu que és um homem de Deus, foge das coisas perversas, procura a justiça, a piedade, a fé, o amor, a firmeza, a mansidão. 12 Combate o bom combate da fé, conquista a vida eterna, para a qual foste chamado e pela qual fizeste tua nobre profissão de fé diante de muitas testemunhas.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 48(49),6-7.8-10.17-18.19-20 (R. Mt 5,3)

– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos céus.

– Felizes os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos céus.

– Por que temer os dias maus e infelizes, quando a malícia dos perversos me circunda? Por que temer os que confiam nas riquezas e se gloriam na abundância de seus bens? 

– Ninguém se livra de sua morte por dinheiro nem a Deus pode pagar o seu resgate. A isenção da própria morte não tem preço; não há riqueza que a possa adquirir, nem dar ao homem uma vida sem limites e garantir-lhe uma existência imortal.

– Não te inquietes, quando um homem fica rico e aumenta a opulência de sua casa; pois ao morrer não levará nada consigo, nem seu prestígio poderá acompanhá-lo.

– Felicitava-se a si mesmo enquanto vivo: “Todos te aplaudem, tudo bem, isto que é vida!” Mas vai-se ele para junto de seus pais, que nunca mais e nunca mais verão a luz!

Evangelho (Lc 8,1-3)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois, revelaste os mistérios do teu Reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa-Nova do Reino de Deus. Os doze iam com ele; 2 e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; 3 Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; Susana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Roberto Belarmino, Bispo, Doutor da Igreja – 17 de Setembro

São Roberto Belarmino, Bispo, Doutor da Igreja

Santo do Dia – 17 de Setembro

São Roberto Belarmino - Bispo e Doutor da Igreja

São Roberto Bellarmino,

Bispo, Cardeal e Doutor da Igreja · † 1621

As Origens

São Roberto Belarmino - Bispo e Doutor da Igreja Nascido em 4 de outubro de 1542, em Montepulciano, perto de Siena, era filho dos nobres empobrecidos Vincenzo Bellarmino e Cinzia Cervini, irmã do Papa Marcelo II.

Teve uma excelente educação humanista antes de entrar na Companhia de Jesus em 20 de setembro de 1560. Os estudos em filosofia e teologia, realizados entre o Colégio Romano, Pádua e Louvain, centraram-se em São Tomás e nos Padres da Igreja, sendo decisivos para sua orientação teológica.

Foi ordenado sacerdote em 25 de março de 1570.

Professor e Orientador da Fé

São Roberto Bellarmino foi professor de teologia em Louvain por alguns anos. Chamado a Roma como professor do Colégio Romano, foi-lhe confiada a cátedra de “Apologética”; na década em que a ocupou (1576-1586), elaborou um curso de lições que, mais tarde, deu origem às Controversiae, obra que se tornou famosa pela clareza, riqueza de conteúdo e viés histórico. O Concílio de Trento acabara de terminar, e a Igreja Católica precisava fortalecer sua identidade diante da Reforma Protestante — é nesse contexto que se insere a ação de Bellarmino. De 1588 a 1594, foi o primeiro pai espiritual dos alunos jesuítas do Colégio Romano, entre os quais conheceu e dirigiu São Luís Gonzaga, tornando-se depois superior religioso. O Papa Clemente VIII o nomeou teólogo pontifício, consultor do Santo Ofício e reitor do Colégio das Penitenciárias da Basílica de São Pedro. Seu catecismo, Breve Doutrina Cristã, sua obra mais popular, remonta ao biênio 1597-1598.

Cardeal

Em 3 de março de 1599, foi criado cardeal pelo Papa Clemente VIII e, em 18 de março de 1602, nomeado arcebispo de Cápua, recebendo a ordenação episcopal em 21 de abril do mesmo ano. Nos três anos em que foi bispo diocesano, destacou-se pelo zelo de pregador em sua catedral, pela visita semanal às paróquias, por três sínodos diocesanos e por um concílio provincial ao qual deu vida. Depois de participar dos conclaves que elegeram o Papa Leão XI e Paulo V, foi chamado de volta a Roma, onde foi membro das Congregações do Santo Ofício, do Índice, dos Ritos, dos Bispos e da Propagação da Fé. Exerceu também cargos diplomáticos, junto à República de Veneza e à Inglaterra, em defesa dos direitos da Sé Apostólica.

Morte e Glorificação

Em seus últimos anos, São Roberto Bellarmino compôs vários livros sobre espiritualidade, nos quais condensou o fruto de seus exercícios espirituais anuais, que até hoje edificam o povo cristão. Morreu em Roma em 17 de setembro de 1621. O Papa Pio XI o beatificou em 1923, canonizou-o em 1930 e o proclamou Doutor da Igreja em 1931. São Roberto Bellarmino, rogai por nós! Roberto — Nome de origem germânica (Hrodebert), formado pelos elementos “hrod” (glória, fama) e “berht” (brilhante, ilustre), significando “aquele que brilha pela glória” ou “ilustre pela fama”.

“Oração – Grande santo professor e apologista, educa-nos no caminho da fé, livrai-nos das heresias e leva-nos ao conhecimento mais profundo de Jesus Cristo Nosso Senhor. Por meio da tua intercessão, confiamos a Santa Igreja, Cardeais e Bispos, para que sejam modelos do Bom Pastor. Amém!”

São Roberto Bellarmino, rogai por nós!

Santa Hildegarda de Bingen — Virgem, mística e abadessa do mosteiro de Rupertsberg, em Bingen, na Alemanha.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 17 de setembro:

1
São Roberto Bellarmino Bispo, Cardeal e Doutor da Igreja. Em Roma, Itália. Professor do Colégio Romano e grande apologista da fé católica, deixou vasta obra teológica e espiritual.
† 1621
2
São Sátiro Em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, região da Itália. Seus méritos insignes são mencionados pelo seu irmão Santo Ambrósio.
† c. 377
3
São Lamberto Mártir. Em Liège, na Austrásia, atual Bélgica. Bispo de Maastricht.
† c. 705
4
São Rodingo Abade. Na floresta de Argonne, junto ao rio Mosa, na Austrásia, atualmente na França.
† s. VIII in.
5
Santa Colomba Virgem e mártir. Em Córdova, na Andaluzia, região da Espanha.
† 853
6
São Reinaldo Eremita. Em Melinais, no território de Angers, na França, retirou-se na floresta de Craon.
† c. 1104
7
Santa Hildegarda Virgem. No mosteiro de Rupertsberg, em Bingen, no estado de Hesse, na Alemanha.
† 1179
8
Beato Querubim Testa Presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho. Em Avigliana, no território de Turim, no Piemonte, região da Itália.
† 1479
9
São Pedro de Arbués Presbítero e mártir, dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Em Saragoça, cidade de Aragão, na Espanha.
† 1485
10
Santo Estanislau de Jesus e Maria (João Papczynski) Presbítero e fundador dos Clérigos Marianos da Imaculada Conceição da Virgem Maria. Em Gora Kalwária, na Polônia.
† 1701
11
São Manuel Hguyen Van Trieu Presbítero e mártir. Em Hué, no Anam, atualmente no Vietnã, no reinado de Canh Thin.
† 1798
12
São Francisco Maria de Camporosso Religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos. Em Gênova, na Ligúria, região da Itália.
† 1866
13
São Segismundo Félix Felinski Bispo de Varsóvia, fundador da Congregação das Irmãs Franciscanas da Família de Maria. Em Cracóvia, na Polônia.
† 1895
14
Beato João Ventura Solsona Presbítero e mártir. Em Castillo de Villamalefa, localidade próxima de Castellón, na Espanha.
† 1936
15
Beato Timóteo Valero Pérez Presbítero da Congregação dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores e mártir. Em Madrid, na Espanha.
† 1936
16
Beato Álvaro Santos Cejudo Mártir. Em Alcácer de San Juan, perto de Ciudad Real, na Espanha.
† 1936
17
Beato Segismundo Sajna Presbítero e mártir. Na floresta de Palmiry, perto de Varsóvia, na Polónia.
† 1940

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Nasceu no ano de 1542 em Montepulciano, na Toscana. Seu pai queria que fosse político, mas o filho entrou para a Companhia de Jesus em Roma e foi ordenado sacerdote. Eram doze filhos, dos quais seis abraçaram a vida religiosa.

Embora constantemente enfermo, Roberto demonstrou desde muito cedo uma inteligência surpreendente, que o levou ao magistério e a uma carreira eclesiástica vertiginosa

Renomado teólogo da Igreja pós-tridentina, sustentou célebres disputas em defesa da fé católica e ensinou Teologia no Colégio Romano. Eleito Cardeal e nomeado Bispo de Cápua, contribuiu com a sua atividade junto das Congregações Romanas para a resolução de numerosos problemas.

Homem culto distribuiu todos os seus bens aos pobres.

Com fama de santidade ainda em vida, morreu em Roma no ano 1621.

Pio XI o proclamou Beato, Santo e Doutor da Igreja.

 

São Roberto Belarmino, rogai por nós!

Oração – “Todos os dons, todas as graças espirituais que por Cristo, como cabeça, descem para o corpo, passam por Maria que é como a coluna desse Corpo Místico.”

 

 

Com Santa Hildegarda de Bingen, Virgem. Teve iluminação pela qual via na alma a interpretação dos Evangelhos, Salmos, etc. Após a morte realizou uma infinidade de milagres.

 

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

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2. Em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, região da Itália, o sepultamento de São Sátiro, cujos méritos insignes são mencionados pelo seu irmão Santo Ambrósio. Ainda não iniciado nos mistérios de Cristo, sofreu um naufrágio, mas não temeu a morte; contudo, salvo das ondas, não querendo acabar esta vida sem ter recebido os sacramentos da fé, aderiu à Igreja de Deus; fortaleceu-se então a íntima e mútua fraternidade com seu irmão Ambrósio, pelo qual foi sepultado junto ao mártir São Vítor.(† c. 377)

3. Em Liège, na Austrásia, na atual Bélgica, a paixão de São Lamberto, bispo de Maastricht e mártir, que, mandado para o exílio, foi acolhido no mosteiro de Stavelot; regressando depois à sua sede, exerceu egregiamente o seu ministério pastoral, até ao momento que foi morto inocente por ímpios inimigos.(† c. 705)

4. Na floresta de Argonne, junto ao rio Mosa, também na Austrásia, atualmente na França, São Rodingo, abade, que fundou e piedosamente dirigiu o mosteiro de Beaulieu.(† s. VIII in.)

5. Em Córdova, na Andaluzia, Espanha, Santa Colomba, virgem e mártir, que, durante a perseguição dos Mouros, se apresentou espontaneamente para dar testemunho da sua fé perante o juiz e o conselho dos sátrapas e foi imediatamente degolada junto às portas do palácio.(† 853)

6. Em Melinais, no território de Angers, na França, São Reinaldo, eremita, que se retirou na floresta de Craon para cumprir mais perfeitamente os mandamentos do Senhor.(† c. 1104)

7. No mosteiro de Rupertsberg, em Bingen, no estado de Hesse, na Alemanha, Santa Hildegarda, virgem, célebre pela sua sabedoria nas ciências naturais, na medicina e na arte musical, bem como na contemplação mística, sobre a qual escreveu alguns livros.(† 1179)

8. Em Avigliana, no território de Turim, no Piemonte, região da Itália, o Beato Querubim Testa, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, devotíssimo da Paixão do Senhor.(† 1479)

9. Em Saragoça, cidade de Aragão, na Espanha, São Pedro de Arbués, presbítero e mártir, dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, que combateu as superstições e heresias no reino de Aragão e foi morto por alguns inquiridos diante do altar da igreja catedral.(† 1485)

10. Em Gora Kalwária, na Polônia, Santo Estanislau de Jesus e María (João Papczynski), presbítero e fundador dos Clérigos Marianos da Imaculada Conceição da Virgem Maria.(† 1701)

11. Em Hué, no Anam, atualmente no Vietnam, São Manuel Hguyen Van Trieu, presbítero e mártir, no reinado de Canh Thin.(† 1798)

12. Em Gênova, na Ligúria, região da Itália, São Francisco Maria de Camporosso, religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, insigne pela sua caridade para com os pobres, que, durante a epidemia da peste, contraiu ele próprio a enfermidade, oferecendo-se como vítima pela salvação do próximo.(† 1866)

13. Em Cracóvia, na Polônia, São Segismundo Félix Felinski, bispo de Varsóvia, que, superando muitas e graves tribulações, trabalhou energicamente pela liberdade e restauração da Igreja e, para acudir a todas as necessidades do povo, fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas da Família de Maria.(† 1895)

14. Em Castillo de Villamalefa, localidade próxima de Castellón, na Espanha, o Beato João Ventura Solsona, presbítero e mártir, que, durante a perseguição religiosa, pela sua invencível constância na fé passou à glória celeste.(† 1936)

15. Em Madrid, na Espanha, o Beato Timóteo Valero Pérez, presbítero da Congregação dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores e mártir, que, na mesma perseguição, alcançou a vitória no glorioso combate por Cristo.(† 1936)

16. Em Alcácer de San Juan, perto de Ciudad Real, na Espanha, o Beato Álvaro Santos Cejudo, mártir, que, sendo pai de família, durante a mesma perseguição foi recebido na glória do Senhor.(† 1936)

17. Na floresta de Palmiry, perto de Varsóvia, na Polônia, o Beato Segismundo Sajna, presbítero e mártir, que, durante a guerra, morreu fuzilado por se recusar inquebrantavelmente a abjurar a fé perante um regime invasor e hostil a Deus.(† 1940)

24ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira

24ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (1Cor 15,1-11)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

1 Irmãos, quero lembrar-vos o evangelho que vos preguei e que recebestes, e no qual estais firmes. 2 Por ele sois salvos, se o estais guardando tal qual ele vos foi pregado por mim. De outro modo, teríeis abraçado a fé em vão. 3 Com efeito, transmiti-vos, em primeiro lugar, aquilo que eu mesmo tinha recebido, a saber: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; 4 que foi sepultado; que, ao terceiro dia, ressuscitou, segundo as Escrituras; 5 e que apareceu a Cefas e, depois, aos Doze. 6 Mais tarde, apareceu a mais de quinhentos irmãos, de uma vez. Destes, a maioria ainda vive e alguns já morreram. 7 Depois, apareceu a Tiago e, depois, apareceu aos apóstolos todos juntos. 8 Por último, apareceu também a mim, como a um abortivo. 9 Na verdade, eu sou o menor dos apóstolos, nem mereço o nome de apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus. 10 É pela graça de Deus que eu sou o que sou. Sua graça para comigo não foi estéril: a prova é que tenho trabalhado mais do que os outros apóstolos – não propriamente eu, mas a graça de Deus comigo. 11 É isso, em resumo, o que eu e eles temos pregado e é isso o que crestes.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 117(118),1-2.16ab-17.28 (R. 1)

– Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!

– Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!

– Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! “Eterna é a sua misericórdia!” A casa de Israel agora o diga: “Eterna é a sua misericórdia!”

– A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou, a mão direita do Senhor fez maravilhas!” Não morrerei, mas ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor!

– Vós sois meu Deus, eu vos bendigo e agradeço! Vós sois meu Deus, eu vos exalto com louvores!

Evangelho (Lc 7,36-50)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vinde a mim, todos vós que estais cansados, e descanso eu vos darei, diz o Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 36 um fariseu convidou Jesus para uma refeição em sua casa. Jesus entrou na casa do fariseu e pôs-se à mesa. 37 Certa mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que Jesus estava à mesa, na casa do fariseu. Ela trouxe um frasco de alabastro com perfume, 38 e, ficando por detrás, chorava aos pés de Jesus; com as lágrimas começou a banhar-lhe os pés, enxugava-os com os cabelos, cobria-os de beijos e os ungia com o perfume. 39 Vendo isso, o fariseu que o havia convidado ficou pensando: “Se este homem fosse um profeta, saberia que tipo de mulher está tocando nele, pois é uma pecadora”. 40 Jesus disse então ao fariseu: “Simão, tenho uma coisa para te dizer”. Simão respondeu: “Fala, mestre!” 41 “Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentas moedas de prata, o outro cinquenta. 42 Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou os dois. Qual deles o amará mais?” 43 Simão respondeu: “Acho que é aquele ao qual perdoou mais”. Jesus lhe disse: “Tu julgaste corretamente”. 44 Então Jesus virou-se para a mulher e disse a Simão: “Estás vendo esta mulher? Quando entrei em tua casa, tu não me ofereceste água para lavar os pés; ela, porém, banhou meus pés com lágrimas e enxugou-os com os cabelos. 45 Tu não me deste o beijo de saudação; ela, porém, desde que entrei, não parou de beijar meus pés. 46 Tu não derramaste óleo na minha cabeça; ela, porém, ungiu meus pés com perfume. 47 Por esta razão, eu te declaro: os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados porque ela mostrou muito amor. Aquele a quem se perdoa pouco mostra pouco amor”. 48 E Jesus disse à mulher: “Teus pecados estão perdoados”. 49 Então, os convidados começaram a pensar: “Quem é este que até perdoa pecados?” 50 Mas Jesus disse à mulher: “Tua fé te salvou. Vai em paz!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (1Tm 4,12-16)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo a Timóteo.

Caríssimo, 12 ninguém te despreze por seres jovem. Pelo contrário, serve de exemplo para os fiéis, na palavra, na conduta, na caridade, na fé, na pureza. 13 Até que eu chegue, dedica-te à leitura, à exortação, ao ensino. 14 Não descuides o dom da graça que tu tens e que te foi dada por indicação da profecia, acompanhada da imposição das mãos do presbitério. 15 Com perseverança, põe estas coisas em prática, para que todos vejam o teu progresso. 16 Cuida de ti mesmo e daquilo que ensinas. Mostra-te perseverante. Assim te salvarás a ti mesmo e também àqueles que te escutam.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 110(111),7-8.9.10 (R. 2a)

– Grandiosas são as obras do Senhor!

– Grandiosas são as obras do Senhor!

– Suas obras são verdade e são justiça, seus preceitos, todos eles, são estáveis, confirmados para sempre e pelos séculos, realizados na verdade e retidão. 

– Enviou libertação para o seu povo, confirmou sua Aliança para sempre. Seu nome é santo e é digno de respeito.

– Temer a Deus é o princípio do saber, e é sábio todo aquele que o pratica. Permaneça eternamente o seu louvor. 

Evangelho (Lc 7,36-50)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vinde a mim, todos vós que estais cansados, e descanso eu vos darei, diz o Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 36 um fariseu convidou Jesus para uma refeição em sua casa. Jesus entrou na casa do fariseu e pôs-se à mesa. 37 Certa mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que Jesus estava à mesa, na casa do fariseu. Ela trouxe um frasco de alabastro com perfume, 38 e, ficando por detrás, chorava aos pés de Jesus; com as lágrimas começou a banhar-lhe os pés, enxugava-os com os cabelos, cobria-os de beijos e os ungia com o perfume. 39 Vendo isso, o fariseu que o havia convidado ficou pensando: “Se este homem fosse um profeta, saberia que tipo de mulher está tocando nele, pois é uma pecadora”. 40 Jesus disse então ao fariseu: “Simão, tenho uma coisa para te dizer”. Simão respondeu: “Fala, mestre!” 41 “Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentas moedas de prata, o outro cinquenta. 42 Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou os dois. Qual deles o amará mais?” 43 Simão respondeu: “Acho que é aquele ao qual perdoou mais”. Jesus lhe disse: “Tu julgaste corretamente”. 44 Então Jesus virou-se para a mulher e disse a Simão: “Estás vendo esta mulher? Quando entrei em tua casa, tu não me ofereceste água para lavar os pés; ela, porém, banhou meus pés com lágrimas e enxugou-os com os cabelos. 45 Tu não me deste o beijo de saudação; ela, porém, desde que entrei, não parou de beijar meus pés. 46 Tu não derramaste óleo na minha cabeça; ela, porém, ungiu meus pés com perfume. Por esta razão, eu te declaro: 47 os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados porque ela mostrou muito amor. Aquele a quem se perdoa pouco mostra pouco amor”. 48 E Jesus disse à mulher: “Teus pecados estão perdoados”. 49 Então, os convidados começaram a pensar: “Quem é este que até perdoa pecados?” 50 Mas Jesus disse à mulher: “Tua fé te salvou. Vai em paz!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Santos Cornélio, papa, e Cipriano, bispo, mártires | Memória | Quarta-feira

Santos Cornélio, papa, e Cipriano, bispo, mártires - Memória | Quarta-feira

Cor Litúrgica: Vermelho

Primeira Leitura (1Cor 12,31-13,13)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos, 31 Aspirai aos dons mais elevados. Eu vou ainda mostrar-vos um caminho incomparavelmente superior. 13,1 Se eu falasse todas as línguas, as dos homens e as dos anjos, mas não tivesse caridade, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. 2 Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, mas se não tivesse caridade, eu não seria nada. 3 Se eu gastasse todos os meus bens para sustento dos pobres, se entregasse o meu corpo às chamas, mas não tivesse caridade, isso de nada me serviria. 4 A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não é vaidosa, não se ensoberbece; 5 não faz nada de inconveniente, não é interesseira, não se encoleriza, não guarda rancor; 6 não se alegra com a iniquidade, mas regozija-se com a verdade. 7 Suporta tudo, crê tudo, espera tudo, desculpa tudo. 8 A caridade não acabará nunca. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. 9 Com efeito, o nosso conhecimento é limitado e a nossa profecia é imperfeita. 10 Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito. 11 Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. 12 Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então, veremos face a face. Agora, conheço apenas de modo imperfeito, mas, então, conhecerei como sou conhecido. 13 Atualmente permanecem estas três coisas: fé, esperança, caridade. Mas a maior delas é a caridade.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 32(33),2-3.4-5.12 e 22 (R. 12b)

– Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!

– Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!

– Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas celebrai-o! Cantai para o Senhor um canto novo, com arte sustentai a louvação!

– Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça.

– Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança! Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!

Evangelho (Lc 7,31-35)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus: 31 “Com quem hei de comparar os homens desta geração? Com quem eles se parecem? 32 São como crianças que se sentam nas praças, e se dirigem aos colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!’ 33 Pois veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e vós dissestes: ‘Ele está com um demônio!’ 34 Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e vós dizeis: ‘Ele é um comilão e beberrão, amigo dos publicanos e dos pecadores!’ 35 Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (1Tm 3,1-13)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo a Timóteo.

Caríssimo, 1 eis uma palavra verdadeira: quem aspira ao episcopado, saiba que está desejando uma função sublime. 2 Porque o bispo tem o dever de ser irrepreensível, marido de uma só mulher, sóbrio, prudente, modesto, hospitaleiro, capaz de ensinar. 3 Não deve ser dado a bebidas nem violento, mas condescendente, pacífico, desinteressado. 4 Deve saber governar bem sua casa, educar os filhos na obediência e castidade. 5 Pois, quem não sabe governar a própria casa, como governará a Igreja de Deus? 6 Não pode ser um recém-convertido para não acontecer que, ofuscado pela vaidade, venha a cair na mesma condenação que o demônio. 7 Importa também que goze de boa consideração da parte dos de fora para que não se exponha à infâmia e caia nas armadilhas do diabo. 8 Do mesmo modo os diáconos devem ser pessoas de respeito, homens de palavra, não inclinados à bebida, nem a lucro vergonhoso. 9 Possuam o mistério da fé junto com uma consciência limpa. 10 Antes de receber o cargo sejam examinados; se forem considerados dignos, poderão exercer o ministério. 11 Também as mulheres devem ser honradas sem difamação, mas sóbrias e fiéis em tudo. 12 Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e saibam dirigir bem os seus filhos e a sua própria casa. 13 Pois os que exercem bem o ministério, recebem uma posição de estima e muita liberdade para falar da fé em Cristo Jesus.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 100(101),1-2ab.2cd-3ab.5.6 (R. 2c)

– Viverei na pureza do meu coração!

– Viverei na pureza do meu coração!

– Eu quero cantar o amor e a justiça, cantar os meus hinos a vós, ó Senhor! Desejo trilhar o caminho do bem, mas quando vireis até mim, ó Senhor?

– Viverei na pureza do meu coração, no meio de toda a minha família. Diante dos olhos eu nunca terei qualquer coisa má, injustiça ou pecado.

– Farei que se cale diante de mim quem é falso e às ocultas difama seu próximo; o coração orgulhoso, o olhar arrogante não vou suportar e não quero nem ver.

– Aos fiéis desta terra eu volto meus olhos; que eles estejam bem perto de mim! Aquele que vive fazendo o bem será meu ministro, será meu amigo.

Evangelho (Lc 7,11-17)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Um grande profeta surgiu entre nós, e Deus visitou o seu povo.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor

Naquele tempo, 11 Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. 12 Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. 13 Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: “Não chores!” 14 Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: “Jovem, eu te ordeno, levanta-te!” 15 O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. 16 Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo”. 17 E a notícia do fato espalhou-se pela Judeia inteira, e por toda a redondeza.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Cornélio, Papa e São Cipriano, Mártires – 16 de Setembro

São Cornélio, Papa e São Cipriano, Mártires.

Santo do Dia – 16 de Setembro

São Cornélio e São Cipriano,

Papa e Bispo · † 253 e 258

Origens

sÃO cORNÉLIO E s A comemoração destes dois mártires, São Cornélio e São Cipriano, no mesmo dia, é muito antiga. O Martirológio de São Jerônimo já os celebrava juntos. Essa data escolhida indica, em particular, a renúncia ao trono papal do primeiro e a morte do segundo por decapitação.

Em Roma, no ano 251, após alguns anos de cargo vacante devido à perseguição de Décio, Cornélio foi eleito Papa. Era um romano, talvez de origem nobre, mas certamente reconhecido como homem de fé, justo e amoroso. Contudo, a sua eleição não foi aceita pelo herege Novaciano, que se fez consagrar antipapa e promoveu um cisma na própria Cidade de Roma.

Cornélio, papa

Cornélio — que apoiava a distância o Bispo Cipriano —, foi acusado de ser muito manso com os “lapsos”, apóstatas que retornavam à Igreja sem as devidas penitências, voltando às atividades apenas com a apresentação de um certificado de reconciliação. Além disso, uma epidemia abateu-se sobre Roma e, depois, teve início a perseguição anticristã de Galo. O Papa Cornélio foi exilado e preso em Civitavecchia, onde faleceu em 253, sendo sepultado nas catacumbas de São Calisto, em Roma.

Cipriano, Bispo

Cipriano nasceu em Cartago, no ano 210, e era um hábil retórico que exercia a profissão de advogado. Certo dia, ao ouvir a palavra de Jesus, converteu-se ao Cristianismo — corria o ano 246. Graças à sua fama de intelectual, foi imediatamente ordenado sacerdote e consagrado Bispo da sua cidade. Mas, em Cartago, a situação dos cristãos não era fácil: agravaram-se as perseguições de Décio, depois de Galo, Valeriano e Galieno. Muitos fiéis, ao invés de morrer, decidiram voltar ao paganismo; com o tempo, alguns se arrependeram, mas a conduta de acolhida e benevolência do Bispo Cipriano com eles não foi aceita pelos rigoristas. Envolvido na contenda dos “lapsos”, lutou contra o padre Novato, que apoiava o antipapa Novaciano, e contra o diácono Felicíssimo, que havia eleito Fortunato como antibispo. Em 252, Cipriano conseguiu convocar um Concílio em Cartago para condená-los, enquanto o Papa Cornélio, em Roma, confirmava a excomunhão. Durante a perseguição de Valeriano, o já clandestino Cipriano retornou a Cartago para dar testemunho da fé, e ali foi martirizado.

Amor à verdade

A memória dos santos mártires São Cornélio e São Cipriano, que celebramos hoje, é louvada pelo mundo cristão a uma só voz, como testemunhas do amor por aquela verdade que não pode ceder, professada por eles em tempos de perseguição, diante da Igreja de Deus e do mundo. São Cornélio e São Cipriano, rogai por nós! Cornélio — Do latim Cornelius, nome ligado à antiga gens romana Cornélia; alguns estudiosos o associam ao termo latino cornu, “chifre”, símbolo de força e nobreza. Cipriano — Do latim Cyprianus, derivado do grego Kyprios, que significa “da ilha de Chipre”, território consagrado na Antiguidade à deusa Afrodite.

“Oração – Os santos mártires doaram sua vida pela fé, e quão lindo testemunho é ver os pastores entregando-se como Jesus. Fazei que nossos líderes tenham a mesma coragem e força para sustentar a fé do povo de Deus, assim como testemunhar com a própria vida. Por Cristo, Senhor nosso. Amém!”

São Cornélio e São Cipriano, rogai por nós!

Santa Eufémia — Virgem e mártir, morta em Calcedônia, na Bitínia, por volta do ano 303, durante as perseguições aos cristãos.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 16 de setembro:

1
São Cornélio Papa e mártir. Em Civitavecchia, próximo a Roma. Eleito Papa após a perseguição de Décio, foi exilado durante a perseguição de Galo e ali faleceu; sepultado nas catacumbas de São Calisto, em Roma.
† 253
2
São Cipriano Bispo e mártir. Em Cartago, no norte da África. Advogado convertido ao cristianismo, tornou-se bispo de sua cidade e foi decapitado durante a perseguição de Valeriano.
† 258
3
Santa Eufémia Virgem e mártir. Em Calcedônia, na Bitínia, na atual Turquia.
† c. 303
4
Santos Abúndio e companheiros Mártires. No Monte Soratte, junto à Via Flamínia, no Lácio, região da Itália.
† 304
5
Santos Vítor, Félix, Alexandre e Papias Mártires. Em Roma, junto à Via Nomentana “ad Cápream”, no cemitério Maior.
† data inc.
6
São Prisco Bispo e mártir. Em Nócera, na Campânia, região da Itália. Celebrado por São Paulino de Nola em seus panegíricos poéticos.
† c. s. IV
7
São Niniano Bispo. Em Whithorn, na Escócia.
† c. 432
8
Santos Rogélio e Servideu (Abdallah) Mártires. Na Andaluzia, região da Espanha. Rogélio, monge de avançada idade, e o jovem Servideu, nativos do Oriente.
† 852
9
Santa Ludmila Mártir. Em Praga, na Boêmia, na Chéquia. Duquesa da Boêmia, dedicou-se à educação do neto, São Venceslau.
† 921
10
Santa Edite Virgem. Em Wilton, na Inglaterra. Filha do rei dos Anglos.
† c. 984
11
Beato Vítor III Papa. Em Montecassino, no Lácio, região da Itália.
† 1087
12
São Vital Abade. Em Savigny, na Normandia, região da França.
† 1122
13
São Martinho (Sacerdote) Bispo. No mosteiro de Huerta, região de Castela, na Espanha. Abade cisterciense, foi ordenado bispo de Sigüenza.
† 1213
14
Beato Luís Alemand Bispo. Em Salon, na Provença, região da França. Bispo de Arles, insigne por sua vida de singular piedade e penitência.
† 1450
15
Beatos Domingos Shobioye, Miguel Timonoya e Paulo Mártires. Em Nagasaki, no Japão.
† 1628
16
São João Macias Religioso. Em Lima, no Peru. Da Ordem dos Pregadores, exerceu por muito tempo ofícios humildes.
† 1645
17
Santo André Kim Taegon Presbítero e mártir. Em Sai-Nam-Hte, na Coreia.
† 1846
18
Beato Inácio Casanovas Perramón Presbítero e mártir. Em Ódena, província de Barcelona, na Espanha. Da Ordem dos Clérigos Regrantes das Escolas Pias.
† 1936
19
Beatos Laureano, Benito Maria e Bernardino Mártires. Em Turis, província de Valência, na Espanha. Da Ordem dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores.
† 1936

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Nasceu em Roma e foi eleito para o pontificado, depois de um período vago na Cátedra de São Pedro, devido à violenta perseguição imposta pelo imperador Décio e seguida por Galiano. A perseguição foi acompanhada por uma epidemia que se abateu sobre Roma. Cornélio significa “duro como chifre” e durante sua vida honrou seu nome, pois enfrentou com firmeza a heresia de Novaciano, que proclamava que a Igreja Católica não tinha poder para perdoar os pecados. Ora, Novaciano era um sacerdote ambicioso, ressentido por não ter sido eleito Papa e transformou-se no primeiro antipapa, chefe do primeiro cisma na Igreja Romana. Ao cisma, ele juntava a heresia, sustentando que a Igreja não podia conceder absolvição aqueles culpados de perseguição, apóstatas que retornavam à Igreja, os “lapsos”,  e que não era permitido comunicar-se com tais pessoas. O Papa, secundado por São Cipriano de Cartago e por São Dionísio, de Alexandria, teve a felicidade de deter o cisma e de reconduzir à unidade a maioria dos cismáticos. São Cornélio foi exilado e preso em Civitavecchia, onde faleceu. Ocupou a Cátedra de Pedro durante um ano e cinco meses, aproximadamente (251-253). Foi sepultado nas catacumbas de São Calisto, em Roma São Cipriano nasceu em Cartago cerca do ano 210, de uma família pagã. Tendo‑se convertido à fé e ordenado sacerdote, foi eleito bispo daquela cidade no ano 249. Em tempos muito difíceis, governou sabiamente, com suas obras e escritos, a Igreja que lhe foi confiada. Na perseguição de Valeriano, sofreu primeiramente o exílio e depois o martírio no dia 14 de Setembro do ano 258.

Santos  Cornélio e Cipriano, rogai por nós!

Oração – Ó Deus, que em São Cornélio e São Cipriano destes ao vosso povo pastores dedicados e mártires invencíveis, fortificai, por suas preces, nossa fé e coragem, para que possamos trabalhar incansavelmente pela Igreja.

Com Santa Ludmila, mártir, duquesa da Boêmia, que, indicada para a educação do seu neto São Venceslau, em cujo ânimo se empenhou em infundir o amor de Cristo, foi estrangulada na sequência de uma conjura da sua nora Dragomira e de outros nobres pagãos. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 16 2. Em Calcedônia, na Bitínia, na atual Turquia, Santa Eufêmia, virgem e mártir, († c. 303) 3. No Monte Soratte, junto à Via Flamínia, no Lácio, região da Itália, os santos Abúndio e companheiros, mártires, († 304) 4. Em Roma, junto à Via Nomentana “ad Cápream”, no cemitério Maior, os santos Vítor, Félix, Alexandre e Papias, mártires, († data inc.) 5. Em Nocera, na Campânia, região da Itália, São Prisco, bispo e mártir, que São Paulino de Nola celebrou nos seus panegíricos poéticos, († c. s. IV) 6. Em Whithorn, na Escócia, a comemoração de São Niniano, bispo, bretão de nascimento, que conduziu à verdade da fé os Pictos, († c. 432) 7. Em Córdova, na Andaluzia, região da Espanha, os santos mártires Rogélio, monge de avançada idade, e do jovem Servideu (Abdallah), nativos do Oriente, que, por anunciarem audazmente Cristo ao povo sarraceno, foram condenados à morte e, sem o menor sentimento de tristeza, sofreram a amputação das mãos e das pernas e finalmente foram decapitados, († 852) 8. Em Praga, na Boêmia, Santa Ludmila, mártir, duquesa da Boémia, que, indicada para a educação do seu neto São Venceslau, em cujo ânimo se empenhou em infundir o amor de Cristo, foi estrangulada na sequência de uma conjura da sua nora Dragomira e de outros nobres pagãos, († 921) 9. Em Wilton, na Inglaterra, Santa Edite, virgem, filha do rei dos Anglos, que, desde tenra idade, entrou num mosteiro, onde abraçou generosa e humildemente a vida consagrada a Deus, († c. 984) 10. Em Montecassino, no Lácio, região da Itália, o passamento do Beato Vítor III, papa, († 1087) 11. Em Savigny, na Normandia, região da França, São Vital, abade, († 1122) 12. No mosteiro de Huerta, Castela, na Espanha, o passamento de São Martinho, chamado Sacerdote, abade, bispo de Sigüenza, († 1213) 13. Em Salon, na Provença, região da França, o passamento do Beato Luís Alemand, bispo de Arles, insigne pela sua vida de singular piedade e penitência, († 1450) 14. Em Nagasáki, mártires Domingos Shobioye, Miguel Timonoya e seu filho Paulo, que foram degolados em ódio à fé cristã, († 1628) 15. Em Lima, no Peru, São João Macias, religioso da Ordem dos Pregadores, que durante muito tempo exerceu ofícios humildes, († 1645) 16. Em Sai-Nam-Hte, na Coreia, a paixão de Santo André Kim Taegon, presbítero e mártir, decapitado; a sua memória celebra-se no dia vinte de Setembro, († 1846) 17. Em Ódena, povoação da província de Barcelona, na Espanha, o Beato Inácio Casanovas Perramón, presbítero e mártir, que morreu por Cristo durante o terror da perseguição religiosa, († 1936) 18. Em Turis, na província de Valência, Espanha, os beatos mártires Laureano (Salvador Ferrer Cardet), presbítero, Benito Maria (José Manuel Ferrer Jordá) e Bernardino (Paulo Martínez Robles), religiosos, durante a mesma perseguição, foram mortos pelos homens mas elevados por Deus ao reino celeste, († 1936)