Beata Ingrid Elofsdotter, viúva e freira dominicana
Santo do Dia – 02 de Setembro

Beata Ingrid Elofsdotter,
Viúva e Freira Dominicana · † 1282
Origens

Beata Ingrid Elofsdotter nasceu em Skänninge, na Suécia, no século XIII. Desde a infância, mostrou-se virtuosa, amável, caridosa e religiosa, recebeu uma educação nobre e primorosamente cristã.
Alma de ideais cândidos, viveu desde os primeiros anos num fervor de piedade que nunca falhou. As virtudes mais heroicas lhe pareciam naturais. Quando muito jovem, foi forçada por seus pais a contrair um casamento muito rico, casando-se na adolescência, como era o costume da época.
Mesmo contrariando sua vocação, todo aquele esplendor mundano não a cegou, continuando a viver no mundo sem ser do mundo. Aceitou tudo com humildade e resignação, e continuou a cuidar das obras de caridade que fundou para os pobres e doentes. Entre a população, tinha a fama de santidade.
Votos Perpétuos
Em 1281, já viúva, fez seus votos perpétuos. Com um fiel séquito de damas de honra, embarcou em uma longa peregrinação à Terra Santa, onde seu coração se iluminou ainda mais com o eterno amor ao Salvador Jesus. Da Palestina, ela foi para Roma e, depois, para São Giacomo di Compostela. De volta à sua terra natal, um único desejo a dominava: consagrar-se para sempre a uma vida de oração e penitência.
Fundação do Mosteiro
Fundou um Mosteiro sob as regras de São Domingos. Dedicou-se totalmente às orações contemplativas e à vida de rigorosa austeridade. Isso aconteceu em 15 de agosto de 1281, na presença do rei Magnus Ladulas, com a ajuda e apoio do padre dominicano Pietro di Dacia e a autorização do bispo de Linkoping e do provincial.
Morte e Canonização
Faleceu em 2 de setembro de 1282, no convento de Skänninge, quando era Priora daquele Mosteiro, com tal fama de santidade e de prodígios maravilhosos, que seu culto logo se estendeu aos povos vizinhos.
Em 1414, o Bispo de Linkoping, Canuto Bosson, pediu autorização à Santa Sé para abrir o processo de canonização. Encalhado em 1448, o processo recomeçou no início do século seguinte.
Embora não tenha chegado a uma canonização formal, levaram à solene tradução de suas relíquias em 29 de julho de 1507, por autoridade do Papa Alexandre VI, presente o Rei, uma grande multidão, todos os Bispos da Suécia e os Pregadores dessa área.
Ingrid — Nome de origem nórdica antiga, formado por “Ing”, o deus da fertilidade e da paz na mitologia escandinava, e “fríðr”, que significa “bela” ou “amada”. Assim, Ingrid pode ser traduzido como “a bela de Ing” ou “amada de Ing”.
“Oração – Após dedicar-se à família, entregou-se totalmente à vida contemplativa. Dai-nos um desejo ardente de oração e contemplação mesmo em meio às atividades do dia. Que a oração se torne prioridade em nossa vida. Amém.”
Beata Ingrid Elofsdotter, rogai por nós!
Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 02 de setembro:
1
Em Skänninge, na Suécia. Ficando viúva, ofereceu todos os seus bens para o serviço de Deus e, depois de uma peregrinação à Terra Santa, tomou o hábito monástico da Ordem dos Pregadores.
† 1282
2
Mártir. Em Nicomédia, na Bitínia, hoje Izmit, na Turquia.
3
Mártires. Em Niceia, na Bitínia, hoje Izmit, na Turquia.
† s. IV
4
Diácono e mártir. Em Edessa, no Osroene, hoje Sanliurfa, na Turquia.
† 322
5
Mártir. Em Apameia, na Síria. Canteiro que, segundo a tradição, foi morto pelos pagãos aos vinte anos de idade por ter destruído os seus ídolos, movido pelo ardor da fé.
† s. IV
6
Bispo. Em Tarragona, na Hispânia.
† s. IV/V
7
Bispo. Sepultamento em Lião, na Gália, atualmente na França.
† d. 381
8
Abade. No monte Soratte, junto à Via Flamínia, no Lácio, região da Itália.
† c. 570
9
Bispo. Em Autun, na Borgonha, na hodierna França. Nos concílios em que tomou parte foi muito notável pela sua sabedoria e zelo.
† 599/600
10
Bispo. Em Avinhão, na Provença, na atual França. Depois da sua vida monástica na ilha de Lérins, auxiliou seu pai, São Magno, e lhe sucedeu no episcopado.
† c. 700
11
No Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália. Seu nome foi adotado pela cidade onde o seu corpo foi sepultado.
† a. s. XI
12
Monges. Em Pôntica, no território de Bérgamo, na Lombardia, região da Itália.
† c. 1096
13
Bispos, clérigos e religiosos mártires. Em Paris, na França.
† 1792
14
Presbítero e mártires. Em Paris, na França.
† 1792
15
Religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir. Em Orriols, na Catalunha, região da Espanha.
† 1936
16
Religioso da Ordem dos Pregadores e mártir. Em Oviedo, nas Astúrias, Espanha.
† 1936
Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT
Beatriz nasceu no século XV em Ceuta, ao norte da África, cidade que, nessa época, encontrava-se sob o domínio da coroa de Portugal — nasceu, portanto, portuguesa. Seu pai foi governador de Ceuta.



Com Santos José de Arimateia e Nicodemos, que acolheram o corpo de Jesus descido da cruz, o envolveram num lençol e colocaram no sepulcro. José, nobre decurião e discípulo do Senhor, esperava o reino de Deus; Nicodemos, fariseu e príncipe dos Judeus, viera de noite ter com Jesus para conhecer a sua missão e, perante os sumos sacerdotes e os fariseus que queriam prender Jesus, defendeu a sua causa.
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Visitava os doentes nas choupanas, distribuía roupas e alimentos aos necessitados, acudia aos problemas familiares. Era pai, amigo, advogado e piedoso pastor das almas.
Reabriu a escola rural, moralizou as festas da Padroeira, pregou missões populares em todas as três paróquias. Iniciou a construção do novo Santuário, tão conhecido hoje por todo o povo do Triângulo Mineiro.
Conquistou assim todo a região, e ganhou fama de santo e milagreiro.
Quando foi transferido para Poá, SP, o povo não permitiu a sua saída. Somente dois meses depois, quando as coisas acalmaram, ele pode assumir essa nova paróquia recém criada.
Em Poá a maioria da sua população trabalhava nas fábricas e indústrias de São Miguel e São Paulo. Sendo vigário da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, atendia várias outras paróquias vizinhas com seus dois padres coadjutores.
Suas pregações e bênçãos logo criaram fama e projetaram o seu nome pelo estado e até Brasil afora.
Passou a ser conhecido como o “Vigário de Poá”. A notícia das curas do ‘santo’ Pe. Eustáquio fizeram afluir muita gente à sua procura. Milhares de pessoas se apinhavam nas ruas da pequena cidade de Poá. A todos o bom padre procurava sempre atender ou dar sua bênção.
Em maio de 1941 foi transferido. Por onde passava as multidões acorriam e assim não
Com São Pamáquio senador, insigne pela sua firmeza na fé e generosidade para com os pobres, a cuja diligente piedade se deve a construção de uma igreja titular no monte Célio.
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