Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos | Segunda-feira

Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos | Segunda-feira

Cor Litúrgica: Roxo

Primeira Leitura (Jó 19,1.23-27a)

Leitura do Livro de Jó.

1 Jó tomou a palavra e disse: 23 “Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição 24 com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre! 25 Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; 26 e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. 27a Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6)

– O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

– O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

– O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar.

– Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças. Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome.

– Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança!

– Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda.

– Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos.

Segunda Leitura (1Cor 15,20-24a.25-28)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos: 20 Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. 21 Com efeito, por um homem veio a morte e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos. 22 Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. 23 Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda. 24a A seguir, será o fim, quando ele entregar a realeza a Deus-Pai. 25 Pois é preciso que ele reine até que todos os seus inimigos estejam debaixo de seus pés. 26 O último inimigo a ser destruído é a morte. 27 Com efeito, “Deus pôs tudo debaixo de seus pés”. Mas, quando ele disser: “Tudo está submetido”, é claro que estará excluído dessa submissão aquele que submeteu tudo a Cristo. 28 E, quando todas as coisas estiverem submetidas a ele, então o próprio Filho se submeterá àquele que lhe submeteu todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Evangelho (Lc 12,35-40)

– – Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– É esta a vontade de quem me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas que eu os ressuscite no último dia.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 35 Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. 36 Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrir, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater. 37 Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá. 38 E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar! 39 Mas ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. bVós também, ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Jó 19,1.23-27a)

Leitura do Livro de Jó.

Jó tomou a palavra e disse: “Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre! Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

 

Responsório Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6)

– O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

– O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

– O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar.

– Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças. Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. 

– Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança!.

– Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda.

– Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos. 

 

Evangelho (Lc 12,35-40)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– É esta a vontade de quem me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas que eu os ressuscite no último dia.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrir, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater. Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá. E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar! Mas ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. Vós também, ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Comemoração de todos os Fiéis Defuntos – 02 de Novembro

Comemoração de todos os Fiéis Falecidos

Santo do Dia – 02 de Novembro

Dia de Finados

Dia de Finados,

Na Comemoração dos Fiéis Falecidos · c. ano 1000

Origens

Dia de Finados

Em vez de propor-nos, hoje, a veneração de um santo, a Igreja nos convida a comemorar, pelo nosso sufrágio, as almas dos fiéis já falecidos. A comemoração de todos os fiéis defuntos foi instituída neste dia a fim de socorrer, por boas obras gerais, os que não se beneficiam de preces especificamente dedicadas a eles. Deve-se a uma iniciativa tomada pelos monges beneditinos por volta do ano 1000.

A data

O abade São Odilo, superior do mosteiro de Cluny, na França, deu ordem para que em todos os conventos filiados a esta Ordem se celebrasse um ofício pelos defuntos na tarde do dia 1º de novembro. Essa comemoração foi adotada pela autoridade da Igreja, de tal modo que, aos poucos, se tornou universal a dedicação de dois de novembro à memória dos irmãos já falecidos.

Exortação de Paulo

Essa exortação de Paulo é dirigida também a cada um de nós:

“Irmãos, nos diz São Paulo apóstolo, não queremos que ignoreis o que se refere aos mortos, para não ficardes tristes como os outros que não tem esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, cremos também que Deus levará com Jesus os que nele morrerem.” (1Ts 4,13-14).

Dia dos Fiéis Defuntos: um dia para recordação, não tristeza

Dia de saudosa reflexão

O Dia dos Finados não é dia de tristeza nem lamúrias, como o é para aqueles que não tem fé, mas é dia de saudosa recordação, confortada pela fé, que nos garante que nosso relacionamento com as almas dos finados não está interrompido pela morte, mas é sempre vivo e atuante pela oração de sufrágio. A doutrina relativa aos finados põe em admirável luz a harmonia entre a justiça e a bondade de Deus Pai, de tal modo que também os corações mais frios não resistem hoje a um saudoso pensamento de piedade religiosa em favor dos irmãos falecidos.

Purgatório: o lugar de purificação

A fé nos ensina que existe um lugar de purificação pelas almas depois da morte, pois toda criatura que morre carrega faltas, misérias, dívidas espirituais por pecados cometidos, mesmo morrendo reconciliada com Deus. Essas faltas o impedem de entrar diretamente no Reino de Deus, que é o reino da santidade perfeita, da luz e felicidade. Deus, em Sua bondade, providenciou um lugar de purificação que a tradição da Igreja chamou de purgatório. O Catecismo da Igreja Católica afirma:

“O pecado grave priva-nos da comunhão com Deus e, portanto, torna-nos incapazes da vida eterna, cuja privação se chama «pena eterna» do pecado. Por outro lado, todo pecado, mesmo venial, traz consigo um apego desordenado às criaturas, o qual precisa ser purificado, quer nesta vida quer depois da morte, no estado que se chama Purgatório. Esta purificação liberta do que se chama «pena temporal» do pecado. Estas duas penas não devem ser consideradas como uma espécie de vingança, infligida por Deus, do exterior, mas como algo decorrente da própria natureza do pecado. Uma conversão procedente duma caridade fervorosa pode chegar à total purificação do pecador, de modo que nenhuma pena subsista (82).” (CIC 1472)

Temos condições de oferecer preces, sacrifícios em sufrágios das almas do purgatório

A solidariedade espiritual

Pela solidariedade espiritual que existe entre os batizados por força de nossa inserção no Corpo Místico de Cristo, temos condições de oferecer preces, sacrifícios em sufrágios das almas do purgatório que ficam assim beneficiadas em suas penas. Esta doutrina já era conhecida no Antigo Testamento. De fato, lemos, no Segundo livro dos Macabeus que, depois de uma batalha do povo judeu contra os inimigos, Judas Macabeu mandou recolher ofertas a serem enviados ao Templo de Jerusalém solicitando orações e sacrifícios em sufrágio dos soldados tombados na guerra, pois ele concluiu: “É um pensamento santo e salutar orar pelos mortos para que sejam livres dos seus pecados” (2Mc 12,45). Também Jesus Cristo fez alusão aos pecados que não são perdoados nem nesta terra nem na outra vida.

Orações de sufrágio

Orações de sufrágio em favor das almas dos mortos sempre foram praticadas nas Igrejas desde os primeiros séculos. Nas catacumbas romanas onde se sepultavam os cristãos há inúmeras inscrições alusivas a preces que os defuntos solicitam dos irmãos na fé. Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, ao falecer perto de Roma, enquanto viajava para África, assim falava aos dois filhos que a acompanhavam: “Ponde meu corpo em qualquer lugar, e não vos preocupeis com ele. Só vos peço que, no altar de Deus, vos lembreis de mim, onde quer que estiveres”.

As almas dos nossos falecidos parecem dizer com o patriarca Jó: “Compadecei-vos de mim, ao menos vós que sois meus amigos, porque a mão do meu Senhor me tocou”.

“Santo e salutar é o pensamento de orar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecados.”

A indulgência e a oração pelos falecidos

Indulgência:

No dia de Finados, “aos que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo só mentalmente, pelos defuntos, concede-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos. Diariamente, do dia 1º ao dia 8 de novembro, nas condições costumeiras, isto é, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice; nos restantes dias do ano, Indulgência Parcial (Enchr. Indulgentiarum, n.13)”.

“Ainda neste dia, em todas as igrejas, oratórios públicos ou semipúblicos, igualmente lucra-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos; a obra que se prescreve é a piedosa visitação à igreja, durante a qual se deve rezar o Pai-Nosso e Creio, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração na intenção do Sumo Pontífice (que pode ser um Pai-Nosso e Ave-Maria, ou qualquer outra oração conforme inspirar a piedade e devoção).” (pg. 462 do Diretório Litúrgico da CNBB).

Oração pelos falecidos:

Pai santo, Deus eterno e Todo-Poderoso, nós Vos pedimos por (nome do falecido), que chamastes deste mundo. Dai-lhe a felicidade, a luz e a paz. Que ele, tendo passado pela morte, participe do convívio de Vossos santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência. Que sua alma nada sofra, e Vos digneis ressuscitá-lo com os Vossos santos no dia da ressurreição e da recompensa. Perdoai-lhe os pecados para que alcance junto a Vós a vida imortal no reino eterno. Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém! (Rezar Pai-Nosso e Ave-Maria.)

Dai-lhe, Senhor, o repouso eterno e brilhe para ele a Vossa luz! Amém.

Finados — Do verbo finar, “chegar ao fim”, “morrer”, derivado do latim finire, de finis, “fim”. Dia dos Fiéis Defuntos, em que a Igreja reza pelos que já partiram.

“Minha oração – Senhor, nosso Deus, resgatai as almas dos nossos conhecidos e familiares do purgatório, além daquelas que necessitam das nossas orações. Pedimos também a intercessão para que sejamos santos e purificados nessa vida, a fim de chegar diretamente ao Céu. Amém.”

Almas do purgatório, rogai por nós!

São Odilo — Abade de Cluny, na França, que ordenou a todos os conventos da Ordem um ofício pelos defuntos, origem da comemoração universal de 2 de novembro.

Outros santos e beatos celebrados em 2 de novembro:

1
São Vitorino Comemoração. Bispo de Poetóvio, na Panónia.
† c. 303
2
São Justo Mártir. Em Trieste, na Ístria, atualmente na Itália.
† c. s. IV
3
Santos Cartério, Estiríaco, Tobias, Eudóxio, Agápio e companheiros Mártires. Em Sebaste, na Arménia, hoje Sivas, na Turquia.
† c. 320
4
Santos Acindino, Pegásio, Aftónio, Elpidíforo, Anempodisto e numerosos companheiros Mártires. Na antiga Pérsia.
† s. IV
5
São Donino Bispo. Em Vienne, cidade da Gália Lionense, hoje na França. Dedicou-se à obra da redenção dos cativos.
† c. 538
6
São Marciano Comemoração. Eremita nascido em Ciro, que se retirou para o deserto na Calcedónia.
† s. IV f.
7
Santo Ambrósio Abade. No mosteiro de Agaune, entre os Helvécios, hoje Saint-Maurice-en-Valais, na Suíça.
† c. 520
8
Santa Vinfreda Virgem. Junto a uma fonte situada em Holywell, localidade do País de Gales, venerada como monja insigne.
† c. s. VII
9
São Jorge Bispo. Em Vienne, cidade da Borgonha, na moderna França.
† c. 670
10
São Malaquias Bispo de Down e Connor. Sepultamento no mosteiro de Claraval, também na Borgonha.
† 1148
11
Beata Margarida de Lorena Em Mortagne, cidade da Normandia, na França. Ao ficar viúva, abraçou a vida religiosa no mosteiro das Clarissas.
† 1521
12
Beato João Bodey Mártir. Em Andover, no condado de Hampshire, na Inglaterra.
† 1583
13
Beato Pio de São Luís Religioso da Congregação da Paixão. Em Casale, na Flamínia, hoje na Emília-Romanha, região da Itália.
† 1889

Fonte: Catecismo da Igreja Católica · O Santo do dia – Dom Servilio Conti, I.M.C. · Vatican.va

Todos os Santos, Solenidade | Domingo

Todos os Santos, Solenidade | Domingo

Cor Litúrgica: Branca

Primeira Leitura (Ap 7,2-4.9-14)

Leitura do Livro do Apocalipse de São João.

Eu, João, 2 vi um outro anjo, que subia do lado onde nasce o sol. Ele trazia a marca do Deus vivo e gritava, em alta voz, aos quatro anjos que tinham recebido o poder de danificar a terra e o mar, dizendo-lhes: 3 “Não façais mal à terra, nem ao mar nem às arvores, até que tenhamos marcado na fronte os servos do nosso Deus”. 4 Ouvi então o número dos que tinham sido marcados: eram cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel. 9 Depois disso, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro; trajavam vestes brancas e traziam palmas na mão. 10 Todos proclamavam com voz forte: “A salvação pertence ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro”. 11 Todos os anjos estavam de pé, em volta do trono e dos Anciãos e dos quatro Seres vivos e prostravam-se, com o rosto por terra, diante do trono. E adoravam a Deus, dizendo: 12 “Amém. O louvor, a glória e a sabedoria, a ação de graças, a honra, o poder e a força pertencem ao nosso Deus para sempre. Amém” 13 E um dos Anciãos falou comigo e perguntou: “Quem são esses vestidos com roupas brancas? De onde vieram?” 14 Eu respondi: “Tu é que sabes, meu senhor”. E então ele me disse: “Esses são os que vieram da grande tribulação. Lavaram e alvejaram as suas roupas no sangue do Cordeiro”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6)

– É assim a geração dos que procuram o Senhor!

– É assim a geração dos que procuram o Senhor!

– Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.

– “Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?” “Quem tem mãos puras e inocente coração, quem não dirige sua mente para o crime.

– Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador”. “É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face”.

Segunda Leitura (1Jo 3,1-3)

Leitura da Primeira Carta de São João.

Caríssimos, 1 vede que grande presente de amor o Pai nos deu: de sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos! Se o mundo não nos conhece, é porque não conheceu o Pai. 2 Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, mas nem sequer se manifestou o que seremos! Sabemos que, quando Jesus se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é. 3 Todo o que espera nele, purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Evangelho (Mt 5,1-12a)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vinde a mim, todos vós que estais cansados e penais a carregar pesado fardo, e descanso eu vos darei, diz o Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, 2 e Jesus começou a ensiná-los: 3 “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. 4 Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. 5 Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. 6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. 7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. 8 Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. 9 Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. 10 Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. 11 Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. 12 Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Ap 7,2-4.9-14)

Leitura do Livro do Apocalipse de São João.

Eu, João, 2 vi um outro anjo, que subia do lado onde nasce o sol. Ele trazia a marca do Deus vivo e gritava, em alta voz, aos quatro anjos que tinham recebido o poder de danificar a terra e o mar, dizendo-lhes: 3 “Não façais mal à terra, nem ao mar nem às arvores, até que tenhamos marcado na fronte os servos do nosso Deus”. 4 Ouvi então o número dos que tinham sido marcados: eram cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel. 9 Depois disso, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro; trajavam vestes brancas e traziam palmas na mão. 10 Todos proclamavam com voz forte: “A salvação pertence ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro”. 11 Todos os anjos estavam de pé, em volta do trono e dos Anciãos e dos quatro Seres vivos e prostravam-se, com o rosto por terra, diante do trono. E adoravam a Deus, dizendo: 12 “Amém. O louvor, a glória e a sabedoria, a ação de graças, a honra, o poder e a força pertencem ao nosso Deus para sempre. Amém” 13 E um dos Anciãos falou comigo e perguntou: “Quem são esses vestidos com roupas brancas? De onde vieram?” 14 Eu respondi: “Tu é que sabes, meu senhor”. E então ele me disse: “Esses são os que vieram da grande tribulação. Lavaram e alvejaram as suas roupas no sangue do Cordeiro”

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6)

– É assim a geração dos que procuram o Senhor!

– É assim a geração dos que procuram o Senhor!

– Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável. 

– “Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?” , “Quem tem mãos puras e inocente coração, quem não dirige sua mente para o crime. 

– Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador”. “É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face”. 

Evangelho (Mt 5,1-12a (Bem-aventuranças)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Vinde a mim, todos vós que estais cansados e penais a carregar pesado fardo, e descanso eu vos darei, diz o Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, 2 e Jesus começou a ensiná-los: 3 “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. 4 Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. 5 Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. 6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. 7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. 8 Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. 9 Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. 10 Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. 11 Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. 12 Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Todos os Santos – 01 de Novembro

Dia de todos os Santos

Santo do Dia – 01 de Novembro

Dia de Todos os Santos

Todos os Santos de Deus,

Solenidade · A Páscoa de Outono

Origens

Dia de Todos os Santos

A Solenidade de Todos os Santos de Deus é chamada por alguns de “Páscoa de outono”, é celebrada pela Igreja, que, mais uma vez, não olha para si mesma, mas olha para o céu e lhe aspira. De fato, a santidade é um caminho para o qual todos somos chamados a trilhar sob o exemplo desses nossos “irmãos mais velhos”, que nos são propostos como modelos, porque aceitaram ser encontrados por Jesus, rumo ao qual se encaminharam com confiança, com seus desejos, fraquezas e sofrimentos. “Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: ‘Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito’ ” (Mt 5,48) (CIC 2013).

Raízes Antigas

A solenidade tem raízes antigas: no século IV começou a celebração dos mártires, comuns para as diferentes Igrejas. Os primeiros sinais desta celebração foram encontrados em Antioquia, no domingo após o dia de Pentecostes, sobre a qual já falava São João Crisóstomo.

Difusão da Festa

Entre os séculos VIII e IX, esta festa começou a difundir-se também na Europa, e, em Roma, de modo particular, no século IX. Ali, o Papa Gregório III (731-741) quis que esta festa fosse comemorada no dia 1º de novembro. A data foi escolhida porque coincidia com a consagração de uma Capela, na Basílica de São Pedro, dedicada às relíquias “dos santos Apóstolos, dos Santos mártires e confessores e de todos os Justos, que chegaram à perfeição e descansam em paz no mundo inteiro”. Na época de Carlos Magno, esta festa já era muito conhecida como ocasião para a Igreja, que vagueia e sofre na Terra, mas que olha para o céu, onde estão seus irmãos mais gloriosos.

É a festa da esperança, que nos recorda o objetivo da nossa vida.

Memória Litúrgica

A memória litúrgica dedica um dia especial a todos aqueles que se uniram com Cristo em sua glória. Eles não nos são indicados apenas como arquétipos, mas invocados também como protetores das nossas ações. Todos os Santos são os filhos de Deus que atingiram a meta da salvação. Eles vivem, na eternidade, aquela condição de bem-aventurança expressa por Jesus no discurso da Montanha, narrado no Evangelho de Mateus (5,1-12).

Companheiros na Imitação de Cristo

Os Santos são aqueles que nos acompanham no nosso percurso de imitação de Jesus. Eles nos levam a ser pedra angular na construção do Reino de Deus. Neste dia, a Mãe Igreja faz este apelo a todos nós, seus filhos: “O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos.” “A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada” (CIC 2028).

Um Interesse Humano

Sendo assim, nós passamos a compreender o início do sermão do Abade São Bernardo: “Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que, enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas? A eles que, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste glorifica? Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles”.

Convite para Olhar para o Alto

A Igreja nos convida a contemplarmos os nossos “heróis” da fé, esperança e caridade. É um convite a olharmos para o Alto, pois, neste mundo escurecido pelo pecado, eles brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma “constelação”, como São João havia dito: “Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7,9).

Somos chamados a imitar o exemplo de Santidade.

Sinal do Espírito Santo

Todos esses combatentes de Deus merecem nossa imitação, pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, operários, empregados, patrões, sacerdotes, pobres mendigos, profissionais, militares ou religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que se decide a viver o Evangelho atuando na Igreja e na sociedade.

Modelos para os Fiéis

Portanto, a vida desses modelos acabaram virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças. Esses constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perder o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois “não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos santos, sois da Família de Deus” (Ef. 2,19).

Todos os Santos de Deus, rogai por nós!

“Oração – Jesus, que o mundo salvastes, dos que remistes cuidais, E vós, Mãe santa de Deus, por nós a Deus suplicai. Os coros todos dos Anjos, patriarcal legião, profetas de tantos méritos, pedi por nós o perdão. Ó precursor do Messias, ó Ostiário dos céus, com os Apóstolos todos, quebrai os laços dos réus. Santa Assembleia dos Mártires; vós, Confessores, Pastores, Virgens prudentes e castas, rogai por nós pecadores. Que os monges peçam por nós e todos que o céu habitam: a vida eterna consigam os que na terra militam. Honra e louvor tributemos ao Pai e ao Filho também, com seu Amor um só Deus, por todo o sempre. Amém.”

“Minha oração – Na solenidade de todos os santos, recordamos que é possível ser santo, recordamos que é possível contar com suas orações e intercessão, por isso pedimos as graças de que precisamos no tempo presente e a conversão dos pecadores da nossa família e amigos. Amém.”

Todos os Santos de Deus, rogai por nós!

Outros santos e beatos que a Igreja faz memória em 1º de novembro:

1
São Cesário Mártir. Em Terracina, litoral do Lácio, na atual Itália.
† data inc.
2
São Benigno Presbítero e mártir. Em Dijon, na Gália Lionense, França.
† data inc.
3
Santo Austremónio Bispo. Em Arvena, na Aquitânia, hoje Clermont-Ferrand, na França.
† s. III
4
São Marcelo Bispo. Em Paris, na Gália Lionense, França.
† s. IV f.
5
São Rómulo Presbítero e abade. No território de Bourges, na Aquitânia, França.
† s. V
6
São Severino Monge. Em Tívoli, no Lácio, na atual Itália.
† c. s. VI
7
São Magno Bispo. Em Milão, na Lombardia, na Itália.
† s. VI
8
São Vigor Bispo. Em Bayeux, na Gália Lionense, hoje na França. Foi discípulo de São Vedasto.
† a. 538
9
São Licínio Bispo. Em Angers, na Nêustria, na França.
† c. 606
10
São Maturino Presbítero. Em Larchant, cidade do Gatinais da Aquitânia, na França.
† c. s. VII
11
Santo Audemaro Bispo dos Morinos. No território de Thérouanne, em Flandres, França.
† c. 670
12
Beato Rainério de Arezzo Religioso da Ordem dos Menores. Em Sansepolcro, na Úmbria, hoje na Toscana, região da Itália.
† 1304
13
São Nuno de Santa Maria Religioso da Ordem dos Carmelitas. Em Lisboa, Portugal.
† 1431
14
Beatos Pedro Paulo Navarro, Dionísio Fujishima, Pedro Onizuka Sandayu e Clemente Kyuemon Mártires. Em Shimabara, no Japão. Pedro Paulo Navarro, presbítero, Dionísio Fujishima e Pedro Onizuka Sandayu, religiosos da Companhia de Jesus.
† 1622
15
Jerónimo Hermosilla, Valentim Bérrio Ochoa e Pedro Almató Ribeira Bispos e presbítero da Ordem dos Pregadores. Em Hai Duong, cidade do Tonquim, hoje Vietnam.
† 1861
16
Beato Ruperto Mayer Presbítero da Companhia de Jesus. Em Munique, na Alemanha.
† 1945
17
Beato Teodoro Jorge Romzsa Bispo e mártir. Em Mukacevo, cidade da Ucrânia.
† 1947

Fontes: Catecismo da Igreja Católica · Martirológio Romano · Vaticannews.va

Santo Afonso Rodriguez, Presbítero, Porteiro – 31 de Outubro

Santo Afonso Rodrigues

Santo do Dia – 31 de Outubro

Santo Afonso Rodrigues

Santo Afonso Rodrigues,

Padroeiro de Palma de Maiorca · † 1617

Origens

Santo Afonso Rodrigues: Homem Simples

Natural de Segóvia, na Espanha, veio à luz aos 25 de julho de 1532. Pertencente a uma família cristã, teve de interromper seus estudos no primário, pois, com a morte do pai, assumiu os compromissos com o comércio. Casou-se com Maria Soares, que amou tanto quanto os dois filhos, mas infelizmente, todos, com o tempo, faleceram.

A crise espiritual

Ao entrar em crise espiritual, Afonso entrega-se à oração, à penitência e, dirigido por um sacerdote, descobriu o seu chamado a ser Irmão religioso; e, assim, assumiu grandes dificuldades como a limitação dos estudos.

Entrou para a Companhia de Jesus

No ano de 1571, aos 38 anos, iniciou seu noviciado. Vencendo tudo em Deus, Afonso foi recebido na Companhia de Jesus como Irmão. Sua vida foi uma esplêndida realização da vocação. Depois do noviciado, foi enviado para o Colégio de formação Monte de Sião em Palma de Maiorca. No colégio, desempenhou os ofícios de porteiro; e a todos prestava vários serviços e, dentre as virtudes heroicas que conquistou na graça e querendo ser firme na fé, a obediência foi a sua prova de verdadeira humildade.

Vontade de Deus

Santo Afonso Rodrigues sabia ser simples, pois aceitava, com amor, toda ordem e desejo dos superiores, como expressão da vontade de Deus. Tinha como regra “Agradar somente a Deus, cumprir sempre e em toda parte a Vontade Divina”. Esse santo encantador, com sua espiritualidade, ajudou a muitos, principalmente São Pedro Claver, um de seus filhos espirituais mais notáveis, quanto ao futuro apostolado na Colômbia.

Alma que suplicava a Deus

Sua alma era sedenta de Deus: “A oração que tem é uma súplica a Deus e a Nossa Senhora de quatro amores: o amor de Deus; o amor de Jesus Cristo; o amor a Santíssima Virgem e o amor de uns para com os outros”. Em sua íntima relação com Deus, Maria sempre esteve presente.

A morte

Passou o resto da sua vida como porteiro em um convento da Ilha de Maiorca, onde foi exemplo de humildade, obediência, constância e santidade. Místico de muitos carismas, Santo Afonso Rodrigues sofreu muito antes de morrer em 31 de outubro de 1617. Foi canonizado em 15 de janeiro de 1888, por Leão XIII. Ele é o santo padroeiro dos goleiros e lanterninhas, e padroeiro de Palma de Maiorca.

Santo Afonso Rodrigues, rogai por nós!

Afonso — Nome de origem germânica, que significa “nobre e pronto para o combate”.

“Oração – Santo Afonso, que, por sua obediência, conquistastes o Céu, dai-nos a graça de imitar essa virtude assim como o teu modelo de humildade. Ensina-nos a reconhecer Jesus nos trabalhos mais simples e desprezados. Amém!”

Santo Afonso Rodrigues, rogai por nós!

São Volfgango — Bispo de Ratisbona, na Baviera, atualmente na Alemanha.

Outros santos e beatos que a Igreja faz memória em 31 de outubro:

1
Santo Epimáquio de Pelúsio Mártir. Em Alexandria, no Egipto.
† c. 250
2
São Quintino Mártir. Em Vermand, hoje Saint-Quentin, na Gália, Bélgica, atualmente na França.
† s. III
3
São Felano Presbítero e abade. Em Fosses, no Brabante da Austrásia, no território da atual Bélgica.
† c. 655
4
Santo Antonino Bispo. Em Milão, na Lombardia, região da Itália.
† c. 661
5
São Volfgango Bispo. Em Ratisbona, na Baviera, atualmente na Alemanha.
† 994
6
Beato Cristóvão de Romanha Presbítero da Ordem dos Menores. Em Cahors, na Aquitânia, região da França.
† 1272
7
Beato Tomás de Florença Belláci Religioso da Ordem dos Menores. Em Riéti, na Sabina, território da Itália.
† 1447
8
Beato Domingos Collins Religioso da Companhia de Jesus. Em Youghal, perto de Cork, na Irlanda.
† 1602
9
Beato Leão Nowakowski Presbítero e mártir. Em Piotrkow Kujawski, localidade da Polónia.
† 1939
10
Santa Maria da Imaculada Conceição Virgem, fundadora do Instituto das Irmãs da Companhia da Cruz. Em Sevilha, na Espanha.
† 1998

Fontes: Livro “Santos de cada dia” – José Leite, SJ [Editorial A.O. Braga, 2003] · Martirológio Romano · Vaticannews.va · Santiebeati.it

Convidados para o Céu

Intenções para a Missa
no Dia de Finados!

Use este espaço para ler e meditar sobre o Dia de Todos os Santos, que antecede o Dia de Finados.
 
Se desejar que rezemos por suas intenções na Missa no Dia de Finados, por favor, preencha o formulário ao lado.
Dia de Todos os Santos

Exemplos que estimulam e nos dão ânimo

Juízo Final, pintado pelo Beato Angelico
Juízo Final, pintado pelo Beato Angelico

Durante as décadas de 60 e 70 Dr. Plinio fazia conferências diárias, em geral comentando a vida do santo cuja festa a Igreja celebrava naquela data.

Donde essas reuniões serem chamadas de “Santo do Dia”, nas quais a edificante virtude dos heróis da Fé eram propostas como modelo a quantos acompanhavam ditas exposições.

Certa vez, atendendo ao interesse de seu auditório, Dr. Plinio salientou o melhor modo de seguirmos o exemplo dos grandes santos.

O culto de todos os Santos envolve o culto a todas as almas que estão no céu, ainda que sejam almas não canonizadas, porque em algum sentido da palavra, qualquer alma que esteja no céu, que se tenha salvo, é uma alma santa.

Ela está na presença de Deus, vê Deus face a face e agrada a Deus inteiramente e naturalmente o número de pessoas que estão no céu é um número incontável.

Com isto a Igreja não tem possibilidade não só de cultuar adequadamente todos os Santos que ela canonizou, mas, sobretudo, de cultuar um número enorme de almas que estão no céu e às quais não se pode prestar um culto regular, porque de fato não se sabe se elas estão salvas ou não, mas [espera-se] que gozem da presença de Deus.

Por todas estas almas nós temos razões para rezar, nós temos razões para pedir a proteção delas, mas há, naturalmente, algumas almas que têm conosco uma relação especial e que, se bem que não nos tenham conhecido nesta vida, nem nós as conheçamos, por esta relação que têm conosco, evidentemente são intercessoras junto [a Deus por] nós. Vale a pena neste dia a gente se recomendar a estas almas.

Suas vidas são convites para o Céu!

Adoração da Santíssima Trindade, pintura de Alberto Durer
Pintura de Alberto Durer, Adoração da Santíssima Trindade

Com freqüência no “Santo do Dia”, fazendo comentários a respeito deste ou daquele bem-aventurado, apresento um quadro da vida espiritual que poderia ser assim resumido: a Fé ilumina a inteligência; esta dirige a vontade a qual, por sua vez, fortalece a sensibilidade humana. Agindo dessa forma, o homem está em ordem em relação a Deus.

Os santos o conseguiram por meio de meditações, raciocínios, exercícios metódicos e cuidados persistentes, enfrentando lutas e sofrimentos extraordinários.

Dificuldade dos mais fracos

Sempre procuro elogiar enfaticamente esse modo de praticar a virtude, o que suscita em alguns de meus ouvintes a seguinte pergunta:

“Dr. Plinio, os ‘Santos do Dia’ são feitos em grande parte para as gerações mais novas, e até novíssimas, compostas de capengas. Os santos sobre os quais o senhor tece comentários são o contrário da capenguice, porque têm muita personalidade, são capazes de sofrer, de praticar atos heróicos e fazem obras que nós não conseguimos realizar. Então, que proveito podemos tirar dessas exposições?”

Virtudes a serem admiradas, mais do que imitadas

Ícone de São Simeão Estilita
Ícone de São Simeão Estilita

Respondo à compreensível indagação. Antes de tudo, cumpre considerar que, em toda a História da Igreja, Deus suscita santos com virtudes tão extraordinárias que devem ser admiradas, mais do que imitadas.

Exemplo frisante é o de São Simão Estilita, o qual, para fugir das atrações mundanas, subiu no alto de uma coluna e ali passou a vida inteira em oração e penitência.

O que sucederia se toda pessoa com dificuldades em cumprir os Mandamentos, ficasse o dia inteiro rezando sobre uma coluna? Não haveria colunas que bastassem. Além disso, o número de colunas abandonadas seria imenso…

Sem dúvida, o procedimento de São Simão Estilita é um modo admirável de praticar a virtude. Não há palavras que possam exprimir nosso respeito e enlevo por um homem que permanece durante anos no alto de uma coluna, não pensando em outra coisa senão em Nosso Senhor e nas verdades eternas.

Contudo, se o desígnio de Deus para a maior parte dos homens não é o de imitar São Simão Estilita, a admiração pelo santo deve levá-los a praticar virtudes menores, ou pelo menos de modo menos excepcionalmente heróico.

Cada um poderia dizer a si mesmo:

“Claro está, não posso chegar ao grau de virtude que São Simão Estilita atingiu, mas desejo caminhar nessa direção.”

Ora, se esse anelo nasce em nosso interior, significa que aquele santo é uma espécie de precursor de milhões de almas que, de algum modo, fazem aquilo que ele realizou. E, portanto, o extremo da admiração redunda numa como que imitação, a qual beneficia incontáveis corações.

Todos somos chamados à santidade

Em segundo lugar, precisamos compreender que, embora as virtudes heróicas de alguns santos do passado não possam ser praticadas pelos homens de hoje — e nem pertençam às vias comuns da graça —, a santidade está ao alcance de todos. Porque a perfeição moral é atingível por qualquer homem que a deseje, com o auxílio da graça.

E quando admiramos um santo, nos encantamos com a santidade, e somos convidados a seguir de alguma forma o exemplo de sua vida virtuosa.

Outro não foi o pensamento que inundou a alma de Santa Teresinha do Menino Jesus, a doutora da chamada infância espiritual. Quer dizer, ela se comportava diante de Deus com a humildade e a simplicidade de uma criança. Não almejava fazer coisas extraordinárias, mas apenas servir a Deus nas formas quotidianas e comuns da virtude. Porém, praticando-as com um amor tal que este significava verdadeiramente a santidade.

O teor de relações de Santa Teresinha com Nosso Senhor era semelhante ao da criança com seus pais, e poderia ser qualificado quase de filial e reverentemente sem cerimônia.

Ela não procurava de modo algum ser grande diante de Deus, e sim humilde e pequena, vivendo da confiança na misericórdia do Altíssimo minuto a minuto. Dessa maneira ela alcançou a santidade.

Um convite para Imitar todos os Santos: Santa Teresinha

Santa Teresinha do Menino Jesus

Pode-se dizer que Santa Teresinha levou essa confiança a extremos singulares.

Por exemplo, ela era um braseiro de amor a Deus, mas sua alma passou por longos períodos de aridez. Em certas ocasiões essas penas espirituais a afligiam até mesmo durante o cântico do Ofício.

Entretanto, nas mais diversas provações, ela se mantinha serena, e já no fim de sua vida, devorada por tentações contra a fé, ela resistia de modo admirável e completo.

Diante de tudo isso, conservava a atitude de pequenez, vazia de si mesmo, sabendo que valia muito aos olhos de Deus. Por isso costumava reafirmar que Nosso Senhor a protegia, embora ela não o sentisse.

Nesse sentido, empregava a linda metáfora da águia que fita o sol através das nuvens: não lhe era possível divisar o sol divino, mas estava com as vistas continuamente voltadas para Ele, amando-O do modo mais intenso possível.

Certa feita lhe perguntaram como ela agiria se tivesse a infelicidade de cometer um pecado grave.

Resposta: “A misericórdia de Deus é tão grande que eu retomaria, com a alma partida de dor, minha vida espiritual no ponto anterior à queda, e recomeçaria a ascensão tranqüilamente.”

Não cabe chamar Santa Teresinha de capenga, mas ela abriu a pequena via para os capengas que viriam depois dela, proporcionando-lhes uma vida espiritual modesta, humilde, mas repleta de amor, dando-lhes a oportunidade de realizar, à sua maneira, grandes coisas.

Concluímos, portanto, dizendo que convém conhecermos as altas virtudes dos santos insignes para amá-las, admirá-las e, na medida do possível, imitá-las, segundo as disposições propostas pela “pequena via”.

(Extraído de conferência em 12/1/1966)

Exemplos que estimulam e nos dão ânimo

Juízo Final, pintado pelo Beato Angelico

Suas vidas são convites para o Céu!

Durante as décadas de 60 e 70 Dr. Plinio fazia conferências diárias, em geral comentando a vida do santo cuja festa a Igreja celebrava naquela data.

Donde essas reuniões serem chamadas de “Santo do Dia”, nas quais a edificante virtude dos heróis da Fé eram propostas como modelo a quantos acompanhavam ditas exposições.

Certa vez, atendendo ao interesse de seu auditório, Dr. Plinio salientou o melhor modo de seguirmos o exemplo dos grandes santos.

            O culto de todos os Santos envolve o culto a todas as almas que estão no céu, ainda que sejam almas não canonizadas, porque em algum sentido da palavra, qualquer alma que esteja no céu, que se tenha salvo, é uma alma santa.

           Ela está na presença de Deus, vê Deus face a face e agrada a Deus inteiramente e naturalmente o número de pessoas que estão no céu é um número incontável.

           Com isto a Igreja não tem possibilidade não só de cultuar adequadamente todos os Santos que ela canonizou, mas, sobretudo, de cultuar um número enorme de almas que estão no céu e às quais não se pode prestar um culto regular, porque de fato não se sabe se elas estão salvas ou não, mas [espera-se] que gozem da presença de Deus.

           Por todas estas almas nós temos razões para rezar, nós temos razões para pedir a proteção delas, mas há, naturalmente, algumas almas que têm conosco uma relação especial e que, se bem que não nos tenham conhecido nesta vida, nem nós as conheçamos, por esta relação que têm conosco, evidentemente são intercessoras junto [a Deus por] nós. Vale a pena neste dia a gente se recomendar a estas almas.

           Com freqüência no “Santo do Dia”, fazendo comentários a respeito deste ou daquele bem-aventurado, apresento um quadro da vida espiritual que poderia ser assim resumido: a Fé ilumina a inteligência; esta dirige a vontade a qual, por sua vez, fortalece a sensibilidade humana. Agindo dessa forma, o homem está em ordem em relação a Deus.

           Os santos o conseguiram por meio de meditações, raciocínios, exercícios metódicos e cuidados persistentes, enfrentando lutas e sofrimentos extraordinários.

Pintura de Alberto Durer, Adoração da Santíssima Trindade

Dificuldade dos mais fracos

            Sempre procuro elogiar enfaticamente esse modo de praticar a virtude, o que suscita em alguns de meus ouvintes a seguinte pergunta:

           “Dr. Plinio, os ‘Santos do Dia’ são feitos em grande parte para as gerações mais novas, e até novíssimas, compostas de capengas. Os santos sobre os quais o senhor tece comentários são o contrário da capenguice, porque têm muita personalidade, são capazes de sofrer, de praticar atos heróicos e fazem obras que nós não conseguimos realizar. Então, que proveito podemos tirar dessas exposições?”

(Dr. Plinio costumava empregar a palavra “capenga” no sentido metafórico, referindo-se a deficiências espirituais análogas às dos que necessitam apoio para caminhar. Semelhante às almas que têm necessidade de um apoio especial para poderem avançar na piedade.)

Ícone de São Simeão Estilita

Virtudes a serem admiradas, mais do que imitadas

           Respondo à compreensível indagação.  Antes de tudo, cumpre considerar que, em toda a História da Igreja, Deus suscita santos com virtudes tão extraordinárias que devem ser admiradas, mais do que imitadas.

           Exemplo frisante é o de São Simão Estilita, o qual, para fugir das atrações mundanas, subiu no alto de uma coluna e ali passou a vida inteira em oração e penitência.

           O que sucederia se toda pessoa com dificuldades em cumprir os Mandamentos, ficasse o dia inteiro rezando sobre uma coluna?  Não haveria colunas que bastassem. Além disso, o número de colunas abandonadas seria imenso…

           Sem dúvida, o procedimento de São Simão Estilita é um modo admirável de praticar a virtude. Não há palavras que possam exprimir nosso respeito e enlevo por um homem que permanece durante anos no alto de uma coluna, não pensando em outra coisa senão em Nosso Senhor e nas verdades eternas.

          Contudo, se o desígnio de Deus para a maior parte dos homens não é o de imitar São Simão Estilita, a admiração pelo santo deve levá-los a praticar virtudes menores, ou pelo menos de modo menos excepcionalmente heróico.

           Cada um poderia dizer a si mesmo:

          “Claro está, não posso chegar ao grau de virtude que São Simão Estilita atingiu, mas desejo caminhar nessa direção.”

           Ora, se esse anelo nasce em nosso interior, significa que aquele santo é uma espécie de precursor de milhões de almas que, de algum modo, fazem aquilo que ele realizou. E, portanto, o extremo da admiração redunda numa como que imitação, a qual beneficia incontáveis corações.

          Em segundo lugar, precisamos compreender que, embora as virtudes heróicas de alguns santos do passado não possam ser praticadas pelos homens de hoje — e nem pertençam às vias comuns da graça —, a santidade está ao alcance de todos. Porque a perfeição moral é atingível por qualquer homem que a deseje, com o auxílio da graça.

         E quando admiramos um santo, nos encantamos com a santidade, e somos convidados a seguir de alguma forma o exemplo de sua vida virtuosa.

          Outro não foi o pensamento que inundou a alma de Santa Teresinha do Menino Jesus, a doutora da chamada infância espiritual. Quer dizer, ela se comportava diante de Deus com a humildade e a simplicidade de uma criança. Não almejava fazer coisas extraordinárias, mas apenas servir a Deus nas formas quotidianas e comuns da virtude. Porém, praticando-as com um amor tal que este significava verdadeiramente a santidade.

          O teor de relações de Santa Teresinha com Nosso Senhor era semelhante ao da criança com seus pais, e poderia ser qualificado quase de filial e reverentemente sem cerimônia.

          Ela não procurava de modo algum ser grande diante de Deus, e sim humilde e pequena, vivendo da confiança na misericórdia do Altíssimo minuto a minuto. Dessa maneira ela alcançou a santidade.

Um convite para Imitar todos os Santos: Santa Teresinha

            Pode-se dizer que Santa Teresinha levou essa confiança a extremos singulares.

           Por exemplo, ela era um braseiro de amor a Deus, mas sua alma passou por longos períodos de aridez. Em certas ocasiões essas penas espirituais a afligiam até mesmo durante o cântico do Ofício.

           Entretanto, nas mais diversas provações, ela se mantinha serena, e já no fim de sua vida, devorada por tentações contra a fé, ela resistia de modo admirável e completo.

          Diante de tudo isso, conservava a atitude de pequenez, vazia de si mesmo, sabendo que valia muito aos olhos de Deus. Por isso costumava reafirmar que Nosso Senhor a protegia, embora ela não o sentisse.

          Nesse sentido, empregava a linda metáfora da águia que fita o sol através das nuvens: não lhe era possível divisar o sol divino, mas estava com as vistas continuamente voltadas para Ele, amando-O do modo mais intenso possível.

          Certa feita lhe perguntaram como ela agiria se tivesse a infelicidade de cometer um pecado grave.

         Resposta: “A misericórdia de Deus é tão grande que eu retomaria, com a alma partida de dor, minha vida espiritual no ponto anterior à queda, e recomeçaria a ascensão tranqüilamente.”

          Não cabe chamar Santa Teresinha de capenga, mas ela abriu a pequena via para os capengas que viriam depois dela, proporcionando-lhes uma vida espiritual modesta, humilde, mas repleta de amor, dando-lhes a oportunidade de realizar, à sua maneira, grandes coisas.

         Concluímos, portanto, dizendo que convém conhecermos as altas virtudes dos santos insignes para amá-las, admirá-las e, na medida do possível, imitá-las, segundo as disposições propostas pela “pequena via”.

(Extraído de conferência em 12/1/1966)

 

Todos somos chamados à santidade

30ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira

30ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (At 14,19-28)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, 19 de Antioquia e Icônio chegaram judeus que convenceram as multidões. Então apedrejaram Paulo e arrastaram-no para fora da cidade, pensando que ele estivesse morto. 20 Mas, enquanto os discípulos o rodeavam, Paulo levantou-se e entrou na cidade. No dia seguinte, partiu para Derbe com Barnabé. 21 Depois de terem pregado o Evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, Icônio e Antioquia. 22 Encorajando os discípulos, eles os exortavam a permanecerem firmes na fé, dizendo-lhes: “É preciso que passemos por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus”. 23 Os apóstolos designaram presbíteros para cada comunidade. Com orações e jejuns, eles os confiavam ao Senhor, em quem haviam acreditado. 24 Em seguida, atravessando a Pisídia, chegaram à Panfília. 25 Anunciaram a palavra em Perge, e depois desceram para Atália. 26 Dali embarcaram para Antioquia, de onde tinham saído, entregues à graça de Deus, para o trabalho que haviam realizado. 27 Chegando ali, reuniram a comunidade. Contaram-lhe tudo o que Deus fizera por meio deles e como havia aberto a porta da fé para os pagãos. 28 E passaram então algum tempo com os discípulos.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 144(145),10-11.12-13ab.21 (R. cf. 12a)

– Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso.

– Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso.

– Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder!

– Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração.

– Que a minha boca cante a glória do Senhor e que bendiga todo ser seu nome santo desde agora, para sempre e pelos séculos.

Evangelho (Jo 14,27-31a)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Era preciso que Cristo sofresse e ressuscitasse dos mortos, para entrar em sua glória, aleluia!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 27 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. 28 Ouvistes que eu vos disse: ‘Vou, mas voltarei a vós’. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque voy para o Pai, pois o Pai é maior do que eu. 29 Disse-vos isto, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis. 30 Já não falarei muito convosco, pois o chefe deste mundo vem. Ele não tem poder sobre mim, 31a mas, para que o mundo reconheça que eu amo o Pai, eu procedo conforme o Pai me ordenou”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

São Narciso, Bispo – 29 de Outubro

São Narciso, Bispo

Santo do Dia – 29 de Outubro

São Narciso: O Bispo de Jerusalém

São Narciso,

O Bispo de Jerusalém · † c. 212

Origens

São Narciso: O Bispo de Jerusalém

São Narciso foi Bispo de Jerusalém e, quando se deu tal fato, devia ter quase cem anos de idade. Narciso não era judeu e teria nascido no ano 96.

Homem austero, penitente, humilde, simples e puro, sabe-se que presidiu com Teófilo de Cesareia a um concílio onde foi aprovada a determinação de se celebrar sempre a Páscoa num Domingo.

Transformação da água em óleo

Eusébio narra que, em certo dia de festa, em que faltou o óleo necessário para as unções litúrgicas, Narciso mandou vir água de um poço vizinho e, com a sua bênção, a transformou em óleo. Conta também as circunstâncias que levaram Narciso a demitir-se das suas funções.

Acusado falsamente

Para se justificarem de um crime, três homens acusaram o Bispo Narciso de certo ato infame.

– “Que me queimem vivo — disse o primeiro —, se eu minto”.

– “E a mim, que me devore a lepra”, disse o segundo.

– “E que eu fique cego”, acrescentou o terceiro.

O desgosto de ser assim caluniado despertou em Narciso o seu antigo desejo pelo recolhimento e, por isso, sem dizer para onde iria, perdoou os caluniadores e saiu de Jerusalém em direção ao deserto.

Protegido pela justiça divina

Considerando-o definitivamente desaparecido, deram-lhe por sucessor a Dio, ao qual por sua vez sucederam Germânio e Górdio. Todavia, os três caluniadores não tardaram a sofrer os castigos que em má hora tinham invocado, pois o primeiro pereceu num incêndio com todos os seus, o segundo morreu de lepra e o terceiro cegou à força de tanto chorar o seu pecado.

A morte

Alguns anos depois, Narciso reapareceu na cidade episcopal. Nunca tinha sido posta em dúvida a santidade do seu procedimento, por isso foi com imensa alegria que Jerusalém recebeu seu antigo pastor. Segundo diz Eusébio, continuou Narciso a governar a diocese até a idade de 119 anos, auxiliado por um coadjutor chamado Alexandre. Faleceu cerca do ano de 212.

São Narciso, rogai por nós!

Narciso — Do grego Nárkissos, nome ligado à palavra nárke, que significa “torpor”, “entorpecimento”. Também designa a flor de mesmo nome, e chegou ao latim como Narcissus.

“Oração – Pedimos ao padroeiro de Jerusalém, que cuidai dos cristãos naquela região. Fortalecei a fé desse povo e promove novas conversões, grandes conversões. Ajudai o povo para que encontrem na terra de Jesus a sua presença e experiência. Amém!”

São Narciso, rogai por nós!

São Caetano Errico — Presbítero, fundou a Congregação dos Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e Maria.

Outros santos e beatos que a Igreja faz memória em 29 de outubro:

1
São Feliciano Mártir. Em Cartago, na hodierna Tunísia.
† c. s. III
2
Santo Honorato Bispo. Em Vercelas, na Ligúria, hoje no Piemonte, região da Itália.
† s. IV/V in.
3
São Zenóbio Presbítero. Em Sidónia, cidade da Fenícia, no atual Líbano.
† s. IV
4
Santo Abraão Anacoreta. Em Edessa, cidade do Osroene, hoje na Turquia.
† 366
5
São Teodário Abade. No território de Vienne, na Gália, atualmente na França.
† c. 575
6
São Colmano Bispo. Em Galway, na Irlanda.
† 632
7
São Dodão Abade. Em Moustiers-en-Fagne, próximo de Cambrai, na Nêustria, atualmente na França.
† s. VIII
8
São Caetano Errico Presbítero. Em Secondigliano, perto de Nápoles, na Itália. Fundou a Congregação dos Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e Maria.
† 1860

Livro “Santos de cada dia” – José Leite, SJ [Editorial A.O. Braga, 2003] · Martirológio Romano · Vaticannews.va · Vatican.va

Décimo quinto Bispo de Jerusalém

Segundo Eusébio, era natural da Palestina e foi o 15º Bispo de Jerusalém, eleito em 189. Presidiu ao Concílio de Cesareia (197) e encabeçou a lista de assinaturas de uma carta que o episcopado da Palestina enviara ao Papa São Vitor. Nesta carta, os bispos declaravam observar os rito e usos da Igreja romana.

Calúnias e falsos testemunhos

Contam que certa vez fora acusado de um crime que não cometera. Os caluniadores confirmaram por falsos juramentos a acusação. O primeiro dissera que se estivesse mentindo que o queimassem vivo. Já o segundo chamou sobre si a praga de lepra, se o que havia dito não fosse verdade. Por fim, o terceiro jurou pela luz de seus olhos que estava falando a verdade.

Abateu sobre os caluniadores o mal que cada um havia arrogado

Narciso ficou muito desgostoso e resolveu deixar a cidade secretamente. Com essa finalidade foi para o deserto de Nítria, onde viveu oculto durante 8 anos. Aconteceu, então, que abateu sobre os caluniadores o mal que cada um havia arrogado sobre si: o primeiro morreu queimado; o segundo foi consumido pela lepra; e o terceiro ficou cego.

Resolveu reassumir o pastoreio de sue rebanho

Voltando a Jerusalém resolveu reassumir, juntamente com o Bispo Górdio, o pastoreio de sue rebanho. Sempre esteve em pleno acordo com o Papa São Vítor acerca da data da celebração da Páscoa cristã, afirmou que o mistério da Ressurreição do Senhor não podia celebrar-se senão no domingo. Morreu por volta de 212, aos 116 anos de idade.

São Narciso, rogai por nós!

Oração – Onipotente e poderoso Senhor, que destes a São Narciso muita luz para guiar o rebanho de Cristo na cidade de Jerusalém, mandai o vosso Espírito Santo para nos guardar e mostrar os caminhos que levam a vós. E pela intercessão de São Narciso, concedei-nos a graça que vos pedimos.  Amém!

Narciso: Significa “o que faz adormecer”, “narcótico”. Tem origem no nome de uma flor, vindo do grego Narkissos, a partir de nárke, que quer dizer “torpor”, Com Santo Honorato, bispo, que foi discípulo de Santo Eusébio no mosteiro, seu companheiro no cárcere e sucessor nesta sede episcopal. Teve o privilégio de administrar o viático a Santo Ambrósio.

Martirológio Romano – Secretariado Nacional de Liturgia

29/10

3. Em Vercelas, na Ligúria, hoje no Piemonte, região da Itália, Santo Honorato, bispo, que foi discípulo de Santo Eusébio no mosteiro, seu companheiro no cárcere e sucessor nesta sede episcopal, a qual instruiu segundo a doutrina verdadeira, e teve o privilégio de administrar o viático a Santo Ambrósio na hora da morte, († s. IV/V in.) 4. Em Sidónia, cidade da Fenícia, no atual Líbano, São Zenóbio, presbítero, que, durante a terrível perseguição do imperador Diocleciano, exortando os outros ao martírio, também ele com o martírio foi coroado, († s. IV) 5. Em Edessa, cidade do Osroene, hoje na Turquia, Santo Abraão, anacoreta, cuja vida foi escrita por Santo Efrém, diácono, († 366) 6. No território de Vienne, na Gália, atualmente na França, São Teodário, abade, que, sendo discípulo de Santo Eusébio de Arles, construiu celas para os monges e foi designado pelo bispo intercessor diante de Deus e presbítero penitenciário para todo o povo da cidade, († c. 575) 7. Em Galway, na Irlanda, São Colmano, bispo, († 632) 8. Em Moustiers-en-Fagne, próximo de Cambrai, na Nêustria, atualmente na França, São Dodão, abade, que, presidindo ao mosteiro de Wallers, preferiu a vida eremítica, († s. VIII) 9. Em Secondigliano, perto de Nápoles, na Itália, São Caetano Errico, presbítero, que fomentou com empenho os retiros espirituais e a contemplação da Eucaristia, como instrumentos de ganhar almas para Cristo, e com essa finalidade fundou a Congregação dos Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e Maria, († 1860

30ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira

30ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (At 14,19-28)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, 19 de Antioquia e Icônio chegaram judeus que convenceram as multidões. Então apedrejaram Paulo e arrastaram-no para fora da cidade, pensando que ele estivesse morto. 20 Mas, enquanto os discípulos o rodeavam, Paulo levantou-se e entrou na cidade. No dia seguinte, partiu para Derbe com Barnabé. 21 Depois de terem pregado o Evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, Icônio e Antioquia. 22 Encorajando os discípulos, eles os exortavam a permanecerem firmes na fé, dizendo-lhes: “É preciso que passemos por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus”. 23 Os apóstolos designaram presbíteros para cada comunidade. Com orações e jejuns, eles os confiavam ao Senhor, em quem haviam acreditado. 24 Em seguida, atravessando a Pisídia, chegaram à Panfília. 25 Anunciaram a palavra em Perge, e depois desceram para Atália. 26 Dali embarcaram para Antioquia, de onde tinham saído, entregues à graça de Deus, para o trabalho que haviam realizado. 27 Chegando ali, reuniram a comunidade. Contaram-lhe tudo o que Deus fizera por meio deles e como havia aberto a porta da fé para os pagãos. 28 E passaram então algum tempo com os discípulos.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 144(145),10-11.12-13ab.21 (R. cf. 12a)

– Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso.

– Ó Senhor, vossos amigos anunciem vosso Reino glorioso.

– Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder!

– Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração.

– Que a minha boca cante a glória do Senhor e que bendiga todo ser seu nome santo desde agora, para sempre e pelos séculos.

Evangelho (Jo 14,27-31a)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Era preciso que Cristo sofresse e ressuscitasse dos mortos, para entrar em sua glória, aleluia!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

– Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 27 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. 28 Ouvistes que eu vos disse: ‘Vou, mas voltarei a vós’. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque voy para o Pai, pois o Pai é maior do que eu. 29 Disse-vos isto, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis. 30 Já não falarei muito convosco, pois o chefe deste mundo vem. Ele não tem poder sobre mim, 31a mas, para que o mundo reconheça que eu amo o Pai, eu procedo conforme o Pai me ordenou”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Rm 8,31b-39)

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos, 31b se Deus é por nós, quem será contra nós? 32 Deus que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos daria tudo junto com ele? 33 Quem acusará os escolhidos de Deus? Deus, que os declara justos? 34 Quem condenará? Jesus Cristo, que morreu, mais ainda, que ressuscitou, e está, à direita de Deus, intercedendo por nós? 35 Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada? 36 Pois é assim que está escrito: “Por tua causa somos entregues à morte, o dia todo; fomos tidos como ovelhas destinadas ao matadouro”. 37 Mas, em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou! 38 Tenho a certeza que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os poderes celestiais, nem o presente nem o futuro, nem as forças cósmicas, 39 nem a altura, nem a profundeza, nem outra criatura qualquer será capaz de nos separar do amor de Deus por nós, manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 108(109),21-22.26-27.30-31 (R. 26b)

– Salvai-me, Senhor, segundo a vossa bondade!

– Salvai-me, Senhor, segundo a vossa bondade!

– Agi a meu favor, ó Senhor Deus, por amor do vosso nome, libertai-me, pois, vossa lealdade é benfazeja! Necessitado e infeliz, eis o que sou, dentro de mim meu coração está ferido!.

– Senhor, meu Deus, vinde ajudar-me e salvar-me, segundo vosso amor e compaixão. Para que nisso reconheçam vossa mão, e saibam que sois vós que o fizestes!.

– Celebrarei o meu Senhor em alta voz, em meio à multidão hei de louvá-lo. Pois ele defende o indigente e o salva daqueles que condenam sua alma.

Evangelho (Lc 13,31-35)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor! Glória a Deus nos altos céus e na terra paz aos homens!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

-Glória a vós, Senhor.

31 Naquela hora, alguns fariseus aproximaram-se e disseram a Jesus: “Tu deves ir embora daqui, porque Herodes quer te matar”. 32 Jesus disse: “Ide dizer a essa raposa: eu expulso demônios e faço curas hoje e amanhã; e no terceiro dia terminarei o meu trabalho. 33 Entretanto, preciso caminhar hoje, amanhã e depois de amanhã, porque não convém que um profeta morra fora de Jerusalém. 34 Jerusalém, Jerusalém! Tu que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintainhos debaixo das asas, mas tu não quiseste! 35 Eis que vossa casa ficará abandonada. Eu vos digo: não me vereis mais, até que chegue o tempo em que vós mesmos direis: ‘Bendito aquele que vem em nome do Senhor'”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Santos Simão e Judas, Apóstolos – Festa | Quarta-feira

Santos Simão e Judas, Apóstolos - Festa | Quarta-feira

Cor Litúrgica: Vermelho

Primeira Leitura (Ef 2,19-22)

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.

Irmãos, 19 já não sois mais estrangeiros nem migrantes, mas concidadãos dos santos. Sois da família de Deus. 20 Vós fostes integrados no edifício que tem como fundamento os apóstolos e os profetas, e o próprio Jesus Cristo como pedra principal. 21 É nele que toda a construção se ajusta e se eleva para formar um templo Santo no Senhor. 22 E vós também sois integrados nesta construção, para vos tornardes morada de Deus pelo Espírito.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 18(19A),2-3.4-5 (R. 5a)

– Seu som ressoa e se espalha em toda terra.

– Seu som ressoa e se espalha em toda terra.

– Os céus proclamam a glória do Senhor, e o firmamento, a obra de suas mãos; o dia ao dia transmite esta mensagem, a noite à noite publica esta notícia.

– Não são discursos nem frases ou palavras, nem são vozes que possam ser ouvidas; seu som ressoa e se espalha em toda a terra, chega aos confins do universo a sua voz.

Evangelho (Lc 6,12-19)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– A vós, ó Deus, louvamos, a vós, Senhor, cantamos; vos louva, ó Senhor, o coro dos Apóstolos!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

– Glória a vós, Senhor.

12 Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. 13 Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: 14 Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; 15 Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; 16 Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor. 17 Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judéia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. 18 Vieram para ouvir Jesus e serem curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. 19 A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Ef 2,19-22)

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.

Irmãos, 19 já não sois mais estrangeiros nem migrantes, mas concidadãos dos santos. Sois da família de Deus. 20 Vós fostes integrados no edifício que tem como fundamento os apóstolos e os profetas, e o próprio Jesus Cristo como pedra principal. 21 É nele que toda a construção se ajusta e se eleva para formar um templo Santo no Senhor. 22 E vós também sois integrados nesta construção, para vos tornardes morada de Deus pelo Espírito.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 18(19A),2-3.4-5 (R. 5a)

– Seu som ressoa e se espalha em toda terra.

– Seu som ressoa e se espalha em toda terra.

– Os céus proclamam a glória do Senhor, e o firmamento, a obra de suas mãos; o dia ao dia transmite esta mensagem, a noite à noite publica esta notícia. 

– Não são discursos nem frases ou palavras,  nem são vozes que possam ser ouvidas; seu som ressoa e se espalha em toda a terra, chega aos confins do universo a sua voz. 

Evangelho (Lc 6,12-19)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– A vós, ó Deus, louvamos, a vós, Senhor, cantamos; vos louva, ó Senhor, o coro dos Apóstolos!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

-Glória a vós, Senhor.

12 Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. 13 Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: 14 Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; 15 Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; 16 Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor. 17 Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judéia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. 18 Vieram para ouvir Jesus e serem curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. 19 A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.