Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus

Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus

Santo do Dia – 09 de Julho

Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus,

Fundadora das Irmãzinhas da Imaculada Conceição · † 1942

Origens

Amábile Lúcia Visintainer nasceu no dia 16 de dezembro de 1865, em Vigolo Vattaro, na Itália. Os pais eram de origem simples e cristãos.

Em setembro de 1875, com apenas 10 anos de idade, emigrou com seus pais para o Brasil, dirigindo-se ao Estado de Santa Catarina, no atual município de Nova Trento, onde deram início à localidade de Vígolo.

Após receber a sua primeira comunhão, com cerca de 12 anos, começou a participar do apostolado paroquial, catequizando os pequenos e visitando os doentes.

Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição

Com a permissão de seu pai, Amábile construiu um pequeno casebre, num terreno doado por um barão, próximo à capela. Lá, ela rezava, cuidava dos doentes e instruía as crianças. A primeira paciente foi uma mulher portadora de câncer terminal, a qual não tinha quem lhe cuidasse. Era o dia 12 de julho de 1890, data considerada como o dia da fundação da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, que iniciou com Amábile e a amiga Virgínia atuando como enfermeiras. Essa também foi a primeira congregação religiosa feminina fundada em solo brasileiro. Foi aprovada pelo bispo de Curitiba em agosto de 1895. Quatro meses depois, Amábile, Virgínia e Teresa Anna Maule, outra jovem que se juntou a elas, fizeram os votos religiosos. Amábile recebeu o nome de irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus, sendo também nomeada superiora, passando a ser chamada de madre Paulina.

Ida a São Paulo

Em 1903, foi eleita superiora geral por toda a vida pelas irmãs da nascente congregação. Deixou Nova Trento e estabeleceu-se em São Paulo, no bairro do Ipiranga. Na cidade, ocupou-se de cuidar de crianças órfãs, filhos de ex-escravos e dos escravos idosos e abandonados. Foram anos marcados pela oração, pelo trabalho e sofrimento. Tudo foi feito e aceito para que a Congregação das Irmãzinhas fosse adiante.

Páscoa

Em 1938, acometida pelo diabetes, iniciava um período de grande sofrimento. Teve o braço direito amputado e chegou à cegueira total. Madre Paulina morreu serenamente no dia 9 de julho de 1942, na Casa-Geral de sua congregação, em São Paulo. Foi beatificada pelo Papa João Paulo II, no dia 18 de outubro de 1991, em Florianópolis. Santa Paulina, rogai por nós! Paulina — Forma feminina de Paulo, do latim Paulus, que significa “pequena”, “pequeno” ou “humilde”. O nome reflete a espiritualidade de simplicidade e serviço que marcou a vida da Santa.

“Oração – Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, ajudai-nos a sermos fiéis à virtude do serviço, motivados pelo amor de Deus e pela salvação das almas. Amém.”

Santa Paulina, rogai por nós!

Santa Verónica Giuliani — Abadessa das Clarissas Capuchinhas, que recebeu em corpo e alma os estigmas da Paixão do Senhor.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 09 de julho:

1
Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus Fundadora da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, primeira congregação religiosa feminina fundada em solo brasileiro.
† 1942
2
Santos Agostinho Zhao Rong, Pedro Sans i Jordá e companheiros Mártires que deram testemunho do Evangelho com palavras e obras, mortos vítimas da perseguição por terem pregado a fé.
† s. XVII–XX
3
Beata Joana Scopélli Virgem da Ordem das Carmelitas, em Réggio Emília, região da Itália, que construiu um mosteiro com a contribuição dos concidadãos.
† 1491
4
Beato Adriano Fortescue Mártir, pai de família e cavaleiro, em Londres, na Inglaterra, acusado falsamente de conspiração e encarcerado duas vezes no reinado de Henrique VIII.
† 1539
5
Santos Nicolau Pieck e companheiros Presbítero e dezoito companheiros, na Holanda, enforcados por terem defendido a presença real de Cristo na Eucaristia.
† 1572
6
Santa Verónica Giuliani Abadessa da Ordem das Clarissas Capuchinhas, em Città di Castello, região da Itália, que recebeu em corpo e alma os estigmas da Paixão do Senhor.
† 1727
7
Beatas Santa Melânia e Maria dos Anjos Virgens da Ordem de Santa Úrsula, em Orange, na França, mártires durante a Revolução Francesa.
† 1794
8
São Joaquim He Kaizhi Catequista e mártir, em Kouy-Yang, na província do Guizhou, China, estrangulado por causa da sua fé cristã.
† 1839
9
Santos Gregório Grássi, Francisco Fógolla e companheiros Bispos da Ordem dos Frades Menores e vinte e quatro companheiros mártires, em Tai-Yuan-fu, China, mortos em ódio ao nome de Cristo na perseguição dos «Yihetuan».
† 1900
10
Beato Fiel Chijnacki Religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, mártir, deportado da Polônia e encarcerado no campo de concentração de Dachau, na Alemanha.
† 1942
11
Santa Maria de Jesus Crucificado (Maria Petković) Virgem, em Roma, que fundou a Congregação das Filhas da Misericórdia, da Ordem Terceira de São Francisco, destinada ao serviço dos doentes e dos marginalizados.
† 1966

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Presidiu o Concílio de Éfeso

Nasceu em 370, no Egito, e durante muitos anos foi o firme condutor da Igreja do Egito.

Lutou pela ortodoxia da doutrina católica e presidiu o Concílio de Éfeso, no qual se definiu a maternidade de Maria, derrotando seu adversário Nestório que colocava em discussão a maternidade divina de Nossa Senhora.

Sermão em louvor à Mãe de Deus

Foi durante o Concílio que pronunciou o célebre “Sermão em louvor à Mãe de Deus” que marca o início do florescimento dos hinos em honra à Virgem Maria.

Defendia com coragem e persistência a verdade católica: “Nós – dizia – pela fé em Cristo, estamos prontos a sofrer tudo – algemas, cárcere, a própria morte”.

Morreu no ano de 444 e sua santidade foi reconhecida por Leão XIII que lhe outorgou também o título de Doutor da Igreja.

São Cirilo de Alexandria, rogai por nós!

Oração – Oremos com o santo: Eu vos saúdo, Maria, mãe de Deus, tesouro venerável de todo o universo, farol que se não extingue, brilhante coroa da virgindade, cetro da boa doutrina. Amém

Com Beata Margarida Bays, virgem, que, exercendo em família o ofício de costura.

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

27

 2. Em Cartago, na hodierna Tunísia, Santa Gudena, mártir, que, por ordem do pro cônsul Rufino, torturada quatro vezes com o suplício do cavalete e com a dilaceração das unhas, foi também atormentada muito tempo na esquálida aspereza do cárcere e finalmente morta ao fio da espada.(† 203)

3. Em Córdoba, na Espanha Bética, São Zoelo, mártir.(† 303)

4. Em Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia, São Sansão, que foi refúgio dos pobres e, segundo a tradição, construiu um hospital por sugestão do imperador Justiniano, que ele tinha curado de uma enfermidade.(† 560)

5. Em Chinon, na Gália Turonense, território da atual França, São João, presbítero, natural da Bretanha, que, ocultando-se aos olhares dos homens por amor de Deus, viveu numa pequena cela-oratório junto da igreja do lugar.(† s. VI)

6. Em Milão, na Lombardia, região da Itália, Santo Arialdo, diácono e mártir, que se opôs tenazmente aos insensatos procedimentos dos clérigos simoníacos e depravados e, por causa do seu zelo em favor da casa de Deus, foi cruelmente atormentado e morto por dois clérigos.(† 1066)

7. Em Corneto, hoje Tarquínia, perto de Bovino, na Apúlia, região da Itália, São Benvindo de Gúbbio, religioso da Ordem dos Menores, que, trabalhando humildemente no serviço dos pobres, se configurou a Cristo pobre.(† c. 1232)

8. Em Nam Dinh, cidade do Tonquim, no atual Vietnam, São Tomás Toan, mártir, que, sendo catequista e administrador da missão de Trung Linh, no tempo do imperador Minh Mang sofreu por Cristo inauditos e atrozes suplícios no cárcere, onde finalmente morreu de fome e sede.(† 1840)

9. No território de Friburgo, na Suíça, a Beata Margarida Bays, virgem, que, exercendo em família o ofício de costura, se dedicou totalmente às múltiplas necessidades do próximo, sem descuidar nunca a vida de oração.(† 1879)

10. Em Molins, na França, a Beata Luísa Teresa Montaignac de Chauvance, virgem, que fundou a Pia União das Oblatas do Sagrado Coração de Jesus.(† 1885)

Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, virgem | Memória | Quinta-feira

Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, virgem | Memória | Quinta-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (Os 11,1-4.8c-9)

Leitura da Profecia de Oséias.

Assim fala o Senhor: 1 “Quando Israel era criança, eu já o amava, e desde o Egito chamei meu filho. 2 Quanto mais eu os chamava tanto mais eles se afastavam de mim; imolavam aos Baals e sacrificavam aos ídolos. 3 Ensinei Efraim a dar os primeiros passos, tomei-o em meus braços, mas eles não reconheceram que eu cuidava deles. 4 Eu os atraía com laços de humanidade, com laços de amor; era para eles como quem leva uma criança ao colo, e rebaixava-me a dar-lhes de comer. 8c Meu coração comove-se no íntimo e arde de compaixão. 9 Não darei largas à minha ira, não voltarei a destruir Efraim, eu sou Deus, e não homem; o santo no meio de vós, e não me servirei do terror”

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 79(80),2ac e 3b.15-16 (R. 4b)

– Sobre nós iluminai a vossa face e, então, seremos salvos, ó Senhor!

– Sobre nós iluminai a vossa face e, então, seremos salvos, ó Senhor!

– Ó Pastor de Israel, prestai ouvidos. Vós, que sobre os querubins vos assentais, despertai vosso poder, ó nosso Deus, e vinde logo nos trazer a salvação!

– Voltai-vos para nós, Deus do universo! Olhai dos altos céus e observai. Visitai a vossa vinha e protegei-a! Foi a vossa mão direita que a plantou; protegei-a, e ao rebento que firmastes!

Evangelho (Mt 10,7-15)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Convertei-vos e crede no Evangelho, pois, o reino de Deus está chegando!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7 “Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. 8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! 9 Não leveis ouro nem prata, nem dinheiro nos vossos cintos; 10 nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento. 11 Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. 12 Ao entrardes numa casa, saudai-a. 13 Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz. 14 Se alguém não vos receber, nem escutar vossa palavra, saí daquela casa ou daquela cidade, e sacudi a poeira dos vossos pés. 15 Em verdade vos digo, as cidades de Sodoma e Gomorra serão tratadas com menos dureza do que aquela cidade, no dia do juízo”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Gn 44,18-21.23b-29;45,1-5)

Leitura do Livro do Gênesis

Naqueles dias, 44,18 Judá aproximou-se de José e, cheio de ânimo, disse: “Perdão, meu senhor, permite ao teu servo falar com toda a franqueza, sem que se acenda a tua cólera contra mim. Afinal, tu és como um faraó! 19 Foi meu senhor quem perguntou a seus servos: ‘Ainda tendes pai ou algum outro irmão?’ 20 E nós respondemos ao meu senhor: ‘Temos um pai já velho e um menino nascido em sua velhice, cujo irmão morreu; é o único filho de sua mãe que resta, e seu pai o ama com muita ternura’. 21 E tu disseste a teus servos: ‘Trazei-o a mim, para que eu possa vê-lo. 23b Se não vier convosco o vosso irmão mais novo, não vereis mais a minha face’. 24 Quando, pois, voltamos para junto de teu servo, nosso pai, contamos tudo o que o meu senhor tinha dito. 25 Mais tarde disse-nos nosso pai: ‘Voltai e comprai para nós algum trigo’. 26 E nós lhe respondemos: ‘Não podemos ir, a não ser que o nosso irmão mais novo vá conosco. De outra maneira, sem ele, não nos podemos apresentar àquele homem’. 27 E o teu servo, nosso pai, respondeu: ‘Bem sabeis que minha mulher me deu apenas dois filhos. 28 Um deles saiu de casa e eu disse: Um animal feroz o devorou! E até agora não apareceu. 29 Se me levardes também este, e lhe acontecer alguma desgraça no caminho, fareis descer de desgosto meus cabelos brancos à morada dos mortos'”. 45,1 Então José não pôde mais conter-se diante de todos os que o rodeavam, e gritou: “Mandai sair toda a gente!” E, assim, não ficou mais ninguém com ele, quando se deu a conhecer aos irmãos. 2 José rompeu num choro tão forte, que os egípcios ouviram e toda a casa do Faraó. 3 E José disse a seus irmãos: “Eu sou José! Meu pai ainda vive?” Mas os irmãos não podiam responder-lhe nada, pois foram tomados de um enorme terror. 4 Ele, porém, cheio de clemência, lhes disse: “Aproximai-vos de mim”. Tendo-se eles aproximado, disse: “Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. 5 Entretanto, não vos aflijais, nem vos atormenteis, por me terdes vendido a este país. Porque foi para a vossa salvação que Deus me mandou adiante de vós, para o Egito”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 104(105),16-17.18-19.20-21 (R. 5a)

– Lembrai as maravilhas do Senhor!

– Lembrai as maravilhas do Senhor!

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Mandou vir, então, a fome sobre a terra e os privou de todo pão que os sustentava; um homem enviara à sua frente, José que foi vendido como escravo. 

– Apertaram os seus pés entre grilhões e amarraram seu pescoço com correntes, até que se cumprisse o que previra, e a palavra do Senhor lhe deu razão. 

– Ordenou, então, o rei que o libertassem, o soberano das nações mandou soltá-lo; fez dele o senhor de sua casa, e de todos os seus bens o despenseiro. 

Evangelho (Mt 10,7-15)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Convertei-vos e crede no Evangelho, pois, o Reino de Deus está chegando!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7 “Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. 8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! 9 Não leveis ouro, nem prata, nem dinheiro nos vossos cintos; 10 nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento. 11 Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. 12 Ao entrardes numa casa, saudai-a. 13 Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz. 14 Se alguém não vos receber, nem escutar vossa palavra, saí daquela casa ou daquela cidade, e sacudi a poeira dos vossos pés. 15 Em verdade vos digo, as cidades de Sodoma e Gomorra serão tratadas com menos dureza do que aquela cidade, no dia do juízo”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

14º Semana do Tempo Comum | Quarta-feira

14º Semana do Tempo Comum | Quarta-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (Os 10,1-3.7-8.12)

Leitura da Profecia de Oséias.

1 Israel era uma vinha exuberante e dava frutos para seu consumo; na medida de sua produção, erguia os numerosos altares; na medida da fertilidade da terra, embelezava seus ídolos. 2 Com o coração dividido, deve agora receber castigo; o Senhor mesmo derrubará seus altares, destruirá os seus simulacros. 3 Decerto, dirão agora: “Não temos rei; não temos medo do Senhor. Que poderia o rei fazer por nós?” 7 Samaria está liquidada, seu rei vai flutuando como palha em cima da água. 8 Será desmantelada a idolatria dos lugares altos, pecado de Israel; ali crescerão espinhos e abrolhos sobre seus altares; então se dirá aos montes: “Cobri-nos!” e às colinas: “Caí sobre nós!” 12 Semeai justiça entre vós, e colhereis amor; desbravai uma roça nova. É tempo de procurar o Senhor, até que ele venha e derrame a justiça em vós.’

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 104(105),2-3.4-5.6-7 (R. 4b)

– Buscai constantemente a face do Senhor!

– Buscai constantemente a face do Senhor!

– Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas! Gloriai-vos em seu nome que é santo, exulte o coração que busca a Deus!

– Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face! Lembrai as maravilhas que ele fez, seus prodígios e as palavras de seus lábios!

– Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda a terra.

Evangelho (Mt 10,1-7)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Convertei-vos e crede no Evangelho, pois, o reino de Deus está chegando!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade. 2 Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; 3 Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; 4 Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. 5 Jesus enviou estes Doze, com as seguintes recomendações: “Não deveis ir aonde moram os pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! 6 Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! 7 Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo'”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Gn 41,55-57;42,5-7a.17-24a)

Leitura do Livro do Gênesis

Naqueles dias, 55 todo o Egito começou a sentir fome, e o povo clamou ao Faraó, pedindo alimento. E ele respondeu-lhe: “Dirigi-vos a José e fazei o que ele vos disser”. 56 Quando a fome se estendeu a todo o país, José abriu os celeiros e vendeu trigo aos egípcios, porque a fome também os oprimia. 57 De todas as nações vinham ao Egito comprar alimento, pois a fome era dura em toda a terra. 42,5 Os filhos de Israel entraram na terra do Egito com outros que também iam comprar trigo, pois havia fome em Canaã. 6 José era governador na terra do Egito e, conforme a sua vontade, se vendia trigo à população. Chegando os irmãos de José, prostraram-se diante dele com o rosto em terra. 7a Ao ver seus irmãos, José os reconheceu. 17 E mandou metê-los na prisão durante três dias. 18 E, no terceiro dia, disse-lhes: “Fazei o que já vos disse e vivereis, pois eu temo a Deus. 19 Se sois sinceros, fique um dos irmãos preso aqui no cárcere, e vós outros ide levar para vossas casas o trigo que comprastes. 20 Mas trazei-me o vosso irmão mais novo, para que eu possa provar a verdade de vossas palavras, e não morrerdes”. Eles fizeram como José lhes tinha dito. 21 E diziam uns aos outros: “Sofremos justamente estas coisas, porque pecamos contra o nosso irmão: vimos a sua angústia, quando nos pedia compaixão, e não o atendemos. É por isso que nos veio esta tribulação”. 22 Rúben disse-lhes: “Não vos adverti dizendo: ‘Não pequeis contra o menino?’ E vós não me escutastes. E agora nos pedem conta do seu sangue”. 23 Ora, eles não sabiam que José os entendia, pois lhes falava por meio de intérprete. 24a Então, José afastou-se deles e chorou.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 32(33),2-3.10-11.18-19 (R. 22)

– Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!

– Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!

– Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas celebrai-o! Cantai para o Senhor um canto novo, com arte sustentai a louvação! 

– O Senhor desfaz os planos das nações e os projetos que os povos se propõem. Mas os desígnios do Senhor são para sempre, e os pensamentos que ele traz no coração, de geração em geração, vão perdurar. 

– Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, e que confiam esperando em seu amor, para da morte libertar as suas vidas e alimentá-los quando é tempo de penúria. 

Evangelho (Mt 10,1-7) 

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Convertei-vos e crede no Evangelho, pois, o Reino de Deus está chegando!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade. 2 Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; 3 Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; 4 Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. 5 Jesus enviou estes Doze, com as seguintes recomendações: “Não deveis ir aonde moram os pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! 6 Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! 7 Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo'”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Santo Áquila e Santa Priscila, discípulos de São Paulo – 08 de Julho

Santo Áquila e Santa Priscila, discípulos de São Paulo

Santo do Dia – 08 de Julho

Santos Áquila e Priscila,

Modelos da Santidade Conjugal · † séc. I

Origem e Exílio

Santos Áquila e Priscila Áquila, judeu natural do Ponto (região da atual Turquia), vivia em Roma com sua esposa Priscila, onde o casal ganhava a vida como artesãos fabricantes de tendas.

No ano 49 d.C., o imperador Cláudio decretou a expulsão de todos os judeus da capital do império. Diante dessa provação e da perda de seus bens, o casal mudou-se para a cidade de Corinto, na Grécia, sem saber que a Divina Providência os estava conduzindo ao coração da missão apostólica.

Foi ali, em terras estrangeiras e recomeçando do zero, que a vida dos dois esposos haveria de cruzar-se com a de um dos maiores pregadores do Evangelho.

Parceria com São Paulo

Em Corinto, a vida do casal cruzou-se com a do Apóstolo São Paulo. Como compartilhavam o mesmo ofício de tecer tendas, Paulo morou e trabalhou com eles. Dessa convivência diária no trabalho e na oração, nasceu uma profunda amizade espiritual.

Áquila e Priscila tornaram-se discípulos e colaboradores fundamentais de Paulo, auxiliando-o diretamente na fundação e na consolidação da vibrante comunidade cristã em solo grego.

A Igreja Doméstica

Onde quer que o casal se estabelecesse — fosse em Corinto, em Éfeso ou, anos mais tarde, no retorno a Roma —, sua residência transformava-se imediatamente em uma Ecclesia domestica (Igreja doméstica). Eles abriam as portas do próprio lar para acolher os fiéis, servindo de espaço para as primeiras celebrações da Eucaristia, para a catequese e para o amparo aos necessitados.

Eles provaram, com a própria vida, que o matrimônio é uma vocação intrinsecamente missionária.

Mestres na Doutrina

A solidez teológica e a maturidade na fé do casal eram admiráveis. Na cidade de Éfeso, eles conheceram Apolo, um homem culto e eloquente nas Escrituras, mas que conhecia apenas o batismo de João.

Com profunda caridade e sabedoria, Áquila e Priscila o acolheram em sua casa e lhe explicaram mais precisamente o Caminho de Deus. Tornaram-se, assim, autênticos formadores e catequistas dos primeiros grandes pregadores da Igreja nascente.

O Martírio

A fidelidade de Áquila e Priscila a Cristo e à Igreja foi levada às últimas consequências. O próprio São Paulo testemunhou, na Carta aos Romanos, que eles arriscaram as próprias vidas para salvá-lo em um momento de perseguição.

Segundo a tradição histórica, o casal coroou sua caminhada de fé recebendo a coroa do martírio em Roma. São celebrados juntos no dia 08 de julho e são considerados, na história da Igreja, os grandes pioneiros e padroeiros do laicato atuante e da santidade na vida conjugal. Santos Áquila e Priscila, rogai por nós! Áquila — Do latim Aquila, significa “águia”, ave associada à força, à visão penetrante e à elevação espiritual. Priscila — Diminutivo de Prisca, do latim priscus, que significa “antiga” ou “venerável”, designando alguém digno de honra pela sua tradição e virtude.

“Oração – Ó Deus, que fizestes de Áquila e Priscila esposos unidos no amor e na fé, dai-nos a graça de sermos, como eles, servos fiéis do Evangelho em nossas casas e em nosso trabalho. Amém.”

Santos Áquila e Priscila, rogai por nós!

São Paulo Apóstolo — Amigo e companheiro de ofício de Áquila e Priscila, com quem viveu em Corinto e a quem o casal socorreu arriscando a própria vida.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 08 de julho:

1
Santos Áquila e Priscila Esposos judeus-cristãos e fabricantes de tendas. Acolheram e trabalharam ao lado do apóstolo Paulo em Corinto e Éfeso, arriscando a própria vida por ele.
† séc. I
2
São Procópio de Cesareia Mártir. Em Cesareia da Palestina. Leitor e intérprete de textos sagrados, foi decapitado no início da perseguição de Diocleciano.
† 303
3
Santa Landrada Abadessa. Em Munsterbilzen, na atual Bélgica. Fundou e governou um mosteiro dedicado à vida de oração e caridade.
† 690
4
São Quiliano Bispo e mártir. Em Würzburg, na Baviera, Alemanha. Monge irlandês que partiu como missionário e converteu o duque local, sendo depois assassinado por defender os costumes cristãos.
† séc. VII
5
São Disibodo Eremita. Junto ao rio Naia, na Alemanha. Reuniu discípulos ao seu redor e fundou um mosteiro que se tornaria célebre centro espiritual.
† séc. VII
6
Santo Adriano III Papa. Faleceu em viagem próximo a Módena, na Itália. Trabalhou pela reconciliação entre as Igrejas de Roma e Constantinopla.
† 885
7
Beato Eugênio III Papa. Monge cisterciense, discípulo de São Bernardo de Claraval, foi eleito para a Sé de Pedro em tempos de grande turbulência em Roma.
† 1153
8
Beato Mâncio Araki Mártir. Em Ōmura, no Japão. Preso por abrigar em sua casa o sacerdote Francisco Pacheco, morreu encarcerado por causa da fé.
† 1626
9
Santo Agostinho Zhao Rong e companheiros Mártires. Sob este título o Martirológio reúne 120 sacerdotes e fiéis leigos mortos na China, em diferentes épocas e lugares, por ódio à fé.
† 1648-1930

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Fabricantes de tendas

Moravam em Corinto e eram originários do Ponto. Foram para Corinto quando os hebreus foram expulsos de Roma pelo Imperador Cláudio (41-54).

Paulo encontrou-se com eles e morou com o casal ode fabricavam tendas, durante 18 meses.

Nos Atos dos Apóstolos, (18), está que Áquila e Priscila acompanharam Paulo até Éfeso e ali instruíram os fieis na fé em Jesus Cristo.

Colaboradores de São Paulo

Na Epístola aos Romanos (16,3s), São Paulo escreve: “Saudai Priscila e Áquila, meus colaboradores em Cristo Jesus, que para salvar minha vida expuseram suas cabeças. Não somente eu lhes devo gratidão, mas também todas as igrejas da gentilidade. Saudai também a Igreja que se reúne em sua casa”.

Nada se sabe sobre a morte dos dois esposos. Há quem identifica Priscila com Prisca, a primeira mulher mártir, decapitada e venerada na igreja homônima do bairro romano do Aventino. Outros, com a Priscila, proprietária das catacumbas na Via Salária. A estas duas era ligada a gens Acilia, que alguns estudiosos intitulam o nome de Áquila.

Santos Áquila e Priscila, rogai por nós!

Oração –  Santo Áquila e Santa Priscila colaboraram na difusão dos ensinamentos de Vosso Filho Jesus. Fazei que também eu seja um sinal vivo do Vosso reino e que seja capaz de testemunhar ao mundo Vossa salvação. Amém

nome Áquila tem origem a partir do latim e significa “águia”
PriscilaSignifica “que pertence a Prisco” ou “da natureza de Prisco”, “familiar de alguém venerável”. O nome Priscila se originou a partir do nome Priscilo, diminutivo de Prisco.

Com Beato Eugénio III, papa, que foi dilecto discípulo de São Bernardo e, depois de ter governado o mosteiro dos santos Vicente e Anastásio em Acque Sálvie, foi eleito para a sede de Roma e empenhou-se intensamente para defender das insídias dos infiéis o povo romano e renovar a disciplina eclesiástica.

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

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2. Em Heracleia, na Trácia, hoje Marmara, na Turquia, Santa Glicéria, mártir.(† data inc.)

3. Em Cesareia da Palestina, São Procópio, bispo e mártir, que, no tempo do imperador Diocleciano, conduzido da cidade de Scitópolis a Cesareia, à primeira resposta da sua audácia, foi decapitado pelo juiz Fabiano.(† c. 303)

4. Em Taormina, na Sicília, região da Itália, São Pancrácio, bispo e mártir, que é considerado o primeiro bispo desta Igreja.(† data inc.)

5. Em Toul, na Gália Bélgica, hoje na França, Santo Auspício, bispo.(† s. V)

6. Na Renânia, Alemanha, São Disibodo, eremita, que, reunido com alguns companheiros, fundou um mosteiro junto ao rio Nahe.(† s. VII)

7. Em Bilsen, no Brabante, na atual Bélgica, Santa Landrada, abadessa.(† 690)

8. Em Würzburg, na Austrásia, hoje na Alemanha, São Quiliano, bispo e mártir, natural da Irlanda, que chegou a esta região para pregar o Evangelho e, por observar diligentemente os costumes cristãos, foi cruelmente assassinado, assim alcançando a coroa do martírio.(† s. VII f.)

9. Em Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia, a paixão dos santos monges Abramitas, que, no tempo do imperador Teófilo, consumaram o martírio por causa do culto das sagradas imagens.(† s. IX)

10. Em Spina Lambérti, na Emília-Romana, Itália, o passamento de Santo Adriano III, papa, que procurou com grande diligência a reconciliação da Igreja Constantinopolitana com a Igreja Romana e, atingido por grave enfermidade, morreu santamente quando se dirigia para a Gália.(† 885)

11. Em Tívoli, no Lácio, região da Itália, o passamento do Beato Eugénio III, papa, que foi dileto discípulo de São Bernardo e, depois de ter governado o mosteiro dos santos Vicente e Anastásio em Acque Sálvie, foi eleito para a sede de Roma e empenhou-se intensamente para defender das insídias dos infiéis o povo romano e renovar a disciplina eclesiástica.(† 1153)

12. Em Shimabara, no Japão, o Beato Mâncio Araki, mártir, que, por ter recebido em sua casa o Beato Francisco Pacheco, presbítero, foi metido no cárcere, onde morreu consumido pela tuberculose.(† 1626)

13. Em Rencurel, localidade do Ródano-Alpes, região da França, o Beato Pedro Vigne, presbítero, que se dedicou incansavelmente ao ministério pastoral, na pregação, no ministério de ouvir confissões, em propagar a devoção à Paixão do Senhor e à Santíssima Eucaristia, e fundou a Congregação das Irmãs do Santíssimo Sacramento.(† 1740)

São Panteno de Alexandria, Confessor – 07 de Julho

São Panteno de Alexandria, Confessor

Santo do Dia – 07 de Julho

São Panteno de Alexandria

São Panteno,

Teólogo e Fundador · † 200 d.C.

O Teólogo

São Panteno de Alexandria Panteno nasceu na Sicília por volta de 140 d.C. e viveu em Alexandria, tornando-se uma das maiores figuras do cristianismo primitivo.

Educado na doutrina estóica, converteu-se ao cristianismo e procurou conciliar a nova fé com a filosofia grega. Com profundo conhecimento das Sagradas Escrituras e dotado de grande sabedoria, Panteno dedicou-se ao ensino da doutrina cristã, mostrando como a razão humana e a revelação divina poderiam coexistir harmoniosamente. Sua abordagem inovadora permitiu que muitos filósofos pagãos compreendessem melhor os mistérios cristãos, servindo como ponte entre o mundo clássico e a fé cristã nascente.

O Mestre

São Clemente de Alexandria, seu mais famoso estudante, descreveu Panteno como a “abelha sicula”, em referência à sua origem siciliana e à doçura de seu ensinamento. Quando Clemente conheceu Panteno, exclamou: “Encontrei finalmente aquilo que procurava”. Seu discípulo viria a substituí-lo posteriormente na direção da Escola Catequética de Alexandria, perpetuando seu legado de excelência intelectual e fidelidade à fé cristã.

O Missionário

Além de seu trabalho como professor, Eusébio de Cesareia relata que Panteno foi, por um tempo, missionário viajante, levando o Evangelho a lugares tão distantes quanto a Índia. Durante suas viagens, encontrou comunidades cristãs que utilizavam o Evangelho de Mateus em hebraico, supostamente deixado pelo apóstolo Bartolomeu. São Jerônimo, confiando nas evidências de Eusébio, escreveu que Panteno visitou a Índia “para pregar Cristo aos brâmanes e filósofos”. Seu ardor apostólico era tão notório que tornou-se conhecido como o arauto do Evangelho de Nosso Senhor nas nações do Oriente.

O Fundador

Em 190 d.C., Panteno fundou a Escola Catequética de Alexandria, também chamada de Didaskaleion, a primeira instituição de seu gênero no mundo cristão. Esta escola tornou-se extraordinariamente influente durante o cristianismo primitivo, estabelecendo os fundamentos para o desenvolvimento sistemático da teologia cristã. São Clemente afirmou que Panteno foi “o mais ilustre entre os mestres de seu tempo na exposição da doutrina cristã e na interpretação das Sagradas Escrituras”. Embora nenhum escrito de Panteno tenha sobrevivido aos séculos, seu legado é profundo: ele foi o principal defensor de Serapião de Antioquia contra a influência do gnosticismo e estabeleceu as bases para os primeiros debates sobre a interpretação da Bíblia, a Trindade e a Cristologia. Regressou, finalmente, a Alexandria, onde descansou em paz durante o tempo do Imperador Antonino Caracala, deixando um legado que moldaria o pensamento cristão pelos séculos vindouros.

“Oração – Ó Deus, que aos vossos pastores associastes São Panteno, animado de ardente caridade e da fé que vence o mundo, daí-nos, por sua intercessão, perseverar na caridade e na fé, para participarmos de sua glória. Amém.”

São Panteno, rogai por nós!

São Clemente de Alexandria — Teólogo e escritor cristão, discípulo de Panteno, que se tornou diretor da Escola Catequética de Alexandria e continuou sua obra de harmonização entre a fé e a razão.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 07 de julho:

1
Santa Edilburga Abadessa e virgem penitente. Em Faremoutiers-en-Brie, abadessa do mosteiro, filha de um rei dos Anglos orientais, que deu glória a Deus com sua severa penitência corporal e perpétua virgindade.
† 695
2
Santo Heda Bispo dos saxões ocidentais. Em Winchester, bispo que se distinguiu pela santidade e pela difusão da fé cristã na Inglaterra.
† 706
3
São Vilibaldo Bispo e monge peregrino. Em Eichstadt, bispo e monge que pereginou para a Terra Santa e foi colaborador de São Bonifácio na evangelização da Germânia.
† 787
4
São Mael Ruain Bispo e abade. Em Tamlacht, bispo e abade que se distinguiu pela restauração da disciplina monástica na Irlanda.
† 789
5
Santo Odão Bispo eleito. Em Urgel, bispo que foi eleito por aclamação popular, testemunha da confiança do povo na sua virtude.
† 1122
6
Beato Bento XI Papa dominicano. Em Perúgia, papa conciliador e promotor da paz, que buscou reconciliar as facções rivais da Cristandade.
† 1304
7
Beato Odino Barótti Presbítero. Em Fossano, presbítero que dedicou-se ao cuidado dos enfermos durante uma grave epidemia, oferecendo sua vida pela caridade.
† 1400
8
Beatos Rogério Dickinson, Rodolfo Milner e Lourenço Humphrey Mártires na Inglaterra. Em Winchester, mártires que derramaram seu sangue por Cristo durante a perseguição protestante na Inglaterra.
† 1591
9
Beato José Juge de Saint-Martin Presbítero e mártir. Em Rochefort, França, presbítero que sofreu tormentos e morte durante a Revolução Francesa por sua fidelidade à fé.
† 1794
10
Beata Ifigênia de São Mateus Virgem beneditina e mártir. Em Orange, França, virgem beneditina que sofreu o martírio pela recusa em negar a fé cristã.
† 1794
11
Santos Antonino Fantosáti e José Maria Gambaro Bispo e presbítero franciscanos, mártires na China. Derramaram seu sangue pelo Evangelho na China durante as perseguições.
† 1900
12
São Marcos Ji Tianxiang Mártir na China. Perseverante na oração e na fé apesar das fraquezas humanas, ofereceu sua vida por Cristo.
† 1900
13
Santa Maria Guo Lizhi Mártir na China. Testemunha exemplar de fé que exortou sete parentes ao martírio e ao encontro com Deus.
† 1900
14
Beato Carlos Liviero Bispo de Città del Castello. Fundador das Pequenas Servas do Sagrado Coração, dedicou-se à educação e ao cuidado das crianças pobres.
† 1932
15
Beato Pedro To Rot Mártir catequista e pai de família. Em Papua-Nova Guiné, leigo catequista que morreu mártir pela fé, testemunha de Cristo entre seus.
† 1945
16
Beata Maria Romero Meneses Virgem salesiana, missionária na Costa Rica. Propagadora incansável da devoção eucarística e do amor ao Sagrado Coração.
† 1977

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Panteno — Significado desconhecido. Nome de origem grega, embora sua etimologia exata não tenha sido preservada nos registros históricos.

Homem dotado de ciência e sabedoria

Homem de grande zelo apostólico e dotado de ciência, sabedoria e grande conhecimento da palavra de Deus.

São Jerônimo menciona vários escritos seus sobre as Sagradas Escrituras.

Considerado o Arauto do Evangelho da época

Mostrava tal ardor e tal entusiasmo pela palavra divina que se tornou admirado e procurado, sendo considerado como o arauto do Evangelho de Nosso Senhor nas nações do Oriente, chegando mesmo, escreveu Eusébio, até as Índias

Regressou, finalmente, a Alexandria, onde descansou em paz, no tempo do Imperador Antonino Caracala.

Foi o mais ilustre entre os mestres de seu tempo

Foi o fundador da Escola Catequética de Alexandria, também chamada de Didascaleu (Didaskaleion), em 190. Esta escola, a primeira do gênero no mundo, se tornou muito influente durante o Cristianismo primitivo e no desenvolvimento da teologia cristã.

São Clemente, seu ex-aluno, não hesita em afirmar que foi o mais ilustre entre os mestres de seu tempo na exposição da doutrina cristã e na interpretação das Sagradas Escrituras.

São Panteno, rogai por nós!

Oração – Ó Deus, que aos vossos pastores associastes São Panteno animado de ardente caridade e da fé que vence o mundo, daí-nos, por sua intercessão, perseverar na caridade e na fé, para participarmos de sua glória. Amém.

Panteno de significado desconhecido

Com Santa Edilburga, abadessa do mosteiro deste lugar, que, sendo filha de um rei dos Anglos orientais, deu glória a Deus com a sua severa penitência corporal e perpétua virgindade.

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

7

2. Em Faremoutiers-en-Brie, no território de Meaux, na Aquitânia, atualmente na França, Santa Edilburga, abadessa do mosteiro deste lugar, que, sendo filha de um rei dos Anglos orientais, deu glória a Deus com a sua severa penitência corporal e perpétua virgindade.(† 695)

3. Em Winchester, na Inglaterra, Santo Heda, bispo dos saxões ocidentais, homem de eminente sabedoria, que trasladou de Dochester o corpo de São Birino para esta cidade, onde estabeleceu a sua sede episcopal.(† 706)

4. Em Eichstadt, na Francônia, na atual Alemanha, São Vilibaldo, bispo, que era monge quando fez peregrinações aos Lugares Santos e percorreu várias regiões para restaurar a vida monástica; depois foi ordenado bispo desta cidade por São Bonifácio, com quem colaborou na evangelização da Germânia e converteu muitos povos a Cristo.(† 787)

5. Em Tamlacht, na Irlanda, São Mael Ruain, bispo e abade, que trabalhou arduamente para restaurar a celebração da sagrada liturgia, o culto dos Santos e a disciplina monástica.(† 789)

6. Em Urgel, na Catalunha, região da Espanha, Santo Odão, bispo, que foi eleito por unânime aclamação do povo quando ainda era leigo e, confirmado para esta sede episcopal, defendeu sempre os mais humildes e se mostrou benévolo para com todos.(† 1122)

7. Em Perúgia, na Úmbria, região da Itália, o passamento do Beato Bento XI, papa, da Ordem dos Pregadores, que, dotado de grande benignidade e mansidão, conciliador de contendas e amante da paz, promoveu durante o seu breve pontificado a paz da Igreja, a renovação do ensino e o incremento da prática religiosa.(† 1304)

8. Em Fossano, no Piemonte, também na Itália, o Beato Odino Barótti, presbítero, pároco pobre e de vida austera, que, na deflagração de uma epidemia, consumiu todas as suas forças cuidando dia e noite dos enfermos e dos moribundos.(† 1400)

9. Em Wincester, na Inglaterra, os beatos Rogério Dickinson, presbítero, e Rodolfo Milner, agricultor e pai de família, pobre e inculto, mas firme na fé, que, no reinado de Isabel I, foram ao mesmo tempo presos e mortos no suplício do patíbulo; com eles se comemora o Beato Lourenço Humphrey, um jovem que morreu enforcado no mesmo lugar em dia incerto por ter abraçado a fé católica.(† 1591)

10. Ao largo de Rochefort, na França, o Beato José Juge de Saint-Martin, presbítero e mártir, que, sendo cônego de Limoges, foi preso durante a Revolução Francesa por ser sacerdote e, recluído num barco-prisão, consumido pela enfermidade partiu ao encontro do Senhor.(† 1794)

11. Em Orange, também na França, a Beata Ifigênia de São Mateus (Francisca Gabriela Maria Suzana de Gaillard dela Valdène), virgem da Ordem de São Bento e mártir no tempo da Revolução Francesa.(† 1794)

12. Perto da cidade de Hengchow, no Hunan, província da China, os santos Antonino Fantosáti, bispo, e José Maria Gambaro, presbítero da Ordem dos Menores, que foram mortos pelos sequazes dos “Yihetuan” quando se aproximaram da costa para prestar auxílio aos cristãos perseguidos.(† 1900)

13. Junto à cidade de Weihweu, no Hebei, também província da China, São Marcos Ji Tianxiang, mártir, que, permanecendo trinta anos afastado da Eucaristia por não ter querido abster-se do ópio, não cessou contudo de orar e invocar uma santa morte; chamado ao tribunal e dando firme testemunho da sua fé em Cristo, foi admitido ao banquete eterno.(† 1900)

14. Em Hujiacun, perto de Shenxian, cidade do Hebei, também província da China, Santa Maria Guo Lizhi, mártir, que, na mesma perseguição, como uma segunda mãe dos Macabeus, exortou à firmeza de ânimo sete parentes seus que acompanhava ao lugar do suplício e pediu que também ela fosse morta depois deles; finalmente coroou o seu martírio, seguindo aqueles que ela tinha encaminhado para o Céu.(† 1900)

15. Le Mans, França, o Beato Carlos Liviero, bispo de Città del Castello, fundador da Congregação das Pequenas Servas do Sagrado Coração.(† 1932)

16. Em Rakunai,  Nova Bretanha, ilha de Papua-Nova Guiné, na Melanésia, o Beato Pedro To Rot, mártir, que era catequista e pai de família e, durante a segunda guerra mundial, foi preso por perseverar no seu ministério e, injetado com veneno letal, consumou o seu martírio.(† 1945)

17. Em Leão, na Nicarágua, a Beata Maria Romero Meneses, virgem do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, que, nas regiões da Costa Rica se dedicou à formação das jovens, especialmente das mais pobres e abandonadas, e propagou com grande zelo o culto da Eucaristia e da Virgem Santa Maria.(† 1977)

14ª Semana do Tempo Comum | Terça-feira

14º Semana do Tempo Comum | Terça-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (Os 8,4-7.11-13)

Leitura da Profecia de Oséias.

Assim fala o Senhor: 4 “Eles constituíram reis sem minha vontade; constituíram príncipes sem meu conhecimento; sua prata e seu ouro serviram para fazer ídolos e para sua perdição. 5 Teu bezerro, ó Samaria, foi jogado ao chão; minha cólera inflamou-se contra eles. Até quando ficarão sem purificar-se? 6 Esse bezerro provém de Israel; um artesão fabricou-o, isso não é um deus; será feito em pedaços, esse bezerro de Samaria. 7 Semeiam ventos, colherão tempestades; se não há espiga, o grão não dará farinha; e, mesmo que dê, estranhos a comerão. 11 Efraim ergueu muitos altares em expiação do pecado, mas seus altares resultaram-lhe em pecado. 12 Eu lhes deixei, por escrito, grande número de preceitos, mas estes foram considerados coisa que não lhes toca. 13 Gostam de oferecer sacrifícios, imolam carnes e comem; mas o Senhor não os recebe. Antes, o Senhor lembra seus pecados e castiga suas culpas: eles deverão voltar para o Egito”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 113B(115),3-4.5-6.7ab-8.9-10 (R. 9a)

– Confia, Israel, no Senhor!

– Confia, Israel, no Senhor!

– É nos céus que está o nosso Deus, ele faz tudo aquilo que quer. São os deuses pagãos ouro e prata, todos eles são obras humanas.

– Têm boca e não podem falar, têm olhos e não podem ver; têm nariz e não podem cheirar, tendo ouvidos, não podem ouvir.

– Têm mãos e não podem pegar, têm pés e não podem andar. Como eles serão seus autores, que os fabricam e neles confiam.

– Confia, Israel, no Senhor. Ele é teu auxílio e escudo! Confia, Aarão, no Senhor. Ele é teu auxílio e escudo!

Evangelho (Mt 9,32-38)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Eu sou o bom pastor, conheço minhas ovelhas e elas me conhecem, assim fala o Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 32 apresentaram a Jesus um homem mudo, que estava possuído pelo demônio. 33 Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: “Nunca se viu coisa igual em Israel”. 34 Os fariseus, porém, diziam: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios”. 35 Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo tipo de doença e enfermidade. 36 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37 “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38 Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Gn 32,23-33)

Leitura do Livro do Gênesis

Naqueles dias, 23 Jacó levantou-se ainda de noite, tomou suas duas mulheres, as duas escravas e os onze filhos, e passou o vau do Jaboc. 24 Depois de tê-los ajudado a passar a torrente, e atravessar tudo o que lhe pertencia, 25 Jacó ficou só. E eis que um homem se pôs a lutar com ele até o raiar da aurora. 26 Vendo que não podia vencê-lo, este tocou-lhe o nervo da coxa e logo o tendão da coxa de Jacó se deslocou, enquanto lutava com ele. 27 O homem disse a Jacó: “Larga-me, pois já surge a aurora”. Mas Jacó respondeu: “Não te largarei, se não me abençoares”. 28 O homem perguntou-lhe: “Qual é o teu nome?” Respondeu: “Jacó”. 29 Ele lhe disse: “De modo algum te chamarás Jacó, mas Israel; porque lutaste com Deus e com os homens e venceste”. 30 Perguntou-lhe Jacó: “Dize-me, por favor, o teu nome”. Ele respondeu: “Por que perguntas o meu nome?” E ali mesmo o abençoou. 31 Jacó deu a esse lugar o nome de Fanuel, dizendo: “Vi Deus face a face e foi poupada a minha vida”. 32 Surgiu o sol quando ele atravessava Fanuel; e ia mancando por causa da coxa. 33 Por isso os filhos de Israel não comem até hoje o nervo da articulação da coxa, pois Jacó foi ferido nesse nervo.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 16(17),1.2-3.6-7.8b e 15 (R. 15a)

– Verei, justificado, vossa face, ó Senhor!

– Verei, justificado, vossa face, ó Senhor!

– Ó Senhor, ouvi a minha justa causa, escutai-me e atendei o meu clamor! Inclinai o vosso ouvido à minha prece, pois não existe falsidade nos meus lábios! 

– De vossa face é que me venha o julgamento, pois vossos olhos sabem ver o que é justo. Provai meu coração durante a noite, visitai-o, examinai-o pelo fogo, mas em mim não achareis iniquidade. 

– Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis, inclinai o vosso ouvido e escutai-me! Mostrai-me vosso amor maravilhoso, vós que salvais e libertais do inimigo quem procura a proteção junto de vós.

– Protegei-me qual dos olhos a pupila e guardai-me, à proteção de vossas asas, Mas eu verei, justificado, a vossa face e ao despertar me saciará vossa presença. 

Evangelho (Mt 9,32-38)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Eu sou o bom pastor, conheço minhas ovelhas e elas me conhecem, assim fala o Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 32 apresentaram a Jesus um homem mudo, que estava possuído pelo demônio. 33 Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: “Nunca se viu coisa igual em Israel”. 34 Os fariseus, porém, diziam: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios”. 35 Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo tipo de doença e enfermidade. 36 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37 “A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38 Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

14ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira

14º Semana do Tempo Comum | Segunda-feira

Cor Litúrgica: Verde

Primeira Leitura (Os 2,16.17b-18.21-22)

Leitura da Profecia de Oséias.

Assim fala o Senhor: 16 “Eis que eu a vou seduzir, levando-a à solidão, onde lhe falarei ao coração; 17b e ela aí responderá ao compromisso, como nos dias de sua juventude, nos dias da sua vinda da terra do Egito. 18 Acontecerá nesse dia, diz o Senhor, que ela me chamará ‘Meu marido’, e não mais chamará ‘Meu Baal’. 21 Eu te desposarei para sempre; eu te desposarei conforme as sanções da justiça e conforme as práticas da misericórdia. 22 Eu te desposarei para manter fidelidade e tu conhecerás o Senhor”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 144(145),2-3.4-5.6-7.8-9 (R. 8a)

– Misericórdia e piedade é o Senhor.

– Misericórdia e piedade é o Senhor.

– Todos os dias haverei de bendizer-vos, hei de louvar o vosso nome para sempre. Grande é o Senhor e muito digno de louvores, e ninguém pode medir sua grandeza.

– Uma idade conta à outra vossas obras e publica os vossos feitos poderosos; proclamam todos o esplendor de vossa glória e divulgam vossas obras portentosas!

– Narram todos vossas obras poderosas, e de vossa imensidade todos falam. Eles recordam vosso amor tão grandioso e exaltam, ó Senhor, vossa justiça.

– Misericórdia e piedade é o Senhor, ele é amor, é paciência, é compaixão. O Senhor é muito bom para com todos, sua ternura abraça toda criatura.

Evangelho (Mt 9,18-26)

– Aleluia, Aleluia, Aleluia.

– Jesus Cristo Salvador destruiu o mal e a morte; fez brilhar, pelo Evangelho, a luz e a vida imperecíveis.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

18 Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, inclinou-se profundamente diante dele, e disse: “Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”. 19 Jesus levantou-se e o seguiu, junto com os seus discípulos. 20 Nisto, uma mulher que sofria de hemorragia, há doze anos, veio por trás dele e tocou a barra do seu manto. 21 Ela pensava consigo: “Se eu conseguir ao menos tocar no manto dele, ficarei curada”. 22 Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: “Coragem, filha! A tua fé te salvou”. E a mulher ficou curada a partir daquele instante. 23 Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada, 24 e disse: “Retirai-vos, porque a menina não morreu, mas está dormindo”. E começaram a caçoar dele. 25 Quando a multidão foi afastada, Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. 26 Essa notícia espalhou-se por toda aquela região.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Primeira Leitura (Gn 28,10-22a)

Leitura do Livro do Gênesis

Naqueles dias, 10 Jacó saiu de Bersabeia e dirigiu-se a Harã. 11 Chegando a certo lugar, quis passar ali a noite, pois o sol já se havia posto. Tomou uma das pedras do lugar, fez dela travesseiro e ali mesmo adormeceu. 12 E viu em sonho uma escada apoiada no chão, com a outra ponta tocando o céu e os anjos de Deus subindo e descendo por ela. 13 No alto da escada estava o Senhor que lhe dizia: “Eu sou o Senhor, Deus de Abraão, teu pai, e Deus de Isaac; darei a ti e à tua descendência a terra em que dormes. 14 A tua descendência será como o pó da terra, e te expandirás para o ocidente e o oriente, para o norte e para o sul. Em ti e em tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra. 15 Estou contigo e te guardarei onde quer que vás, e te reconduzirei a esta terra. Nunca te abandonarei até cumprir o que te prometi”. 16 Ao despertar, Jacó disse: “Sem dúvida, o Senhor está neste lugar e eu não sabia”. 17 Cheio de pavor, disse: “Como é terrível este lugar! Isto aqui só pode ser a casa de Deus e a porta do céu”. 18 Jacó levantou-se bem cedo, tomou a pedra de que tinha feito travesseiro e colocou-a de pé para servir de coluna sagrada, derramando óleo sobre ela. 19 E deu ao lugar o nome de “Betel”. Antes, porém, a cidade chamava-se Luza. 20 Jacó fez um voto, dizendo: “Se Deus estiver comigo e me proteger nesta viagem, dando-me pão para comer e roupa para vestir, 21 e se eu voltar são e salvo para a casa de meu pai, então o Senhor será o meu Deus. 22a E esta pedra que ergui como coluna sagrada, será uma ‘morada de Deus'”.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.

Responsório Sl 90(91),1-2.3-4.14-15ab (R. cf. 2b)

– Vós sois meu Deus, no qual confio inteiramente.

– Vós sois meu Deus, no qual confio inteiramente.

– Quem habita ao abrigo do Altíssimo e vive à sombra do Senhor onipotente, diz ao Senhor: “Sois meu refúgio e proteção, sois o meu Deus, no qual confio inteiramente”. 

– Do caçador e do seu laço ele te livra. Ele te salva da palavra que destrói. Com suas asas haverá de proteger-te, com seu escudo e suas armas, defender-te. 

– “Porque a mim se confiou, hei de livrá-lo e protegê-lo, pois meu nome ele conhece. Ao invocar-me hei de ouvi-lo e atendê-lo, e a seu lado eu estarei em suas dores”. 

Evangelho (Mt 9,18-26)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.

— Jesus Cristo salvador destruiu o mal e a morte; fez brilhar pelo Evangelho a luz e a vida imperecíveis.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

18 Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, inclinou-se profundamente diante dele, e disse: “Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”. 19 Jesus levantou-se e o seguiu, junto com os seus discípulos. 20 Nisto, uma mulher que sofria de hemorragia, há doze anos, veio por trás dele e tocou a barra do seu manto. 21 Ela pensava consigo: “Se eu conseguir ao menos tocar no manto dele, ficarei curada”. 22 Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: “Coragem, filha! A tua fé te salvou”. E a mulher ficou curada a partir daquele instante. 23 Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada, 24 e disse: “Retirai-vos, porque a menina não morreu, mas está dormindo”. E começaram a caçoar dele. 25 Quando a multidão foi afastada, Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. 26 Essa notícia espalhou-se por toda aquela região.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Santa Maria Goretti, Virgem, Mártir – 06 de Julho

Santa Maria Goretti, Virgem, Mártir

Santo do Dia – 6 de Julho

Santa Maria Goretti,

Virgem e Mártir · † 1902

De Pais Pobres com Muita Fé

Santa maria Goretti Maria, ou Marieta como era chamada, nasceu em Corinaldo, na Diocese de Sinigaglia, província de Ancona, no dia 16 de outubro de 1890. Era filha de Luís Goreti e de Assunta Carlini, casal pobre, mas de grande fé.

Menina exemplar, sempre pronta a obedecer, sabendo conduzir os que tinha ao encargo, foi para a mãe a grande consoladora nas aflições e nos apertos, o anjo sempre atento e infatigável. Tinha o maior recato com as pessoas, não era vaidosa, não ambicionava vestidos novos ou diferentes; aceitava prontamente tudo quanto lhe determinava.

Zelava sempre para que os irmãozinhos estivessem decentemente vestidos e ela própria tinha o maior recato com a sua pessoa. Seus pais trabalhavam na lavoura enquanto ela cuidava dos seus quatro irmãos mais novos.

Órfã de Pai aos 10 Anos

Pouco tempo depois, quando a menina tinha dez anos, seu pai morreu de doença grave. Sua mãe, Assunta, trabalhava duramente no campo para ganhar o sustento da casa.

Além de cuidar da casa e dos irmãos, Maria aproveitava o tempo que lhe restava para correr até à Igreja mais próxima e aprender o catecismo. Aos doze anos, apesar da idade, num domingo de maio, pôde fazer a Primeira Comunhão.

Alexandre Serenelli, o Tresloucado

Alexandre Serenelli, um dia, aproveitando um momento em que Maria estava sozinha com sua irmã mais nova, procurou seduzi-la. Era no dia 5 de julho de 1902.

Assunta Carlini partira para as fainas do campo e Marieta estava ao alcance do tresloucado que estava pronto para tudo — satisfazer o desejo ou matar. Foi procurar a pobre menina, levando consigo a arma assassina.

“Não! Não! Deus não quer! É pecado!”

Aproximou-se, agarrou-a pelo braço e, violentamente, arrastou-a para a cozinha, trancando a porta. Tudo fora tão rápido como num raio. Principiava a luta.

Maria, sem cessar, agarrada a Deus, dizia ao selvagem moço:

Não! Não! Deus não quer! É pecado! Tu irás para o inferno!

Desferiu 14 Golpes

No auge da desesperação, com a paixão transmudada em ódio, empunhou a arma e pôs-se a golpear, a torto e a direito, a frágil criatura. Catorze golpes puseram-na quase morta.

Maria Goretti foi canonizada em 1950 pelo Papa Pio XII.

Invocação

Santa Maria Goretti, rogai por nós!

Maria Goretti — Nome que significa “pequena guerreira” ou “a que combate”, do latim Maria (escolhida, querida) e Goretti (variante de Gregorius, o vigilante). Uma vida cuja brevidade foi marcada pela firmeza no combate à virtude.

“Oração — Ó Santa Maria Goretti, que, reforçada pela graça de Deus, não hesitou em derramar teu sangue e o sacrifício da própria vida para defender a pureza virginal, olhai graciosamente sobre a infeliz raça humana, que se desvia muito longe do caminho da eterna salvação. Amém.”

Santa Maria Goretti, rogai por nós!

Beata Susana Águeda Deloye (Maria Rosa) — Virgem beneditina, mártir em Orange com trinta e duas religiosas durante a Revolução Francesa.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 6 de julho:

1
Santa Ciríaca Virgem e mártir em Nicomédia no tempo de Diocleciano.
† s. III/IV
2
São Rômulo Diácono e primeiro mártir celebrado em Fiésole.
† data inc.
3
São Sisos o Grande Eremita insigne na vida monástica no Egito.
† c. 429
4
São Paládio Bispo enviado de Roma à Irlanda e à Escócia.
† 432
5
Santa Monena Abadessa do mosteiro de Killeevy em Armagh.
† 517
6
São Goar Presbítero que fundou hospício e oratório junto ao Reno.
† s. VI
7
São Justo Monge em Condat, na Borgonha.
† data inc.
8
São Tomás Moro Mártir em Londres, comemorado em 22 de junho.
† 1535
9
Beato Tomás Alfield Presbítero e mártir em Londres.
† 1585
10
Beato Agostinho José (Elias) Desgardin Monge cisterciense e mártir em Rochefort.
† 1794
11
Beata Susana Águeda Deloye (Maria Rosa) Virgem beneditina e mártir em Orange com trinta e duas religiosas.
† 1794
12
São Pedro Wang Zuolong Mártir na China, enforcado por não renegar a fé.
† 1900
13
Beata Maria Teresa Ledochowska Fundadora do Sodalício de São Pedro Claver.
† 1922
14
Beata Nazária de Santa Teresa (Nazária Inácia March Mesa) Missionária e fundadora das Missionárias Cruzadas da Igreja na América Latina.
† 1943

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

De pais pobres com muita fé

Maria ou Marieta, como era chamada, nasceu em Corinaldo, na Diocese de Sinigaglia, na província de Ancona, no dia 16 de  Outubro de 1890. Era filha de Luís Goreti e de Assunta Carlini, casal pobre, mas de grande fé.

Menina exemplar, sempre pronta a obedecer, sabendo conduzir os que tinha ao encargo, foi para a mãe a grande consoladora nas aflições e nos apertos, o anjo sempre atento e infatigável.

Tinha o maior recato com as pessoas

Não era vaidosa, diz a mãe, não ambicionava vestidos novos ou diferentes; aceitava prontamente tudo quanto eu lhe determinava …. Zelava sempre para que os irmãozinhos estivessem decentemente vestidos e ela própria tinha o maior recato com a sua pessoa

Seus pais trabalhavam na lavoura enquanto ela cuidava dos seus quatro irmãos mais novos.

Órfã de pai aos 10 anos

Pouco tempo depois, quando a menina tinha dez anos, seu pai morreu de doença grave. Sua mãe, Assunta, trabalhava duramente no campo para ganhar o sustento da casa.

Além de cuidar da casa e dos irmãos, Maria aproveitava o tempo que lhe restava para correr até à Igreja mais próxima e aprender o catecismo. Aos doze anos, apesar da idade, num domingo de maio, pôde fazer a Primeira Comunhão.

Alexandre Serenelli, o tresloucado

Alexandre Serenelli, um dia, aproveitando um momento em que Maria estava sozinha com sua irmã mais nova, procurou seduzí-la. Era no dia 5 de Julho do ano de 1902.

Assunta Carlini partira para as fainas do campo e Marieta estava ao alcance do tresloucado que estava pronto para tudo – satisfazer o desejo ou matar –, foi procurar a pobre menina, levando consigo a arma assassina.

“Não! Não! Deus não quer! É pecado”

Aproximou-se,  agarrou-a pelo braço e, violentamente, arrastou-a para a cozinha, trancando a porta. Tudo fora tão rápido como num raio. Principiava a luta.

Maria, sem cessar, agarrada a Deus, dizia ao selvagem moço:

– Não! Não! Deus não quer! É pecado! Tu irás para o inferno!

Desferiu 14 golpes

No auge da desesperação, com a paixão transmudada em ódio, empunhou a arma e pôs-se a golpear, a torto e a direito, a frágil criatura. Catorze golpes puseram-na quase morta.

Maria Goretti foi canonizada em 1950 pelo Papa Pio XII

Santa Maria Goretti, rogai por nós!

Oração – Ó Santa Maria Goretti, que, reforçada pela graça de Deus, não hesitou em derramar teu sangue e o sacrifício da própria vida para defender a pureza virginal, olhai graciosamente sobre a infeliz raça humana, que se desvia muito longe do caminho da eterna salvação.

Com Beata Susana Águeda Deloye (Maria Rosa), virgem da Ordem de São Bento e mártir, durante a Revolução Francesa, com outras trinta e duas religiosas.

Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT

6

2. Em Nicomédia, na Bitínia, hoje Izmit, na Turquia, Santa Ciríaca, virgem e mártir no tempo do imperador Diocleciano, que é venerada com grande fervor em Tropea, na Calábria, região da Itália.(† s. III/IV)

3. Em Fiésole, na Etrúria, hoje na Toscana, também região da Itália, São Rômulo, diácono, que é conciderado como o primeiro mártir celebrado desta cidade.(† data inc)

4. No Egito, São Sisos o Grande, eremita, singularmente insigne no exercício da vida monástica.(† c. 429)

5. Na Escócia, a comemoração de São Paládio, bispo, que, enviado da cidade de Roma à Irlanda, aí morreu no tempo em que São Germano de Auxerre combatia os erros de Pelágio entre os Bretões.(† 432)

6. No território de Armagh, na Irlanda, Santa Monena, abadessa do mosteiro de Killeevy por ela fundado.(† 517)

7. Junto ao rio Reno, na atual Alemanha, São Goar, presbítero, natural da Aquitânia, que, com a aprovação do bispo de Tréveris, fundou um hospício e um oratório para receber os peregrinos e ajudá-los na salvação das suas almas.(† s. VI)

8. No território de Condat, junto ao maciço do Jura, na Borgonha, hoje na França, São Justo, monge.(† data inc.)

9. Em Londres, na Inglaterra, São Tomás Moro, que é comemorado no dia 22 de Junho, juntamente com São João Fischer.(† 1535)

10. Também em Londres, o Beato Tomás Alfield, presbítero e mártir, que, num primeiro momento, cedeu à tortura e abjurou da fé católica; mas depois de ter sido mandado para o exílio, arrependeu-se e voltou para a Inglaterra, onde, no reinado de Isabel I, por ter divulgado uma Apologia em defesa dos católicos, sofreu o suplício da forca em Tyburn.(† 1585)

11. Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato Agostinho José (Elias) Desgardin, monge da Ordem Cisterciense e mártir, que, durante a Revolução Francesa, em ódio à religião foi raptado do mosteiro de Sept-Fonts e, encerrado numa esquálida galera, morreu contagiado pela enfermidade dos seus companheiros de prisão a quem prestava assistência.(† 1794)

12. Em Orange, também na França, a Beata Susana Águeda Deloye (Maria Rosa), virgem da Ordem de São Bento e mártir, que, durante a Revolução Francesa, encerrada com outras trinta e duas religiosas de várias Ordens e conventos no mesmo cárcere para morrer em dias sucessivos em ódio ao nome cristão, subiu intrepidamente ao patíbulo.(† 1794)

13. Em Shuangzhong, localidade próxima de Jixian, no Hebei, província da China, São Pedro Wang Zuolong, mártir, que, durante a perseguição dos «Yihetuan», foi conduzido ao templo do ídolo e, porque se recusou a renegar a fé em Cristo, morreu enforcado num poste.(† 1900)

14. Em Roma, a Beata Maria Teresa Ledochowska, que se dedicou totalmente aos africanos oprimidos pela escravidão e fundou o Sodalício de São Pedro Claver.(† 1922)

15. Em Buenos Aires, Argentina, a Beata Nazária de Santa Teresa (Nazária Inácia March Mesa), virgem, que, sendo natural da Espanha e imigrante com a família no México, movida pelo zelo missionário se consagrou totalmente à evangelização dos pobres nas várias nações da América Latina e fundou o Instituto das Missionárias Cruzadas da Igreja.(† 1943)

Santo Antônio Maria Zaccaria, Presbítero – 05 de Julho

Santo Antônio Maria Zaccaria, Presbítero

Santo do Dia – 05 de Julho

Santo Antônio Maria Zaccaria,

Pioneiro da Pastoral Familiar · † 1539

Origem

Antônio Maria nasceu em Cremona, no norte da Itália, em 1502, na família Zaccaria, tradicional nobreza italiana.

Ao perder o pai muito cedo, teve de sua mãe o grande gesto de amor que consistiu em dedicar-se somente para sua educação e formação. A dedicação materna seria o alicerce de uma vida voltada para a transformação das famílias cristãs e para a santidade do clero, em um período de grande dificuldade para a Igreja.

Com apenas dezoito anos, Antônio doou toda a sua herança para sua mãe e foi estudar medicina, transformando essa profissão em um verdadeiro apostolado junto aos enfermos.

Medicina

Ele fez de sua profissão um apostolado, por isso, não cuidava só do corpo de seus pacientes, mas também de suas almas. Tratava-os todos como irmãos, levando a Cristo a cada encontro, cada cura, cada sofrimento aliviado. Sua medicina era instrumento de salvação.

Sacerdócio

Chamado por Cristo, ampliou seu apostolado ao ser ordenado sacerdote em 1528. Dessa forma, pôde testemunhar Jesus e a unidade da Igreja num tempo em que as ciências pagãs e a decadência das ordens religiosas e do clero pediam não uma Reforma Protestante, mas sim uma santidade transformadora. Antônio tornou-se instrumento dessa renovação espiritual.

Fundador

Ele fundou a Congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo, dedicada à renovação do clero através da santidade e da pregação. Com a ajuda de uma condessa, fundou também a Congregação das Angélicas de São Paulo, voltada para a vida contemplativa das mulheres. Criou ainda o Grupo de Casais para os leigos, reconhecendo a importância da vocação matrimonial e familiar na santidade da Igreja.

Páscoa

Depois de muito propagar a devoção a Jesus Eucarístico, foi acometido por uma epidemia. Com apenas 37 anos, Antônio Maria “dormiu” nos braços de sua mãe terrena para acordar nos braços de sua Mãe Celestial. Sua vida breve foi plenamente fecunda, deixando sementes de santidade que germinaram ao longo dos séculos. Foi canonizado em 1897 e é considerado o pioneiro da Pastoral Familiar na história da Igreja.

Santo Antônio Maria Zaccaria, rogai por nós!

Antônio Maria ZaccariaAntônio vem do latim Antonius, significando “inestimável”, “o que não tem preço” ou “de valor inestimável”, historicamente associado à raiz grega antheos, que significa “flor” ou “o que floresce”.
Maria, de origem hebraica (Miryam), significa “senhora soberana”, “a pura” ou “a vidente”.
Zaccaria (Zacarias), de origem hebraica, significa “o Senhor lembrou-se” ou “Deus recordou”, sendo o sobrenome de sua família, pertencente à nobreza da região de Cremona, na Itália.

“Meu Deus, que pela intercessão de Santo Antônio Maria Zaccaria, o Senhor possa me conceder a mesma graça que ele recebeu: propagar a devoção a Tua Eucaristia e acordar, após viver uma vida entregue a Ti, nos braços da Virgem Maria! Amém.”

Santo Antônio Maria Zaccaria, rogai por nós!

Santas Teresa Chen Jinxie e Rosa Chen Aixie — Virgens e mártires na China, trespassadas por lanças durante a perseguição de 1900, testemunhando sua fé até o derramamento de sangue.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 05 de julho:

1

Santo Estêvão de Niceia
Bispo e mártir. Em Réggio Calábria, na Itália. Confessou a fé de Cristo em sua cátedra episcopal.

† c. 78

2

Santa Ciprila
Mártir. Em Cirene, na Líbia. Suportou carvões ardentes recusando oferecer incenso aos deuses pagãos, mantendo a fidelidade a Cristo.

† s. IV

3

Santo Atanásio de Jerusalém
Diácono e mártir. Em Jerusalém, foi assassinado por um monge herético que se opunha à verdadeira fé.

† 451/452

4

São Domécio o Médico
Eremita. No monte Kurós, na Armênia. Dedicou-se à vida contemplativa e à cura espiritual dos necessitados.

† s. V

5

Santa Marta
Mãe de São Simeão Estilita o Jovem. Em Antioquia, na Síria. Apoiou com amor maternal a vocação singular de seu filho.

† 551

6

São Tomás
Abade. No mosteiro de Santa Maria de Terreto, na Itália. Guiou sua comunidade monástica com sabedoria e santidade.

† 1000

7

Santo Atanásio do Monte Athos
Hegúmeno. No Monte Athos, na Grécia. Instituiu a vida cenobítica (comunitária) na Grande Laura, transformando a tradição monástica.

† c. 1004

8

Beatos Mateus Lambert, Roberto Meyler, Eduardo Cheevers e Patrício Cavanagh
Mártires. Na Irlanda. Deram suas vidas testemunhando a fé católica durante a perseguição religiosa.

† 1581

9

Beatos Jorge Nichols, Ricardo Yaxley, Tomás Belson e Hunfredo Pritchard
Mártires. Em Oxford, na Inglaterra. Executados por sua fidelidade à Igreja Católica e ao Papa.

† 1589

10

Santas Teresa Chen Jinxie e Rosa Chen Aixie
Virgens e mártires. Na China. Trespassadas por lanças durante a perseguição de 1900, morreram glorificando a Cristo.

† 1900

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Médico e viúvo aos 18 anos

Nasceu por volta de 1502 em Cremona e ficou viúvo aos 18 anos. Rico, vestia-se com modéstia e escolheu ser médico para ficar mais perto da gente humilde e servir o próximo. Fundou os “Barnabitas” Com 26 anos, fez-se sacerdote e partiu para Milão, onde com a ajuda de  Tiago Morigia e Bartolomeu Ferrari, seus amigos, fundou a Congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo, os “Barnabitas”, porque residiam junto à igreja de São Barnabé, em Milão. Seguiam uma Regra e professavam os votos religiosos sem se considerem monges ou frades.

Promover a reforma do clero e dos leigos

Seu carisma específico era evangelizar e administrar os sacramentos, promovendo a reforma do clero e dos leigos. Paulatinamente, crescia a congregação e, com as constituições revistas por São Carlos Borromeu, em 1537, assentou-se definitivamente.

Fundou a Congregação das Angélicas

Com a ajuda de Luísa Torelli, Condessa de Guastalla, surgiu a congregação feminina das Angélicas, para  a reforma dos mosteiros femininos. Santo António Maria Zacarias ajudou na preparação do Concílio de Trento, cuja influência ainda persiste na Igreja de nossos dias. Foi também promotor da devoção à Eucaristia e da adoração ao Santíssimo Sacramento.

Logo tu te alegrarás comigo na glória eterna

Em Vicência, Zaccaria adoeceu gravemente. Obrigado a voltar pra Cremona, abatido e fraco, encontrou a mãe alarmada, toda banhada em lágrimas. O Santo sorriu-lhe. Olhou-a muito ternamente: – Ah! Doce mãe! exclamou. Não chores mais! Logo tu te alegrarás comigo na glória eterna, onde espero entrar agora! Morreu em 1539, aos 37 anos

Santo Antônio Maria Zaccaria, rogai por nós!

Oração – Senhor, que escolhestes na vossa Igreja Santo Antônio Maria Zaccaria, para mostrar aos homens o caminho da salvação, concedei-nos que o seu exemplo nos ajude a seguir Jesus Cristo, nosso Mestre, para possamos alcançar um dia, juntamente com os nossos irmãos e irmãs, a glória do vosso reino

Com  as santas irmãs Teresa Chen Jinxie e Rosa Chen Aixie, virgens e mártires, trespassadas pelos golpes das lanças dos seus verdugos. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 5 2. Em Réggio Calábria, também na Itália, Santo Estêvão de Niceia, bispo e mártir.(† c. 78) 3. Em Cirene, na Líbia, Santa Ciprila, mártir, que, segundo a tradição, durante a perseguição do imperador Diocleciano, suportou muito tempo em sua mão carvões a arder com incenso, para evitar que, deitando fora as brasas, desse a impressão de que oferecia o incenso aos deuses; depois, crudelissimamente dilacerada, ornada com o próprio sangue partiu deste mundo ao encontro do Esposo.(† s. IV) 4. Comemoração de Santo Atanásio de Jerusalém, diácono da Igreja da Santa Ressurreição e mártir, assassinado pelo monge herético Teodósio, por ter censurado a sua impiedade e defender o santo Concílio de Calcedônia.(† 451/452) 5. Comemoração de São Domécio o Médico, eremita no monte Kurós, na antiga Armênia.(† s. V) 6. No monte Admirável, perto de Antioquia, na Síria, hoje Antakya, na Turquia, Santa Marta, mãe de São Simeão Estilita o Jovem.(† 551) 7. No mosteiro de Santa Maria de Terreto, perto de Réggio Calábria, na Itália, São Tomás, abade.(† 1000) 8. No Monte Athos, na Grécia, Santo Atanásio, hegúmeno, humilde e pacífico, que instituiu na Grande Laura uma forma de vida cenobítica.(† c. 1004) 9. Em Wexford, na Irlanda, os beatos Mateus Lambert, Roberto Meyler, Eduardo Cheevers e Patrício Cavanagh, mártires – padeiro, o primeiro, e marinheiros os outros – que, por causa da sua fidelidade à Igreja Romana e do auxílio prestado aos católicos, no reinado de Isabel I foram enforcados e esquartejados.(† 1581) 10. Em Oxford, na Inglaterra, os beatos mártires Jorge Nichols e Ricardo Yaxley, presbíteros, Tomás Belson, candidato ao sacerdócio, e Hunfredo Pritchard, que, condenados à morte no tempo da mesma rainha, uns porque eram sacerdotes que entraram na Inglaterra, outros porque lhes prestaram auxílio, sofreram todos o suplício do patíbulo.(† 1589) 11. Perto de Huangeryin, localidade próxima de Ningjinxian, no Hebei, província da China, as santas irmãs Teresa Chen Jinxie e Rosa Chen Aixie, virgens e mártires, que, durante a perseguição movida pelos «Yihetuan», para salvaguardarem a honra da virgindade e a sua fé cristã, resistiram corajosamente às bárbaras depravações e à feroz crueldade dos perseguidores e foram trespassadas pelos golpes das lanças dos seus verdugos.(† 1900)

Santa Isabel de Portugal, Rainha – 04 de Julho

Santa Isabel de Portugal, Rainha

Santo do Dia – 04 de Julho

Santa Isabel,

Rainha Santa da Paz · † 1336

Origem

Santa Isabel de Portugal Nasceu na Espanha no ano de 1271. Pertencia à família real de Aragão, que lhe concedeu uma ótima formação, digna do seguimento de Cristo.

Ela foi criada por seu avó, Tiago I, que estava recém-convertido ao cristianismo. Desde a infância, Isabel demonstrou uma devoção profunda à fé cristã e uma predisposição natural para a caridade. A educação que recebeu na corte de Aragão preparou-a não apenas para ser rainha, mas para ser modelo de virtude e santidade. Seus ensinamentos e o exemplo de vida do seu avó marcaram profundamente o caráter da jovem Isabel, moldando sua vocação futura.

Casamento

Foi entregue em casamento ao rei Diniz, rei de Portugal, com apenas 12 anos de idade, já dando testemunho de uma esposa cristã, uma mulher de oração e centrada na Eucaristia. Seu matrimônio foi um lugar de humilhação e santificação: permaneceu fiel e amável mesmo diante das traições e dificuldades com o esposo. Era rainha, mas nunca esqueceu que também era irmã dos mais necessitados. A paciência e o amor de Isabel tornaram-se lendários na corte portuguesa, convertendo seu sofrimento em oportunidade de santificação.

Mulher religiosa e de caridade

Ela ajudou a propagar a grande devoção a Nossa Senhora da Conceição. Refundou, em 1314, o Mosteiro de Santa Clara de Coimbra; também fundou, em 1321, em Santarém, o Hospital de Nossa Senhora dos Inocentes, voltado para crianças abandonadas. Uma de suas últimas obras de caridade talvez tenha sido cuidar do seu próprio esposo. Dom Diniz, que tanto a fez sofrer, agora precisava dos cuidados de Isabel, que se dispôs a cuidar dele. Ele ficou doente em 1324 e faleceu no ano seguinte.

Viúva e Clarissa

Isabel deixou a sua condição de viver no palácio como rainha, abdicando seus bens e títulos para receber o hábito no Mosteiro das Clarissas em Coimbra, ingressando na Ordem Terceira Franciscana. Em 1336, saiu de Coimbra e foi ao encontro de seu filho devido a um novo conflito familiar. Mesmo enferma, conseguiu chegar e foi acolhida por ele. Faleceu no dia 4 de julho de 1336, e foi sepultada no Mosteiro em Coimbra. Foi canonizada pelo Papa Urbano VIII em 1665.

Padroeira de Portugal

Santa Isabel foi declarada padroeira de Portugal, recebendo do povo o título de “Rainha Santa da Concórdia e da Paz”. Sua vida exemplar de virtude, humildade e caridade a tornaram símbolo de esperança e intercessão para o povo português. Sua devoção pela Eucaristia e pela Mãe de Deus continuam inspirando gerações de fiéis a buscar a santidade no cotidiano.

Isabel — Significa “Pura”, “Casta”, “Aquela que cumpre promessas”. Tem origem no hebraico Elisabete, passando pelo latim Elisabetha. O nome Isabel espalhou-se por toda a Espanha, Portugal e França, sempre carregando consigo a memória da virtude e da santidade.

“Santa Isabel, fostes uma exímia esposa, mãe, serva, rainha e religiosa, porque em tudo se dedicou ao amor a Deus e ao próximo. Intercede por nós junto ao Senhor, para que também saibamos amar e nos doar a Ele e aos nossos irmãos. Amém.”

Santa Isabel, rogai por nós!

Beato Pedro Kibe Kasui — Presbítero S.J., e cento e oitenta e sete companheiros, mártires. Memória associada a Santa Isabel de Portugal.

Outros beatos e santos que a Igreja faz memória em 04 de julho:

1
São Jucundiano Mártir. Na África Setentrional.
† s.d.
2
São Laureano Mártir. Em Vatan, na Aquitânia.
† s. III/IV
3
São Florêncio Bispo. Em Cahors, humilde e forte na graça divina.
† s. V in.
4
São Valentim Presbítero e eremita. Em Langres.
† c. s. V
5
Santa Berta Abadessa e reclusa. Em Blangy.
† c. 725
6
Santo André de Creta Bispo e autor de hinos. Em Lesbos.
† 740
7
Santo Uldarico Bispo de vida austera. Em Augsburgo.
† 973
8
Beato Bonifácio Bispo e cartuxo. Em Hautecombe.
† 1270
9
Beato João de Vespigniano Em Florença.
† s. XIII/XIV
10
Beatos João Cornélio, Tomás Bosgrave, João Carey e Patrício Salmon Mártires na Inglaterra.
† 1594
11
Beatos Guilherme Andleby, Henrique Abbot, Tomás Warcop e Eduardo Fulthorp Mártires em York.
† 1597
12
Beato Pedro Kibe Kasui e 187 companheiros Mártires no Japão.
† 1603-1639
13
Santo Antônio Daniel Mártir entre os Hurões no Canadá.
† 1648
14
Beata Catarina Jarrige Virgem dominicana, defensora de sacerdotes perseguidos.
† 1836
15
São Cesídio Giacomantónio Presbítero franciscano, mártir na China.
† 1900
16
Beato Pedro Jorge Frassáti Jovem leigo, exemplo de caridade.
† 1925
17
Beato José Kowalski Mártir em Auschwitz.
† 1942
18
Beata Maria Crucificada Fundadora das Carmelitas Missionárias. (Rosa Cúrcio)
† 1957

Martirológio — Secretariado Nacional de Liturgia · PT

Filha de Rei

Filha do rei D. Pedro II de Aragão e da rainha D. Constança e teria nascido no ano de 1270. Neta de Jaime I, o Conquistador, bisneta de Frederico II da Alemanha de quem herdou a energia tenaz e a força de alma. Caracterizava-se principalmente pela bondade sem limites e pelo espírito equilibrado e justo de Santa Isabel da Hungria, sua parente. De intensa vida interior Em 1282 casou com D. Diniz, rei de Portugal. De intensa vida interior, usando o Livro das Horas, jejuava frequentemente e preferia trabalhos discretos, como coser e fazer bordados na companhia das damas.

Mãe de Rei puro, não comum na época

Mãe de D. Afonso IV, o Bravo, que teve uma vida pura – não comum na época — pela influência de sua mãe. Ela obrigava o filho a obedecer ao pai (ele era o rei), e não só fingia ignorar as andanças do rei, mas criava os seus filhos ilegítimos. Seu poder moderador fez com que fosse juiz nas rixas entre seu irmão e seu turbulento filho. Mandou construir mosteiros e hospitais. Vestiu a Hábito de Santa Clara Com a morte do marido, vestiu o hábito de Santa Clara. Morreu em Extremoz no dia 4 de julho de 1336 e foi canonizada pelo Papa Urbano VIII, em 25 de Maio de 1625 pelo.

Santa Isabel de Portugal, rogai por nós!

Oração – Nós vos pedimos, Senhor, por intercessão desta Santa Rainha, que tão grande foi no mundo e que não é menor no céu, as graças de que tanto precisamos. Amém

IsabelSignifica “pura”, “casta”, “aquela que cumpre promessas”. O nome Isabel espalhou-se por toda a Espanha, Portugal e França,
Com Beato Pedro Kibe Kasui, presbítero S.J., e cento e oitenta e sete companheiros, mártires. Martirológio – Secretariado Nacional de Liturgia – PT 4 2. Na África Setentrional, São Jucundiano, mártir(† data inc.). 3. Em Vatan, no território de Bourges, na Aquitânia, atualmente na França, São Laureano, mártir.(† s. III/IV) 4. Em Cahors, também na Aquitânia, São Florêncio, bispo, que São Paulino de Nola louva como humilde de coração, forte na graça divina e suave na palavra.(† s. V in.) 5. Em Langres, também na Aquitânia, São Valentim, presbítero e eremita.(† c. s. V) 6. Em Blangy, no território de Arras, também na atual França, Santa Berta, abadessa, que, tendo ingressado com as filhas Gertrudes e Deotila no mosteiro por ela fundado, alguns anos depois viveu como reclusa numa pequena cela.(† c. 725) 7. Em Erissos, na ilha de Lesbos, na Grécia, o passamento de Santo André de Creta, bispo de Gortina, que, com orações, hinos e cânticos de excelente composição, cantou os louvores de Deus e exaltou a Virgem Mãe de Deus imaculada e elevada ao Céu.(† 740) 8. Em Augsburgo, cidade da Baviera, na atual Alemanha, Santo Uldarico ou Ulrico, bispo, ilustre pela sua admirável abstinência, liberalidade e assiduidade às vigílias, que, depois de cinquenta anos de episcopado, morreu nonagenário.(† 973) 9. No mosteiro de Hautecombe, junto ao lago Burget, na Savoia, atualmente na França, o sepultamento do Beato Bonifácio, bispo, de linhagem régia, que, depois de ter ingressado na Cartuxa foi eleito para a sede de Belley e finalmente elevado à sede de Cantuária, manifestando sempre grande solicitude pelo seu rebanho.(† 1270) 10. Em Florença, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, o Beato João de Vespigniano.(† s. XIII/XIV) 11. Em Dorchester, na Inglaterra, os beatos mártires João (Conor O’Malley), autoapelidado Cornélio, presbítero pouco tempo antes admitido na Companhia de Jesus, Tomás Bosgrave, João Carey e Patrício Salmon, leigos que ajudaram este sacerdote, todos eles ao mesmo tempo, no reinado de Isabel I, glorificaram a Cristo com o martírio.(† 1594) 12. Em York, também na Inglaterra, os beatos mártires Guilherme Andleby, presbítero, Henrique Abbot, Tomás Warcop e Eduardo Fulthorp, leigos, que, na mesma perseguição, condenados à morte por causa da sua fidelidade à Igreja, depois de terem suportado ao mesmo tempo o suplício do patíbulo, partiram deste mundo e alcançaram a recompensa eterna.(† 1597) 13. No Japão, o Beato Pedro Kibe Kasui, presbítero da Companhia de Jesus, e cento e oitenta e sete companheiros[1], mártires. [1] São estes os seus nomes: Julião Nakaura e Diogo Yuki Ryosetsu, presbíteros da Companhia de Jesus, Nicolau Fukunaga Keian, religioso da mesma Companhia, Tomás de Santo Agostinho (Tomás Ochia Jihyoe “Kintsuba”), presbítero da Ordem de Santo Agostinho. João Hara Mondo, religioso da Ordem Terceira de São Francisco; João Minami Gorozaemon, Simão Takeda Gohyoe, Joana Takeda, Inês Takeda, Madalena Minami e Luís Minami, Melchior Kumagai Motonao, Damião, catequista, Joaquim Watanabe Jirozaemon, Leão Saisho Shichiemon, João Hattori Jingoro e seu filho Pedro Hattori, Miguel Mitsuishi e seu filho Tomé Mitsuishi, Gaspar Nishi Genka, sua esposa Úrsula Nishi e seu filho João Nishi Mataishi; Adrião Takahashi Mondo e sua esposa Joana Takahashi; Leão Hayashida Sukeemon, sua esposa Marta Hayashida e seus filhos Madalena Hayashida e Diogo Hayashida; Leão Takedomi Han’emon e seu filho Paulo Takedomi Han’emon; Adão Arakawa, João Hashimoto Tahyoe, sua esposa Tecla Hashimoto e seus filhos: Catarina Hashimoto, Tomé Hashimoto, Francisco Hashimoto, Pedro Hashimoto e Luísa Hashimoto; Tomé Kian, Tomé Ikegami; Lino Rihyoe, sua esposa Maria; Cosme Shizaburo e seu filho Francisco Shizaburo; Antônio Dómi, Joaquim Ogawa; João Kyusaku, sua esposa Madalena e sua filha Regina; Tomé Koshima Shinshiro, sua esposa Maria; Gabriel; outra Maria e sua filha Mônica; Marta e seu filho Bento; outra Maria e seu filho Sisto; outra Mónica, Tomé Toemon e sua esposa Luzia; Rufina e sua filha Marta; outra Mônica, Manuel Kosaburo, Ana Kajiya e seu filho Tomé Kajya Yoemon; Águeda, Maria Chujó, Jerônimo Soroku e sua esposa Luzia; João Sakurai e sua filha Úrsula Sakurai; Mâncio Kyujiró, Luís Matagoro; Leão Kyusuke e sua esposa Marta; Mência e sua filha Luzia; Madalena, Diogo Tsuzu, Francisco e Maria; Diogo Kagayama Haito; Baltasar Kagayama Hanzaemon e seu filho Tiago; João Hara Mondo, Francisco Toyama Jintaró; Matias Shobara Ichizaemon, Joaquim Kuroemon; Baltasar Uchibori, Antônio Uchibori e Inácio Uchibori; Paulo Uchibori Sakuemon, Gaspar Kizaemon e sua esposa Maria Mine, Gaspar Nagai Sohan, Luís Shinzaburo, Dinis Saekieki Zenka e seu filho Luís Saeki Kizo, Damião Ichiyata, Leão Nakajima Sokan e seu filho Paulo Nakajima, João Kisaki Kyuhachi, João Heisaku, Tomé Uzumi Shingoro, Aleixo Sugi Shohachi, Tomé Kondo Hyoemon, João Araki Kanshichi; Joaquim Mine Sukedayu, Paulo Nishida Kyuhachi, Maria, João Matsutake Chozaburo, Bartolomeu Baba Han’emon, Luís Furue Sukeemon, Paulo Onizuka Magoemon, Luís Hayashida Soka, Madalena Hayashida, Paulo Hayashida Mohyoe; Luís Amagasu Iemon e seu filho Vicente Kurogane Ichibiyoe, Miguel Amagasu Iemon, sua esposa Domingas Amagasu e sua filha Justa Amagasu, Tecla Kurogane, Luzia Kurogane, Maria Ito, Marina Ito Chobo, Pedro Ito Yahyoe, Matias Ito Hikosuke, Timóteo Obasama Jirobyoe, Luzia Obasama, João Gorobyoe, Joaquim Saburobyoe, João Banzai Kasue, Áurea Banzai, António Banzai Orusu, Paulo Sanjuro, Rufina Banzai e seus filhos Paulo e Marta, Simão Takahashi Seizaemon, Tecla Takahashi, Paulo Nishihori Shikibu, Luís Jin’emon e sua filha Ana, Mâncio Yoshino Han’emon, Júlia Yoshino, Antônio Anazawa Han’emon, Paulo Anazawa Juzaburo, André Yamamoto Shichiemon, Inácio Iida Soemon, João Arie Kiemon, Pedro Arie Jinzo, Aleixo Sato Seisuke, Luzia Sato, Isabel Sato, Paulo Sato Matagoro, (N) Shichizaemon, Madalena, duas filhas de Shichizaemon e Madalena; Luzia Iida, Crescência Anazawa, Romão Anazawa Matsujiro, Miguel Anazawa Osamu, Maria Yamamoto, Úrsula Yamamoto e Madalena Arie; Aleixo Choemon e seus filhos Cândido e Inácio; Miguel Kusuriya, Ogasawara Yosaburo Gen’ya, sua esposa Ogasawara Miya Luísa e seus filhos Ogasawara Genpachi, Ogasawara Mari, Ogasawara Kuri, Ogasawara Sasaemon, Ogasawara Sayuemon, Ogasawara Shiro, Ogasawara Goro, Ogasawara Tsuchi, e Ogosawara Gonnosuke; e quatro servos da família Ogasawara.(† 1603-1639) 14. Entre os Hurões, no território do Canadá, Santo Antônio Daniel, presbítero da Companhia de Jesus e mártir, que, depois de terminar a celebração da Missa, colocando-se à porta do oratório para proteger os neófitos do ataque dos inimigos indígenas, foi trespassado pelas flechas e lançado na fogueira. A sua memória celebra-se com a dos seus companheiros no dia 11 de Outubro.(† 1648) 15. Em Mauriac, monte Cantal, na França, a Beata Catarina Jarrige, virgem, da Ordem Terceira de São Domingos, que se tornou ilustre pelo auxílio aos pobres e aos enfermos e, durante a Revolução Francesa, defendeu de todos os modos os sacerdotes perseguidos e os visitava no cárcere.(† 1836) 16. Em Heng-tchou-fu, cidade do Hunai, província da China, São Cesídio Giacomantónio, presbítero da ordem dos Menores e mártir, que, durante a perseguição movida pelos «Yihetuan», quando procurava proteger o Santíssimo Sacramento das investidas da multidão, foi apedrejado e, envolto num lençol imbuído em petróleo, morreu queimado. († 1900) 17. Em Turim, na Itália, o Beato Pedro Jorge Frassáti, um jovem que, militando nas associações de leigos católicos, se dedicou com grande diligência e alegria em iniciativas de desenvolvimento social e no exercício da caridade para com os pobres e os enfermos, até que, afetado por uma paralisia fulminante, partiu deste mundo.(† 1925) 18. No campo de concentração de Auschwitz, perto de Cracóvia, na Polônia, o beato José Kowalski, mártir, que, durante a guerra, foi encarcerado por causa da sua fé em Cristo e, submetido a atrozes torturas, consumou o martírio.(† 1942) 19. Em Santa Marinella, perto de Roma, a Beata Maria Crucificada (Rosa Cúrcio), virgem, fundadora da Congregação das Carmelitas Missionárias de Santa Teresa do Menino Jesus.(† 1957)